Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
In the flash e Walking Death / Aspros

Eu estava numa festa em que havia os vivos e os infectados, como no seriado In the Flash. Então começou a chegar vários zombies como no Walking Death, então vários infectados, mesmo que sob controle, foram expulsos pro lado de fora da casa onde estava tendo a festa, enquanto que vários vivos tentavam entrar na casa em busca de segurança. Eu saí correndo pra tentar abrir o portão pra um vivo.
Depois eu estava na av. Paraná e o governo já havia criado uma série de robôs gigantes para transportar os vivos para Marte. Eram robôs enormes e eles quando ligavam os motores, saiam fogos enormes e quem estivesse por perto, seja quem seja, morria, como se fosse inseto. Havia uma mulher com um bebê na rua, e então um robô começou a ligar os motores e ela e eu começamos a sair correndo. Um carro vinha em nossa direção, e pulamos em cima do carro como se fosse um filme de Hollywood. Conseguimos pular, mas a mulher e o bebê foram atropelados por uma moto meio... lâmina, não sei, porque a mulher foi partida no meio e ela e o bebê morreram na hora.
Outro momento eu estava numa casa de uma família, meio que no meio do mato. Eu fui usar o banheiro que ficava no lado de fora da casa, no meio do mato mesmo e então surgiu as crianças zumbies que corriam tão rápido quanto o Flash. Entrei em pânico, mas consegui me salvar. A mãe da família ficou louca, explodiu dinamites para que nós pudéssemos nos salvar.
achei que era o fim do mundo mas era só um climão numa casa de campo / apta

Era tipo uma piscina numa casa de campo de alguém do ex trabalho. Estava um clima meio tenso, uns ventos, umas nuvens em redemoinho. Todo mundo tinha tomado um pedacinho de ácido - tudo ficou muito mais estranho e ninguém se lembrava que tinha tomado um ácido. Senti um clima meio apocalíptico, como se extraterrestres estivessem chegando na terra. Tinha certeza que isso iria acontecer. Saímos de carro para uma casa, todos meio apreensivos. Cachorros latindo, gente com frio na barriga. Chegando na casa eu e a Ana Livia entramos no banheiro onde todos os produtos de higiene eram cor de rosa. Shampoo, sabonete, condicionador, creme, desodorante, tudo era rosa. Quando tivemos a ideia de tomar banho e usar todos os produtos rosa percebemos que ali era o banheiro da filha da Flavia e aí ela chegou e meio que pegou a gente no pulo usando as coisas da filha dela. Fui para a cozinha e tinha um mordomo muito mal humorado pedindo para eus sair dali, ele pergutnava se eu havia visto uma colher de cabo de vidro e eu insistia falando que estava num lugar mas ele fazia questão de me contrariar. Tinha uma cesta cheia de pedaços de linguiça e a cozinha era simpática e confortavel. Encontrei a Dani do lado de fora da casa toda feliz e serepele, não entendia tanta felicidade. Quando vi, ela estava entrando no carro do Rafael, falei pra ela "voce é muito troxa, tem que se foder mesmo".
tentando ir pra algum lugar em cima / chuazinha

sonho agitado. eu ia viajar a trabalho e meu vôo era para amsterdã mas tinha uma escala em alguma cidade e depois em singapura. eu não notava que tinha essa escala em singapura e acabava perdendo a conexão. estava com o rafamed e ele também ia fazer o mesmo trajeto, mas a escala dele era só mais tarde.
resolvi voltar com ele para o aeroporto para tentar entrar no mesmo vôo. perdia minha bolsa com as passagens. voltava para procurar, o rafa seguiu.
encontrei com meu pai, já com minha bolsa e malas, nós tínhamos que ir para um quarto de hotel. ao entrar no elevador meu pai deixava monte de notas de dinheiro cair no vão entre o elevador e o andar. fiquei segurando a porta com a ajuda de uma mulher para ele catar de volta. as notas escorregavam pelo vão.
meu pai saía do elevador e me falava para encontrar com ele no 17o andar. as portas fecharam eu olhei para o painel de botões e o elevador só ia até o 11o. entendi que teria que saltar no 11o andar e de lá pegar outro elevador. entraram outras pessoas, os botões no painel acendiam, o elevador parava aleatoriamente... 9...7...8. um pai e sua filha ainda criança estavam no elevador e não saltaram, o elevador começou a subir passou do 11o, passou do 17o andar foi até o 22o. perguntei para eles como eles tinham feito isso, e o pai me mostrou um segundo painel, tipo uma calculadora, onde você coloca o andar que queria ir caso ele passasse do 11o.
o pai saiu a menina ficava pra trás, não queria ir. eu a ajudei a pegar suas malinhas. tivemos um momento de cumplicidade e ela foi. as portas do elevador fecharão, fui para o painel e acordei.
corpo morto no portão / li

