aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Seres de Pedra / Pietro Impagliazzo•
03/01/2012
Sei que estou num grande castelo esquisito, parecendo algo saído de um filme de fantasia. Bem grandioso e feito só de pedra. Confronto um grande ser maciço e robusto, feito de pedra negra. Ele usa uma armadura de pedra sabão mais branca e com detalhes vermelhos. Eu vejo como se uma câmera desse um zoom lento nele e enquadrasse o rosto dele bem fechado, mais para a esquerda embaixo.
Então agora vejo outro ser de pedra sabão polida, esse mais roliço e mais baixo está numa sala central desse castelo. Estou com ele numa sala circular, com 5 pilastras feitas de mármore ou uma pedra mais nobre. No chão provavelmente uma mandala é esculpida. Esse ser tira suas vestimentas de seda e certas partes de seu corpo, discos de pedra flutuam e desconectam dele.
Então sessões das grandes pilastras em forma de discos também saem até as pilastras quase desaparecerem. É uma espécie de cerimônia, aquela sala é especial e me sinto muito interessado pelos seres, mas eu não entendo o propósito disso.
Kor e Korea / Pietro Impagliazzo•
24/10/2012
Estou numa ilha deserta, parece ser um cenário do jogo Crysis de tão bonito que é, água cristalina azul na beira da praia (mas mais escura mar adentro), areia branquinha. Sei que aquele lugar se chama Kor e é um lugar bem paradisiáco que pertence a Korea (Coréia). Meu pai me impulsiona a me jogar no mar e nadar, ouço a voz da minha mãe ao longe me motivando também. Eu entro no mar para nadar, porque preciso sair dali, vejo peixes grandes, laranja brilhoso, vejo (ou penso sobre) camarões gigantes. Então fico com medo de um peixe grande me machucar, comento isso com meu pai, ele diz que é besteira, que eu deveria só continuar nadando sem medo. Então logo a frente (uns 500m) o mar desemboca num rio, a água do mar aberto é de um tom mais escuro de azul e o rio é de um tom clarinho, a água é mais cristalina ainda. Numa parte do mar, a uns 200m do rio, eu sinto que uma correnteza me puxa em direção ao rio, como se aquele fluxo fosse o natural. Então me entrego a correnteza e fico feliz por fazer pouco esforço para nadar.
Chego na água mais cristalina do rio, a divisa entre mar e rio parece bem repentina, como se fosse algo artificial, bem estranho, a cor muda de uma hora para outra, pode-se ver uma linha quase. Então chegando nas águas do rio sinto que elas são mais quentes, mais mornas e agradáveis. Chegando nesse rio, vegetação das margens rapidamente muda de areia, para grama, vejo algumas casas a margem do rio, primeiro uma a direita, depois mais a frente dos dois lados. Observo que agora o rio flue por um fundo de ladrilhos, azulejos, esse canal não foi feito artificialmente, ele apenas foi embelezado pela população local.
Mergulho fundo nessas águas e observo os ladrilhos com desenhos bonitos, não parece algo muito oriental, parece uma mistura de ocidente e oriente. No fundo do rio, em alguns trechos, vejo corpos de crianças preso ao fundo com pedras. Algumas pessoas mergulham até o fundo e botam flores grandes de pétalas finas e brancas e miolo amarelo ao redor das crianças. Parece ser um enterro, uma cerimônia de despedida. Acho essa visão extremamente bonita.
Então chegando a uma margem aonde o rio faz uma curva para a esquerda, vejo uma pequena casa amarela. Parece ser o quarto de uma pousada. Estou ali com meus pais, parecemos procurar por um lugar para ficar. Parece que algo não está muito bem resolvido. Andamos por essa casa/quarto com um misto de familiaridade e estranheza, parece haver outra família lá, uma família coreana. O número na porta daquele quarto é 111, mas deveríamos ter ficado no 120. Fico com medo de uma mulher coreana mais velha brigar, nos expulsar dali, por estarmos no quarto errado. Mas minha mãe não liga e deita numa rede no meio da sala e relaxa. Eu fico receoso.
//Sonho pós grande crise vesicular, antes de visitar Toninho. Penso ser um sonho de cura.
interiores em conflito / li•
Eu estava em uma casa em uma chácara, era noite e fazia calor. Havia muitas pessoas nesta casa e de repente descobri que eu estava casada com GS. Como achava ele um cara legal, pensei que não era ruim e que levaria o casamento adiante. Fomos para o quarto e encontrei a ex dele, MV, que me falou que ele era perfeccionista.
Quando fomos dormir no nosso quarto percebi que havíamos começado uma discussão, não lembrava o motivo, mas ficou sério. Decidimos não ficarmos mais juntos e eu resolvi sair da casa. Mesmo sendo noite eu comecei a fazer as minhas malas, juntava tudo que era meu, roupas e objetos de vidro, perfumes, esculturas que eu joava dentro de um saco, sentindo muito medo que quebrasse.
