Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Cirurgia removendo a cabeça / Escalada / dmtr

sonhei que minha irmã ia fazer uma cirurgia no maxilar de alguém, e pra isso precisava remover a cabeça. por algum motivo eu estava consciente e sendo cortado por ela, sabia que não era meu corpo mas estava sentindo a incisão no pescoço por dentro da mandíbula. era terrível a sensação. em outro momento a cabeça estava completamente cortada e eu ja estava vendo de fora. era uma cabeça pequena e um pouco seca, não sangrava. Era uma técnica moderna que a cabeça do paciente podia ficar desconectada do corpo durante quase 48 horas.
Ela fez uma parte do procedimento em casa e depois enrolou a cabeça em um plástico pra continuar no outro dia. ficou na cozinha perto dos pães ou em algum lugar assim. Não tenho certeza mas acho que fiquei de guardar em algum lugar.
No outro dia quando ela vai retomar o procedimento não consigo achar essa cabeça e começo a procurar desesperadamente em vários lugares da casa, sabendo que havia um determinado numero de horas pra que o paciente não morresse. procurava repetidas vezes dentro dos armários, geladeira, até mesmo no forno, dentro de malas, mochilas e nada da cabeça. Ficava com uma sensação horrível que poderia ser responsável pela morte do paciente.

#parte 2 - escalada
Havia ido com algum amigo na casa de pedra pra subir paredes. era cedo e não havia quase ninguém. Sabia que havia acontecido um acidente lá, e por esse motivo não se usava mais freios, mosquetões ou qualquer tecnologia. era uma corda de sisal fininha amarrada na cintura e tudo era feito com laços e nós, pouca coisa. Ficava um pouco duvidando pois tudo parecia mais frágil e antiquado.
Estavam servindo um bandeijão lá que tinha ovo frito e feijão. Resolvemos almoçar, comer bastante antes de subir e fiquei pensando se não seria ruim comer muito antes de escalar a parede.
Cinco milhões / Tuk

Notas:
- Jeremy = meu chefe da minha equipe anterior
- Eddie = meu chefe da equipe atual
- Michael = chefe do meu chefe atual
- Matt = colega de escritório e grande amigo do meu chefe atual
- PFDS: Puta Falta De Sacanagem

Sonhei q tava em uma plataforma de trem com a Muri, e era uma plataforma onde passavam uns trens gigantescos e futuristas, parecia uma época bem do futuro mesmo. Na verdade to lembrando que antes disso eu tava com o Giovanni e a gente tava indo pra uma praia que ficava a princípio no litoral norte de SP, 'só um pouco a norte' mas na verdade era quase na Bahia já. A gente foi subindo de carro até certo ponto. Foi depois disso que eu não lembro exatamente como, apareceu eu e a Muri em uma plataforma de trem normal, mas de trens mega futuristas. Quando passou o trem, ele era extremamente alto. Tipo uns 10, talvez 20 metros de altura. Acontece que tinha uma escadona pra subir nos vagões do trem, e a gente tinha varias coisas na mão. Eu, carregando as coisas, subi em um dos vagões enquanto ele já começava a andar pra sair. Foi meio atribulado, e a Muri no fim só conseguiu subir no vagão de trás em vez daquele que eu subi. A gente se telefonou e combinou que se encontraria na estação seguinte. Acontece que o trem me levou pra um lugar MUITO LOUCO E FUTURISTA. Se tratava de todo um complexo, e lá era o banco em que eu trabalho. Eu fui chamado pra uma reunião em que iriam participar várias pessoas de várias áreas diferentes, inclusive encontrei o Jeremy e o cara novo que entrou em Latam (n lembro nome) e mais uma paulada de gente. A sala de reunião, super futurista, era oval, com mesas em volta, uma grande televisão dentro de uma grande caixa e um baita ar futurista, com uma iluminação azul e cadeiras com design digno do 2001. Aquele era o escritório de Salt Lake City. Antes da reunião começar, o Jeremy estava na frente da máquina de café com o cara. Fui até ali falar com o Jeremy e ele nem me cumprimentou; a única coisa que ele fez foi me apresentar o cara novo assim:

- Ah, Lúcio esse é o Fulano. Fulano, esse é o Lúcio. - virando pro fulano - Você tem alguma pergunta?
- Não - disse o Fulano, que me olhava de cima pra baixo de uma maneira muito desdenhosa

Não falei nada e eles pegaram o café deles. Os dois eram extremamente altos, tipo o Jeremy tinha 1 metro e 90, e o cara pelo menos 2 metros. Enfim, todos se ajeitaram nas mesas pra começar a reunião. De repente começou a ficar MUITO frio. E mais frio. E mais frio. Em certo ponto, as pessoas sumiram, a sala ficou completamente coberta de neve e não só todo mundo sumiu mas as cadeiras e mesas também; fiquei só eu e a televisão. Na TV passava um jornal, e eu sabia de algum jeito que aquilo era um teste psicológico da reação das pessoas a uma situação de isolamento súbito. Sabendo disso, me concentrei muito em me acalmar; eu achava uma PFDS e queria colocar um ponto errado (ponto fora da curva) na pesquisa, ou seja, uma pessoa que não teria absolutamente nenhuma reação de pavor ou medo à situação. Depois de algum tempo assistindo o jornal e pensando em brincar com a neve, percebi que a sala na verdade ficava dentro de uma espécie de castelo, e essa sala oval futurista era bem perto do portão. E que logo fora do portão, passava aquele trem futurista, que agora já não era tão alto, mas continuava com design todo cheio de linhas curvas e todo liso e cinza na maior parte. Quando o trem passou, eu vi o Eddie e o Matt sentados no trem, e o trem estava quase parando porque tinha uma estação quase ali. Eu acenei para o Eddie e para o Matt, que quase imediatamente me viram (o que me fez suspeitar do envolvimento deles com o experimento) e, descendo, vieram ao meu encontro. Nisso, aparentemente o experimento terminava, as pessoas da reunião voltavam, a sala de reunião ficava lotada de brinquedos e era como se fosse agora uma festa de criança, um evento corporativo de dia das crianças por exemplo. O gelo todo não estava mais lá e a sala não tinha mais aquela luz azulada futurista que tinha antes, era uma luz de tom amarelado agora.

Nisso, tento procurar o Jeremy pra saber o que aconteceu, e sou abordado pelo Matt e pelo Eddie me perguntando se estava tudo bem. Eu disse que sim, que agradecia por eles terem vindo saber se eu estava bem. Eles resolveram me interromper no que eu estava fazendo e ambos se sentaram e me deram uma notícia. O Matt disse:

- Estão querendo você de volta no time do Jeremy. E fizeram uma proposta de US$ 5 milhões pra você ir trabalhar lá.
- Em Nova Iorque? - disse eu
- Isso mesmo - respondeu Matt

Fiquei pensando muito se o Eddie e o Matt não estavam me sacaneando, se era parte do experimento de alguma forma e se dali a pouco eles não iriam rachar o bico da minha cara por ter acreditado. Eles não tinham cara de quem estava brincando, mas eu não sabia. Aí disse pro Matt:

- Escuta, isso só pode ser brincadeira, mas eu não consigo saber pela expressão no seu rosto se é mesmo ou não; não te conheço tão bem assim. Você pode me oferecer alguma prova dessa oferta que você tá fazendo?

Ele não disse nada e continuava me olhando com a mesma expressão séria e me encarando como faz uma pessoa muito sisuda e visivelmente irritada que não quer deixar transparecer explicitamente a irritação, esperando uma resposta imediata. E me disse que se eu quisesse eu já podia começar segunda-feira em NY (esse sonho foi sexta pra sábado).

