Drömma

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Drömma Dreaming Logger
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Paris
SL 18/07/2006  12:43
Eu estava em Paris com D., e mais sua mãe e seu irmão. A Torre Effeil ficava no meio do mar. E os dias tinham tons alaranjados, o sol era forte e ventava muito. Subimos em algum lugar mais alto, algum prédio e tivemos uma visão da praia inteira. Haviam na areia, muitas calças jeans que colocas em posições estratégicas, formavam uma singla, três letras enormes. Depois voltamos para a beira da praia, ficamos apreciando a torre, quando tivemos a fantástica idéia de ir para Santiago. Imediatamente lembrei dos casacos de frio que se vendiam lá, bordados e cheios de ornamentos e pensei que eles eram muito feios. S., me falava que gostaria de comprar um pois eram quentinhos e seu filho ia adorar ter. Depois comentamos sobre o perigo de ficarmos sem dinheiro no meio da viagem.
181
li 17/07/2006  19:26
eu e minha mãe estávamos em um conjunto residencial popular (antigo BNH). Ela procurava um apartamento para morar mas todos eram muito pequenos e feios. Ela insistiu em ver outros e eu saí dali junto da minha prima K. Na saída tínhamos que atravessar um terreno baldio e eu pisei em um buraco que prendeu uma das minhas pernas. Fiquei a perna toda dentro do buraco e cada vez que afundava mais, saía uma voz, do fundo do buraco, que dizia ‘ em caso de emergência ligue para 181’. Minha prima me tirou dali e fomos até a esquina, onde havia muitos carros, modelos novos, para vender. Esses carros eram pequenos, apenas com os dois lugares na frente e atrás dois bancos pequenos. Gostei do modelo e pedi para minha mãe comprar para mim, pois ele era barato, pagava-se em 18 meses o valor de 230 reais.
Assassinato.
SL 16/07/2006  19:38
Soube que existia uma conspiração para matar X., dentre as pessoas do meu trabalho. Todos haviam contribuido com mil reais para que a morte dele pudesse ser encomendada. Y., veio até mim cobrar de mim este dinheiro e eu disse que não iria dar, pois era contra o assassinato dele. Z. havia ficado furiosa por isso e dizia que eu fizesse o que bem quisesse e entendesse e que ninguém melhor que eu para cuidar da minha vida. Fui até a escola de X., tentar avisá-lo do que estava sendo planejado. Já era noite e a escola dele era muito estranha. Era dentro de uma torre muito fina e comprida. Tinha mais de vinte andares e em cada andar cabiam só umas cinco pessoas. Cheguei lá e fomos para o último andar e contei que ele estava sendo jurado de morte. X., havia ficado sem reação. Voltei para o trabalho e era de manhã. Caminhava em uma avenida muito grande e movimentada, pensando que X., seria morto. Cheguei no trabalho e ouvi boatos que ele seria morto porque era muito "chato".
Eliana Eliana
Hannap 16/07/2006  14:04
Eu estava em uma praia que era impossível de surfar. As ondas eram muito grande e explodiam fechadas, com violência.
Os surfistas desciam as ondas deitados nas pranchas com as quilhas para cima porque assim era mais seguro.
Eu achava perigoso, pois a quilha poderia machucá-los.
Eu ficava bem na beirinha desse mar e quando virei para trás encontrei a Eliana dos dedinhos.
Ela tava muito gostosa de biquini e a gente ficou batendo papo na areia. Ela tava com a sua equipe de gravação e eu fiquei paquerando ela.
Feto perdido
Flávia 16/07/2006  13:54
Eu tinha ganhado de alguém um cachorro com cerca de 1/3 do tamanho de meu dedo. Era um animal de proveta, e tinha nascido prematuro; além de ter uma cabeça também onde deveria ter um rabo.
Mas era tudo normal no sonho, e eu tinha gostado muito do cão.
Deixei-o na garagem para ele poder correr e tomar sol e fui usar o computador. Pensei que ele poderia se perder, voar ou ser esmagado, no entanto fiquei preguiça de voltar até lá e buscá-lo.
Minha mãe veio me chamar para sairmos. Desliguei o computador e fui pegar o cachorro...mas ele tinha sumido!
Então eu disse a ela que era difícil mesmo dar certo esses tratamento de inseminação artificial, e que depois eu tentava de novo.
