Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Problema lógico no fim da estrada / Hannap


Sonhei que estava conversando com o ministro do STF, Marco Aurélio, mas no sonho eu chamava ele de Celso (de Mello).
Eu e mais um grupo de pessoas estávamos perguntando-lhe uma série de coisas e ele nos respondia. Depois ele foi indo embora e eu fiquei com uma dúvida. Fui atrás dele. Tentei chamá-lo, mas ele não olhava. Eu gritava: - Celso! Celso!
Percebi que Celso não era o seu nome e então comecei a gritar: - Procisso! Procisso!
Ele também não olhava. Eu queria dizer ministro, mas fazia confusão e dizia procisso.

Depois disso eu e a Marina, amiga do Herbert, pegamos um Uber para irmos para a minha casa namorar.
Mas o Uber era dirigido por um cara muito lerdo e que se atrapalhava com o delay do Waze. Eu disse pro motorista: - Dobra aqui, à direita. Mas ele não dobrou. Acabamos indo para uma estrada sem saída que terminava em uma caverna.
Nessa caverna tinha uma lojinha, logo na entrada. Um monte de pessoas legais, cool.

Mas tinha também uma funcionária estatal de um órgão ambiental que orientava quem chegava lá.
Aquela região era uma área de proteção ambiental, toda restrita.
Perguntei para ela como fazíamos para sair dalí.
Aí ela me explicou que indicaria o caminho de saída se eu apresentasse um documento que deveria ser retirado numa secretaria desse órgão do meio-ambiente.
Uma coisa absurda. Um paradoxo lógico!

Para sair de lá eu precisava apresentar um documento que tinha que ser retirado na cidade, longe de onde eu estava. Era impossível sair!

Eu falei pra ela que não queria estar ali. Havíamos chegado por engano. Fiquei indignado.
A moça, resignada, entendia o problema lógico, mas dizia que não podia fazer nada. - É a lei.

Eu ainda argumentei com ela. Que ela deveria dar a instrução de saída. Que mesmo que ela fosse demitida ela poderia entrar na justiça. E que qualquer juíz, entendendo o caso iria dar ganho de causa para ela. Que ela viraria uma referência nacional. Poderia até virar nome de lei.
Mas ela não estava disposta a ser uma revolucionária.

Vi que os funcionários da lojinha fizeram uma cara de “deixa pra lá”. Davam a entender que era só ignorar isso e ir embora.
Subi uma escada e vi que havia um caminho para a cidade. Fomos, eu e Marina.
O motorista do Uber eu não sei como se virou. Pensei em dar-lhe uma estrela.
Cavalos gays / Hannap

Sonhei que estava com a Lízia e a amiga bonita dela, de olhos claros, costureira. Estávamos num campo. Nesse campo havia dois cavalos, um branco e outro marrom.
O branco estava de pau duro. Um pau enorme.
De repente os cavalos se aproximaram e começaram a se enroscar. O cavalo marrom também ficou de pau duro e eles deram uma cambalhota juntos e caíram deitados. O cavalo marrom penetrou o cavalo branco e eles transaram deitados na grama.

Antes disso eu estava com a minha mãe assistindo uma palestra de um sujeito que contava a história de uma série de livros infantis que ele havia publicado no Brasil dos anos 80. Ele dizia que escrevia os textos e que pegava desenhos de outros livros estrangeiros, alterava as cores e usava nos seus livros. Assim ele publicou centenas de livros e ganhou dinheiro, utilizando ilustrações roubadas.
viagem física e mental - RG x Pel / zibag

Sonhei que estava em Pelotas e tinha que comprar passagem de ônibus para Rio Grande. Estava atrasada para chegar na rodoviária. Era tarde, mais de 23h e cruzei a cidade a pé. Atravessei uma praça correndo, passei por algumas figuras meio esquisitas, inclusive a Fernanda L me chamou, ela estava só de calcinha, como se fosse uma prostituta. Eu falei um pouco com ela mas segui meu rumo e entrei num túnel, como um tobogã que era um atalho de uma parte muito alta da cidade, para uma parte mais baixa. Esse tobogã subterrâneo era todo fracionado em rampas muito ingrimes que mudavam de direção e eu fui escorregando e passando por poucas pessoas. Até que eu cheguei num guichê de venda de passagens que era também venda de drogas. A interface do computador que mostrava os lugares dos ônibus também tinha desenhinhos de maconha e outras drogas pra pessoa comprar o bilhete de viagem física e de viagem mental. Fiquei impressionada porquê era muito descarado, como se fosse uma coisa normal, legalizada, como em Amsterdam. Tinha uma guitarra de acrílico no chão para sinalizar esse lugar de vendas. Fiquei de cara como peguei tantos ônibus e nunca soube da existência desse lugar.
olhinhos / zibag

Eu queria atravessar o Brasil com um barco que era uma arca antiga, de madeira pesada. Convidei mais 3 ou 4 amigas para fazer comigo. Nos trechos de terra a ideia era carregar a arca em fila, e íamos fazendo um rodízio de quem ficava na frente. Estava fazendo o planejamento disso e avaliando se precisaria chamar mais gente pq a arca era muito pesada.
Sonhei com “cartas” espalhadas na mesa e cada uma era feita de cartolina rosa claro circulares, cortadas a mão, com um olhinho desenhado. Para a gente escolher com que olhos vemos as coisas.
Encontrei a Francine que estava com uma outra amiga dela. Nos abraçamos e contei que estava fazendo um equipamento que era um beliche cheio de possibilidades para fazer acrobacias, e que poderia se transformar numa espécie de festa para alugar. Ela ficou feliz por mim que estava fazendo algo tão diferente e divertido como trabalho. Era algo como um trailler. Me dei conta que só sonhei com mulheres hoje.
Gorda / li

Acordei e fui ao banheiro escovar os dentes. Ao me olhar no espelho, me vi gorda. Achei engraçado e pensei que antes não era assim e como seria minha vida, tendo que comprar novas roupas para poder sair de casa. Achei engraçado. Percebi que meu dente superior da frente estava mole e ficava maior e torto que o outro dente ao lado. Sei que pedia para minha mãe marcar dentista.
/ gruszka

eu visitava um lugar lindo no interior de SP com algumas pessoas, era um convento e uma comunidade religiosa católica. as pessoas que estavam comigo às vezes desapareciam ou mudavam durante o sonho, tinha essa relativa rotatividade de personagens. nós íamos a pé até o lugar e a caminhada pelo acostamento e quilômetros de estradinhas de chão e caminhos abertos no mato era muito tortuosa, mas a recompensa - esse lugar místico além das expectativas, fazia tudo valer a pena.

a jornada começava difícil já na BR; estávamos todos de chinelo e o asfalto quente os ia desgastando muito rápido. quando entramos então nos caminhos de terra e mato, já não tínhamos quase nada pra proteger os pés e andávamos descalços. lembro de que um amigo desistiu no meio, ele se jogou no chão e ali ficou, não havia nada que a gente dissesse que o fizesse continuar.

chegando nessa comunidade, eu percebia que havia esquecido tanto minha câmera quanto celular em casa, e tinha só dois bolsos rasos no shorts. isso era tão importante pra mim que de repente eu não suportava mais estar ali, era como se eu precisasse da câmera pra validar a minha experiência. eu surtava e começava a chorar e a gritar e as pessoas que estavam comigo não entendiam o porquê, não tenho certeza nem se eu entendia o porquê, mas essa impossibilidade de fazer o registro me matava por dentro
Perfumes no chão / li

Estava na casa da minha avó, no refeitório estava minha mãe, minha madrinha e minha filha. Olhei para o pátio e vi no chão alguns dos meus perfumes, minha filha disse que brincava de agrupa-los de 2 em 2, reconheci o meu Cartier. Anoiteceu e eu fui recolher. Vi um frasco de perfume verde, que era o Poison, e não era meu, então minha mãe disse que era seu.
Lara em Barcelona / Hannap

Sonhei com a Lara, de novo.
(Ontem encontrei com ela na feira e na despedida ela me deu um beijo no pescoço. Fiquei abalado.)
No sonho estávamos em Barcelona.
Ela morava sozinha lá, em uma casinha isolada da cidade, numa parte alta.
Eu fiquei lá na mesma casa. Mas eu estava inquieto.
Eu queria estar com ela, namorar com ela. Ela não.
Não avisei pra ninguém que eu estava em Barcelona. Meus amigos. Ninguém sabia.
Eu ia ficar poucos dias.
Falei com a Babi pelo telefone. Contei pra ela sobre a minha frustração.
Ela me deu um conselho: gritar. Eu comecei a gritar, primeiro baixinho, depois fui gritando mais alto.
O grito ecoava na cidade.
Bacurau / cauli

Eu acabei de ter um sonho muito vívido, e meu sonho era o filme Bacurau. Sim, tinha cenas violentas mas o filme era um sonho lúcido, e o dono do filme fazia sempre esse tour guiado no 'filme', que era na verdade um estado de nirvana de sonho.

Eu percebi que estava sonhando no sonho, mas acreditei que o tour guiado realmente existia. Mas o pior é que acreditei que as novas regras de horário de aula do MEC estavam permitindo que os criadores do filme 'mostrassem Bacurau' para todos os alunos da rede pública.

A gente discutia o sonho dentro do sonho enquanto ele acontecia, uma espécie de director's cut Waking Life. Discutia o quão complexas eram as cenas, mas também o quão difícil era fazer todo mundo entender que era apenas um sonho.

Eu ainda nao assisti Bacurau, mas esse sonho foi tão sensorialmente impactante que parece que tenho um novo amigo (o diretor que sonhou o filme). Óculos redondo e bigodinho. Cabelo preto enrolado. Levemente baixinho.

Lembro da cena de uma senhora matando a facadas a família em um banheiro com banheira branca. Lembro dos grandes pilares de concreto queimado e um corredor com escadas escuras industriais. Lembro da sensação de entrar num mar verde petróleo no golden hour.
Banheiro / li

Eu encontrava T e íamos para um apartamento que eu tinha em outra cidade. Quando chegamos era noite e RR foi junto. Nos deitamos e T levantou e disse que precisava fazer coco. Eu também fui fazer em outro banheiro e RR também. Fui num banheiro de serviço, para que eles não me vissem nem sentissem o cheiro. Chegou mais 2 casais amigos deles e iam se hospedar ali. Eram tatuados e usavam roupa preta, e eu não gostei muito deles, mas resolvi que ia curti-los. Sai para um pátio e era uma casa de madeira com varias pessoas.
Reencontros / li

Estava em minha casa nova, com muitas janelas grandes. Vi que do lado de fora estava EF e fingi que não a vi, para ela tocar a campainha, mas ela ficava parada ali fora. Minha filha entrou na casa pela porta da cozinha e trazia T junto, e ao ir encontrá-lo, nos desencontrávamos pelo corredor do meio da casa. Abracei T e disse que estava feliz em vê-lo na minha casa, no Chile. Percebo que ele tinha algo estranho na boca, como se tivesse perdido os dentes da frente, e ao falar sua voz havia mudado, parecia mais fina.
Fui menina pracinha e encontrei LDN e o marido, e minha filha chegou procurando a filha deles, mas não a viu. Logo a filha deles apareceu, com cabelos raspados.
Flor de lavanda na chuva de cacos de vidro / li

Eu e T nos encontramos e nos apaixonamos de novo. Ficamos juntos. Nos abraçávamos e deitados, conversávamos, sobre a vez que ficamos juntos, ha anos. Fomos para um lugar, tipo praia, mas era na zona sul de Porto Alegre, num bairro bem descolado. Chegamos na casa que íamos ficar, um cômodo com escada e uma grande janela no teto. Saímos e encontrei minha prima CVS, que estava morando ali com A ex namorada também, mas elas moravam na parte de cima do morro. Nos vimos e ela nos convidou para comermos churrasco de coração de galinha, e fiquei de voltarmos depois. T não queria voltar.
Sem roupas, nos Deitamos numa cama com lençóis brancos e com um ramo de flor de lavanda, fiz carinho por todo o corpo dele. Sentia feliz com a maciez da pele branca e delicada dele e com o perfume da lavanda da carícia. Saímos para passear, cada um para um lugar diferente. Voltei e encontrei uma moça ali na casa, mas deitei imediatamente e fingi dormir, enquanto ela veio e me disse que não tinha nada com T . Sai de novo e comprei um sapato. Voltei para a casa e minha mãe estava lá. fui ver o sapato e parecia feio, e vi que a loja me deu sapato errado, na cor branco. Pela janela vi que T chegava com um amigo e escondi o sapato num canto do sofá. Ele subiu para o outro andar com o amigo e foram brincar com brinquedos.
Logo, nos dois dormimos, acordamos, levantamos e fomos sair. Eu usava minha camisola branca transparente e ele me viu iluminada por um raio de sol e disse que eu ficava linda.
Estava no pátio de um prédio, usando só a camisola branca e sem sapatos. Uma ambulância retirou um homem e logo depois uma criança, que era a acompanhante. De repente vi cacos de vidro no chão e numa parte elevada, minha filha brincava com muitos dos cacos de vidro. Logo começou a chover cacos de vidro e senti medo, queria me proteger, mas era difícil caminhar sem sapatos no meio de da chuva de cacos de vidro
Novo Caminho / Laercio

Duas semanas depois de encontrar (ou reencontrar, ainda não sei) a Willa na estação de trem e ter dado aqueles abraços e beijos tão quentes, praticamente isolados dentro de uma bolha mágica enquanto a multidão fluia a nosso redor, nos encontramos novamente.

Fomos a um motel perto do lugar aonde trabalho.

Ficamos sozinhos pela primeira vez onde pudemos conversar sossegados, e fazer amor. Como nunca antes.

A sensação foi boa e assustadora ao mesmo tempo. Como deve acontecer a todos os amantes, mas com a Willa algo especial aconteceu.

Em um momento, olhei dentro dos seus olhos... aqueles olhos, sorrindo para mim, e foi como uma névoa do passado se dissipando.

As memórias de um passado cheio de felicidade começaram a se descortinar.

Fiquei paralisado, perdido dentro daquele olhar que sorria para mim.

Durou menos de um segundo, mas parecia que séculos de história estavam contidos nele.

E a história era mais linda que o mais belo conto de fadas jamais escrito.

De repente a frase “o perder-se era muito parecido com o encontrar-se” começou a fazer sentido para mim.
Caetano e Bolsonaro / Hannap

Sonhei que eu e Caetano Veloso, entre outras pessoas, frequentávamos uma aula ministrada pelo Carlos Bolsonaro. Era uma aula em alguma faculdade.
Eu tratava muito mal o professor Carlos. Os meus colegas ficavam quietos. Eu xingava o professor de burro, ameaçava bater nele, saia da sala enquanto ele falava, corrigia ele o tempo todo.
Era constrangedor. Meus colegas também achavam um absurdo tudo o que o Carlos falava, mas se incomodavam ainda mais com a minha agressividade.
Leather Jacket / Kaneda

Estava numa sala de aula da qual nunca tinha estado antes, quando então me apareceu um rapaz e disse que tinha algo a me entregar. Trouxe em mãos uma jaqueta de couro e eu logo percebera que era a minha, sem mais ele a devolveu para mim e disse que tinha sido o pedido de uma menina. Como um flash, veio em minha mente o exato momento em que eu entregara a jaqueta para Arayan! Entristeci demais, fiquei deveras desapontado. A devolução da jaqueta era o sinal de que jamais nos encontraríamos novamente, pois anteriormente havia entregue como símbolo de nosso reencontro e que talvez nos amássemos novamente.
Fiquei muito consternado. Repensei o futuro, revisitei o passado.
Chorei. Saí da sala, tinha portas de correr como as salas de aula japonesas, e fui ao jardim.
Caí de joelhos e lágrimas sem controle escorriam pelos meus olhos.
Meu coração se desatou. Jamais sentira tamanha derrota pela vida, pela família e agora, pelo seu grande ex-amor.
Música gravada / Kaneda

Sonhei que alguém havia me pedido para gravar uma música muito especial. Peguei o MD e fiz gravação de um disco bem antigo com várias músicas para entregar a pessoa. Gastei um tempo para poder fazer a coletânea e entreguei junto com o gravador.
Parto do bebê ovelha / Hannap

Eu estava na minha casa, com uma mulher.
A gente tava com tesão um no outro.
Já era tarde. Na hora em que ela quis ir embora foi quando a gente se beijou.
Eu acho que a gente começou a transar e ela já tinha chamado o Uber.
Aí ela foi embora. Acho que era a Clarisse.

Depois eu fui visitar a Pat Pinheiro.
Ela me chamou para uma festa na casa nova dela.
Eu cheguei lá e não conhecia ninguém. Eram todos jovens.
Eu estava usando aparelho móvel nos dentes. Eu me sentia muito estranho.
Encontrei com ela, nos abraçamos e fiquei sentado.
Percebi que algumas meninas me achavam interessante.

Depois eu estava em uma casa muito grande. Em Barcelona. Era a minha casa.
Era uma casa com jardim.
Várias pessoas estavam entrando pela janela em fila indiana e roubavam frutas da minha casa.
Eram pessoas zumbi.

Eu entrei na cozinha da casa e vi as pessoas caminhando sobre o balcão.
Comecei a gritar e expulsei todas as pessoas de lá. Eu gritava em catalão e em espanhol.

Depois disso começou a chegar muita gente na casa. Eu era o anfitrião.
Eu recebia uma menina que era minha namorada. Parecia com a Lízia Bueno,
mas era uma menina que estava na festa da Pat Pinheiro e talvez a mesma menina com quem eu transei no início do sonho.

Haviam vários bichos e plantas no quintal.
Eu mostrava a vista da cidade pra ela.

Fomos até o jardim e mostrei a casa, com 3 andares. Minha casa era toda de vidro.
Eu disse: - Olha lá o Gandalf.
Eu tinha 2 ou 3 Gandalfs, que eram senhores barbudos que ficavam lá no último andar, escrevendo.
Eu disse pra ela: - Vamos subir, vamos lá falar com os Gandalf.

Nesse instante passa por nós uma menina correndo, tocando uma cornetinha.
Ela começou a tocar a corneta na orelha dos bichos. Depois ia correndo atrás dos bichos, que fugiam dela.
As aves voaram pra fora do terreno. Vários bichos fugiram com medo.
Chamei ela e disse pra ela parar de espantar os bichos.

Uma ovelha, a Helena, veio pulando assustada e ficou no meu colo. A Helena estava inquieta.
Eu começo a subir uma escada com a Helena no colo, mas ela está agitada.
Eu tento acalmá-la. De repente a Helena começa a parir um bebê ovelha e ele nasce na minha mão.
Ela pariu e saiu correndo e eu fiquei com o bebê dela e comecei a chorar.
Foi muito emocionante! Comecei a chorar descontroladamente.

Aí a Carolina, minha irmã, apareceu e pegou o filhote recém-nascido no colo.
Colocou uma roupinha nele e me consolou.

Eu desisti de continuar esse sonho porque eu fiquei muito emocionado.
Foi a coisa mais incrível que eu já senti!

Eu entendia que no sonho eu estava grávido. A menina com quem eu havia transado estava grávida.
Só que naquele momento, o bebê que estava dentro dela se materializou no bebê da ovelha Helena.
E então a menina já não estava mais grávida.