De algum jeito, pelo olhar dele eu soube que a proposta era de verdade. Percebi isso e comecei a pensar em como seria minha qualidade de vida em Nova Iorque, e fiquei pensando muito muito antes de responder, tipo onde eu ia morar, o que eu ia falar pro Michael, já que ele estava contando comigo pra tanta coisa, especialmente ele tendo patrocinado minha ida pra Salt Lake. Pensei em MUITA coisa: na nossa casa em Salt Lake, no tempo que eu ia levar pra chegar ao trabalho em NY, mesmo me dando conta de quanto dinheiro isso significaria por mês.

Aí eu acordei... EU DEVO GOSTAR MUITO, MAS MUITO MESMO DE SALT LAKE CITY
Sonhos culinários / Nai

Estava na casa de outra pessoa, mas na real tbm era minha casa. Estava fazendo um milhao de comidas, pois o namorado da minha irmã (q nao eh brasileiro) estava visitando. Fiz um negocio de coco com framboesas frescas (nunca vi isso na vida), q parecia estar mto bom. A mesa era redonda e minha mae ficava trocando de lugar e falando sobre a comida. Ainda tinha esse tio meu q nao vejo a muito. Ele ficou na mesa por muuuito mais tempo q todo mundo. Agora a mesa era retangular, bem comprida. Ele sentava na ponta e ficava me pedindo pra servir um pouco mais de tudo no prato dele. Entao fechei a porta q dava pra sala e fui fazer batata frita. Do nada, começou um papo sobre creme para o corpo e esse tipo de coisa. Entrei tipo numa salinha onde um tia minha guardava uns produtos pra vender. Nao era um banheiro nem tinha chuveiro, mas a agua quente nao parava de cair sobre mim e embaçar os vidros da janela. Pedi pra minha tia alcançar uma toalha, ela me deu uma de rosto. Me sequei, na ordem de sempre. Costas, rosto, pés, pernas, barriga, peitos, braços. Acordei.
Mijo na boca / Hannap

Estava no meu primeiro dia de trabalho, dentro de uma empresa. Eu acompanhava uma apresentação para o cliente. Estava num canto da sala, com um notebook. As clientes eram duas mulheres. Uma delas era lasciva e ficou com tesão em mim. Me olhava com desejo. Me convidou para sentar na mesa, ao lado dela, de frente para o meu chefe. Ela se esfregava em mim descaradamente. Se debruçou sobre mim e roçava os peitos enormes no meu braço. Fiquei constrangido e com tesão. A coisa foi ficando explícita e meu chefe percebeu que ela me seduzia. Havia comida na mesa. Fricassé. Era uma reunião almoço. Ela abriu as minhas calças e esfregou o frango desfiado no meu pau. De vez em quando se abaixava para chupar meu pau com frango embaixo da mesa. Eu me sentia incomodado pois meu chefe percebia que estava acontecendo algo estranho. Ela disfarçava. Fiquei com vontade de mijar. Quando a cliente se abaixou mais uma vez para me chupar eu mijei um pouco no exato momento em que ela me abocanhou. Ela se levantou incomodada mas manteve a compostura e seguimos com a reunião.
Veículo Bóia da PM / Hannap

Estava com a Clau na praia de Ipanema, posto 8. Estávamos caminhando na areia pensando em parar em algum momento para dar um mergulho. De repente passam por nós 3 bóias da polícia militar. Eram veículos flutuantes que andavam muito suavemente, sem fazer barulho. Cada um era uma câmara de pneu de caminhão com um chãozinho. Dentro de cada uma havia um policial fardado. Esses veículos iam no sentido ipanema / leblon. Eu e a Clau achamos aquilo muito interessante e corremos para entrar na terceira bóia. Ela ia flutuando sobre a areia, andando de um jeito muito gostoso. Dentro dela estava um policial, numa parte coberta. Era um policial jovem, gordinho e relaxado. Ele fumava um baseado. Tava falando no telefone com um amigo dele. Percebeu que a gente subiu e ficou de boa. Olhou pra gente com um sorriso, permitindo que a gente pegasse aquela carona. Ele não dirigia a bóia. Ela fazia o trajeto das outras duas que iam na frente. Dava pra entender que quem dirigia a bóia era apena o policial que ia na frente, na primeira bóia.