Resolvi ligar para um taxi, mesmo sabendo que sairia muito caro. Encontrei alguns primos meus pela casa e eles me mostravam objetos que eu não tinha colocado na mala ou nos sacos.
Fui avisar um adolescente, que era um conhecido que eu simpatizava muito, que iria embora e ofereci carona a ele. Imediatamente ele aceitou e lembrou que uma amiga dele tinha carro e poderia nos buscar. Logo a amiga chegou e fui acomodar minhas malas no carro, um carro antigo, cor azul, modelo tipo belina antiga que tinha três fileiras de bancos. Entramos no carro quando de repente lembrei que havia esquecido mais objetos na casa. Voltei e recolhi muitas coisas, temendo que não coubesse mais no carro.
Ao entrar no carro o amigo ia no banco da frente conversando com sua amiga, e eu sentei na terceira e última fileira, ao lado da minha prima CV que apareceu ali e me dizia que os dois amios estavam fumando maconha e isso era péssimo, pois era noite e a estrada muito ruim para aquele carro velho.
Andamos de forma desgovernada e cheamos em uma pequena cidade, quando em uma avenida a porta do meu lado caiu. Minha prima me segurava para que eu não caísse e a motorista não parava, pois buscava o local que ela queria estar para estacionar.
Fiquei muito braba, paramos o carro e muitas pessoas da cidade vieram ver o que acontecia conosco.
Reencontro / Laercio•
A moça bonita de Salvador ERA ELA!
Incrível como demorei para perceber, mas também... depois de tantos anos!
O mesmo jeito ansioso, o mesmo gosto por filosofia, o mesmo olhar...
Foi quando ela me falou de xadrez e do Pequeno Príncipe que eu finalmente percebi que a conhecia. De outro tempo, de outro mundo!
Ela também não me reconheceu, mas não a culpo. Com tantos pensamentos dentro da cabeça deve ser difícil organizar as lembranças, ainda mais as que são de outras épocas.
E como o destino gosta de nos pregar peças, da mesma forma que da última vez, ela já vai embora...
Não dá para mudar o destino dos acontecimentos, é claro que vou deixá-la partir, como das últimas vezes.
Mas vai ser impossível não sentir saudades.
Market / Kaneda•
No supermercado Si começou a jogar algumas coisas no carrinho de compras, chegamos até um corredor mais vazio, ela empurrou-me para um canto no fim do corredor, começou a tirar minhas calças. Dizia para ela parar com medo das câmeras de segurança, mas queria que ela fizesse sexo oral como nunca.
Ela tirou delicadamente minhas roupas de baixo, enquanto acariciava minha perna. Com seus lábios, beijava-me suavemente as partes íntimas, e depois colocou-o todo em sua boca, enquanto suas mãos acariciavam-me.
Sem estepe / Kaneda•
Estacionei o carro num lugar longe e perigoso, não havia motivo aparente. Voltei para casa, esperei anoitecer e fui buscá-lo novamente. Estava um breu danado, atravessei a rua com aquele jeito medroso, e ao mesmo tempo, atento a tudo a minha volta.
Cheguei ao local onde havia estacionado e estava um marasmo infinito no local. Olhei bem a minha volta, meio desconfiado de que alguém poderia sair em meio as sombras. A vontade de sair de um lugar daqueles era maior que o suspense de um filme de Alfred Joseph Hitchcock. Disparei o alarme do carro, o som do alarme poderia ter acordado uma vila com mil ladrões, e chamado a atenção de outros mil. Entrei as pressas no carro e travei as portas. Dei a ignição, engatei a marcha ré, quando soltei o pé da embreagem, percebi o carro arrastando a funilagem dianteira.
Estranhei, sai do carro e vi que tinham levado as duas rodas da frente e largado um macaco no meio do carro. O motor também não estava, assim como muitas outras partes.
Olhei ao lado e avistei um outro carro, este bem mais antigo, que estava estacionado e nas mesmas condições. Imaginei ter encontrado um cemitério de carros.
filme ruim / li•
Estava em uma universidade, esperava minha mãe chegar, pois havia morrido meu tio. No pátio chegou uma moça com cabelos crespos, muito simpática e íntima, que eu demorei a reconhecer como uma colega minha, que também havia sido minha colega em Paris. ela me convidava para uma festinha da turma, logo no fim da tarde. expliquei que meu tio havia falecido e certamente não iria. Eu e minha mãe conversávamos e eu falava que na universidade eu tinha umas várias colegas de turma que haviam sido minhas colegas em Paris. Saí correndo por uma avenida, pois estava atrasada e de repente a morte do meu tio havia se transformado no casamento da sua filha mais velha. Na avenida eu vi o meu tio e minha prima vestida de noiva, parados embaixo de um viaduto. Como vi que o casamento não havia começado, entrei em um grande mercado e fui escolhi o presente que minha mãe tinha que comprar para os noivos. Escolhi um grande urso de pelúcia, estava na promoção. Logo estou em uma sala da universidade e minha mãe mostra a nota fiscal do presente e vejo que ela pagou R$600,00, quando eu vi anunciado por R$278,00.