Pegar o nenê no colo e ter feito o parto da ovelha foi a coisa mais emocionante que já havia acontecido comigo.
Rio e Santa / li

Fiz amizade com uma moça que fazia maquilagens e dava aula de teatro. Ela era vizinha de CMF e eu falava sobre ele, pois parecia que tínhamos um romance. Logo eu estava no Rio de Janeiro, na casa de uma moça é um homem velho, era de frente para o mar, no “paradouro 9”. Tentava fazer fotosnpara postar, mas obligar não era tão bonito, muita areia branca e fina e uma placa escrita “paradouro 9” com letras azuis. Em Santa Maria eu estava caminhando por uma antiga estrada no alto de um morro, que havia sido reaberta para o transitar. No caminho eu avistei um vale bem profundo com algumas casas antigas e inundadas por um lago.
Quarto amarelo / li

Meu marido comprou móveis para nosso quarto, entrei, era um quarto em um pátio de um apartamento que não conhecia. Um quarto bonito, em tons de amarelo e mostarda. Quando deitamos na cama vi que não era de casal, e sim de meio casal. Eu estava casada com Z e éramos felizes, sua bisavó nos visitava e eu sentia feliz.
Estava dividindo apartamento com minha primeira colega de trabalho, MIBB, e logo entrou um homem perguntando por ela, e ela fingiu que era outra pessoa e o mandou embora. Ela disse que ele era um homem perigoso.
2 Mesas redondas / li

Andava por uma cidade diferente, mas subia a rua Pinheiro Machado, próxima à Benjamin Constant, de Santa Maria e entrei em uma casa que eu havia pedido para minha mãe comprar mesa e cadeiras para a sala de jantar. Entrei e a casa tinha 2 níveis educas salas de jantar. A mesa que minha mãe comprou estava no nível abaixo, era redonda , de 4 lugares e 4 bancos. Não gostei que não tinha como se escorar e pq já havia uma mesa redonda no outro nível. Resolvo não reclamar.
Caminhei em uma praia, meu primo FCV mandava fotos dele e da esposa por ali. Havia caminhos para praia e a minha casa era de madeira cinza e as portas não fechavam bem. Sentia medo pq a noite chegava. Eu parei na casa de EP e éramos amantes, mesmo com sua esposa ali. Cheguei na casa donoso de Z e ele me mostrou uma dá-la no segundo andar, com muitos tapetes e peles e uma janela que dava para o terraço.
Cordilheira em Gramado / li

Estava caminhando na rua André Marques e avistei meu amigo SÓ é outro, e fui correndo vê-los, dizia que era o encontro perfeito, os dois melhores amigos que eu tinha. Caminhei até o prédio de S e me chamaram a entrar na garagem. Sua família estava lá e eu conheci os novos membros da família. A irmã de S me deu seu livro de presente senti feliz. Todos familiares chegavam ali e conversávamos felizes.
Caminhei até chegar em um lugar de Santa Maria que se chegava perto dos morros e habitábamos morros que me intrigavam, estranhos e que eu sempre quis ver de perto e saber o que havia neles. Caminhei por umas ruazinhas e logo era cono Gramado e tinha as montanhas da Cordilheira dos Andes com neve e a cidade decorada com enormes bichinhos de pelúcia pelas ruas. Fazia fotos e nenhuma saia boa.
Santa Terezinha / li

Eu ganhei um presente, como uma escultura com uma rosa, e no meio dela, tinha uma pequena escultura de Santa Terezinha ajoelhada, com traje marrom de freira.
Rudá e a piscina / li

Eu era casa com o Tatata Pimentel bestávamos numa ilha de Angra dos Reis, que era de um político corrupto. A ilha era chique e linda e de repente apareceu m filho meu, adolescente e brabo por eu estar ali. Expliquei que eu não compactuava com a corrupção, mas o filho ficou brabo. Eu e Tatata fomos ao terraço dentro de casa, e logo sai para i terraço para chamar o filho, quando eu avistei seu corpo boiando na piscina e gritei seu nome, Rudá. Tatata me acudiu.
Logo eu via RGM, um antigo amigo se jogando na piscina e fingindo de morto para suas duas filhas.
Em uma montanha eu e meu marido vimos minha tia Lena caminhando lá embaixo, ela magra e de preto, e pensei que ela ia atrás de mim. Fui encontrá-la, mas ela sumiu. Vi também minha mãe caminhando perto do calçadão de Santa Maria e fui encontrá-la, mas a perdi.
Havia deixado meu notebook no carro, na garagem do edifício da Aníbal Barão e desci para pegar, entrei no quarto de alguém conhecido e observei que havia outro com janela basculante na frente,!9onde se enxergava um quarto como de hospital.
Na rua Bento Gonçalves de Santa Maria eeu andava de carro co inha prima KVS efalavamos que não iríamos na festa da família.
Inconvenientes / li

A CB e mandava uma mensagem de áudio no WhatsApp, e era algo lindo e comovente. Estava na casa da antiga colega de colégio, MFCM, no terraço todo feito com troncos. E ali faríamos um encontro. Minha filha brincava nos troncos e eu sentia medo pq era alto. Anoiteceu e num carro estava eu, MFCM e CF, e MFCM me entregou um pote grande cheio de fezes, que era seu exame. Achei nojento e não olhei muito. Encontrei uma madrasta q disse que ia voltar a dar aulas . BM parque u cachorro veio morder minha mão e não largava- me . Estava n mercado Zaffari e via o ex o político OD.
Triunfo / li

Eu chegava numa cidade diferente, que tinha amigos de velhos tempos. Entrei em um apartamento e encontrei GK, seu marido, DL. Eu ia ficar na casa do irmão ou amigo de GK, mas logo comecei a sentir medo, ele era um pouco violento e estranho. Fui no banheiro e vi que tinha muito cocô na banheira e na pia, pensei em limpar, mas sentia nojo. Logo a banheira estava cheia e eu via umas partes com cocô. Saí dali e alguns dos moradores tentavam me assediar.
Fui caminhar na rua e era a cidade de Butiá e fui procurar a casa da minha tia. Ali tinha uns prédios novos.
Caminhei em uma praia que se atravessava uma montanha e entrava em uma casa que era um restaurante de onde tinha uma vista linda do mar. Estava com meu marido.
Logo eu estava em um lugar bonito, em cima de um cerro, com um grande rio, e do outro lado o mar. LDN estava ali e falava bobagens de esquerda e resolvi somente olhar a paisagem. Em um barquinho, entramos por uma caverna que dava para uma barragem e nos perdemos. Eu vi uma grande construção perto e tentava me aproximar com o meu barco. Logo fiquei sabendo que a cidade era Triunfo.
Miau / li

Estava num mercadinho q tinha junto um pequeno museu e que GM trabalhava, com o corpo pintado como a obra que estava exposta, que eram renascentistas. O dono do oval era um homem rústico e muitnsujo, dizia Que ia fechar o espaço e me ofereci para comprar a parte do museu, mas ele disse que ali não venderia. Havia um açougue com muitos funcionários trabalhando.
Emnuma casa, eu era casada com um homem como o ator José Mayer, mas jovem e versão mais humilde. Ele me ameaça agredir.
Estava na casa da tia L e com minha prima CVS e MVS, perguntava denúncia antigo amigo, e eu o chamava Bitica. Logo i tio CMGS veio e me disse que o MVS estava num partido político chamado MIAU, que significava ‘Movimento Internacional Amai-vos e Uni-vos”, criadonpor um homem gordo de sua cidade. Perguntei se era de esquerda ou direita.
Trindades / li

Estava na casa de MV. Era em algum lugar na rua Anibal Garcia Barão, em SM. Era tardinha e estávamos sentadas no pátio, que parecia ser o da antiga casa da minha tia T. Dali eu podia observar os fundos do clube, e vi que eles haviam retirado um açude comnpedalinhos. Chegou CM e familiares, seu padrasto alemão, junto. Eunp falei que a vizinha Vera estava rica, pois tinha um carrão e a casa havia sido reformulada. Comecei a guardar algumas coisas minhas que estavam na casa de MV. Achei um armário com minhas coisas, e eu juntava nossa da minha filha, 3 tiaras, azeite de oliva, etc, enchia sacolas que não sabia como levar. Entreii na casa e fui na cozinha, onde logo 3 homens entraram e vieram falar comigo. Eram elegantes, magros e altos, usavam terno e falavam educadamente. Perguntei seus nomes e um deles falou “que isso não interessava, nos conhecíamos de outros séculos” poderosos chamo-los de Petar, se fosse necessário. Senti medo, pois eles não falavam o que queriam. Pensei serem fantasmas, pois notei que não eram reais. Num carro eu estava subindo a rua Serafim Vallandro é uma criança dirigia e não conseguia parar o carro. Atravessávamos reias e cada vez agradecia a Deus por ter conseguido não ter acidente.
Oráculo Morto / Nines

Eu ia jogar dois oráculos, um era meu e o outro do meu pai. Na mesa, o oráculo do meu pai aparecia morto.
Focas / li

Estava em alguma casa, na rua de. Bozano, em Santa Maria. Na rua algumas focas andavam e senti medo. Percebi que ela procuravam um chafariz e vi 3 focas entrarem ali.
Encontros do passado / li

Estava em um apartamento com minha filha e logo ela saiu. Não sabia onde ela tinha ido e desci para procurá-la. No pátio era um colégio e vi minha filha com a tia NCV e LCV, fui até elas e vi que tia NCV estava negra. Conversamos e vi meu colega De colégio, o MDC e imaginei que tivesse filhos naquela escola. Logo mais eu estava namorando GCL, e não sabia se gostava dele. Ele sugeriu fazer sexo a 3 e eu o achei muito chato.
Great Friends And Crystals / Kaneda

Estava com um carro cinza e espaçoso, parecia que era meu. Estava deixando algumas coisas como se fossem minhas na parte de trás, mas tinha algo estranho, pareciam roubadas. Avistei ao longe um muro, mas não podia escalar ele para não ficar com bolhas nos pés. Foi então que vi Ailiram com mais duas mulheres indo em direção ao muro. Pedi então que elas trouxessem amora pra mim, pois eu não poderia escalar, além de estar cuidando do carro. Em troca, eu faria algo pra elas. Elas voltaram e me entregaram pedras de ametista, dizendo que era para que eu levasse para elas, mas quando cheguei no carro dei de cara com o Erdna Aletsoc. Começamos a conversar e ele começou a querer roubar o carro de mim, direto Baixava o freio de mão para que o carro descesse. Ficava desesperado pois não podia deixar ele levar os cristais, ou pior, bater o carro. Depois de muito brigar com ele, dei um soco nele e ele caiu. Deixei ele lá, mas me desculpei pelo que havia acontecido e, como solo amigos, que ele entenderia. Quando voltei para o carro, ele estava lá.
Café Costura / li

Eu chegava no Rio de Janeiro, ia conhecer um café que era do Faustão, uma proposta diferente, em uma ilha, o café tinha máquinas de costura para os clientes. Faustão estava ali, mostrava o local. Saí e fui caminhar por uma ponte, encontrei minha prima CVS e o mar começou a inundar a ponte. Fui para outra parte da cidade, fiz amizade com 3 jovens, uma de São Paulo. Sentamos numa mesa de bar e esperávamos amigos. Achei o lugar feio e fui caminhar. Encontrei S e ficamos juntos, percebi que ele não estava usando aliança. Falamos na UFRJ. Seu irmão chegou com a esposa e me ignoraram. Logo sua esposa estava ali perto e nos viu, mas reagiu normal e eu não entendi nada. Procurava fazer fotos do RJ e nenhuma ficava bonita.
Eu e filha / li

Estava com VS, que era o pai da minha filha, mas não tínhamos nada a ver. Eu tentava estar com seus amigos, mas tudo era novo. Ele cozinhava muito e organizava eventos e festas. De repente num bar eu estava com minha amiga RCA e logo chegou meu amigo BM. Ele estava bonito e chamou uma amiga para sair com ele. Na porta de saída, vi que ele usava um longo casaco cinza de lã. Ele saiu e eu comecei a ver uma cena, como se fosse um final de filme. Eu via eu usando um longo e volumoso vestido vermelho, e minha filha, junto de BM. Subíamos montanhas como em câmera lenta.
Testamento / li

Numa mesa conversava compunha irmã e ela dizia que meu pai falava que ia me deserdar.
Casa do tio / li

Estava no pátio da antiga casa do tio Toi. Ninguém mais morava ali, e anoitecia e eu fechava a casa. O lugar ficava perigoso e rapidamente eu fechava os portões da frente, e não conseguia fechar bem. Encontrei um molho de chaves no chão. Vi que algumas pessoas estavam no pátio que ligava a casa do tio com a da minha avó.
Noite fechando janelas / li

Eu caminhava com DG, era noite chuvosa e ia mostrar para ela meu novo prédio, mas a rua ficou muito escura e resolvi voltar correndo para casa, já que meu marido voltaria logo com minha filha e não teria chaves. Cheguei e o marido chegou depois. O apartamento era a casa da tia LEna e fui fechar asnjanelas e persianas. A sacada do meu quarto dava para outra casa bem ao lado, que era a antiga vizinha da casa da minha tia TVM, uma casa de madeira verde claro, e ali se ouvia música ruim em volume alto. Baixei a persiana da sacada e logo uma cortina brega da Barbie. Meu marido chegou e minha filha foi dormir no colo da vovó. Marido falou que tinham feito muitas coisas, que encontraram os Jacksons no shopping. Logo, já era o apartamento de DG, que era o meu também e fui fechar as janelas para dormir e o som ligou tocando música clássica em volume muito alto na madrugada. DG falou quebrei casamento não estava bom.
Frango com cocô / Hannap

Eu estava no apartamento do Índio. Estávamos limpando as varandas com muitas plantas pois a Tati ia chegar e era aniversário dela. Eu resolvi fazer cocô num vaso de uma planta. Ficou um fedor grande. Aí eu fiz um buraco na terra pra enterrar o cocô. Nesse instante chegou a Tati com um frango de padaria. Eu peguei o frango e coloquei em cima do cocô, sobre a terra pra esconder o cocô. Eu disse que ia enterrar a carcaça do frango, que isso era um bom adubo. Aí ela pediu pra eu tirar a carne pra ela então. Trouxe um prato é uma faca. Eu tirei dois pedaços grandes e ela comeu. Aí eu disse que iria tirar o restante da carne aos poucos. Fui tirando a carne do frango e o cocô embaixo dele, tudo isso sobre a terra do vaso das plantas. Em alguns momentos eu via o cocô e ficava com nojo. Ele encostado no frango. Resolvi enterrar tudo sem tirar toda a carne pra não correr o risco de encostar no cocô. Dentro do buraco da terra havia varias cabeças de algo que estavam brotando. Eu tirei elas e coloquei o cocô e a carcaça do frango alí. O Índio acompanhou todo o processo com apreensão.
Nota de um real / Hannap

Sonhei que encontrava com o Antonio Tigre numa praça, tipo baixo Gávea, e estava com a Ju e abraçado a mais duas pessoas. Eu esperei o abraço acabar e quando ele me viu veio me abraçar também. Ele me deu um pacotinho de plástico com uma nota de um real antiga enrolada num saquinho de cocaína. Ele me disse que era um presente. Eu agradeci e fui pra minha casa que era muito perto dali. Mas logo no início do caminho fiquei com medo porque vi um policial ali perto. Deixei o pacotinho no chão, na calçada em frente a um bar e fui indo embora. O dono do bar veio e pegou o pacotinho e abriu. Eu voltei correndo e peguei da mão dele, dizendo que era meu. Que era um presente de um amigo. Uma coisa rara, uma nota de um real.
Aí sai correndo com o pacotinho na mão em direção a minha casa, mas eu não achei o meu edifício. Passei correndo por ele e me perdi.
Camisetas / Hannap

Sonhei com uma festa de aniversário da Yara. Estava o Bruno Di Lullo. Eu e o Bruno tínhamos combinado de fazer camisetas e estávamos fazendo as artes para isso. Estávamos animados. Ele fez um arquivo no computador pra testar os layouts, eu estava mexendo. Na festa de aniversário tinha muita comida, muito pão. A Camila Fank chegou atrasada, bem na hora do parabéns, com umas fotos ampliadas que serviriam de decoração pra festa. A Camis se desculpou pra mim e se desculpou novamente por ter cagado e vomitado na minha casa numa outra ocasião. Eu disse que não tinha problema nenhum, que ela não precisava ter vergonha.
Rupestre / Hannap

Sonhei que estava num planeta estranho, que havia sido destruído. Tudo estava derretendo, alagado, no barro. As pessoas que estavam lá eram visitantes e todos estavam afoitos. Eu achei pertences de algumas pessoas pelo caminho e peguei pra mim. Em algumas poças de água haviam imagens fotográficas tipo gordura, flutuando no líquido. Dava pra capturar essas imagens mergulhando uma folha de papel na água e pescando a imagem como uma nata. Eu fiz isso com o meu caderno em duas imagens coloridas que encontrei. Além disso havia muitos desenhos nas paredes.

Sonhei com novos desenhos de inspiração rupestre, mas eles eram mais cheios de elementos e variações de cores.
Lamas / li

Estava num apartamento novo e via uma cabeceira de cama antiga para ver-se montava. Minha prima KVS estavam ali e um outro homem que era meu namorado, e minha filha estranhava o meu namorado. Ele falava de uma amiga grávida de um menino na França. Sai dali com as primas, elascamimhavam na frente, com um cachorro. Começou a chover e eu fui atrás delas, tentava alcançá-las. De repente elas estavam em um fusca preto e foram Estacionar na frente da casa que estavam, na grama, e o gramado afundou no lodo. Fiquei apavorada. Logo fui para perto e comecei acabar, e logo vi o carro pequeno, trípode brinquedo e eu pude retirá-lo com as mãos. Um rapaz q passava ali me disse q era necessário esperar sair a lama e fazer respiração boca a boca nelas. Chegou irmão delas e começou a ter comportamento estranho, como louco, me chamava e jogava cuspe em mim.


Sonhei com uma folha de couve gigante, eu estava pelada e pensei em usar ela como roupa.
primos em situação estranha / li

Cheguei na cidade da tia LVS e por lá estava muito perigoso. As ruas com muitos marginais ameaçado as pessoas e senti medo. Anoitecia e eu não conseguia chegar na casa da tia. Descobri que meu primo estava envolvido com aqueles marginais. Entrei num hospital e a minha tia estava lá. Ela saía de um procedimento e estava linda, com longos cabelos loiros e unhas das mãos bem feitas e esmalte com cor vermelho amarronzado. Eu tinha que me esconder para meu primo não ver-me ali, e fiz sinal para ela.
Após estava com meu tio OTV e sua esposa, e outras pessoas, sentados numa varanda ao entardecer. Ele falava que seu filho mais novo estava desaparecido há 10 anos, quando subiu uma montanha e não retornou mais. SUpunha-se que ele foi ajudar em um estupro de duas garotas, e acabou sendo assassinado. Mas mesmo assim, continuavam a tratar como se ele ainda fosse voltar,ou estivesse vivo, por causa do seu filho. Eu falava que gostava muito de uma praia de Florianópolis, que era linda, e logo estava em uma movimentada praia do Rio de Janeiro. Um bebê nascia, menino de 3,2 kg, era famoso e importante e eu não sabia quem eram seus pais, exatamente. fui em um posto de gasolina na estrada para tentar voltar para casa, falei com um caminhoneiro para pedir carona.
Eventos / li

Era uma festa de encontro da minha família,mas poucos foram. Na minha meássemos a falecida Tanira e ela era linda e bem braba. Comemos um risoto que estava ruim e ela foi reclamarcom quem fez. Logo eu estávamos casa deVS, ele organizava eventos. De repente ficamos sozinhos na casa e começamos a nos beijar como apaixonados.em seguida parei e lembrei que seu filho ianascer logo então fiquei confortável.
Portugal com sapatos molhados / li

Fazia calor e eu chegava em Portugal. Usando roupas de inverno, podia identificar quem chegava do Brasil. Fui encontrar CAL e sua filha que morou lá. Eu caminhava por praias que eram ilhas interligadas. Cheguei na beira de um monumento com um chafariz junto da minha prima LEM, e ela foi subir na escultura de onde saia a água, um círculo inclinado, tipo um relógio, e escorregou para dentro. Fui ajuda-la e senti que molhava meus sapatos. Sentia feliz por estar em Portugal e caminhava para encontrar amigos.
Peixe em fuga / li

Eu estava numa casa com outras pessoas, uma casa com varandas envidraçadas emalharmos dizia que a casa precisava ser ocupada e que assim que fosse, colocaria grades de segurança. Entrei em uma cozinha e ao lado tinha um quarto cheio de plantas. Eu colocava algumas na cozinha. Um homem gordinho de Santa Maria estava sentado à mesa. Logo mais, na antiga casa da minha avó eu via que um peixe vermelho e laranja que minha mãe havia comprado havia fugido. Ele se arrastava no chão e voava com sua imensa cauda. Eu tentava pega-li e não conseguia. Chamava minha mãe para ajudar e ela não vinha.
bambusal, lama, pai / Jo

É tarde, estou velha e cansada e sou uma espécie de revendedora de móveis de fibras de bambu. A casa é toda verde por dentro, o chão gelado demais. Sinto dor nas costas o tempo todo, mas preciso carregar uma porção de cadeiras e mesas revestidas de palha enfileirando elas na parede. Fazia isso todos os dias, tinha muitas manias na forma como os móveis se encaixavam, mas naquele dia estava lenta e passiva, meio congelada olhando para o chão. Nesse ponto, percebo que a casa é do bosque, é Jacarepaguá e fico muito confusa olhando para o rodapé e a parede. O chão não é o mesmo, mas me sinto revirada porque os móveis antigos têm o mesmo cheiro e são a retomada de tudo. Sento, descanso e fico olhando para um monte de móveis se movendo ao lado de fora da casa, no breu, em círculos. Vou lá checar, entre várias pequenas mesas e cadeiras iguais, vejo muitos cestos e samburás e começo a pegar um por um e colocar na sala pequena onde meu pai guardava os discos de vinil, coloco todos em fila, muitos, fico exausta e abro um deles. Dentro tem muita lama. A lama começa a subir pelos braços e pernas. Por muito tempo eu fico perplexa e coberta, não sabia se queria me defender, não queria movimento algum. Quando levanto um pouco o tronco para fora da lama, a água está ficando mais rala e estou na casa da Ana, a casa de trás onde ela morava. Estou sozinha, estou criança e pequena e fico sufocada na lama olhando para as paredes de novo. Fico muito confusa e vejo muita água vindo, lama subindo e os móveis boiando. Vejo o rosto do meu pai no teto, transparente, e aí pela primeira vez paro de ser passiva e arremesso os braços para tocar. Não consigo, me afogo, como lama, fico muito muito sufocada e sem enxergar nada saio da casa quando uma janela se rompe. Caio no quintal e fico olhando para a Ana, que está de pé bem em frente, adulta, no escuro pegando muita chuva e sorrindo com os olhos. Sou ainda menor, tenho 4 anos, corro até ela. Fico muito confusa, tem palha e plantas por todo o chão. Ficamos abraçadas debaixo da chuva.
Pai / li

Junto da minha filha, Eu caminhava por uma calçada para ir encontrar minha irmã C. Paramos em frente a uma casa e ela estava ali. Conversamos e logo chegou meu pai, e eu senti desconfortável. Ele veio direto pegar minha filha no colo, e a levou ao seu carro para dar alguma coisa. Minha filha sentiu muito medo.
Lugar de minha infância, e agora? / Pi

Sonhei com o lugar em que vivi na infância e lembro de perceber esse local como um espaço abandonado a própria sorte, o que me causava certa angústia. Andava pelo campo ao redor e onde antes havia criação de animais agora era só ruína, lembro de ver dois coelhos pretos mortos já se decompondo no lugar onde antes haviam galinhas. Logo após olhar os coelhos, um pouco mais acima no terreno, vi minha mãe e a irmã dela A. andando juntas de braços dados dando pequenos saltinhos no ar, rindo bastante e andando em direção ao bosque, como se tivessem presenciado toda a minha angústia ao olhar a situação do ambiente mas mesmo assim soubessem que era uma angústia infantil e que tudo aquilo acontecia do jeito que tina de ser, como se elas duas fossem portadores de uma verdade que explicasse toda a situação.
Pessoas de décadas atrás / li