Passamos pelo posto 9 e o mar estava cercado. A prefeitura estava reformando a praia e havia interditado o mar com uma cerca de arame farpado. Achei aquilo ousado mas interessante. Era bom para preservar a natureza mas ruim para o turismo. O mar estava com tubarões por conta disso.

As bóias foram até o final da praia do Leblon e subiram para o asfalto. Onde começa a avenida Niemeyer havia um bloqueio na rua. Era uma blitz da polícia. O policial da nossa bóia continuava fumando o seu baseado e falando no telefone. Fiquei com medo da polícia da blitz nos parar, mas fizemos o retorno na frente deles e seguimos viagem na direção contrária. Era uma sensação boa andar naquele veículo flutuante.
/ li

Encontrei MKL, que não via há anos e fiquei bem feliz. Nossa amizade estava ótima, conversávamos muito e ríamos. De repente ela me pediu para viajar com ela, que estava grávida do ex namorado e ia fazer um aborto noutra cidade. Eu não sabia se conseguiria viajar, mas não queria deixa-la sozinha. JM chegou correndo, dizendo que a acompanharia naquele momento. Fomos pegar dinheiro e a mala, enquanto JM esperava numa moto. Ouvi um estrondo e vi que um caminhão havia passado por cima de JM, muito sangue e seu corpo morto e abandonado na estrada. Não sabia o que fazer, mas não queria que MKL soubesse ou visse aquela cena.
Encontrei minha prima CV, que disse que também estava grávida. Só pensava que o aborto era outra morte no dia e tentava evitar.
Caminhei por um lugar com água, como uma praia italiana e MKL estava ali,abraçada no marido que ela tinha em segredo. Queria saber como ela estava, mas ela só falava com o tal marido.
Blackout / Lola

Sonhei que estava na casa de uma amiga de infãncia que é casada como eu. Em certo momento nos envolvemos em uma espécie de relação sexual que foi frustrante para ambas. Em seguida me vi voltando para o apartamento dela assustada, eu usava um vestido vermelho de abotoar na parte da frente e ele estava semi-aberto e com o ombro caído, como se eu o tivesse tirado parcialmente. Meu cabelo estava desgrenhado e minha maquiagem borrada. Eu fugia de um homem de aspecto junkie, jovem mas estranho, que me seguia numa óbvia tentativa de ataque sexual. Chegando ao edifício da minha amiga encontrei minha gata de estimação perdida no lobby, quando a peguei no colo na tentativa de resgatá-la ela se mijou, como se estivesse com medo de mim. Consegui chegar até o apartamento da minha amiga, mas para isso tive que escalar a parede pois ele ficava num nível superior, onde só se chegava a partir de uma espécie de abertura na parede, primeiro "lancei" a gatinha, depois subi sozinha. Chegando lá minha amiga e o marido me olhavam como se eu fosse uma aparição e me perguntavam por onde eu havia andando, no mesmo instante me dei conta de que tivera um blackout e de que não lembrava de nada do que havia acontecido depois de ter estado no apartamento deles horas ou dias atrás. Minha amiga me repreendeu e disse que eu havia tido um ataque e fugido como uma maluca, e que na saída eu havia quebrado a pata da minha gatinha. Olhei para o nível inferior do prédio e o louco ainda esperava por mim, eu pedi por favor que ele fosse embora e relutantemente ele foi. Eu não sabia o que havia acontecido mas estava muito envergonhada e acariciei minha gatinha, me sentindo mt mal por ter quebrado a pata dianteira dela num aparente ataque de loucura e de fúria e por ter feito ela se mijar de medo de mim. O casal de amigos disse que meu marido também estava desesperado me procurando e então me dei conta de que algo muito grave devia ter acontecido, eu não tinha ideia de por quanto tempo me ausentara e nem do que acontecera naquele período. Acordei aflita e com falta de ar.
/ leocao