SL 15/07/2006  11:44
Eu estava trabalhando no escritório da livraria quando C. liga para alguém e fica comentando sobre a seriedade exacerbada de uma tal de Cristina. Que ela não era feliz, levava tudo a sério demais e era casada com um homem 60 anos mais velho que ela cujo estava à beira da morte. Após isso, estava caminhando na rua e ela ligara para mim. Nós conversávamos em inglês. Ela me contava que seu marido estava internado no hospital, que ele era muito velho e estava morrendo. Eu dizia que lamentava muito quando na verdade estava feliz com isso. Nos encontramos em um parque deserto em alguma praia do litoral gaúcho e fomos indo em direção a minha casa. Eu tinha ficado impressionada como Cristina era pequena, ela era quase uma criança se considerado pelo tamanho. Enquanto caminhávamos para a minha casa, eu ia explicando que ela não podia fazer muito barulho lá. Em certo ponto, eu havia me perdido. Pedi informações para uma senhora que estava em um aglomerado de pessoas em um ponto de ônibus. Perguntei onde ficava que a Casa de Cultura do Mário Quintana, pois era um ponto de referencia da minha casa naquelas ruas de praia. Ela explicou e eu fui até lá. Chegamos em minha casa, Cristina deitou em uma prateleira e dormiu. Eu fui para uma sala e fiquei escrevendo em algumas folhas um texto. Logo depois disso, eu me vi em um quarto, que deveria ser o meu quarto, esperando alguém. Neste meu quarto haviam muitos dvd's e muitos livro's que eu olhava e não conseguia entender a origem. De repente chega uma menina e me deixa muito nervosa, ela tira de uma mala outros dvd's, livros, e um dicionário luft, que tinha quatro volumes. Fiquei abismada com o tal dicionário de quatro volumes. Dei um espaço das minhas prateleiras para ela guardas as coisas dela e fiquei contente de ter um dicionário luft quatro volumes em minhas estantes.
Frankfurt
Hannap 14/07/2006  22:23
Estava viajando com a Luiza de mochila, no improviso. A gente tava chegando em Frankfurt vindo de Buenos Aires (eram cidades próximas no sonho).
Conhecíamos uma galera que estava fazendo a mesma viagem, um cara gordão.
Frankfurt era uma cidade pequena que não tinha mais para onde crescer. Era uma cidade rica, cheia de casas e carros. Não tinha ninguém na rua.

Os policiais eram amigos e indicaram a delegacia pra gente ficar à vontade.
La dentro tinha um quarto com 4 camas de casal e uns brasileiros deitados nus fazedo suruba.
Deitamos eu e Luiza sozinhos em uma das camas e ficamos pelados. O gordão conhecido tava na cama ao lado com mais 3 pessoas. A Luiza achou um baseado na bolsa dela e era normal fumar 1 nesse quarto da delegacia de Frankfurt.
ferro de pentear
muffin 14/07/2006  16:08
sonhei que eu penteava as roupas ao invés de passar. como se fossem bonecas. só que peguei um casaco de tricot que uma amiga me deu e estraguei ele. quando mostrei para ela, ela ria da minha cara e dizia "tu nunca mais vai conseguir um casaco com as mangas tão compridas".
Jivago
li 13/07/2006  17:21
Em uma escola antiga, fazia muito frio e o dia estava cinzento. Eu entrei, onde seria minha sala de aula, e procurei uma carteira para sentar. Vários alunos chegaram e começaram a ocupar seus lugares, a sala era pequena e estávamos todos muito próximos. Uma freira entrou e reorganizou os lugares dos alunos. Saí da sala de aula e sentei em um banco, onde estava a minha mãe,e uma senhora idosa. Omar Shariff chegou, mas como o personagem Dr. Jivago, e começou a dar em cima da minha mãe. Eu pedi para ele maneirar, mas a minha mãe estava ‘encantada’ por encontrá-lo. Saímos para fora da escola e uma servente analfabeta tentava escrever algo nos muros da escola, porém, só rabiscava sinais e atribuía a eles um sentido. Ela ‘escrevia’ frases sobre aborto, inglês e limpeza e dizia que ‘aquela escrita era reconhecida pela língua inglesa’. Os professores de inglês riam, e diziam que ‘aquilo era um gesto de loucura, pura bobagem’.
SL 13/07/2006  15:42
Eu estava em um pátio de um um grande condomínio e X estava comigo. Ela me mostrava todos os seus familiares que lá moravam e me apresentava a eles. Todos eram visívelmente muito pobres e ignorantes também. Eu estava pasma com a quantidade de primas e primos que ela tinha. Após isso fomos para o colégio de X. Lá ela me apresentara todos seus amigos e todos eram também pobres e burros, mal conseguiam falar nossa língua e eram maltrapilhos. Fomos tomar sorvete em um ponto da caminhada que faziamos pelo colégio. Ficávamos conversando como se estivessemos começando a nos tornar amigas, embora soubessemos que era falsidade da nossa parte. Conversávamos sobre tudo, menos sobre o fato que nos unia naquele momento de nossa vida. Após o nosso sorvete, decidi ir embora. Fui caminhando por uma rua sem casas, sem árvores, parecia uma rua devastada e já era noite. Ela veio atrás de mim correndo porque queria me contar toda verdade que eu já vinha desconfiando. Que ainda gostava de Y e que se sentia mal por isso. Fui tomada por um enorme sentimento de compaixão e disse-lhe que essas coisas passam, que já havia acontecido comigo algo similar e que de fato, havia passado. Ela se sentiu segura, foi perceptível, e perguntou se realmente passaria e não seria eterno. Confirmei "Não é eterno. um dia tu acorda e não sente mais nada'.
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