Eu caminhava pelo centro de Porto Alegre e ficava sabendo que LV estava se despedindo, ia embora, trabalhandobpara uma empresa de aviação chinesa, onde tinha encontrado um novo namorado, um chinês gordinho e simpático. Ele falava dela com carinho e ela gravava mensagem para um programa de rádio, uma homenagem para uma nova amiga chamada Renata, e estava com uma voluminoso bonita. Eu via as ruas dePorto Alegre lembrava do tempo que saiamos juntas. Caminhei por um salão de festas e em minha direção inha meu pai e sua esposa junto de outros dois casais. Ele parava lentamente e vinha falando comigo e eu e minha filha olhávamos para o lado. No Shopping Rua da Praia eu vi Meu ex chefe,RH usando um terno cinza e sua esposa falava da agenda dele, em empresas e pensei que poderia participar e falar que há anos fui sua secretária.
/ li

Estava passeando em outra cidade, visitava a família da amiga de minha filha, AF. Chegamos numa casa e a menina não estava. Era uma praia no sul do RS e fomos caminhar para conhecer. Chegamos numa parte histórica, onde estava sendo gravado um filme sobre gaúchos e minha filha adorou a música e os diretores do filme vieram conversar conosco. Fiz algumas fotos, mas não saiam bem. De repente saímos ir um corredor, descendo por uma escadaria, vi TGR e sua esposa e filha e senti como se fosse apaixonada por ele, passei com a filha no colo, ainda era meio bebê. De repente a filha dormiu, olhei o corpo estava mole e os olhos revirados, pensei que ela tivesse morrido e fazia ela acordar. Logo era só um sono mito profundo. Eu e marido ficamos sozinhos para passear e resolvi abrir uma porta, que deu para uma praia linda, no meio de rochas e cavernas altas. Caminhamos e ia fazer fotos, mas não saiam. Queria fazer fotos junto de nós 2 e quandono marido aparecia, a imagem dele sumia da foto. Não entendia. Marido subiu para o telhado de um quiosque e ficou lá, com um homem hippie de rua. A água da praia era linda, verde límpida. Entramos e encontramos os avós de AF conversamos e fui ao banheiro. Ali pintei meus lábios com um batom cremoso vermelho muito forte e docou bonito. Demorei muito tempo no banheiro e tive vergonha quando sai, mas vi. Que sujei muito o banheiro com batom vermelho. Ali fora estava CM, vestida de baiana e mais gordinha. Logo estava em Triunfo, num lugar que não conh, passeava com a mãe de AF. Chegamos no meio de montanhas com árvores coloridas lindas, e ali havia uma igreja estilo moderno, de São Francisco, que LDN me dizia ser seu padroeiro. A luz do sol era incrível e eu tentava fazer fotos e não saiam. Logo adiante havia um rio e fomos andar de barco, pq havia rochas lindas ali, andamos um pouco e logo na horas sair do barco eu caí na água e via a água escura e me puxando para um buraco. Pedi ajuda e a correnteza do rio me levou para mais adiante.
Espelhado / Lua

Fui convidada pra ir numa festa em uma mansão antiga.
As paredes eram brancas e o teto era bem alto e revestido com placas de madeira maciça, assim como o chão.
Fui pra um canto vazio e notei uma escada com degraus de madeira, ela começava no ar, bem mais acima do nível das cabeças das pessoas e ia até o teto, terminando num espelho.
Os cadáveres e as onças / Pi

Estava em uma casa que morei quando criança e o meu avô tinha acabado de morrer e seu cadáver estava na cama a alguns dias... sua expressão era serena. Em um outro quarto um outro cadáver que se confundia entre um cantor brasileiro que gosto muito e minha mãe, tinha morrido a pouco tempo e parecia ter algumas guias no peito. Eu fiquei de joelhos em frente a este cadáver rezando e chorando muito... dali a pouco começou a respirar novamente e ressuscitou. Eu estava muito acabado por conta da energia que gastei com o choro, minha reação e sentimento eram de uma "plenitude perplexa" após a ressuscitação. Tínhamos que nos proteger do ataque de onças nesta casa e então fechamos portas e janelas, percebemos que havia um leão dentro de casa mas era um filhote e depois de uma breve discussão vimos que ele não necessariamente ofereceria perigo naquela idade (eu passei a mão nele para demonstrar), tínhamos receio de permanecer com ele na medida em que ele iria crescer.
Casa com muitos quartos / Pi

Sonhei que estava em uma casa grande com muitos quartos e tinha muito gente dentro, no fim do do dia (acho que aconteceu uma festa durante o dia) as pessoas estavam muito cansadas e com muito sono e frio, começou uma disputa pelos quartos e também pelos cobertores. Nesta casa estava um grande amigo meu que também sou apaixonado já faz algum tempo, e ele estava tendo uma atitude opressora em relação a situação e também em relação a mim.
Israel em trompete / li

Encontrava com SL e seu namorado e senti feliz. Fui na casa de RCA e logo ela me levou para a apresentação de seu filho, que tocaria trompete, algo sobre Israel.
Lara Grávida / Hannap

Sonhei que a Lara estava grávida.
As postagens que as amigas dela faziam, falando sobre ela faziam sentido.
Lara ia ter o filho mas não ficaria com o pai da criança.
Ela ficaria desesperada e recorreria a mim. Eu prontamente assumiria o filho e ficaria muito feliz ao lado dela. Seríamos uma família! Eu ia ganhar moral perante os amigos por ter assumido um filho que não era biologicamente meu. Assim todo mundo entenderia o tamanho do amor que eu sinto por ela.
Família / li

Dormia com meu marido e acordamos abraçados e sem roupa. Os vestimos e saímos. Usamos um elevador antigo do prédio, que só tinha dois botões para chegar na portaria. Quando fomos sair vi que a filha tinha ficado no sozinha no apartamento e meu marido achou normal. Eu não aceitei e voltei. Logo mais, Estava numa casa nova, com grande gramado e piscina. Ali ia arrumar e limpar, pois havíamos nos mudado há pouco tempo. Tinha algumas visitas, meus primos, mãe. Minha cunhada chegou de viagem, parecia estranha, tinha ficado com um olho de cada cor, e não se sentia bem. Dei água e fiz ela descansar. Ela conheceu minha tia L q chegou e meu irmão. a cunhada perguntou onde dormia minha filha, e falei que era junto de nós, ainda não havíamos comprado cama, mas era um menino.
Noronha com Antonio / Hannap

Sonhei que eu ia pra Fernando de Noronha sozinho.
Só que Fernando de Noronha não era uma ilha caríssima, era um lugar de difícil acesso, precário, sem nenhuma infra.
Eu fiquei com medo de andar sozinho por lá.

Encontrei um grupo de crianças brincando num barranco de terra vermelha.
Depois segui esses meninos, passamos por umas construções de casas.
Tudo era muito no meio do mato, bem rústico.

Entrei numa casinha de madeira por onde passavam algumas pessoas.
Do outro lado da casinha havia uma praia linda demais!

Tirei meus tênis e óculos e deixei num cantinho da casa.
Me joguei no mar cristalino, azul, brilhante.

De repente vejo o Antonio Tigre chegando na praia pela mesma entrada da casinha de madeira.
Ele estava com três crianças, seus filhos. A Gabi e o João com 5 e 10 anos (filhos da Pat Lobo, na vida acordada) e mais um bebê de colo.

Que inusitado encontrar o Antonio ali, em Fernando de Noronha! Fiquei feliz.
Nós queríamos nos encontrar.

Nadei no mar, encostei em algum bicho.
Um filhote de golfinho começou a me seguir. Eu fui para a beira da água com medo dele.
Ele veio atrás de mim até a areia. Ele era fofo e inofensivo. Só queria brincar.


Poderes / li

Eu ia para algum recanto boêmio da Cidade baixa, em Porto Alegre. Eu vi que estava acompanhada de HC, fardado e eu o chamava de General e via que éramos namorados apaixonados. Entramos na rua da República. Logo eu via CZ e sua esposa entrando em uma rua sem saída e um grande prédio como uma garagem velha e escura, ali seria um jantar com alta cúpula do governo venezuelano. CZ pedia assinatura dos chefões, para mandar para sua licença de trabalho e ninguém assinava. Logo, em uma grande loja de departamentos, eu procurava artigos para comprar e não encontrava nada.
Em nome de Jesus novamente / li

Estava pela avenida Presidente Vargas em Santa Maria, mas era uma viagem com meu marido, que era AAD. Entramos num local que era como um salão que tinha cemitérios e hotéis. Íamos passar a noite ali, e o então marido foi para um quarto separado. Eu fui atrás e lá senti que havia uma presença muito ruim. O clima ficou pesado e comecei a dizer “em nome de Jesus”, mas não conseguia movimentar minha boca, fiz grande força e consegui falar e repetir a frase e o nome de Jesus.
Polônia / li

Estava na Polônia e encontrei BM, que saía do meio de uma floresta para me dar 'oi'.Sabia que ia encontrar M. Estava feliz, e BM também feliz.
Desaparecimentos / li

Anoitecia e eu, marido e filha caminhávamos por uma rua, em que estávamos hospedados em um apartamento. Meu cunhado TF havia ficado no apartamento e nós passeávamos, quando percebi uma movimentação estranha na rua e ao comecei a correr levando minha filha, mas meu marido quis ficar para ver o que acontecia, de repente se deu uma explosão, haviam detonado um banco, e não achei mais meu marido. Não sabia se ele estava morto ou ferido.
Em momento minha filha havia desaparecido enquanto caminhávamos e ela soltou minha mão. Sentia a pior sensação de não saber onde e como ela estava.
Vazio / li

Estava num novo apartamento, que era da minha mãe. Ela havia ido viajar e fiquei com meu marido. No quarto da minha mãe havia uma cama king e muitos travesseiros e pensei que essa cama era útil para mim, em vez dela. Eu e meu marido planejamos uma viagem para praias na Colômbia. Ele saiu e eu me senti a pessoa mais sozinha no mundo, não havia com quem conversar nem planos a fazer.
Por um lugar confiável / li

Eu ia para uma casa num lugar afastado e distante, tinha coisas minhas numa casa e resolvi que ia mudar dali. No carro estavam T e XP, e eu sentia um clima e certa paixão por T. Carregava muitas coisas e escolhia o que levar dali. Era madrugada e descobri que a cidade estava vazia, não havia ninguém mais morando ali, e 2 homens ameaçavam quem andava por ali à noite. Sai pela estrada correndo e com medo, tentava avisar alguém. entrei num carro de algum conhecido e fui parar na antiga casa da minha tia BVM. Na frente da casa, suas filhas me condenavam por eu não t{e-las convidado para o aniversário da minha filha, e eu tentava explicar para minha mãe que elas também nunca me convidaram para suas festas. Minha mãe estava com seu marido, e logo ele trouxe a falecida tia BVM no carro antigo dele, ela saiu de maca, muito magra e aparentava estar com vitiligo. Eu fiquei chocada por ela estar viva e eu não sabia.
Para comprar esculturas / li

Estava num grande salão e AAD estava fazendo um evento festivo, pois se mudar da cidade de Santa Maria e estava vendendo os objetos que não iria levar. No salão do encontro havia diversas esculturas com bons preços para compra. Algumas de mau gosto, com o símbolo do feminino, mas eu gostei de duas esculturas. Para comprar precisávamos entrar num site e escolher, mas eu não conseguia efetuar o pagamento.
Suspiro / Lua

Sonhei que fazia suspiro. Era branco mesclado com azul, igual pasta de dente.
Lara em Barcelona / Hannap

Sonhei que eu tinha ido para Barcelona com a Lara, mas nós andávamos separados pela cidade.
Ela não queria ir nos lugares que eu ia. Eu ia atrás dela.

Entramos em uma escola, ela foi na frente. Me perdi dela.
De repente eu entrei em um pátio coberto, onde tinham algumas pessoas se divertindo.
No meio do pátio estava o Bernardo, amigo da Lara. Ele estava jogando futebol.
A Lara apareceu e eles se abraçaram, ficaram surpresos com o encontro inesperado.
Saíram da quadra e eu continuei sozinho, andando atrás dela.
Encontrei o Bernardo novamente em uma cozinha. A Lara estava saindo pela porta. Ia embora da escola.
Comecei a conversar com o Bernardo. Contei a minha situação estranha com a Lara.
Falei do sexo, que não existia mais entre a gente. Ele ouviu tudo e foi bastante carinhoso.

Depois eu e Bernardo queríamos ir embora, mas eu tinha muitas coisas pra organizar. Tinha roupas e o meu computador, tudo em cima de uma mesa, na garagem da escola. Demorei para colocar tudo dentro das malas. O Bernardo chamou um uber. Veio um fusquinha dirigido por um gordão.
Não tínhamos dinheiro, o fusca não andava. Na hora em que íamos sair veio a polícia e nos revistou.

O sonho acabou antes de eu conseguir resolver aquela situação.
Com Jesus / li

Estava morando num apartamento térreo ao lado da antiga casa da minha avó, não sabia se definitivamente, mas organizávamos o espaço. Deitei na minha cama, com marido e filha e senti uma presente muito ruim junto. Havia algo ruim e eu comecei a rezar e a dizer “Jesus”, mas não saía voz, tentei fazer o sinal da cruz, mas estava difícil movimentar as mãos.
Praça XV / li

Estava num apartamento, na quadra que vivia em Porto Alegre. Tinha visita da minha prima CVS, depois o amigo XP e S. Estava muito legal conversar com eles, ríamos muito. Entao XP me falou que S estava brabo com T pq ele atribuiu que um personagem seu era fã de Tom Jobim e algumas outras características. Sai do meu prédio, bem antigo com corredores escuros e fui para o apartamento de S, nas imediações. Ali estava sua esposa e irmãos e ele se arrumou para me levar na parada de ônibus para eu trabalhar. Ele calçou tamancos e brinquei com sua camisa rasgada embaixo do braço. Descemos e fomos rindo e conversando muitas coisas legais enquanto esperava o q “ circular praça xv”.
Ameaça forte / li

Estava numa festa em uma casa bonita e grande, afastada de tudo. Caminhei pelos jardins e vi pessoas de Santa Maria, como JMG. De repente senti clima estranho, pessoas se escondendo, vizinhos armados se escondendo no jardim. Vi que estava na casa de umngrande ministro do governo. As ameaças dos opositores me davam medo, e eu procurava um lugar para me esconder. I ALQ caminhando com uma menininha, ela tinha unhas dos pés quebradas e feias. Desconfiei que a criança era sua filha de uns 3 anos, que tinha cabelo rosa. Na casa, a tensão aumenrava, vi um senhor chorando, e senti que poderíamos ser todos assassinados. O músico GB mostrou a encenação de um clip, que era sensacional.
Reconciliamento / li

Eu estava em um grupo de pessoas e o primo MRM veio me cumprimentar e me deu um pequeno presente. Senti feliz e fui contar a minha mãe que ele havia entendido que a desavença que tivemos não foi culpa minha.
wantwant / Lua

Estava na beira de uma lagoa observando uns quero-queros porque eles tinham penas coloridas e brilhantes.
Um deles sobrevoou minha cabeça e nela deixou um ovo.
Fiquei equilibrando o ovo por uns 2 segundos, então ele quebrou e o filhote saiu.
Vi meu corpo como espectadora e notei que meu cabelo tinha virado um ninho.
little sis / Lua

Sonhei que minha mãe dava a luz a uma nenê de olhos azuis. Quando a segurei em meus braços eu me senti muito contente porque ela parecia ser muito inteligente e sagaz mesmo sendo uma recém nascida.
Perguntei qual seria o nome e minha mãe disse que queria Mathilda, mas que também estava pensando em outro que não consigo me lembrar.
Eu disse a ela que a nenê podia ficar sem nome enquanto estava no hospital.
/ li

Fui morar no apartamento da minha mãe, ali estava meu cunhado TF também. O apartamento era pequeno e vi que na janela da sala haviam construído uma fina parede de concreto, que deixava apenas uma fresta de uns 10cm aberta. Reclamei que ficava abafado e escuro e que tínhamos que retirar aquela parede.
Azul para sucesso / li

Era um evento noturno em Santa Maria, uma espécie de inauguração de um lugar pela rua dr. Bozano. As pessoas chegavam, e passavam por um palco, mas de repente chegou AA, sem camisa e com barba e cabelos mais longos e foi a sensação, colocaram o foco de luz azul nele e o chamavam de “o Caetano Veloso santa-mariense “. Eu estava com mais duas mulheres, uma modelo e uma senhora, que usavam sandálias plataforma, iguais uma que eu tive, e falei que eu havia devolvido pq não ficava bem no meu pé, e a senhora mostrou q ela usava outro modelo, que ficava bem em qualquer pé. A modelo me mostrou uma sandália azul com plataforma e eu gostei.
pelo Itaimbé / li

Era noite e fui visitar a EGM, que morava em Santa Maria. Para chegar no seu apartamento, passei pelo parque Itaimbé, em uma parte que se alongava ao centro, para chegar no seu prédio, ali pela rua dr. Pantaleão. O caminho estava com jovens nus deitados, se drogando e outros fazendo sexo, e eu tentava fechar os olhos da minha filha, para ela não ver. Ao entrar no apartamento de EGM, descobri que ela tinha uma irmã e ali era a casa de sua mãe. Entramos em um quarto e ela me mostrou a decoração nova do seu filho, que estava adulto, mas tinha um outro filho pequeno. Sua irmã apareceu, era loira. Perguntei quando ela voltaria para Londres e ela não respondeu. Marginais estavam do lado de fora, e senti medo, e ela respondeu que podia dormir ali quando quisesse.
Post / li

Eu lia um post de RB no Facebook, como se fosse postagem sobre meu aniversário e logo abaixo sua cunhada IBS escrevia também, dizendo que lembrava de mim e muitas coisas boas e lamentava que eu não fui sua nora.
Onde Anda Você / Lua

Sonhei que estava num estúdio vendo Quarteto em Cy e Vinicius de Moraes cantando ao vivo "Onde anda você".
Tinha alguém deslumbrado ao meu lado e eu dizia sorridente que era muito legal ouvir o Vinicius de perto e que achava essa música belíssima.
Patinho querido e poderoso / Lua

Sonhei que minha antiga casa flutuava porque tinha algo como um dirigível de madeira amarrado dela. Outras pessoas que também tinham uma casa-dirigível ficaram com inveja e quebraram nossas madeiras.

Meu irmão colocou um guarda chuva preto que flutuava com o vento em frente a porta e isso fazia a casa inteira voltar a flutuar também. Achei muito legal mas o guarda chuva estava meio quebrado e ficava fechando sozinho toda hora.
No mesmo instante eu recebi um pequeno pacote com um manual de instruções dizendo pra eu pegar o pato, enrolar num paninho quente e deixar ele perto do guarda chuva porque isso iria resolver o problema.

Abri o pacote e dentro tinha um filhote de pato amarelinho e muito carinhoso.
Fiquei muito afeiçoada por ele e depois de fazer carinho, eu o enrolei num paninho quentinho e coloquei com cuidado ao lado do guarda chuva.

Enquanto o pato se sentisse querido e quentinho, tudo ia flutuar bem.
DNA / li

Conversava com pesquisadores sobre meu DNA mitocondrial e logo eles começaram a atribuí-lo ao das chilenas, e eu comecei a explicar que não tinha nenhuma relação com o Chile. Mas fiquei curiosa de não haver nenhum registro de pesquisas do DNA chileno. Era noite e saí para a piscina de casa, logo avistei minha filha correndo e se jogando na água, na parte funda.
Compras Adidas / li

Eu caminhavabpela cidade e de repente avistei o posto Bambino, na avenida Dores de Santa Maria, mesmo não estando nessa cidade. Na calçada, em frente do estacionamento haviam montado uma loja da Adidas eflui procurar um casaco. Os modelos não tinham meu tamanho, mas encontrei uma bolsa que gostei e comprei. Logo, eu já estava dentro do apartamento do prédio do local, ali moravam os vendedores, que eram jovens estudantes e eu tentava pagar, mas a máquina de cartão não funcionava e ninguém parecia interessado em resolver. Eu falava um mix de línguas, misturava português, francês, inglês e espanhol e por pouco tempo, os jovens saiam da apatia que estavam. Vi que anoitecia e queria ir buscar minha filha, e resolvi dizer ir morava ali perto e voltaria na segunda-feira para pagar.
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eu morava num apartamento subterrâneo cujo formato côncavo impossibilitava a existência de janelas, fazendo do ambiente um lugar fedido e úmido. de qualquer forma, eu estava para hospedar a isa, que chegaria de florianópolis com vários outros amigos, muitos dos quais eu desconhecia. ela chegava à minha casa e eu me surpreendia com os seus cabelos, que eram agora longos e muito escuros. depois de todos estarem devidamente apresentados e instalados, reolvíamos sair para comer e dar um rolê, mas a minha mãe chegava sem me avisar e dizia que ia passar a tarde lá. eu comentava que estávamos saindo, mas ela não se importava ou parecia não entender que ela não deveria estar ali. um dos "amigos" da isa, um cara um pouco mais velho e alemão, de repente desistia de nos acompanhar também e ficava em casa, estava cansado. nós dávamos nosso rolê e quando voltávamos para o meu apartamento, percebíamos que ele e minha mãe estavam tendo um caso.
Dislaxia na parede / li

Estava no meu antigo quarto, na casa da minha avó e meu marido chegava. Conversamos e ele falou que tinha aderido ao movimento #elenão e eu ri muito. Logo ele estava deslumbrado com futilidades de moda e vi que ele era também Z e senti triste. Na parede do meu quarto tinha um papel pendurado com fita adesiva, que dizia que eu era linda, assinado por MK. Na parede estava escrito “dislaxia “ e tentei entender o que significava.
Encontrando sheiks e kiwis / li

Conversei com BBF e ela falou que estava com câncer e fazia tratamento. Noboutro dia estávamos na escola Coração de Maria e fiquei sabendo que ela havia morrido e que , naquele momento acontecia seu velório. Vi sua filha e sua mãe ali, sua mãe magra e a filha YF acreditando que a mãe iria voltar. Senti maior tristeza do mundo. Anoitecia.
Voltei para casa da minha avó e no caminho encobtrei minha tia paterna, que vendia lanches e frutas na rua. Comentei que só não gostava de kiwis que ela vendia, mas o resto era ótimo, e ela falou que se eu a procurasse mais, ganharia lanches.
Fui para casa da minha avó e lá eu me arrumava. A campainha tocou por duas vezes e eram dois sheiks árabes que vinham me fazer propostas de casamento.