Estava no Hotel em ruínas que, de alguma maneira, eu sabia ser o Clímax Hotel, o mesmo em que Rodolfo se hospedou 33 anos antes. Eu deveria estar no mesmo quarto dele, 402C, mas a porta não tinha número. A cama, o criado mudo, a janela, a mesinha, tudo comido por tempo. A vidraça quebrada como eu tinha visto pelo lado de fora, o vento frio, a falta de cobertas, a luz azul escura que entrava de algum lugar e pintava as paredes descascadas. Na mesa velha apareceu Carlos Camara, o primeiro amigo de Rodolfo que conheci naquela viagem. Carlos disse algo sobre Rodolfo gostar de viajar para praias vazias. Ele já tinha me dito isso em algum de nossos encontros. Carlos me escreveu algum endereço em um papel que não consegui ler. Meio acordado, meio dormido, alcancei um pedaço de papel e um lápis. Pela manhã consegui decifrar o garrancho: "De todo aquele assombro, a ruína que ainda é dele e sempre foi minha. No encontro, uma ilha".
Furtando um Van Gogh / Hannap

Estava com a Ana Alexandrino. Íamos numa exposição que acontecia num apartamento de um prédio enorme. O prédio era do tipo modernista, com muitos apartamentos, e ficava no lugar do Shopping Rio Sul. A exposição era organizada por um pessoal meio moderno, alternativo. A Luana Carvalho e a Leticia Novaes conheciam o pessoal que tinha organizado o evento e deram a dica para a Ana.
Era uma coletiva com um monte de artistas duvidosos e algumas coisas legais. O ponto alto da exposição era a presença de alguns quadros do Van Gogh! Eram quadros pequenos, mas eram pinturas originais. As Letícia e a Luana tiveram a idéia de roubar um quadro do Van Gogh. Colocaram pilha na Ana. Eu achei engraçada a idéia, fiquei excitado com a possibilidade. E a Ana fomos lá. Era de noite. Entramos na expo, estava vazia. Eu fui na frente. Entrei no primeiro quarto. Lá estavam os quadros do Van Gogh. Era um auto-retrato na parede frontal e outras três pinturas mais escondidas. Depois percorri os outros cômodos da casa. Só havia uma pessoa responsável pela expo, ela ficava no último cômodo do apartamento, com cara de cansada. Olhei pra todos os cantos e não havia nenhuma câmera. Voltando pelo corredor encontrei com a Ana e perguntei: - E aí? Pegou? Ela respondeu que sim. Entrei novamente no primeiro quarto e vi que ela tinha pegado justamente o auto-retrato. O quadro mais frontal de toda a exposição. Achei ousado e disse para irmos embora. Fui descendo as escadas no escuro. A Ana estava mais tranquila e vinha atrás. Chegamos no hall do prédio. Eu estava estressado com aquilo. Atravessei a avenida correndo como um cachorro, com os 4 membros. Me dei conta que eu era cúmplice de um furto importante da arte. Achei aquilo errado. Pensei que eu deveria ter impedido, ou ficado em casa. Eu sabia que aquilo iria me prejudicar no futuro. Pensei que pelo menos podíamos ter feito uma réplica e trocado um quadro por outro, para adiar o descobrimento do furto.
Nomnomnom / Nai

Sonhei com uma garrafa de suco de maracuja. Joguei todo o suco pelo ralo e coloquei a garrafa no liquidificador, que estava cheio de agua, na pia. A garrafa quebrou. Fiquei catando os cacos de vidro no meio daquela agua meio suja, nao dava pra ver nada. Tambem teve um lance de revirar a geladeira da minha vó, e receber umas fotos antigas do meu cursinho de ingles (?).

Preciso parar de cozinhar de madrugada.