Era noite e eu estava no jardim de uma casa. A campainha tocou e avistei uma grande fila no portão. Caminhei rápido para ir atender. Ao abrir o portão, um homem velho, rico e gordo vestindo um fraque, caiu sob meus pés, o corpo se dobrou todo, se estribuchava. A dona da casa apareceu e me perguntou o que acontecia e eu só respondia "il est mort", e somente acreditava na sua morte porque eu pronunciei afrase, como se o fato se concretizasse apenas apos o dito por mim.
corpo-solo, plexo-solar. bruxa-voadora. terra cavocada e coração. / RAKS

um grupo de 30 orientais entraram em casa e começaram a se instalar sem nenhum aviso prévio. invadiram o meu quarto, eram pessoas altamente estranhas, todas ocupadas e preocupadas em seus celulares. foi então que consegui trancar a porta do quarto. deitei na cama e tentei dormir. uma boneca monstruosa apareceu e começou a cavalgar sobre a minha barriga, me causando mais pesadelos dentro desse. tentava acordar e não conseguia me mover. gritei e ela vôou. foi então que percebi uma pequena árvore nascendo exatamente no meu plexo solar começando progressivamente a me enfraquecer e a engessar todos os meus músculos. eu pedia arduamente por ajuda e ninguém me compreendia. cada vez mais tornara-se impossível falar. foi aí que consegui arrancá-la de mim. suas raízes possuíam dolorosos nós dando-me a sensação de ser, eu, terra cavocada no peito. mergulhei a mão até parte do meu antebraço para dentro de mim e puxei ao máximo possível os resquícios das raízes. estava inflamando o meu corpo. gosto morno da morte. e febre. quando uma fenda gigante se abriu em meu tórax, a boneca monstruosa aparece voando e gargalhando. tento impedi-la de tirar algo de mim e consigo salvar o meu coração. reponho-o para dentro do meu peito e ela voa para a cozinha, gargalhando e jogando todas as louças da cristaleira ao chão. esperei por silêncio. aconteceu. eu não tinha mais medo. e eis que ela aparece como silhueta em sombra contrastando com a luz amanhecendo o dia na janela. sento na cama, acordando aos poucos, percebo que minhas roupas no cabide formavam realmente uma silhueta esquisita. levo as mãos aos olhos e vejo que havia chorado. e estava suando.
arco íris de merda / bxx

sonho mesmo; eu discutia algo sem a menos importância, completamente irrelevante e de repente Ela me apareceu. nós nos olhamos e beijamos e de repente de nossas bocas saiu um arco íris marrom e preto, meio bosta, meio degradante. acordei sem ela... e sem arco íris de merda. o que significa?
2014-05-03 / iwao

chego em casa; vazio: alguém levou todas as peças de cimento e de madeira. a casa mesmo, de uma austeridade wittgendteininana, mas nem caixas de sapato. não lembro de ter perdido nada realmente valioso, talvez eu não tenha, nunca tive - objetos. mas que ladrões são esses?
bisteca na praça de alimentação e as madrinhas / apta

Estava com o Dimitre num tipo shopping gigante meio ao céu aberto meio Miami, estávamos numa praça de alimentação e o Dimitre comia algo tipo uma bisteca, ele falava que era bom pq tinha bastante proteína. Começamos a caminhar pelo shopping e eu encontro as minhas duas madrinhas me chamando de Mimoli ao mesmo tempo, as duas tinham o cabelo e o rosto parecido com o da Paula.
/ Smithb911

Vigamox Without A Script in Columbus geebdgadfkgebdce
Cachorro argentino / Hannap

Eu iria seguir viagem com minha mala cheia de livros e algumas roupas.
Fugindo. Um cachorro grande.
Observava e sentia que minha despedida era ali. Escondida de todos.
Fechei a mala. O cachorro deitado aos meus pés.
Era uma mulher loira e grande quem não queria minha permanência no Brasil.
Eu era argentino, o cachorro também, e era um amigo fiel.