Farmácia no subúrbio / li

Comecei um trabalho em uma farmácia que era de LV, fica numa Eritreia de Gravataí ou Alvorada. Entrei no primeiro dia de trabalho e ela me tratou mal,indiferente, não falava nada. Vi que LV estava com os cabelos crespos e procurava uma gaveta para guardar minha carta de apresentação. Havia outra funcionária e fui perguntar coisas para ela e vi que havia mais três peças atrás do balcão, cozinha, depósito e um corredor com cama e guarda-roupa, tudo muito sujo e escuro. No meio da cozinha e dno depósito havia um vaso sanitário, um deles era extremamente sujo com restos de fezes secas até sua borda. Saímos fora e havia como uma festa na rua, e LV foi atrás de um homem. Anoitecia e tentei ir embora, mas não havia ônibus nem táxi por ali. O lugar tinha muitos marginais, que roubavam descaradamente. Logo vi LV com JG, e ela era criança, mas se beijavam calorosamente. A esposa de JG, VV, estava por ali eduquei preocupada se os visse. Tenteicarona com uns rapazes. Olhei em volta e o lugar ficava em cima de cânions, com paisagem bonita. Vi um marginalizados roubando moedas da mochila de LV e guardei-as.
Cenouras orgânicas / li

Estava num sobrado antigo, e logo familiares de MSP chegaram, iamosbpassar uns dias por ali. MSP me falou que vendia cenouras orgânicas e encomendei. Ele me mostrou se eu queria mini ou normais, pedi normais, mas quando trouxe vi que eram muito pequenas e poucas. Seunpai estava dormindo numa cama na dá-la, e eu precisava trocar os lençóis, pois em um eu havia babado muito. Logo chegou seu irmão e o abracei e dei meus pêsames pela morte de seu pai, e MSP veio junto e nos 3 nos abraçamos. Logo mais 3 3 homens vieram me abraçar, um era o jornalista CarlosNascimeto, junto do seu irmão e outro desconhecido, quando me dei conta que não havia motivos para abraçá-los. Logo vi LPD caminhando com uma amiguinha pelos corredores, e. Depois vi ADF com outra amiguinha e senti triste que não procuravam minha filha. Mas após, ADF veio até nós e brincou com minha filha, mas ela estava diferente e não tive certeza se era ela ou outra criança.
Fui ao mercado e no caminho tinha que escolher um nome de menino e escolhi Isaac Daniel.
Fui para o pátio e minha mãe disse que tia L. Deveria colocar uma placa de agradecimento na frente da casa, pois ia receber 101mil de dinheiro de imposto. No pátio havia dois cachorro de repente um estava com fome e veio até mim. Ele abocanhou meu bráctea não soltava. Queria sair e não consegui. Até que vi que era forte, tentei dobrar sua pata e não consegui e o cachorro veio se defender, e tentou morder meu rosto-pescoço.
Ritual / Lua

Sonhei que tinha que fazer um ritual por algum motivo muito importante que eu não lembro qual era, mas minha saúde mental e minha vida dependiam disso.
As pessoas pediram que eu ficasse nua e cortasse um pedaço do meu cabelo. Segurei a franja, cortei com uma faca muito estranha e coloquei os fios num pote que ficava num altar.
Não me lembro como terminou.
/ ????

o jan estava em curitiba e embora não nos encontrássemos, voltávamos a nos falar através de uma espécie de rede interna. eu me sentia feliz.
vendas / li

recebi um e-mail que eu havia vendido algumas coisas por um site da internet. Fui ver o que era e logo a operação foi cancelada, mas vi que era de uma cidadezinha de Pernambuco. Logo, dois sujeitos jovens e simples batem na porta da minha casa e dizem que vieram pessoalmente comprar as mercadorias. Eles entraram na minha casa, foram no quarto e experimentaram o tênis e escolheram outras coisas pequenas para comprar. Eram rapazes humildes e invasivos. Senti medo. Eu procurava caixas de sapato para embalar e logo eles irem embora. Abria a portinha da primeira cômoda do quarto de casal da minha mãe e lembrei que brinquei muito que ali era um apartamento das minhas bonecas.
/ ????

sonhei que viajava com a minha mãe para vistar a família de um amigo distante dela, que morava em algum lugar entre a frança e a itália. nós íamos de avião até o aeroporto de lyon, e de lá seguíamos de carro para a casa dele, que ficava no alto de uma colina, num campo muito verde e extenso. o trajeto era lindo, mas eu dormia pela maior parte. chegando lá, cumprimentamos todos. a família era formada por esse amigo, a sua esposa e dois filhos, uma garota pequena e um homem da minha idade. eu trocava de roupa e ia nadar com o filho dele, em um lago próximo. de repente, sentia vontade de tirar foto, mas me lembrava que havia esquecido minha câmera no brasil e isso me deixava triste.
Gueixa / Lua

Sonhei que namorava com um cara japonês mas ao mesmo tempo eu tinha um caso com a mãe dele, que devia ter uns 55 anos e se vestia igual uma gueixa.
Fotos estapafúrdias / Lua

Sonhei que meu irmão apareceu segurando uma Pentax k1000 e eu disse "Aê, me empresta a câmera porque eu vou fazer umas fotos maneiras e estapafúrdias demais"
/ Lua

Entrei numa casa onde o casal residente agia completamente no modo automático.
O homem, com olhar vidrado, tentava ligar o carro a todo instante, mesmo sabendo que ele não ligava. A mulher andava pela casa com o mesmo olhar, arrumando as coisas que via fora do lugar.
Nenhum dos dois pareceu se importar com o fato deu ter invadido a casa. Fiquei triste por eles viverem daquele jeito.
Saí pela varanda do quarto e fui pulando de telhado em telhado no meio da noite, me sentindo vazia.


Entrei numa casa onde o casal residente agia completamente no modo automático.
O homem, com olhar vidrado, tentava ligar o carro a todo instante, mesmo sabendo que ele não ligava. A mulher andava pela casa com o mesmo olhar, arrumando as coisas que via fora do lugar.
Nenhum dos dois pareceu se importar com o fato deu ter invadido a casa. Fiquei triste por eles viverem daquele jeito.
Saí pela varanda do quarto e fui pulando de telhado em telhado no meio da noite, me sentindo vazia.
Raposo / Lua

Sonhei que fui pra um lugar no meio do nada e cheio de neve. Avistei uma raposa e logo ela veio me cheirar.
Estiquei a mão e assim que ela se acostumou com o cheiro, veio se esfregar em minhas pernas querendo carinho. Parecia uma raposa bem solitária e um tanto velha, mas estava bem alegre naquele momento.
Brincamos um pouco, fiz carinho e ela acabou virando um homem alto de meia idade com a barba por fazer, cabelo preto bagunçado e roupas infantilizadas. Ele olhou pra mim com vergonha e medo de eu não quisesse mais amizade.
Fiquei observando ele por uns segundos e pensando no quão surpreendentes as pessoas são, com diversas faces e histórias. Falei em voz alta que estava tudo bem.
Estiquei a mão de novo e lhe dei um abraço.
domingo no descampado / li

Estava em Santa Maria, era um domingo pela manhã e eu ia com um grupo de artistas caminhar em algum lugar interessante, que ia por meio de um descampado de camobi. Encontrei ali o MB com mochila e querendo ir junto. Ele nos seguiu e eu não gostei, mas logo conversei com ele e deixei para lá as diferenças. Eu e MB nos perdemos do grupo e seguimos andando para localizar o pessoal. Achamos um vilarejo tipo turístico, com uma casa toda feita de toras de madeira e com esculturas . Entramos em um mercadinho e buscamos coisas para comprar com algumas pessoas da filosofia da universidade. Logo saímos nos prédios dos básicos e no estacionamento acontecia um evento, e percebi que o lugar estava revitalizado e mais bonito.
no descampado / li

Estava em Santa Maria, era um domingo pela manhã e eu ia com um grupo de artistas caminhar em algum lugar interessante, que ia por meio de um descampado de camobi. Encontrei ali o MB com mochila e querendo ir junto. Ele nos seguiu e eu não gostei, mas logo conversei com ele e deixei para lá as diferenças. Eu e MB nos perdemos do grupo e seguimos andando para localizar o pessoal. Achamos um vilarejo tipo turístico, com uma casa toda feita de toras de madeira e com esculturas . Entramos em um mercadinho e buscamos coisas para comprar com algumas pessoas da filosofia da universidade. Logo saímos nos prédios dos básicos e no estacionamento acontecia um evento, e percebi que o lugar estava revitalizado e mais bonito.
domingo de manhã / li

Estava em Santa Maria, era um domingo pela manhã e eu ia com um grupo de artistas caminhar em algum lugar interessante, que ia por meio de um descampado de camobi. Encontrei ali o MB com mochila e querendo ir junto. Ele nos seguiu e eu não gostei, mas logo conversei com ele e deixei para lá as diferenças. Eu e MB nos perdemos do grupo e seguimos andando para localizar o pessoal. Achamos um vilarejo tipo turístico, com uma casa toda feita de toras de madeira e com esculturas . Entramos em um mercadinho e buscamos coisas para comprar com algumas pessoas da filosofia da universidade. Logo saímos nos prédios dos básicos e no estacionamento acontecia um evento, e percebi que o lugar estava revitalizado e mais bonito.
manhã de domingo / li

Estava em Santa Maria, era um domingo pela manhã e eu ia com um grupo de artistas caminhar em algum lugar interessante, que ia por meio de um descampado de camobi. Encontrei ali o MB com mochila e querendo ir junto. Ele nos seguiu e eu não gostei, mas logo conversei com ele e deixei para lá as diferenças. Eu e MB nos perdemos do grupo e seguimos andando para localizar o pessoal. Achamos um vilarejo tipo turístico, com uma casa toda feita de toras de madeira e com esculturas . Entramos em um mercadinho e buscamos coisas para comprar com algumas pessoas da filosofia da universidade. Logo saímos nos prédios dos básicos e no estacionamento acontecia um evento, e percebi que o lugar estava revitalizado e mais bonito.
/ Lua

Chamei uma amiga pra ir numa galeria de arte antiga e meio abandonada. Era um lugar muito bonito com azulejos antigos cor de creme e entrava muita luz do sol por janelas grandes de vidro. Do lado de fora era puro mato, bem verde e vivo.
Nós duas usávamos meias calça brancas finas e roupa de cetim.
Madonna ressentida / li

Assistia televisão com minha prima CVS e outra pessoa, era o programa do Jô, que entrevistava a Madonna. Fiquei chocada com tanto lixo ideológico que ela falava e eu comecei a discorrer o sobre o que ela falava, e me vi com ódio e ressentimento igual ao dela.
/ Avê

Sonhei que eu e vários amigos estávamos vestidos pra uma festa de casamento e tirando fotos bem vestidos, porém jogados no chão. Eu não era a noiva, mas me vestia com um vestido branco e uma rosa vermelha na cabeça com um véu fino branco. Eu me sentia ótima e linda nessa roupa, mas resolvi trocar de roupa pra festa pra não acharem que eu queria fingir que era a noiva. Vesti uma saia preta e uma blusinha meio cigana azul e pensei que seria bom também ficar mais à vontade.
/ Avê

Aparecia um monte sal grosso no teto do meu quarto na casa da minha mãe. Eu via como se crescesse ali. Em algumas partes fazia umas linhas e formas. Fiquei muito impressionada. Chamava as pessoas pra ver, ninguém se importava muito.
Avião caíndo / li

Era noite e eu caminhava pela avenida Dores, próximo ao Corinthians, em Santa Maria. Olhei para o céu e vi um avião voando muito baixo e senti medo. Comentei com algumas pessoas e com a tia NCV sobre voar tão baixo e todos acharam que era normal. De repente vi que algo se desprendeu do avião, ou um míssel ou uma grande parte dele, saindo fogo e seguido de um grande estrondo e impacto por ali.saí correndo pq parecia que o fogo da queda poderia chegar até o de estava. Corri e apavorada telefonei parabéns os bombeiros para avisa-los. De repente percebi que a região da queda tinha varias escolas e pensei em ISV, que poderia estar em aula. Fui até a escola e muitos bombeiros e equipes de psicólogos, alguns vestidos de Papai Noel para confortar crianças que presenciaram ou foram vitimadas nessa situação.
Artes e poças / li

Eu, minha mãe, marido e filha fugíamos de alguém ruim e fomos para casa de um conhecido, em Florianópolis. Dormíamos num quarto, era uma casa de alguém q gostava de rock, mas eu não sabia quem era. Vi bque tinha uma luz perto do colchão e imaginei que estávamos sendo espionados por ali. Eu e minha mãe levantamos mais cedo para o café e chovia. Era um café numa varanda, como em umabpousada. Vi AA por ali e passei por ele e nos olhamos. Precisamos sair correndo e fugindo, ao longe avistei o consulado brasileiro. Um policial nos parou e pediu nossos documentos e mostrei meu visto, mesmo sendo floripa, e ele disse que éramos bem-bondas. paramos no centro de Floripa. Vi que não leva-os dinheiro nem celular e estávamos perdidas e sem comunicação. Andamos por lugares com pessoas perigosas e ameaçadoras, e comerias e calçadas inundadas. Pedi desculpa para minha mãe. Logo minha filha estava junto e a deixamos numa salinha deusa pré escola. Caminhamos perto de uma pizzaria e havia um teatro de rua, assistimos e era chato, com palhaços dizendo textos ruins e doutrinadores, nem minha filha gostou. Descemos por um morro e chegamos num mercadinho que meubmarido estaria esperando, e ele e filha esperavam arrumados, em frente a uma prateleira, ele brabo conosco. Entrei correndo num teatro e era fim de uma peça e mostrei para minha mãe um ator q ela gostava no passado, que era o Rock Hudaon com rosto do Alain Delon. Correndo, Subi no palco e tirei, que fez um efeito bonito com unha longa saia, e logonpercebi que minha calcinha branca havia caído. Fui ao camarim me arrumar e o diretor foi junto, era um camarim com móveis antigos e com uma energia ruim. Tirei a calcinha e a guardei pq não consegui vesti-la. A peça começou e era chata, logo o diretor entrava em cena, era um homem muirobpeueno, corpo como da minha filha, usava barba e roupa azul e dourada e repetia uma frase mencionando negros, que me soava racista é inadequada. Resolvemos ir embora.
Melhora / li

Encontrei o Chico H. Caminhando em um mercadinho, e ele parecia bem saudável e forte e perguntei para sua esposa, Eneida, o que ela fez para essa melhora.
London 2 - Vipassana Dream #5 / Hannap

Eu estava em Londres com a minha família toda, pai Eugênio, mãe, irmãos. Eu tinha ido inaugurar a minha exposição individual em uma galeria naquela noite. Por coincidência toda a equipe da Tátil estava lá. O Fred Gelli estava dando uma palestra. Eu encontrei todos em um espaço comercial, tipo um shopping. Vi o Fred em pé, falando para um platéia e reconheci algumas pessoas da Tátil lá. A Paula Mello estava sentada vendo a palestra, nos abraçamos e nos beijamos na boca. O Fred ficou surpreendido de me ver. Eu interrompi a palestra dele, pedi licença e falei com a platéia. Convidei todos para a minha inauguração naquela noite. Eu estava super animado, ninguém ficou bravo com a minha interrupção. Ao contrário, ficaram instigados. Era um programa perfeito para aqueles brasileiros que passar o dia inteiro trabalhando, ir em um lugar cool, com comes e bebes grátis e um amigo expondo.
London 1 - Vipassana Dream #4 / Hannap

Estava com o meu pai Jorge na entrada de um museu, onde havia um gramado e uns bancos. Num dos bancos estava sentado o Caetano Veloso. Ele estava fumando um cachimbo. Eu cheguei perto dele e puxei assunto: — Oi Caetano, você está um cachimbo né? Esse fumo é bom? Eu tô com um fumo muito bom no meu cachimbo. Você quer provar?
Ele disse que sim e enquanto fumava o meu cahimbo eu explicava de onde vinha aquele fumo.
— Sabe o Eduardo Bueno, o Peninha? Então, ele coleciona muitos documentos históricos de personagens diversos e tem muita coisa entulhada lá. De vez em quando ele faz uma limpa. Esse fumo é de algum desses personagens muito antigos. Ele tinha isso guardado e resolveu jogar fora. Eu conheço a filha dele, a Lizia, ela me deu esse fumo.
Era um fumo muito verde, misturado com carne seca bem vermelha. Muito antigo mas preservava as cores muito vivas. Era delicioso!

Depois dali eu fui morar em Londres. Por coincidência a Lara também recém havia ido morar em Londres.
Eu estava com algumas mulheres em um apartamento e resolvi descer para um bar, sozinho. Chegando lá encontrei com a Lara, muito feliz, conversando, recém chegada na cidade. Nos vimos mas não nos falamos. Eu cheguei perto da janela da cozinha do bar, por onde entregavam os pratos e resolvi pedir algo ali. De repente chegou um negão, pedindo licença, eu disse: — Passa, tranquilo. Ele respondeu: — Brasileiro! Meu brother. Aí começamos a conversar em português e o bar todo ficou nos olhando, não entendendo nada. Nos abraçamos e depois eu já estava dando comida na boca dele. Ele disse que morava lá havia muito tempo e que aquele tipo de conversa animada e afetuosa que estávamos tendo não era normal lá, por isso todo mundo olhava com estranhamento e admiração.
Música com a Lola - Vipassana Dream #3 / Hannap

Sonhei que eu ia visitar o Bruno de madrugada. Ele morava com a Lola em uma casa bonita que tinha vista pro Dedo de Deus. Eu disse: — Que bonita essa vista pro Dedo de Deus. Ele disse: — Aonde? Nunca vi. E eu mostrava pra ele num cantinho da casa, que dava pra ver a montanha.
Depois eu fiz uma música com a Lola no violão e chegou a Thiare.
Tornozeleira de Xangô - Vipassana Dream #2 / Hannap

Sonhei que estava em um show do Gil em um espaço pequeno, poucas pessoas. Eu estava ao lado do Moreno Veloso e de um amigo dele. Nós 3 tínhamos uma tornozeleira de Xangô. Eu pedi pro Moreno cortar a minha. Eu não queria mais usar. Ele cortou. Depois eu estava em Porto Alegre com o Rafa Sieg. Ele me apresentou um lugar muito legal, antigo, clássico, todo com mobiliário de madeira e funcionários muito velhos. Depois eu estava com a Gab Marcondes e ela havia feito a tradução de um poema. Lembro que a palavra que finalizava o poema era “despoeme-se”.
Mar sujo - Vipassana Dream #1 / Hannap

Sonhei que mergulhava num mar ou rio imundo, cheio de pedaços de papel, plástico, gosmas. Era uma água nojenta. Ninguém tinha coragem de entrar, mas eu entrei sorrindo e dizia que não tinha problema, que depois era só tomar um banho que não pegava infecção. Depois eu peguei um barco com o Caco e a gente foi cheirar cocaína em algum lugar no meio do mato.
100% carne ruim / li

Era um dia cinza Em um lugar tipo garagens de ônibus, e encontrei LR. Ao vê-lo não senti raiva, só desejei coisas boas. E mesmo sem nos encontramos há anos, o recebi bem e nos abraçamos com muito carinho. Logo ele precisava sair, voltaria logo, e nos despedimos amorosamente. Eu fiquei em um cômodo perto de um corredor cinza e senti algo ruim. Alguém avisou que tínhamos que destruir uma criatura ruim, que era um ser 100% apenas carne, sem alma. Cheguei em um pequeno muro e do outro lado era um lago, e vi a tal criatura, como um corpo de um todo feito de carne moída. Corria para tentar destruí-lo e ele não crescer.
/ li

Eu estava em um corredor, em um apartamento onde morava RCA e família. Era noite e conversávamos sobre literatura com outros amigos. De repente caminhei por um corredor e logo entrou uma onda gigante e muito forte e eu não conseguia chegar até uma janela no alto para sair. Não sabia o que fazer.
All Star / li

Estava numa ruela de chão batido e vi uma loja que tinha um tênis all star todo de paetês reversíveis e entrei para pedir o tamanho da minha filha e não tinha, apenas tamanho grande.
/ Lua

Sonhei que estava esquiando em uma montanha que tinha tecido de pelúcia sintético marrom em vez de neve.
Vó Janete / Lua

14/12 - Vi minha avó (que já é falecida) deitada em uma cama. Ela virou o pescoço, olhou pra mim e disse "Luana? Acordou fia?"
Eu, emocionada, me debrucei do lado direito da cama e perguntei como ela estava se sentindo. Respondeu baixinho e bem pausado, como quem está caindo no sono "eu tô muito bem..."
Vó Janete / Lua

14/12 - Vi minha avó (que já é falecida) deitada em uma cama. Ela virou o pescoço, olhou pra mim e disse "Luana? Acordou fia?"
Eu, emocionada, me debrucei do lado direito da cama e perguntei como ela estava se sentindo. Respondeu baixinho e bem pausado, como quem está caindo no sono "eu tô muito bem..."
Jacaré / li

Eu acordei em uma manhã de inverno e vi que estava na casa de ELP e começamos a ter um relacionamento amoroso. Procurei sua esposa pela casa, mas ela não estava, somente vi sua irmã e sua mãe, e senti envergonhada de estar ali, assim, de repente. Eu saía para um terraço e sentia que estava frio e que era uma cidade pequena, do interior.
Passei por ILS em um corredor de uma casa grande.
De repente vi um jacaré ao meu lado, senti medo.
Leões brancos após a festa / li

Era noite e fui na casa de VR, que acontecia uma festa. VR se vestia com roupas gauchas em versão sexy, feitos pela DC, como um pala colado no corpo, com fendas e decotes cavados.
A família R estava toda presente e animada. VR me falou que seu irmão TR estava interessado em mim, e senti surpresa pq achava ele atraente. A festa se alongava pela madrugada e eu precisava voltar para minha casa, no edifício Mediterràneo. Chamei um taxi, e o motorista era um homem muito grande, que deixava o carro sem muito espaço, e estava acompanhado de uma mulher. Eu não conseguia achar o endereço para dizer, e ele, sem paciència , me deixou no ponto de taxi da avenida Rio Branco. Caminhei e as ruas eram de chão batido e logo avisei muitos filhotes de leões brancos no caminho. Senti medo, não sabia se eram bons, e alguns pareciam ter duas cabeças. Eu queria voltar para a festa, mas não sabia se era boa ideia.
Zentai / Lua

Meu primo se tornou um rockstar bem famoso e eu estava no show dele.
Quando todos foram embora do estádio eu peguei uma roupa zentai preta e vesti, mas a touca era pequena e também nao cobria as mãos. Peguei uma outra de cor cinza que estava numa escola e levei pro meu amigo vestir com luvas brancas.
Encontrei luvas pretas e uma touca maior pra mim, fiquei muito feliz e falei pra gente ir deslizar nos escorregadores.
/ Lua

Sonhei que estava num jogo de realidade virtual e que a mansão que eu estava visitando pegava fogo. Tentei mexer a mão como se estivesse usando um mouse pra clicar no telefone e chamar os bombeiros, mas o fogo já tinha se espalhado por toda a casa.
No quintal eu vi a casa desmoronar mas nem liguei porque não era minha e o dia estava muito bonito.
Alguém me deu um ovo branco de galinha pra segurar, olhei pra cima e vi outro do tamanho de uma caixa de sapato, mas que estava quebrado e dava pra ver um pintinho morto dentro. O pintinho na verdade era um frango depenado desses que vende no mercado.