Da sala da universidade eu saí com algumas colegas, vi uma colega do segundo grau, J,estava muito bonita e simpática. Então saí por um portão e encontrei um saguão com muitos artistas, pois ali seria exibido um filme de um diretor famoso e cult. Neste momento eu estava com minha amiga LV e o diretor do filme veio conversar conosco e logo detestamos ele e saímos de perto dele. Entramos na sala de cinema, que já estava quase lotada, e fomos sentar na última fila. Ao sentar percebi que as cadeiras eram de madeira maciça com encosto que quase deitava e tinha que ficar se segurando para que não caísse da cadeira, pois o auditório era em declive, coisas de um arquiteto super famoso e moderno. Ao sentarmos minha amiga LV pediu um copo de leite para o diretor do filme, ele trouxe e ela bebia vorazmente, me oferecendo uma prova no fim, quando percebi que o leite era ruim e era leite em pó. Estranhei que LV estivesse bebendo leite, pois lembrava que ela detestava. De repente o diretor do filme começou a dar uma palestra antes da exibição do filme, e era muito chato o que ele falava, coisas de discurso burro e utópico de esquerda. LV levantou-se e foi até o cartaz do filme começar a vomitar. Senti muita vergonha dela estar vomitando leite no cartaz do filme, mas ninguém parecia se importar. Saímos da sala para LV lavar o rosto, procuramos um banheiro, que estava no último andar. Cada uma foi para um banheiro e quando LV saiu havia se transformado em um homem, um grande amigo meu. Então eu via que ele bebeu demais e tinha uns flashs de um travesti gordinho e 'operado' deitando em uma cama e tirando a roupa. Logo ele acordou nesta cama e via o travesti do seu lado, e pensou na tragédia que poderia ter acontecido. Ele levantou e foi até a cozinha, quando viu pessoas de baixíssimo calão, mendigos, travestis e prostitutas muito sujos, com maquiagem pesada e com cheiro horrível.
caixa de tartarugas rápidas / li•
estava com a família do meu pai, quando chegaram alguns de seus amigos, que me ignoraram, pois acharam que eu não era da família. De repente eu já estava no carro do meu pai, ele e a família me levavam para a casa da minha mãe. Minha mãe me mostrava uma caixa de tartarugas que eu havia trazido, então lembrei que minha madrasta insistia em me dar uma tartaruga, e eu para me livrar da situação peguei várias. Minha mãe abriu a caixa e pegava diversos tipos de tartarugas, algumas monstruosas, enquanto outras fugiam rapidamente. Senti pavor e medo dela não guardar as tartarugas e alguma ficar perdida pela casa.
Pictograma de ondas para violoncelo / dmtr•
sonhei que havia uma apresentação de um trio com uma famosa violoncelista arrogante e loira, era num lugar parecido com o CAL na UFSM
eu estava no trio e nao lembrava de ter ensaiado a música e nao estava muito preocupado. Esta loira vinha falar comigo preocupada. eu perguntei como era o nome dela. era amiga da prof. Nara.
Lembro que tinhamos pouco tempo pra apresnetacao e tentei organizar: teríamos que fazer algo porque faltava pouco tempo pro "recital" e eu nem sabia nada do que ia ser tocado. Era um trio de clarinete, mandolim e violoncelo.
ensaiar ela falou que estava fora de cogitacao pois as pessoas que assistiriam depois ja estavam por ali e ouviriam o ensaio.
sugeri ela a fazer um desenho corporal como forma de psicomagia assim ela teria algo pra tirar o foco durante a performance e ficaria menos tensa.
ela tirou a blusa e ficou de costas pra mim. peguei uma canetinha, pensei um pouco e decidi desenhar quatro traços ondulados um em cima do outro, como que mostrando um contraponto da música. quando risquei nao saia nada do pincel/canetinha, somente água. vi que era o pincel errado de agua e expliquei pra ela que iria atras do pincel verdadeiro. fiquei decepcionado que nada tava dando certo, nem a medida provisória. 2012-01-05 yassai / iwao•
revirando sensações [como quem revira na cama], os sons e o sangue tomado só podem ser uma confirmação de que o mundo verdadeiramente acabou, na figura de dois seres, yassai, fluidamente extraintravoando [acordo e vejo que são dois pernilongos; mato-os, estão gordos e explodem em pequenos borrões vermelhos; lembro que yassai são legumes]. vegetarianos, esses seres cessam, a transfiguração se deu, da turbulência para a não-turbulência.