Sonhei que ficava com outra mulher, ela era loira. Estávamos na cama dela, nuas. Eu não queria fazer sexo e ela ficou chateada. Nos vestimos, analisamos bem as lingeries uma da outra, as minhas quando já estavam em mim, as dela, ainda na cama. Renda. Chegaram uns amigos dela na casa, ficamos trocando ideia. Fui embora sem me despedir direito.
Carnes nobres / li

Eu chegava na fazenda do primo da minha avó, o Ari M.. Ia em um carro com um amigo. Chegando na casa, com uma grande escadaria na entrada, paraecia simples, mas por dentro havia muitas coisas luxuosas e caras. logo após a sala havia uma piscina e um terraço que dava para uma vista de cima dos morros de Santa Maria. alguns de seus netos e sobrinhos adolescentes estavam ali, e um deles pegava uma grande cobra verde pelas mãos. Senti medo e falei que não queria entrar na casa, por causa da cobra, e falei que minha filha também sentiria medo. Conversamos na cozinha e eu perguntava o que ele lembrava da minha bisavó e da trisavós, e ele apenas me mostrava uma imagem, como se fosse um filme do seu pensamento, das mulheres com roupas antigas no meio do campo, e logo no meio de um milharal e de trigo,, e dizia que não lembrava de mais nada além disso. Após, fomos convidados pelo primo Ari a ir jantar com ele em outra parte separada da casa, mais à noite. Eu e o amigo chegamos e entramos na casa, um ambiente mais escuro e decoração refinada, com muitas pessoas vestidas em traje black tie, e ali seria servido as melhores carnes da sua fazenda. Provei um pedaço de churrasco e a carne era sensacionalmente boa.
Após eu caminhava na Avenida Rio Branco, via muitos comércios antigos que não lembrava mais. Estava anoitecendo ou amanhecendo, naquela penumbra típica da mudança do sol, e eu procurava um taxi e não encontrava. Vi uma loja e resolvi entrar para comprar uma surpresa.
/ ????

eu dormia e sentia braços sem um corpo em volta de mim. acordava em dúvida se tinha sido um sonho ou não. dormia de novo e tinha a mesma sensação.
/ Lua

Fui comprar plantas e pirei numa costela de adão retangular.
Osório / Hannap


Luiz Osório
Matheus Osório
José Osório

Era o nome do cara que a Lara estava chamando de “meu amor”.
Nós morávamos em algum lugar. A entrada era por um buraco no chão.
A nossa cama ficava no chão.

Eu cheguei em casa e os dois estavam lá.
Abraçados na cama. Ele em cima dela.
Eu via tudo de cima.
Quando me viu a Lara saiu por uma porta lateral.

Ele era muito bonito, de olhos azuis, moreno, jovem, alto e tinha uma filhinha.
Fiquei muito desconcertado.

Subi num móvel para poder sair dali pelo buraco no teto.
Olhei pra ele e pedi ajuda para me empurrar para cima.

Ele era um sujeito querido, me ajudou.
Eu estava muito triste pois eles estavam se amando e aquela já não era mais a minha casa.
Fui embora dali.

Depois eu morava na Itália e trabalhava com a Karuna.
Ela era dona de um bar e eu era o garçom.
Eu vendia maconha escondido para os clientes, para fazer um dinheiro extra.
A Karuna não sabia de nada.

___________________________

Acordei com a percepção de que talvez esse seja o nosso futuro.
Eu vá morar em outro lugar, fazer outra coisa da vida.
Lara encontre um cara muito legal, se apaixone e viva um novo amor.
Genealogistas / li

Era noite e eu Estava viajando num ônibus da linha Curitiba-Santa Maria e meu tio OTV estava junto. Encontrei Gustavo B. No ônibus e conversávamos sobre suas músicas e sua vida, depois de tanto tempo sem nós encontrarmos. O ônibus fez uma parada para um Seminário de Genealogia, que teria Gustavo B. Tocando. O organizador era um senhor velho, famoso genealogista, e eu me lembrei que não tinha preparado nenhuma apresentação para a conferência e senti vergonha. Tinha um clima entre eu e Gustavo B. . Voltamos para o ônibus e seguimos viagem pela noite.
/ Lua

Sonhei com um campo de plantas secas.
/ ????

sonhei que só existia dentro da narrativa de outro.
/ gui v.

brenda usava um vestido azul florido, sapatos amarelos e sombra verde nas pálpebras. veio me perguntar o que eu achava da combinação. eu disse que estava boa. pegamos o carro e a levei até uma festa. entrei num supermercado com lara, mas os tomates e cebolas estavam podres. brenda me ligou dizendo que não voltaria pra casa. comecei a choramingar, implorando para que ela voltasse, mas brenda agora era minha mãe.
Bichos nos potes / Lua

Separei meus novos bichos de estimação em potes de vidro transparente pra ficar mais organizado.
A enguia quase morreu seca porque eu não consegui encontrar água pra por no pote dela.
A jibóia estava com muita fome e eu não sabia com o que alimentar, então ela ficou tentando me morder até eu conseguir segurar pela boca e começar a pisar em cima dela. Fiquei muito triste em estar fazendo aquilo mas não tinha outro jeito.
Amassei a cobra e fiquei a dobrando na esperança de que ela quebrasse igual madeira.
/ ????

a júlia e o frederico eram irmãos e moravam na mesma casa onde ele morava, em campinas. eu, que já estava longe, recebia um postal deles dizendo que deveria visitá-los algum dia, para conhecer o novo "membro" da família, uma leoa adotada. na foto do cartão, estavam todos abraçados no animal.
A. / Lua

Sonhei que meu amigo passou mal no elevador e foi vomitar num banheiro. Depois, quando voltou pro elevador, eu dei um abraço meio sexy nele.
Mano / Lua

Sonhei que estava andando com meu amigo e quando olhava pra trás eu via que o rosto dele estava se desfigurando e virando o rosto do irmão dele.
/ ????

eu conhecia o iggy pop num evento e ele ficava obcecado por mim, virava meu sugar daddy e me dava um apartamento.
Led / Lua

Sonhei que estava viajando de carro com minha irmã e cunhada. Subíamos uma ladeira e na hora de cruzar a estrada, um ônibus quase batia na gente.
Seguimos viagem e comecei a reconhecer o local onde estava, que é um cenário que minha cabeça criou e usa até que com certa frequência nos sonhos. Fiquei contente por ver aquilo de novo e resolvi descer do carro.

Nos outros sonhos, eu geralmente ando a pé pela parte baixa de uma cidadezinha alegre que parece um pouco com Paraty no estilo arquitetônico e acabo querendo subir para uma cachoeira num morro. Então eu sigo e passo por um bairro distante, deserto e meio sinistro, sempre com muita neblina e chão molhado.

Passei pela cidadezinha colorida e fui na frente direto pra parte deserta. Olhei as casinhas pensando “nossa, igualzinho aos meus sonhos”. Avistei um homem que usava roupas de palha, ele me disse pra tomar cuidado com o chão molhado. Também me falou pra ir ver uma pessoa chamada Luz, porque eu ia gostar.
Voltei a olhar as casinhas e quando fui tentar entrar em uma, uma mulher de cabelo curto e branco abriu a porta e me convidou pra entrar. O interior da casa era colorido e iluminado, nem parecia que estava localizada naquele bairro. Ela usava um avental marrom de couro e tinha dois brincos de prata na orelha esquerda. Me levou para seu ateliê e me mostrou algo parecido com uma câmera antiga de cinema, mas que em vez de colocar filme, ela colocava fitas de led.

Ela começou a girar uma manivela e o led acendeu em cores lindas. Eu fui até um outro aparelho igual que estava pendurado na parede e também comecei a girar a manivela. O led acendeu e eu fiquei deslumbrada com as cores, peguei meu celular pra gravar um vídeo mas o led acabou pegando fogo. Ela disse que tudo bem porque era pra eu mexer com isso acordada.

Acordei.
/ ????

eu assistia a várias cenas de tortura em slow motion e planos de membros decepados caindo dos céus. nada tinha som.
Corredores e invasão / li

Estava na escola Santa Maria, pelos corredores caminhei e encontrei uma costureira que falou que fazia um vestido de noiva, com modelo bem complexo, e que as rendas haviam tido problemas. Logo encontrei a FB e seu marido e filhos. Meu marido veio conversar junto e pediunpara o marido dela encomendar uma pizza. Caminhando pelos corredores da escola, avistei FMP e tentei desviar, descendo para o subsolo, mas ela me encontrou e veio conversar, muito feliz. Falava que ia ver seu vestido de noiva com a costureira.
Meu marido e eu nos perdíamos pelos corredores da escola. Encontrei uma sala de reuniões com grande janela de vidro é vista para o mar. Um homem sem caráter foi falar mentiras ruins para meu marido e ele acreditava.
Andamos felizes nas ruas dem Porto Alegre. caminhávamos na rua com uma amiga e meu marido. Atravessamos o largo da Epatur para voltar para casa e encontramos um batalhão do exército norte coreano ali. Puxei meu marido é um militar falou que não podíamos passar, e que morando ali, teríamos pouco tempo para pegar algo em casa e desocupar o apartamento, que seria invadido por eles.
Axl / Lua

Sonhei que era o Axl Rose que dublava o personagem Chucky (Child's Play)
Pessoas invasivas / li

Eu morava em uma casa com grande janela de vidro. Morava sozinha e não sabia o que fazer na vida e na casa. Saí a caminhar e por horas estava em Porto Alegre e São Paulo. Passei por uma galeria de arte e vi X e sua esposa sentados na frente de uma galeria, furiosos com uma obra exposta e planejavam destruí-la. X estava magro, parecia rosto da época da adolescência. Falavam coisas pesadas e senti medo, dava a entender que agora era terrorista. Voltei para casa fugindo de X e logo uma senhora bate na porta da minha casa e diz que ali havia sido marcada uma reunião e eu falei que não, mas ela insistia. Eu fechava a porta e ficava uma fresta e Y tentava entrar pelo espaço. Fui para uma feira livre na rua e numa banca mais distante vimos o jornalista DG e ao ver o que ele vendia ali, pensouvque eu estava flertando ele é começou a me assediar. Vi no meu lado MA e me abracei e pedi para ele fingir que era meu namorado.
Swamp magic / Lua

Sonhei que fui fazer trilha num pântano e lançei um feitiço pra afastar os jacarés.
Estiquei a mão direita na direção dos bichos e disse "gort klaatu barada nikto" três vezes.
piercing

sonhei que fiz um piercing no mamilo
saÚdade / mria c

sonhei com meu pai.
ele se foi há 3 anos.
sonho:
o encontrava no quarto sentado na cama, com olhar perdido e confuso.
__ ô minha filha, como vc está bonita!__ disse meu véio.
levantou da cama pegou em minhas mãos e, me levou para ver a coleção de quadros dele. um mais bonito que o outro. o que me recordo da imagem, era um que ganhei de presente, no sonho.
ele se foi. mas pude sentir de perto o cheiro dele e o carinho.
/ gui v.

descobri que sempre tive um terceiro casal de avós que meus pais esconderam de mim a vida toda. um avô músico, jamaicano, e uma avó indiana. meu pai está doente, mancando. choro ao pensar que ele pode morrer. converso com minha irmã dentro de uma igreja, ela diz que não sabe o que meu pai tem. tento me preparar. faço uma foto de meu pai em uma torre de telefone.
Parecia rúcula / Ranunculus

Sonhei, demais, e não consigo lembrar, mas não esqueço, eu chorava, eu aclamava.... cortaram meu pé, antes mesmo de eu saber o que ele é... Que tristeza profunda
/ li

Da janela do meu antigo urato espiei pela janela e vi que era madrugada e que havia um carro na frente da casa da família MP com luz acesa.esperei e logo saiu JM em uma cadeira de rodas com as 2 filhas. Ofereci ajuda e logo elas saiam do quarto da minha avó, e minha avó estava deitada numa cama em madeira na frente da porta de entrada da nossa casa. Vi que JM estava maquiada. Logo eu caminhava numa rua de periferia, local modesto, com cachorros maria e LCV me contava ué pessoas queriam substituir ela no trabalho, por mim. Ela mostrava uma roupa que me presentearia e tentava me explicar uma conexão dessasnpessoas que preferiam o meu trabalho ao dela, que eu não conseguia entender. Num sofá, sua filha me falou “kitty”. Logo eu caminhava com um cara muito legal, um artista, que pedia para eu fotógrafa-ló caminhando. Em frente à uma vitrine de loja , no calçadão, lá dentro alguém falava algo e FJ discordava e eu citei um exemplo dos anos 70 na Mercedes Benz. Vi AKW me saudar.
/ gui v.

eu estava em uma cidade muito pequena. à noite, enquanto andava sozinho pelas ruas do lugar, parei em frente a casa dos pais de lorena. ela havia se suicidado. senti uma energia muito estranha vinda daquele quintal vazio e escuro. mas as luzes se acenderam, e, como um circo de animatrônicos ganhando vida, os pais dela apareceram preparando sanduíches caseiros (5,25 cada um). muitas pessoas vieram comer. perdi o medo, entrei, conversei com a mãe de lorena, mas ela não parecia se lembrar de mim. comprei um sanduíche e fui embora.


sonhei que namorava um cara desconhecido, me sentia cercada de muito amor dele no sonho mas, como sempre, tinha minhas dúvidas. de uma quinta pra sexta dormimos juntos e ele disse que como eu tava sem compromisso e no trabalho dele era tranquilo, eu poderia ir junto. fiquei por um lado contente e por outro relutante, já temendo conhecer os coworkers pela minha timidez. mas acabou que rolou legal, fiquei tranquila e foi um bom dia lá, ele era uma graça comigo. depois fomos pra um happy hour numa galera em um ônibus aparentemente fretado pra aquilo. encontrei uma garota com quem estudava no ensino médio e nos cumprimentamos brevemente e senti uma bad vibe, nem sabia muito porque, ela ficava olhando pra mim e pro tal cara sem parar quando estávamos juntos. não me lembro se eu falei algo ou se ele mesmo percebeu o constrangimento e me contou que ela as vezes frequentava o rolê deles porque é amiga de uma das meninas do trabalho e que em um desses roles eles ficaram. eu fiquei meio desconfortável mas pela minha insegurança mesmo. ficamos ok. passaram uma meia hora e eu fui falar com ela sobre, não queria que ficasse um ressentimento de qualquer tipo entre nós, não me lembro no que deu a conversa, o que ela falou, mas lembro que ficamos bem, não brigamos, nem nada. e por fim minha última memória era de nós dois, eu e o cara, juntos na volta no ônibus, conversando. ele fazia eu me sentir bem, calma e confiante e dizia "eu tô com você".
Cabelos, números e sonambulismo / Lua

No sonho eu via cabelos escuros esvoaçando com uma tempestade que estava vindo. Eles me disseram por pensamento coisas que me chateada sobre duas meninas. Ambas estavam paradas ali e seus nomes eram número 12 e número 14, estavam mortas de vergonha e se sentindo culpadas pela situação.
12 correu chorando com as mãos cobrindo o rosto e eu mesmo estando devastada quis ajudá-la. Corri em sua direção esticando os braços mas ela desapareceu e eu acabei abraçando uma grade.
Comecei a despertar do sonho porém ainda sem controle algum, vi que eu estava de pé em meu quarto agarrada em meu guarda-roupas. Em questão de segundos voltei pra cama, ainda meio inconsciente.
Peguei no sono assim que deitei, voltei pro sonho e enquanto olhava triste pros cabelos escuros, número 14 correu e subiu em um muro pra se jogar. Eu gritei e corri atrás dela, a segurei pela cintura com força e comecei a despertar de novo.
Dessa vez eu não sabia onde estava, sabia que estava acordando e que estava mais pra realidade do que pro sonho, mas aquele não era meu quarto. Apesar de estar escuro, eu sabia que não era meu quarto.
Eu estava agarrada em algo gelado e não soltei até me situar. Fiquei olhando ao redor e encontrei a luz do roteador da internet, vi o número 14 marcado nela (apesar disso não existir) em um tipo de fonte meio enigmática.
Devo ter demorado cerca de 1 minuto pra perceber que eu estava agarrando a janela do meu quarto e de joelhos em cima da cama.
Quando finalmente compreendi a situação, deitei meio aflita com a sensação de que tinha alguém me olhando.
Contact / Ranunculus

I received a text, don't recall if through sound or vibration, but I turned to the wooden stool I use as a bed side table and reached for my charging phone, it was morning, the text read: Hey, something... it made me think, exposing what I was afraid of showing myself...


Estava com o Hugo em casa, me arrumando pra sair enquanto assistíamos tv, que inclusive tinha alguns canais que não existem, com conteúdo de política, cinema, música. Chovia. Um gato preto enorme veio arranjar briga com meus gatos mas o espantei. Estávamos conversando muito acalorados sobre política, concordando. Era noite, saímos de carro, em direção a Avenida Santa Barbara, enquanto passávamos por ela Hugo me contava que as fábricas abandonadas dali eram agora propriedade da polícia mas de forma secreta, me dizia que estava investigando isso há meses, eu me impressionou, sentia um pouco de medo. Não sei se exatamente por mim, ou por ele, queria abraça-lo forte.
Banheiro de bar em casa de chato / li

Estava na casa de CP, um apartamento antigo, grande, arejado e confortável, emPoa. Lá estávamos sentados no sofá, ele, sua esposa, filhas, LV e uma outra amiga. CP era chato, como sempre. Vinha um vento agradável pela janela. E resolvemos ir ao banheiro, mas como em um bar, todos se levantaram e foram juntos. CP entrou junto com as filhas, esposa e LV, e achei estrangoLV ainda ter relacionamento como familiar com eles. Eu fiquei esperando na porta do banheiro até chegar minha vez.
Barra de aço / Lua

Sonhei que tinha um vôo pra outro estado de noite e já voltava pra SP no dia seguinte de manhã, então conversei com meu irmão sobre adiar o vôo da volta pra eu poder ficar mais tempo lá.
Ele me mostrou uma espécie de barra de aço do tamanho de uma vassoura que tinha duas pequenas turbinas nos pés e outras duas próximas de onde se colocava as mãos.
Segurei na barra e sai voando nela pra testar. Funcionava bem mas o combustível acabava rápido.
Baby / Lua

Sonhei que eu ia em uma farmácia antiga e o dono me dizia que eu estava grávida e que ele podia fazer o parto ali e naquele momento se eu quisesse. Eu fiquei meio surpresa porque não tinha barriga e falei "Nossa, sério? Vamos lá então.".
Subi uma escadinha, deitei numa maca de couro verde descascado, abri as pernas e ele puxou uma cordinha que estava pendurada pra fora de mim. Pegou um neném que aparentava já ter uns 3 ou 4 meses e me deu.
Vi que era uma menina e ficava dando risada da situação toda porque estava tudo muito estranho. Minha mãe chegava na farmácia e eu mostrava a bebê pra ela dizendo "Olha, tem olhos verdes e ele disse que é minha, mas só vou criar ela se for em São José dos Ausentes porque São Paulo é muito tóxico.".
Minha mãe achava ela muito linda e antes de conseguir terminar de perguntar quem era o pai, eu falava "Deve ser porque ouvi a música Green Eyes do Colplay ontem no carro do Ricardo e vi a filha da Renata. Esse sonho tá muito louco.". Acordei.
Ritual do chicote / Lua

Sonhei que estava atrasada pra aplicar uma prova mas também tinha um treinamento marcado no mesmo horário. As mulheres que iam me treinar pegaram um quarto em um motel e cada uma tinha que chicotear a outra nas costas. Elas só paravam quando as costas ficavam cheia de vergões vermelhos, quase a ponto de sangrar.
Lara / Lua

Sonhei que estava em um café e via a Lara sentada sozinha numa cadeira. Ela também me viu, me deu um oi de longe e eu fui até ela pra dar um abraço.
A abracei pela cabeça e mexi um pouco em seus cabelos.
Lavandas / Lua

Sonhei com um grande canteiro de lavandas em vários tamanhos, bem floridas. Algumas eram pequenas em vasos, outras eram arbustos e até árvores. O cheiro me deixava quase que em transe, as cores eram bem vivas e eu me sentia muito feliz em estar vendo aquilo.
No canteiro do lado haviam vários tipos de uvas roxas e azuis acinzentadas, alguns passarinhos sobrevoavam cantando e outros as comiam.
Segundo turno / Janaina Tahira da Rocha

Sonhei que estava num carro quando de repente um cavalo do tamanho do King Kong estava na minha frente. Só conseguia ver a traseira do cavalo. Ele levantou o rabo e defecou no capô do carro da frente. O excremento fez um buraco no carro. Achei estranho mas não tive nenhum sentimento, continuava apenas observando até que o cavalo se virou e sua cabeça era de anta! Começou a tirar pessoas do carro e se alimentar. Pânico se instala na rua. Acordo.
Eu e Formiga / Lua

Sonhei que estava na produção de um evento de moda e uma colega derrubava no chão uma caixa com fotos polaroides que eu estava carregando. A caixa não era minha e eu estava indo entregar pro dono. Enquanto eu recolhia as fotos do chão, via que eram todas de uma mesma menina. Curiosamente, ela estava conversando com outras duas amigas ali perto e me via com as fotos.
Ela se aproximou de mim dizendo que não tinha visto essas fotos ainda e que não sabia que tinham ficado tão legais.
Me contou que seu nome era Formiga e que ficava com o dono da caixa as vezes. Eu não dizia nada, só ouvia.
Fomos andando em direção a uma rampa e o dono da caixa nos avistou, ficando um pouco assustado por nos ver juntas. Outras meninas também sacaram o que estava acontecendo e ficaram incomodadas porque também faziam fotos e ficavam com ele. Todas se sentiam especiais e únicas até aquele momento, onde descobriram que na verdade ele era muito mentiroso e mulherengo.
Ele ficava tentando de menina em menina jogar seu charme pra ver se alguma o perdoaria e também ficava querendo fazer ciúmes pras outras.
Chegava em mim perguntando se eu queria ir pra casa dele e eu ficava muito triste ao dizer que não porque ele também tinha me enganado por muito tempo.
Todas chamávamos ele de canalha e no final das contas, ele ficava sozinho e sem ninguém.
Formiga me dizia que queria que eu fizesse fotos dela e que a gente deveria pegar um ônibus e ir num restaurante antes disso, porque ela não comia fazia 3 dias pra poder estar bonita pro desfile.
Mais uma vez eu não falava nada, só ouvia.
Peguei o ônibus ainda com a caixa na mão e me sentindo muito desconfortável com toda a situação.
Resgate dos passarinhos / Lua

Sonhei que meu pé de amora estava quase do meu tamanho e quando eu o olhava de perto, via passarinhos de 1mm voando e pousando nele. Eu ficava contente que ele estava atraindo vida.
O vaso do lado tinha um outro arbusto e uma passarinha de tamanho normal querendo botar ovos. Ela botava 3 filhotinhos que já nasciam com penas e quase do tamanho dela.
Eu peguei um filhotinho na mão e levei até a minha mãe pra ela ver, depois voltei ele pro vaso e vi que tinha um bixo predador querendo comer eles. Uma doninha aparecia dizendo que ia salvar a família de passarinhos, os colocava em seu furgão (que era do tamanho de um brinquedo) e saia dirigindo bem rápido pra fugir do predador.
A doninha chegava em seu destino final e quando saia do furgão, virava uma menina magrinha de uns 24 anos de idade. Dizia que estava cansada por ter dirigido de Hampshire até Miami.
Ela tirou os passarinhos do furgão e os estabeleceu em um jardim muito bonito.
Carroça de M&M's do designer de games / Lua

Sonhei que olhava pela janela e via a Gabi no terraço de um prédio vizinho. Eu ia até lá e ela me dizia que era uma festinha pra assistir o jogo do Corinthians.
Fui dar uma volta pelo prédio e acabei entrando num apartamento bem grande e lindo, achei que era aqueles apes de visitação.
PFiquei impressionada ao ver uma pequena carroça de vidro com as rodas de madeira e um símbolo do m&m's colado. Cheguei perto e vi alguns de cores variadas em uma parte alta dentro do vidro e por fora, um grande botão preto escrito "push me". Quando apertei, os chocolates caíram e automaticamente todos os marrons ficaram para um lado e os coloridos para o outro. Achei muito maneiro e peguei os chocolates pela portinha na parte baixa da carroça pra colocá-los de novo e dessa vez filmar com o celular.
Enquanto estava filmando, um homem com traços levemente asiáticos apareceu perguntando se eu tinha gostado. Eu, extasiada, dizia que tinha achado muito divertido e logo percebi que ele era dono do apartamento. Pedi desculpas por ter entrado e ele me disse que estava tudo bem, que não tinha problema porque assim ele faria amizade com alguém. Me contou que era difícil ele sair porque trabalhava muito com o escritório era no ap e que também era difícil de achar alguém que soubesse lidar com o toc de limpeza dele.
Na hora, a ideia que tive (muito estranha por sinal) foi de dar um abraço nele pra ver se ele teria nojo por algum motivo. Na hora que o abracei, tive a sensação de que ele não fazia isso por muito tempo, porque ele deu um abraço muito aconchegante e forte. Eu achei legal mas percebi que ele ia me cantar, aí fiquei desconcertada e disse que tinha que ir embora.
Ao chegar perto do elevador eu notei uma grande sala com paredes de vidro, que era o escritório dele. Dentro tinha muitas coisas legais e uma grande mesa de reunião. Vi que ele era designer de games.
Entrei no elevador e o encontrei na portaria, meio creepy, dizendo que ia me ver na quinta de novo.
Novo casamento / li

Estava no quarto décadas da minha falecida tia BVM, e quem dormia comigo era o filho de RGR. Nos dois nos amávamos muito, e falávamos das nossas filhas. Ele falava para que rapidamente fôssemos morar juntos. Eu sentia feliz queRGR era da minha família.
/ gui v.

encontro pedro q. e tiago d. em ipatinga. a cidade, como é recorrente nos meus sonhos, parece apenas um encontro infinito de avenidas, rotatórias e elevados cercados de vegetação verdíssima. dou uma volta com p.q. e t.d. na intenção de anunciar que pretendia me matar, mas mudo de ideia, por achar que soaria dramático e desnecessário. não tenho assunto. anoitece. paramos num bar, uma das paredes é cheia de jarros de picles e outros vegetais de cor parecida. penso em pedir um lanche. saio de bicicleta e é fim de tarde novamente. parece que choveu. falo com brenda pelo telefone. ela usa palavras que não conheço. me sinto burro, estagnado. ela diz que está trabalhando em outra profissão (não é mais educadora). sinto saudades dela, mas não há nada que eu possa fazer. o sonho muda.



Bruno e outras pessoas me felicitavam pelo meu aniversário, eu achava estranho, primeiro porque não nos falávamos há tempos e também porque meu aniversário é em março. contudo ficava contente pelas felicitações.


estava ligando para o SAC de algo e não tinha resposta há horas, liguei diversas vezes e não conseguia ser atendida de maneira satisfatória, falava em inglês no telefone mas estava no Brasil na casa da minha família, que no sonho era completamente outra, minha mãe era uma senhora branca já grisalha e eu tinha uma irmã que estava falando de uma outra irmã nossa que havia morrido de câncer. a casa também era outra.
Dragões, talheres e asma / Tuk

Sonhei que estava dormindo na casa da Suellen, e acordei. Na cama que eu dormia tinha vários gatos, tipo uns 9. Um ou dois deles eram amigáveis, mas a maioria chiava e abria a boca mostrando os dentes pra mim. Quando eu vi isso, levantei com medo e a Su me deu uma bolinha para brincar com três gatinhos amarelos que estavam chiando. Depois de brincar um pouco, eles ficaram mais mansos, mas ainda tinha vários gatos que não gostavam de mim.

A Su tinha, além dos gatos, várias gaiolas de animais, incluindo uma redoma de vidro onde viviam dragões que eu tinha dado pra ela de presente. Tinha quatro dentro da redoma: dois razoavelmente pequenos e baixos, um bem mais alto com as asas abertas e um que parecia um lagarto grandão e gordo, porque ele ficava com as asas recolhidas. Esse, que tinha no corpo um degradê de cores do vermelho ao laranja, a Suellen apontou e disse:

"Esse tá ficando meio grande, né?"

"Verdade...", respondi

"Se ficar grande demais vai ter que sacrificar"

"Acho que você tem razão"

Nisso, os gatos já não estavam na cama e eu queria voltar a dormir. Quando eu deitei na cama, a Suellen me ofereceu uma cerveja (era uma Stella Artois) e eu aceitei. Abri e tomei um gole, e fui colocar a garrafa de lado, quando vi que já tinha uma Stella do meu lado que eu estava tomando e estava ainda na metade. Resolvi não dormir mais e fui dar uma volta.

Acontece que a casa da Suellen era dentro de uma espécie de Sesc. Ao sair da casa dela, me vi dentro de um complexo com várias coisas, gente praticando atividades físicas etc. Tinha uma cozinha que era como uma ilha no lugar, ou seja, ficava no meio de tudo e tinha aberturas para todos os lados, com cadeiras altas para se comer na bancada. Pedi alguma coisa, e eu tinha levado meus próprios talheres, que eu usei para comer.

Passado algum tempo depois que eu já tinha quase terminado, alguém na parte de dentro passou pra recolher as coisas da minha bandeja para lavar. Eu segurei porque ainda não tinha terminado tudo, mas pouco depois a pessoa passou outra vez, e dessa vez eu já tinha finalizado, mas segurei os meus talheres (garfo, faca e colher) explicando que eram meus, mas deixando eles na bandeja. Em seguida veio uma outra pessoa e recolheu meus talheres pra uma dessas bandejas grandes retangulares de plástico cheias de água para os talheres ficarem de molho, o que aconteceu mais rápido do que a minha reação, e aí reclamei para a pessoa que os talheres eram meus, e que iam se perder no meio da água com os outros. Ela disse em tom de desdém que depois eu ia achar. Percebi que a bandeja estava bem perto de uma janela do outro lado e dei a volta na cozinha, e quando cheguei coloquei a mão na água, que estava quase fervendo e tirei rapidamente. Apesar disso consegui pegar um garfo qualquer, que usei para cutucar os demais talheres e consegui achar o meu próprio garfo. Nisso, tive que achar um lugar para passar uma água fria na mão, e quando voltei procurei a janela, e a bandeja não estava mais lá. Ela estava no mesmo lugar, mas percebi que a janela em que ela estava tinha sido fechada e eu estava em outra janela, mas eu não conseguia alcançar. Quando eu tentei ir para a outra janela, não conseguia abrir e resolvi entrar na cozinha para pedir meus talheres de volta.

O trabalho na cozinha já tinha praticamente terminado pro dia, e duas ou três pessoas estavam lavando a cozinha quando eu cheguei na porta e perguntei: "Oi, pegaram meus talheres da minha bandeja e eu queria eles de volta". A mulher que me respondeu estava sentada em uma cadeira daquelas de madeira que se dobram, e a cozinha tinha várias dessas dispostas todas no mesmo sentido, como se alguém fosse dar uma palestra à frente delas. Quando eu falei, ela virou pra mim e disse:

"Agora a gente não pode, porque vai ter ajuda"

"Mas eu quero meus talheres de volta, e eles vão se perder no meio dos outros"

"Quem foi que pegou seu talher?"

Eu não fazia a menor ideia do que era "ajuda", mas comecei a tentar identificar por ali a pessoa que tinha pego meu talher, quando comecei a sentir uma falta de ar repentina. Virei e falei: "Peraí que eu acho que eu to passando mal", e fui embora em direção à casa da Suellen, porque eu sabia que a Natália estava lá com a minha mochila, e na minha mochila tinha minha bombinha.

Enquanto eu ia embora, piorava minha falta de ar, e eu ia arqueando o meu corpo pra frente. Lembro de ter ouvido, enquanto andava, alguém dar uma lição no pessoal da cozinha, dizendo que "não se tratam desse jeito nossos clientes". Continuei andando, cada vez mais lentamente, quando encontro dois homens andando no mesmo sentido que eu, e que me pareciam muito altos, talvez por eu estar com o corpo curvado e mais baixo. Eu já quase não conseguia respirar ou andar, então me apoiei em um dos homens para ver se ajudava, soltei dele e me apoiei no outro, mas não adiantou. Estava quase impossível respirar, e eu senti que ia desmaiar, aí eu acordei, com o nariz completamente entupido.
Eventos / li

Eu andava nas imediações da Avenida João Pessoa com Azenha, em Porto Alegre e peguei carona com GA, ela falava que havia se separado. Desci e caminhei por um trecho e encontrei o ex de GA, que dizia que estava rocessando ela, inclusive por direitos autorais. Entrei em uma galeria comercial estava SA, produzindo-se um evento. Ela ensaiava, desfilava e deitava num sofá, e percebi que elástica se calcinha.
Em cima / li

Estava com meu marido e uma amigo seu, caminhávamos à noite pela rua Pinheiro Machado e parque Itaimbé. Procurávamos algum lugar e resolvi levá-los em um lical que eu achava legal. Subimos um morro, muito alto, com vista bonita. Amanhecia, fazia um pouco de frio e sentamos para apreciar a vista. Meu marido perguntou quanto custava um terreno por ali, já que havia algumas casas, e eu falei que custava barato, de 4 a 20 mil reais. Percebi que havia um trilho de trem logo abaixo, mas uma descida íngreme me impedia de ir ali.
Conexões hexagonais / Lua

Sonhei que namorava um cara que eu não sabia o nome (vou chamá-lo de Fulano), estava com ele passeando por um bairro e procurando um lugar alto pra tirar foto. Ele me disse que me levaria num lugar mas que era meio difícil de subir. Eu o segui e então chegamos num beco muito estreito, onde só passava uma pessoa por vez.
No final do beco, havia uma escadinha feita de barras de aço grudadas na parede e um pouco mais acima no final da escada, havia um buraco. Ele me explicou que teríamos que subir e atravessar o buraco, mas que quando chegássemos lá, deveríamos entrar com as costas no chão e a barriga pra cima.

Estava um dia bem quente e ensolarado, eu pude sentir as barras de aço quase queimando minhas mãos por terem ficado ali expostas no sol. Ele subiu primeiro eu via o quão estreito aquele buraco também era porque ele virou a cabeça de lado, encolheu a barriga e ainda por cima ralou a bochecha pra passar. Eu me virei pra me enfiar senti o concreto do buraco arranhando minha bochecha esquerda.
Quando me levantei, vi que estávamos numa espécie de casinha feita de madeira com o teto um pouco baixo (mas alto o suficiente pra eu ficar de pé) e algumas janelas de vidro bem sujas por onde a luz do sol entrava um pouco. Essa casinha era uma sala em formato hexagonal, com alguns colchonetes finos espalhados pelo chão e uma espécie de pira pra acender fogo no meio, mas só tinha umas pedras pretas dentro.

Eu me senti muito confortável no lugar e o Fulano me disse que o ar dali era como md, pra eu respirar bem fundo e aproveitar.
Mais dois homens e duas mulheres apareciam e todos eram amigos ou conhecidos do Fulano. Cada um se acomodava em um lado do hexágono e todos começavamos a conversar sobre o movimento das coisas, interações, conexões e amor, tópicos que amo discutir. Todos respiravamos aquele mesmo ar abafado que nos deixava cada vez mais próximos mesmo estando em lugares diferentes na sala.

Íamos tirando nossa roupa, um por um, porque o lugar estava bem quente e porque estávamos tão íntimos que já não importava mais se estávamos vestidos ou não. Começamos a fazer carinho em nossos próprios corpos como se estivéssemos fazendo uns nos outros, porque cada toque era como se fosse a outra pessoa tocando. Aliás, não só com uma mais com todos. Estávamos sentados separados, de olhos fechados e eu me sentia conectada com todos, menos com Fulano. Resolvi olhar para a esquerda e vi que ele não estava desfrutando do momento e sim se aproveitando de uma das mulheres que estavam lá, beijando o corpo dela e passando a mão em suas partes íntimas. Ela não conseguia perceber porque estava concentrada e conectada no carinho geral e de olhos fechados.

Naquele momento eu senti muito nojo dele e tive noção de que ele era só um aproveitador que estava estragando o clima de uma coisa que ele mesmo tinha me apresentado. Apesar de chateada, eu não queria desperdiçar a troca com aquelas pessoas que estavam nuas de corpo e alma junto comigo.
Cutuquei fulano no braço e falei quase chorando que ele era um escroto. A mulher abriu os olhos e também olhou pra ele indignada por ele ter quebrado a conexão da roda, por ter abusado dela e por ter me traído. A roda não tinha intuitos sexuais e a atitude dele chocou a todos.
Tiramos ele do local e eu fiquei muito triste, as mulheres me abraçaram e os homens deram um beijo na minha testa. Acordei.
Escadas quebradas / li

Era sábado à noite e eu estava em Porto Alegre. Caminhava no centro e entrei numa galeria para ver as lojas. Havia um segundo andar, mas com escadarias quebradas, que dificultava a passagem. Encontrei XP e ele me chamou para ir num apartamento por ali. Era de uma amiga sua, uma senhora, professora aposentada, com vida simples, que conheceu pela internet. O apartamento era pequeno e simples, com enfeites de cafonas, guardanapos e paredes verdes emboloradas. Ali era um ponto de encontro de pessoas que iam se divertir, jogar cartas e conversar. Olhava pela janela e via que avista era bonita, uma grande janela para a rua Andrade Neves e Borges de Medeiros. Era madrugadas eu pensava um jeitonpara voltar para casa segura.
Anderson Silva / Hannap

Sonhei que tava tendo uma festa numa praça. Tipo uma feira numa praça grande, aberta.
Tava eu e meu pai Jorge. A gente tava andando, fumando maconha.
E tinha polícia. A polícia tava vindo atrás da gente.
Uns policiais começaram a caminhar atrás de mim.

Eu já não tava fumando e pensei: — Aahh o policial vai ir lá naquela outra galera que tá fumando. Eu tô de boas.
Eu falei pro meu pai: — Vambora! E a gente foi pra parada de ônibus.
Chegando lá meu pai percebeu que esqueceu alguma coisa na praça, um chapéu.
Eu falei: — Vai lá e busca então.
Eu fiquei na parada esperando ele voltar. Nisso chegou o José Aldo e mais um outro lutador que não me lembro quem era.
Eu pensei: — Bah, que legal, o José Aldo!
Aí eles pegaram o ônibus e foram embora.

Depois chegou o Anderson Silva e um outro lutador também brasileiro, negro e carismático, tipo o Anderson Silva, só que era um lutador que não existe na vida real. Era como se fossem dois Anderson Silva.
Aí eu pensei: — Aaahh não acredito! Vou ter que fazer uma foto.
Aí comecei a conversar com eles: — Poxa cara. Preciso falar com vocês. Vocês são uma super inspiração pra mim. Eu vejo vídeos de vocês, entrevistas. E quando eu tô desistimulado, preguiçoso, vejo um vídeo de vocês e aí eu levanto, vou trabalhar.

Falei isso. Era verdade no sonho. Eles eram muito importantes pra minha motivação.
Eles gostaram e aí eu disse: — Pô que legal cara! Então vamos fazer uma foto aqui, vamos fazer uma selfie.
Tirei a foto. Aí eu falei: — Pô Anderson. Tu é muito cabeçudo, cara!

Ele ficou atrás de mim e a cabeça dele era maior que a minha na foto.
Aí chegou o ônibus deles e eles foram embora. Depois chegou o meu pai com o chapéu dele.

Polícia do Exército e maconha / Hannap

Sonhei que eu tava numa casa que era um hostel em algum outro país, mas todo mundo que tava lá era brasileiro. Acho que era no Brasil mesmo. Tava o Vini Guerra também. Era um lugar onde todo mundo fumava maconha.

Aí começou a aparecer polícia na rua. Polícia do exército. Cercaram a nossa casa. A galera se ligou e continuou fumando maconha, só que num lugar bem fechado dentro da casa. Um quartinho cheio de portas. Tinha que passar uma porta, uma outra, uma cortina, passar embaixo de um pano e entrar no quarto. Era um quarto fechado com ar condicionado ligado. Ali se fumava maconha, pro cheiro não sair e ninguém ver.

Só que nesse trajeto até o quarto a galera andava pela casa. Era uma casa aberta. Tinha um corredor no topo da casa, que era aberto. Passavam pelas janelas e dava pra ver lá de baixo. A polícia via a movimentação de gente entrando, subindo e descendo. E aí uma hora eu falei pro pessoal: — Olha, se eu fosse da polícia do exército eu ia me ligar que a galera tá fumando. Entra e sai, sobe e desce.

Os caras ficavam ali embaxo. Dois policiais na esquina, mais dois na lateral da casa, mais outros dois na outra lateral. Era uma casa de esquina. Tinha um pessoal mais maconheiro que morava nesse hostel e tinha um pessoal de passagem.
Aí eu pensei: — Bom, parei de entrar e sair do quarto.
Fiquei no hall de entrada do hostel.
Eu nem vi quando a polícia do exército escalou a casa, entrou no quarto, prendeu todo mundo, desligou a internet.

Eu fiquei lá na entrada, na grama. De repente eu tava mexendo no meu celular e a internet travou.
— Ué?! O que aconteceu? Aí me falaram: — Desligaram a internet. Tu não viu que eles entraram, prenderam o pessoal?
— Ihh meu deus!
Depois tava eu e o Vini Guerra andando pela rua dessa cidade. A gente ia conversando e fumando beck na rua.
Neon / Lua

Sonhei que ia pra Paranapiacaba sozinha e encontrava um letreiro de neon imenso no meio da neblina.

Estava escrito "move on" e eu ficava observando sentada enquanto tomava um café.
Deputados conhecidos / dmtr

Sonhei que me interava que Bat Z. era candidato a deputado federal. achava muito low profile pois ele nunca havia mencionado em nenhuma conversa nem em redes sociais, parecia um pouco chique separar a vida política da vida normal.
E logo descobria que o Marcos G. havia se candidatado também logo depois.
Paris com muitos lugares. / li

Eu estava na Unifra e de repente me confundiram com uma fotógrafa famosa. As pessoas falavam sem parar e eu não conseguia falar que não era a tal fotógrafa. Tentava ir embora, mas me perdia com a saída. Encontrei MDV , e conversamos muito, parecia como se fôssemos namorados, mas logo ele cometa fazer uma performance sexual no restaurante, muito inadequada e violenta e resolvi sair. Atravessava ruas, cercadas de paisagens verdes, com gramados lindos. Cheguei num local que parecia a rua André da Rocha com a av. João Pessoa de Poa, e logo percebi um prédio muito alto, estilo chinês. Fui para perto para fotografar, mas anoitecia e tinha um jovem que ameaçava e percebi que eu estava em Paris. Eu caminhava e via ruas com ladeiras íngremes, pareciam ter 90graus! Uma moça vidente é desconhecida se aproximou e retirou meus cristais radionicos do pé, pq dizia que não eram boa coisa.
Logo cheguei em uma praia, e logo vi um castelo, era no litoral da França. Vi FVC do meu lado e comentei que no castelo havia um restaurante ótimo. Entramos e minha filha sentou na grande mesa e comia sopa. A dona organizzava tudo metodicamente.
Polvinho e titanic / Lua

Sonhei que ia fazer uma excursão com a faculdade mas me atrasava e tive que ir sozinha até o local. Chegando lá, as pessoas tinham que passar por várias catracas simultaneamente, o que deixava tudo mais lento e meio enrolado porque elas ficavam todas juntas, como um obstáculo. Eu ia por último e o segurança me dizia que eu devia passar com as costas abaixadas, numa posição similar a do Keanu Reeves, em Matrix.
As catracas eram a entrada pra uma espécie de realidade utópica. Quando entrei, me vi em uma praia paradisíaca num dia ensolarado, acompanhada de uma mulher e um homem. Quando passei a mão na água, vi que um bichinho grudou nela e se parecia muito com uma estrela do mar, mas ao tentar tirar ele, vi que na verdade era um pequeno polvo. O homem que estava comigo tirou o polvo com cuidado pra colocá-lo de volta na água.
Reparei que atrás de mim havia uma porta e quando eu a abri pra ver o que tinha do outro lado, me deparei com o cenário noturno de um cais. Me emocionei ao ver que o Titanic estava parado ali e automaticamente eu começava a ouvir o instrumental de "My heart will go on", da Celine Dion.
Entrei deslumbrada no navio, passei pelo salão onde serviam o jantar e subi algumas escadas pra ir pra parte externa.
Eu avistava a famosa grade branca na ponta do navio e mesmo com a chuva que começou a cair de repente, eu filmava o caminho enquanto andava em direção a grade. Chegando lá, encontrei a Larissa, que pedia pra tirarmos uma selfie e eu recusei por medo de deixar o celular cair na água.
Amanhecia um lindo dia e eu acordei no momento em que a buzina no navio tocou.
The cutest dream ever / Lua

Sonhei que estava me sentindo triste e então me mandavam uma mensagem no celular dizendo que iam me encher de carinho. Eu sorria e quando olhava pra frente, via a pessoa parada com o celular na mão, abrindo os braços e dizendo "você é tão especial, vou te dar amor", e aí, o celular despertou. Não queria ter acordado.
The Purge / Lua

Sonhei que ainda morava na antiga casa com a minha mãe.
Surgia a notícia de que um presidente xpto era eleito e que tinha mandado explodir alguns bairros de SP. Dito e feito, o nosso bairro e nossa casa eram explodidos. Por sorte, eu e minha mãe não estávamos lá. Fiquei procurando roupas e alimento nos escombros da casa pra gente poder peregrinar por um tempo e encontrar algum abrigo, porque aparentemente o país havia ficado num caos parecido com o do filme "The Purge".


eu tinha chamado o Vitor pra sair mas ele não me respondeu. uns dias passaram e ele me chamou pra sair, também esqueci de responder. ele me disse que o Douglas contou que eu estava viajando, eu confirmei, mas que já havia chego de viagem e queria vê-lo.
Presa / li

Eu arrumava um apartamento antigo e grande, ia receber convidados. Pedi para minha mãe lavar copos. Entrei num quarto com minha mãe e vi uma cobra bege em pé. Faleinpara minha mãe e sentimedo, não sabia colo sair dali. Logo a cobra se enrolou na minha perna e minha mãe não me ajudava. Eu tentava gritar e a voz não saía.
perfumes derramados / li

Abri meu guarda-roupa e vi que somente meus perfumes Chloe estavam caídos e vazavam.
Pássaros escondidos / li

Estava num apartamento grande com minha mãe e outras pessoas.. havia uma sacada grande e fomos trocar de pugarbuma mesa grande. Dentro da sala, achamos bancos e ao vira-los, senti cheiro ruim, vimos que havia uma toca com dois passarinhos ali dentro. Não sabia como viveram ali dentro, e senti medo. Pedi para minha mãe tirar eles dali.
Yoko e encontro / li

Era uma manhã cinza, a chuva havia parado e caminhei para a beira de um rio, sentei e com outro homem junto esperávamos a Yoko Ono chegar, havia algo para resolver sobre seu pai. E sentia que havia comido muita comida, muito arroz. Logo eu já caminhava pela rua Lima e Silva com a República, em Poa. Parei em uma van de lances e conversávamos sobre direitos trabalhistas. Parei na esquina para amarrar os tênis e alguém gritou o nome de Z. Olhei em volta e vi Z caminhando, e ele me olhava curioso. Ele seguiu cainhando e me olhava a todo momento. Eu ia para casa e tentava lembrar com quem minha filha havia ficado, se havia ficado sozinha, não lembrava. Vi Z na janela de u edifício.
3 na cama / li

Estava com T e XP numa casa nova que algum de nós moraria. Caminhávamos e ríamos, felizes na noite. T falou para entrarmos na casa de sua avó, que era muito grande e luxuosa, havia piscina dentro de casa, quartos com decoração estilizada e requintada. De repente, eu acordei junto dos dois, e vi que estava com esperma no meu corpo, e não sabia de quem era, já que os dois também haviam transado. Sentia sozinha e perdida na noite, mas feliz por eles estarem perto.
Sonhos passados / Gaya

Tudo começou em um tempo de rei e rainhas,e eu no sonho era apenas uma camponesa. Vivia em um celeiro abaixo do reino e não tinha família, eu cuidava dos cavalos para o Rei. Eu vivia trabalhando bastante, cuidando do feno e dos cavalos com muito amor, e nas noites eu saia para beber em um barzinho velho e fedido cheio de ratos, mas qual me confortava diante a minha solidão, nessa noite de volta para casa fui perseguida por um homem, do qual não podia ver sua face, confesso que fiquei com muito medo, porém me senti forte com a presença de minha adaga em minha cintura. Em questão de segundos ele sumiu diante a escuridão noturna, arranquei com meu cavalo pois as 5:00 eu tinha trabalho. No dia seguinte eu estava trabalhando e vi a princesa escondida atrás do feno no celeiro, achei curioso e fiquei encantada com tamanha beleza, o Rei me clamava me perguntando se
Vi a princesa?? E eu por via das dúvidas disse que não sabia! O Rei mandou cavalheiros para fora do reino. Foi quando tudo começou de verdade em minha vida monótona e solitária, a princesa me agradeceu e me convidou para dar uma volta com ela, eu assustada com a situação e com medo do rei descobrir a minha mentira, aceitei (pensei que quanto está na merda é melhor abraçar o capeta ). Fomos a uma cachoeira em um vale que parecia mágico, como em conto de fadas tiramos as roupas e nadamos sobre a imensa cachoeira, nesse dia nos conhecemos muito, e descubrimos o qual similares éramos. Neste dia ganhei uma grande amiga ou talvez um grande amor. A noite fomos ao meu bar favorito e ficamos super bebadas e acabamos nos beijando, no momento as duas ficaram surpresas pois era uma novidade para mim e para ela também!! Voltando com nossos cavalos, sabíamos que não poderíamos voltar para casa, então resolvemos ir para a floresta. A noite na floresta e sombria e escura, mas não sabíamos que havia a presença de seres místicos, acordamos com homens incrivelmente lindos ao nosso redor, e nós duas estávamos curiosas diante a situação, nós oferecerão uma fruta da qual nos faz a desejar algo de mais profano..: e eu me deitei com um dos caras junto com a princesa e tivemos uma sensação da qual era inexplicável, acordamos no dia seguinte e não sabíamos se era um sonho. Buscamos frutas das árvores e fomos nadar na cachoeira, ao tirar nossas roupas começamos a observar uma a outra, até que percebi que a tocava e sentia algo intensamente inexplicável com seu toque e beijo, como em meu sonho. Lhe juro que pedia para que não fosse mais um sonho, e não era. Sabíamos que se o Rei soubesse eu estaria morta, e já imaginava que ele sentia minha ausência com seus cavalos. Mas o sentimento era inexplicável, quando dei a mão a princesa cai das nuvens, e acordei em um mundo diferente que não era o meu, como a atualidade humana e sonhei coisas distintas, mais seu rosto aparecia em meu sonho, mesmo em outra dimensão de sonho.
Operado pelo Papa Francisco / Hannap

Eu estava numa convenção em um ginásio, onde o Papa se apresentava. A apresentação dele era incrível, ele fazia magia, voava, se transformava no Papa Ratzinger, depois em mulher e depois voltava a ser o Papa Francisco.
Eu estava sentado na primeira fileira e estava com um problema no intestino, no lado esquerdo.
O papa veio e fez uma cirurgia em mim. Abriu e tirou um pedaço do meu intestino.
Foi tudo muito rápido e bem feito.
Depois de um dia eu estava caminhando com o Dimitre e fui em uma escola onde eu e a Lara fazíamos ioga. Chegando lá eles tinham pintado o mural com a minha cara e a da Lara. Fazia um ano que nós havíamos nos inscrito na ioga. Eles pintaram o nosso retrato e escreveram: Parabéns! Um ano de vida! Eu achei aquilo muito inusitado e engraçado e resolvi fazer umas fotos para mandar pra Lara (em poucos dias seria o aniversário real dela). Me deitei no chão para conseguir um ângulo bom pra foto. Foi quando me deu uma pontada lancinante na barriga, bem no lugar da cirurgia. Comecei a chorar de dor. O Dimitre, o Antonio e a Ju estavam lá e eu contei pra eles da cirurgia. Chorei bastante e me dei conta de que eu ainda estava em recuperação. Não deveria ter feito esforço abdominal.
Nu inconveniente / li

Estava em Porto Alegre no meu antigo apartamento e um elevador estava com problemas. Logo estava com M no Brasil. Ele dormia nu no meu lado, mas eu não queria ele ali, esperava ele ir embora. Era a casa da minha avó e deixei-o dormindo e sai. Era dia de sol e caminhei. Quando cheguei em casa , minha prima LM estava chegando e a recebi, pois era a casa da minha avó. Tentei fazer ela ir embora, pq além de inconveniente, não queria q soubesse de M. Entrei na casa, fui no refeitório e vi a porta dos fundos aberta, e pensei q minha avó e tio O, q haviamviajado, tivessem esquecido assim. Logo chegou meu primo e filhos com amigos, e eu corri para-o quarto para segurar M, ele estava acordado na cama. Sai e fui organizar as coisas, recebi um telefonema e eu falava muitas coisas, mas de repente fiquei preocupada pq havia esquecido com quem eu falava. Chegou amigos e diziam que M tinha jogado uma corda pela janela e saiu nu na rua, diziam que sua situação financeira era péssima. Caminhei num jardim lindo com uma moça que disse que era bom que eu não tinha filhos com ele.
Seita / Lua

Sonhei que saia de um shopping pela rua de trás e como eu não estava habituada com aquele caminho, acabava me perdendo. Um homem muito estranho aparecia e dizia que se eu cortasse caminho pela casa que estava mais a frente, eu sairia na rua principal.
Eu o segui e então subimos uma escada muito velha que estava na calçada e dava direto na entrada da casa. O homem desapareceu e eu fiquei sozinha tentando achar a saída daquela casa sinistra.

Andei pelos corredores e então avistei um grupo de homens reunidos em volta de alguma coisa no escuro, me assustei mas logo percebi que eles estavam imóveis como bonecos. Todos tinham expressões fortes no rosto e usavam túnicas. Cheguei mais perto e vi que estavam em volta de mulheres nuas, que pelas expressões pareciam assustadas.

A situação era muito perturbadora e eu corri tentando achar a saída, mas as mulheres que estavam ali "despertaram" e foram atrás de mim, elas me puxaram e me levaram pra frente dos homens, (que também haviam despertado) tiraram minha roupa, me colocaram de joelhos no chão e acorrentaram meus pulsos e tornozelos.

O homem mais importante falou pra eu ficar mexendo a língua fora da boca que ele a ia cortar com uma faca pequena e fina que estava segurando. Eu obedeci mas estava apavorada imaginando a dor que sentiria e como seria viver sem língua, mas me coloquei pra pensar em como aquela situação era improvável, então me dei conta de que era apenas um sonho ruim e me tirei de lá pra acordar.
Espectatorialidade / Lua

Sonhei com a descoberta de uma magia rara e muito poderosa, provavelmente porque o Diogo me explicou sobre a palavra "Espectatorialidade" ontem e eu a achei parecida com um feitiço de filme.
M no aeroporto / Lua

Sonhei que acompanhava M até o aeroporto de Guarulhos para ela ir embora porque estava se sentindo triste, e mesmo eu não a conhecendo direito achei que seria válido não a deixar sozinha.

Estávamos no terminal 3 e ela tinha que ir para o 2 por ser um voo nacional e quando ela ia se despedir, me olhou com os olhos cheios de lágrimas e me abraçou. Passei as mãos nos cabelos dela e pensei em como aquilo soava familiar.
Eu tirei alguns fios de seus cabelos que estavam grudados em suas bochechas por conta das lágrimas, eles eram lisos e grossos.

Ela parecia muito indefesa e eu quase pedi para ficar comigo em casa por um tempo. No começo do sonho, eu tinha a sensação de que ela estava triste por simplesmente não querer ir embora, depois, a sensação que ficou, era que de ela tinha se apegado a mim naquele momento e não queria me deixar.

Ela me abraçava forte e agradecia o cuidado enquanto chorava baixinho.
Mansão assombrada / Lua

Sonhei que estava numa mansão antiga e acabava indo parar no subsolo, que era cheio de cômodos bem grandes. As paredes eram de pedra, haviam correntes e grades por todos os lados e até uma espécie de córrego que passava entre as salas pelo chão.
Era de madrugada e eu via estátuas de guerreiros criando vida e tentando me acertar com espadas, mas eu mergulhava no córrego e passava por debaixo de uma grade pra fugir pra outra sala.
Nessa outra sala, eu encontrava um pacotinho de lentes verdes e uma vasilha de soro do lado. Era uma lente bem grossa, eu molhava ela no soro e colocava no olho direito. Quando me olhava no espelho, via que eu já usava uma outra lente no olho esquerdo, mas era da cor dos meus olhos. Eu a tirava e percebia que usei lentes a vida toda sem saber, mas também não colocava a lente verde nesse olho.

Indo pra outra sala, eu via algumas aparições bem sinistras e tentava desviar ao máximo a atenção delas, até chegar em um corredor com muitas portas grandes e pesadas. Uma porta se abriu lentamente e quando eu entrei, não conseguia mais sair. Apareceu um homem e uma mulher, nus e chorando. O homem devia ter uns 60 anos e a mulher uns 30. Era como se essa mansão abrigasse os espíritos de pessoas ruins ou das que sofreram algum abuso aí.

Eu subia em cima da mesa desesperada pra tentar fugir do homem que vinha em minha direção, mas ele agarrava minhas pernas, dizia que ia me estuprar e fazer várias outras coisas bem nojentas. Eu me pendurava em correntes que estavam no teto e tentava ir pra longe dele, mas a mulher me segurava e começava a me bater com uma corrente de ferro. Ela tinha olhos verdes e uma maquiagem preta borrada por conta das lágrimas. Eu pedia que ela parasse de me bater, dizia algumas coisas sobre feminismo que a tocavam e então ela parava de chorar e me deixava ir embora em paz.
Unusual affection / Lua

Sonhei que estava passando por uma rua e de longe avistava S. Quando eu chegava perto, S me cumprimentava e eu ficava muito contente com isso, ao mesmo tempo que parecia que algo pesado tinha saído de minhas costas.
Acabamos firmando uma amizade cheia de afeto e proteção quase que no mesmo instante.
Sentamos em uma arquibancada pra observar umas máquinas operando e S fazia carinho em mim enquanto eu perguntava preocupada se S estava com fome, então abrimos um pacote de Doritos pra comer.
Uma das máquinas pegou S com um gancho e levou pra dentro das coisas que estavam construindo, que logo percebi que era tipo um jogo de tabuleiro gigante. Isso me deixava muito perturbada e me fazia ir correndo tentar salvar S.
Quando conseguimos nos encontrar de novo, ganhei abraços. S pegou em minha mão enquanto tentávamos achar o caminho da saída. L
Laser Dream / Dmtr

Sonhei que estava trabalhando em uma cenografia de festa, era um projeto muito suntuoso, com equipamento e orçamentos exuberantes, mas era encomendado pra uma festa privada de um ricaço talvez até meio mafioso, pois ia pagar todo mundo na hora, em um cheque diferente escrito com uma tinta verde.

haviamos que entrar um de cada vez na sala pra receber e eles escreveram meu nome errado no cheque, algo como laser dream no lugar do nome.
ja era fim da festa quando chegava a Agus e mais algumas gurias. A Agus estava feliz, bebada, com o cabelo platinado e um vestido verde. um pouco mais gordinha que na vida real e muito divertida.
Havia feito uma tatuagem em cima do esterno, era um bonequinho feito de palitinhos, era um desenho muito sintético mas bonito, um boneco andando de bicicleta e havia algo mais como uma pipa. era muito inusitado mas ao mesmo tempo combinava muito bem com ela.

conversava um pouco mas estava preocupado em desmontar, receber o cheque, todo mundo indo embora, e toda a equipe tecnica se apertando num microonibus no meio de malas de viagem (meio bolsas esportivas coloridas) e alguns indo pra um caminhão boiadeiro.
Avó ao lado / li

Acordei na minha cama, minha filha dormindo ao lado, amanhecia, e vi que ao lado da filha estava uma senhora, minha avó que não conheci, CSB. Ela tinha pele morena e rugas embaixo dos olhos. Estava bem gorda e flácida. Minha filha acordou e perguntou quem era, falei que era sua bisavó.
Amora Alienígena / Lua

3. Sonhei que meu pé de amor estava grande e cheio de frutos maduros pra comer, eu ficava muito feliz e comia duas amoras, pegava uma bem grande e bonita pra dar pra alguém mas via que essa amora era meio diferente. Algumas bolinhas da fruta estavam dentro de uma outra bolinha transparente, como se fosse uma camada protetora.

Ela era maior do que as outras e eu a achava meio alienígena.
Meia-calça / Lua

2. Sonhei que estava andando pela 25 de março procurando meia-calça pra comprar.
Eu acabava entrando em ruas que eu nunca havia visto antes, que eram mais chiques e pareciam ser em outro país. Olhando as vitrines, eu via uma meia azul e outra vermelha que me interessavam muito. Custavam R$16 cada, então as comprei.

Mais adiante na rua, eu entrava em uma loja que vendia uma preta por R$40 e acabava discutindo com a vendedora porque ela estava atrasando minha ida pra Suíça.
Trust / Lua

1. Cheguei em casa hoje e resolvi dormir mais um pouco porque ainda era meio cedo. Quando peguei no sono, a situação que acontecia no sonho era igual a realidade: eu dormindo no meu quarto.

Minha mãe entrava e me acordava pra perguntar o que significava uma palavra em inglês que ela tinha visto no celular dela, me mostrava e eu conseguia ler “trusts”. Eu dizia pra ela que significava “confiar”, que tem “s” no final porque está em 3ª pessoa e exemplificava dizendo “She trusts you = Ela confia em você”. Minha mãe ficava confusa e dizia que nunca tinha visto essa palavra na vida dela, dizia que estava errado e se eu tinha certeza de que era isso mesmo chegando a perguntar se eu não estava inventando. Eu afirmava pra ela que era isso mesmo e não tinha como eu inventar, mas ela seguia desacreditando e tirando um leve sarro de mim.

Eu ficava nervosa com a situação porque estava com muito sono e ela seguia teimando na existência e significado da palavra, então resolvia pegar meu laptop e escrever a palavra no Google pra ela ver que eu não estava mentindo.
Ao acessar o site, tentava escrever a palavra no campo de busca mas não conseguia acertar. Sabia como se escrevia, mas na hora de digitar eu simplesmente errava todas as vezes. Eu digitava thrusts, truht, schuts, trut, turts e thrusts de novo, o que fazia ela ficar rindo de mim falando que eu inventei e isso me deixava extremamente frustrada a ponto deu perceber que estava sonhando.

No momento em que vi que era um sonho, eu disse a ela que estava escrevendo errado porque estava com muito sono, então finalmente digitava certo e ligava o áudio de um tradutor pra ela ouvir a pronúncia da palavra. Saiu do quarto e eu resolvi acordar porque esse sonho tinha sido muito chato.
The lost child & the forgotten mannequins / Lua

Sonhei que estava saindo de uma festa com algumas pessoas e passando pela rua eu via uma mulher tentando se comunicar com uma criança que estava presa sozinha dentro de um carro pequeno (um Celta ou um Ford Ka modelo antigo) e verde claro. A porta estava meio aberta mas a menina não conseguia passar pela fresta. Quando eu me aproximei, vi que a menina murchou a barriga um pouco e passou tranquilamente pela fresta - que era minúscula - da porta do carro.
Peguei a menina no colo e perguntei sobre sua mãe, seu pai e se ela sabia onde eles moravam, ela me contou os nomes e disse que moravam em Camprebleh ou algo assim.

Chamei as meninas que estavam comigo e entrei no carro verde pra levar a criança de volta pros pais.
Tentanto sair de lá, eu levava o carro até um poste branco que tinha vários manequins beges quebrados e largados em volta, mas não conseguia engatar a ré e acabava batendo no poste.

Eu nem ligava que batia o carro porque estava meio deslumbrada com os manequins já de olho em quais eu ia levar, mas pensava "vou levar a criança primeiro e depois eu volto pra pegar".

Conseguia sair de lá e após dirigir por 1min, parava perto de outro poste com manequins mais inteiros em volta, só que dessa vez pretos.

Eu pensava "Caraca, o Dimi não vai acreditar no que eu encontrei", dizia que era meu dia de sorte e falava pras pessoas no carro "Opa mulherada, achei minha mina de ouro! Esse sonho vai ter nome de banda ou filme, só pra ficar maneiro."

Acordei e vi as pernas da beautiful Doris ao meu lado.
Voltas / li

Entrei numa sala de aula esatavam colegas queridos. Após andei por montes cercados de rios, que era a zona sul de Porto Alegre e cheguei no apartamento danprima Cvs e acordei e era meu quarto de infância. Ali estava S e sua esposa. Eu e S conversamos e uma emoção grande surgiu entre nós, muito carinho. Eu, S e sua esposa nos abraçamos num momento de extrema ternura, não havia sentimento ruim. S ia embora e combinamos com unha prima desfazer batatas e carne para jantarmos.
Incêndio / li

Estava numa outra cidade e num apartamento novo do meu pai. Num quarto estava meu irmão, seu filho e esposa, era um quarto que eles dormiam na sacada, e eu fui fechar os vidros pq havia ladroes loucos e perigosos lá fora. Meu sobrinho quase caía da cama e eles dormiam. Minha filha estava com minha irmã em algum lugar do prédio, era madrugada e eu saí para fora. De repente o prédio começou a pegar fogo. Chamei vizinhos e eles traziam latas de água. Desesperada fui atrás da minha filha, encontrei minha irmã e outras crianças e vizinhos no pátio interno do prédio, sentados numa escada no meio da fumaça e falei que deveriam sair para não respirar a fumaça e ninguém saía. Corri procurando minha filha e não encontrava, parecia que eu ia explodir de tensão, enquanto não a encontrava.
Dirigível / Lua

Sonhei que havia mudado pra uma casa no interior com a minha família e ficava super feliz por ter finalmente saído de São Paulo. As residências dos vizinhos eram um pouco afastadas umas das outras e os terrenos eram bem planos.
Pela janela do meu quarto, eu via flutuando no céu nublado um dirigível imenso que cobria o bairro todo com um guindaste acoplado embaixo. Dava pra ver que era algo muito importante, porque flutuando próximo a ele, havia uma nave preta que era base do governo, forças especiais ou algo assim.

Observando o dirigível, eu avistava uma corda pendurada nele e ficava imaginando como seria me enforcar lá. Apesar dele estar um pouco distante e absurdamente alto comparado a janela do meu quarto, a corda aparecia em minhas mãos. Eu achava legal estar segurando ela e começava a balançar bem forte pra ver se conseguia fazer o dirigível mexer. Eu sabia que isso daria problema, mas mesmo assim continuava balançando. Estava tudo muito divertido até que eu ouvi um barulho de vento, como o do ar que sai de uma bexiga, só que bem mais alto.
Nessa hora eu congelei e pensei "puta merda, não acredito que eu estourei o dirigível... Mas não vão saber que fui eu porque pode ter sido qualquer um já que ele cobre todo o bairro."
Eu descia correndo pelas escadas pra sair de casa e ver melhor o dirigível murchando. A vizinhança toda já estava na rua em desespero e a base flutuante preta deixava seu posto, o que também era meio preocupante. Eu via a corda dele mais uma vez e a pegava, puxando-o pra mim enquanto o mesmo caia.
Quanto mais perto de mim, menor o dirigível ficava, até que consegui pegá-lo com as próprias mãos e dobrá-lo ao meio como um pedaço de lona qualquer.

Um carro chegava e dele desciam os homens importantes que estavam na base preta flutuante. Ao se aproximarem de mim, eu via que eles eram personagens do desenho dos Simpsons.

Acordei.
Corrimão dos Estados Unidos / li

Amanhecia e eu Estava nas proximidades do hotel Itaimbé, em Santa Maria e ia encontrar a prima MA. Ela chegou com seu irmão IA, que havia retornado dos EUA. SAÍMOS em duas motos para passear e a cidade era outra, suja e baguncada, com arquitetura feia. Chegamos numa rua de chão batido e casas pequenas e mal feitas, , encontrei GAB e ele perguntou quando iriam visita-lo nos EUA, e lembrei que eu viajaria, com a prima, nos próximos dias e falei isso. GAB respondeu que nesse período não estaria lá. Logo IA resolveu começar a arrumar a cidade, pavimentou parte da estrada e na subida fez uma escadaria, e me ensinava uma técnica de fazer o corrimão. Fiz o corrimão com um tecido em tela, sem entender o porquê desse material. Logo MA estava junto com sua mãe e outros irmãos, e preparava uma cama de travesseiros brancos porque IA havia falecido.
Caderno molhado / li

Eu estava na beira do mar com minha filha, de repente a lua apareceu, muito grande e iluminada, era linda. Comíamos pipoca e ao terminar minha filha jogou o prato no mar, falei que isso não era adequado de fazer e tentei recolher, mas as ondas levaram. Logo adiante o mar subiu e a sondar levaram o caderno e canetas deixados pelo meu marido. Corri e consegui recuperar o caderno, ainda que molhado. Estávamos num quarto de hotel, andar térreo, com portas antigas que davam diretamente para a calçada. Acordamos e íamos nos arrumar, felizes para logo passearmos.
Deus dos deuses / dmtr

Sonhei que chegava em um lugar muito interessante onde haviam sete argolinhas de vidro jateado, furadas no meio com um led. eram arranjadas sendo duas na esquerda empilhadas e cinco na direita, como num grid.

Sabia que estavam ali ha milhares de anos, intactas, mexia nelas e desarrumava, ficava tentando deixar o mais intacto possível.

e elas transmitiam telepáticamente uma oração dos tempos imemoriais

Deus dos deuses
Aceita tua crenca em mim
Assim como eu aceito minha crençaa em ti

E era algo a ver com o fato que fomos criados por uma realidade virtual por um ser humano que nos criou sem querer "à sua imagem e semelhança" em um experimento parecido com o CERN.
Uma palestra / li

Era à tardinha, mas com ar da manhã e eu e minha mãe íamos no Clubr Dores para uma grande palestra sobre fisioterapia. Caminhamos e na nossa frente caminhava RP sem sapatos e sua mãe, e ele falava coisas sobre a surpresa em me rever ali. Cheguei lá e o salão estava lotado, e logo meu médico CK falava ao público e eu perguntava sobre meu caso é ele falava muito, quando percebi que todos estavam sabendo do meu problema particular. Logo, ele sentou ao meu lado e começamos a consumir outro palestrante, e de repente nós fazíamos carinhos. Pensei que talvez fosse assédio, mas eu gostava do carinho e da situação. O palestrante demorava para começar a falar e sentamos menina fileira de cadeiras na frente do palco, onde logo chegou um garçom e perguntou se queríamos cachaça ou espumante. Eu pedi espumante e fui servida em um copo grande de refrigerante.
Frio na praia / li

Cheguei no prédio de ACA e entrei no seu apartamento, os filhos estavam brincando perto e ela me disse que estava solteira. Saímos e caminhamos pela avenida beira-mar de capão da canoa. Na frente do bar Onda, encontramos MD, RCA e outras colegas de escola. Resolvemos caminhar na beira da praia, tirei os sapatos e na areia senti a água muito fria.
Crocs / Avê

Sonhei que era legal usar crocs e eu usava um crocs rosa shock com uma roupa preta. Eu usava ele e fugia de um assassino. Saltei de uma tirolesa, voei sobre a cidade e me senti muito esperta.
Meu corpo profanando / Avê

Sonhei que eu tava ficando com N e senti que saiu de mim uma gosma fértil, eu passei a mão e fui ver o que saiu e era uma gosma que parecia uma placenta com uma imagem. Eu achei muito bonita a imagem. Não consigo lembrar o que era, mas tenho a sensação de que era um quadro da Santa Ceia em tons avermelhados. Eu ficava mostrando pras pessoas orgulhosa do que tinha saído de mim.
Estranha manhã / li

Era verão e eu estava no meu apartamento e acordei e VK estava deitada no meu lado. Nos abraçamos e perguntei onde estava o bebê na sua barriga, e ela me mostrou que estava mais ao lado da barriga. Sentíamos como um grande amor, uma pela outro. Na outra parte do apartamento nossos maridos faziam suas coisas normalmente.
Bomba Kodak / Lua

Sonhei que arrumava um emprego e no meu primeiro dia encontrava uma bomba disfarçada de câmera descartável da Kodak. Em desespero, falava pra todo mundo sair de lá enquanto eu e um cara tentávamos jogar a bomba por cima de uma grade pra cair e explodir no terreno vizinho. Os braços ou a bomba pareciam muito mais pesados do que realmente eram e demoramos um pouco pra conseguir nos livramos dela. Ao cair no terreno, explodiu e ficamos todos bem.
Festa das garrafas quebradas / li

Encontrei algumas mães do ballet e fomos ao shopping, mas logo elas resolveram seguir para uma casa, no trevo da rua Euclides da Cunha, onde havia uma festa e parecia a casa da minha prima DRM. Entrei e estava cheio de gente, mal podíamos caminhar no pátio. Logo anoiteceu e vi amigos da época da adolescência e queriam repetir o q faziam nas festas do tempo da adolescência. Um ato era quebrar garrafas de refrigerante na borda da janela, e vi RS fazendo isso.
jim jones / gruszka

M. fugia sem se despedir ou avisar ninguém e se juntava a um culto estilo jim jones, cujo objetivo era o suicídio. ao invés de a ideia ser incutida aos "fieis" em conjunto, a lavagem cerebral era feita individualmente todos os dias, em sessões que duravam cerca de 40 minutos. acabei descobrindo seu paradeiro e fui convencê-la a voltar para casa e a desistir disso, mas ela estava completamente fora da realidade. depois de alguns dias, a sequestrei.

depois sonhei que voltava para casa, um apartamento onde eu morava sozinha, e A., que tinha os cabelos grisalhos embora não fosse velha, estava lá. eu me assustava e perguntava como ela havia conseguido entrar, ao que ela respondia que tinha uma cópia da chave. dei de ombros com uma certa indiferença, mas acho que estava contente em ter um pouco de companhia, ainda que ela não falasse nada e apenas andasse de um lado para o outro fumando cigarros.
/ gruszka

a terra ia se tornando um lugar cada vez mais difícil e impróprio para a vida. muitas das pessoas que sobraram, escolheram morar no fundo do mar. uma dessas pessoas era uma mulher com quem eu mantinha uma amizade, mas que só existe no universo desse sonho. eu ia visitá-la acompanhada de T., mas ao chegar lá, descobria que ela tinha viajado inesperadamente. T. então começou a abrir um buraco no chão da sala, de onde saia uma espuma marrom que ia lentamente se espalhando e cobrindo os cômodos da casa.
/ gruszka

estava na casa de N. e nós cozinhávamos para seus pais. o pai dela era um homem chatíssimo e new age, de barba branca e turbante, metido a guru, mas extremamente rico. ele demandava que fizéssemos batatas para o jantar. quando ele se retirava da cozinha, a mãe de N. aparecia e nos contava que estava apaixonada por uma amiga da filha, que não aceitava seu amor.

depois sonhei com um ritual de magia para ressuscitar pessoas recém mortas, que consistia em transar com certas raças especiais de cavalos.
Polvo Carente / Lua

Sonhei que estava em uma praia —sempre a mesma que minha cabeça criou para sediar sonhos litorâneos— o clima estava nublado e haviam algumas pessoas se banhando na parte rasa do mar, que estava agitado com a água bem mexida, quase barrosa.

Eu entrava na água e sentava em um banquinho, avistava minha irmã e falava pra ela tomar cuidado com as ondas. No mesmo momento, uma onda de tamanho médio se formava na frente dela, fazendo-a mergulhar por baixo dela. Quando a onda passou por mim, eu pude ver várias conchas e pedaços de corais boiando. Via, também, uma concha grande, cor de rosa e muito bonita. Quando a onda recuou, fazendo com que o nível de água da beira do mar baixasse, eu vi na areia muitas outras conchas do mesmo estilo. Me aproximei para pegar uma mas logo as perdi de vista.

Boiando em minha frente, apareceu um pedaço de tentáculo de polvo —com uns 20cm de diâmetro, dava pra ver que era de um polvo grande— cor de rosa, assim como as conchas. Fui até minha irmã, que estava mais pro fundo e senti outro pedaço de tentáculo batendo em meu braço. Olhamos pra trás e vimos que mais à direita havia um polvo grande e morto boiando de ponta cabeça, mas ele era acinzentado com nuances verdes e azuis.

Nos viramos para frente e fomos surpreendidas por uma onda enorme sendo formada e vi que atrás dela havia um outro polvo, mas dessa vez, estava vivo e era absurdamente grande, com mais de 10 metros. Ele tinha a mesma cor rosa linda e atrativa das conchas e também dos pedaços de tentáculos que boiavam soltos. Se não mergulhássemos por debaixo da onda, ela arrebentaria em cima de nós e, se mergulhássemos, daríamos de cara com o polvo.

Sem muito tempo para pensar no que fazer, mergulhamos, e então pude ver o grande polvo se esticando dentro da água, que estava mais cristalina. Ele tentava agarrar nossas pernas e nós nos esforçávamos para nadar pra longe dele —sem muito sucesso, porque parecia que mal nos movíamos—. Ele agarrou as pernas da minha irmã e então eu a segurei pelo braço e a puxei o máximo que pude. O polvo acabava indo cada vez mais para o raso e isso facilitou eu a soltar de uma vez.

Nós duas saímos da água e ficamos na areia observando o polvo, que parecia triste ao me olhar. Segundos depois, eu recebi uma mensagem no celular vinda de uma pessoa querida.
"O que nós somos?" aparecia no visor e eu pensava comigo mesma a resposta, mas sem enviar: "Você disse que nada.".

Voltava a olhar o polvo me sentindo sozinha.
Mão Sobrenatural / li

eu estava deitada na cama com o filho da Manene, como se estivéssemos feito sexo, sem roupas e com um cobertor lilás. de repente eu estava totalmente embaixo das cobertas e comecei a sentir algo pressionando minha virilha esquerda. Não havia ninguém e senti que era uma mão sobrenatural e não sabia o que fazer.
Janela Veneziana na lua do planeta / dmtr

Sonhei que estava em uma das luas de jupiter ou saturno, não sei como fui parar lá. estava hospedado em uma casinha estilo madezatti e olhava pra fora e via uma lua. fiquei pensando em fotografar pra postar no instagram depois, a lua tinha um shape diferente era como uma crescente mas as duas pontas estavam quase se tocando.
Pensei porque nao trouxe minha câmera fotografica? agora tinha que ficar bom no celular mesmo. a sombra da lua se mexia rapidamente e virava um circulo branco com dois circulos pretos dentro. eu abria a janela "veneziana" e por um segundo pensava que seria ruim de respirar fora da terra, mas a janela já era toda furada mesmo. dava pra respirar bem.
fiquei pensando em contar isso pros cientistas quando voltasse da terra, que dava pra respirar numa boa fora da terra.
Medjugorje / li

Eu estava viajando pela segunda vez,com minha prima LCV para levar tia Lenapara Medjugorje. Tia Lena tinha a aparência da Mirjana. Chegávamos num furgão, subindo uma alta montanha, de onde se avistava o mar Adriático. Paramos e descemos, minha tia/Mirjana saiu cainhando na frente, emocionado e seguiu em frente.
Surpresas / li

Estava indo na comemoração de aniversário do LA e de sua esposa SA, em Vacaria. Era noite e sentamos junto de uma mesa no pátio da casa deles. SA estava muito animada e feliz.
Percebi que na minha mão esquerda começava a aparecer uma estigma das chagas de Cristo.
/ li

Era noite e eu ia n casa da família B, amigos da época da adolescência na praia. Encontrava AB, seus pais e CBS e falava que sonhava com o falecido irmão de AB, mesmosem saber que ele havia morrido.
Pelo pátio da Casa verde / li

Eu morava numa grande casa verde de 2 andares e com um grande pátio. Recebi uns amigos, RCA junto, e resolvi convida-los pata conversarmos ao sol agradável da tarde. Eles não gostaram muito. Atravessamos o pátio e havia outro sobrado por ali, ode moravam uma família chinesa. Voltei para pegar algo e tinha que passar por escadas de madeira que pareciam pontes e uma lésbica tentava me seduzir.
Cenário exclusivo dos meus sonhos / Hannap

Mais uma vez um sonho com o mesmo cenário que só existe nos meus sonhos.
Sempre que sonho com esse lugar é muito gostoso.
Ele já apareceu umas 4 vezes.

É um lugar que se chega a partir do alto da pedra da gávea. É difícil achar, mas existe um caminho que dá acesso a um paredão vertical cheio de lâminas de pedra e reentrâncias, fácil de escalar, mas muito perigoso. Esse paredão não é muito alto. Tem uns 10 metros. Ele acaba no mar profundo. A maré sobe e vai cobrindo partes desse paredão. É gostoso jogar-se na água, mas é difícil voltar para a pedra. Tem que entender o ritmo da água e escalar uma pedra bem vertical.
Perdendo a Lara / Hannap

Sonhei que a Lara tinha ido embora.
Eu estava muito triste.
Não havia motivo. Não havíamos nem brigado.

Dias depois da Lara ter ido embora eu estava sozinho em casa e tocou a campainha uma prima dela, mais velha, bem japonesa, que morava em Londres. Ela só falava inglês e eu não a entendia muito bem.

Eu expliquei pra ela que eu e Lara não estávamos mais juntos. Ela já sabia.
Ela iria ficar uns dias em casa. Havia na sala um pedaço de colchão, quadrado, que dava pra ela dormir.

A janela da sala tinha uma vista para um campo de futebol, casas e prédios e uma pedra à direita.
O céu estava bonito. A prima japonesa achou a vista incrível. Eu nem achava tão bonito assim.

De repente havia um monte de gente lá em casa. Todos parentes da Lara.
O avô dela estava esculpindo umas madeiras e me fez um convite: - Tá desempregado? Quer me ajudar a esculpir umas madeiras?
A Lara também estava lá. Tinha vindo pegar algumas coisas dela.
Ela pegava alguma coisa e me perguntava quanto custava.
Pegou um toco de lápis e perguntou: - Quanto custa isso aqui?
Eu disse: - É quatro reais, mas pode levar de graça, isso é seu.
Ela queria comprar as coisas. Eu queria que ela voltasse pra casa.

De repente mais alguém tocou a campainha, eu fui abrir a porta. Era a minha nova namorada.
Eu esquivei o beijo na boca e dei um beijo na bochecha dela. Ela foi entrando de sapato. Eu pedi para tirar. Eu nem gostava daquela menina e fiquei muito constrangido por ela aparecer naquele momento. Foi a primeira vez que tive a sensação de perder a Lara e acordei muito triste.


Algumas casas / li

Eu fui morar na Argentina, num apartamento que meu marido escolheu. Entrei e um corredor era de vidro, entrava vento gelado por frestas. Era noite e fomos dormir e onquarto era dentro de um ônibus, que estava toda nossa bagagem e entrava pessoas estranhas. Falamos parado motorista que ali era nossa quarto, umas pessoas falando alto e rbom clamando entravam. O ônibus foi para Mendinza, na Argentina, ode tinha praias com areias grossas e subia por estradas íngremes nas montanhas.
Fui fazer Microfisioterapia e era outro profissional, um enfermeiro parecido com o Diogo Vilela, e logo quem faria seria uma senhora famos, bem qualificada. Era rápido e estranhei. Já estava no meu apartamento de Poa espia homens iam consertar algo. Precisavam comprar um a dobradiça e o homem iraria na Azenha. Chegu PB é-nos comunicávamos por WhatsApp, senti vergonha que eu havia mandado Titãs mensagens para ela.
/ avê

não sei explicar, mas era muito louco
tres casas, mesa de desenho / dmtr

sonhei que eu tinha três casas diferentes, morava um tempo em santa maria em um ap com meu irmão que nunca tava, morava um pouco em caçapava do sul com meus pais e um pouco em são paulo.
tava recente no ap em santa maria e tentando entender a geometria do ap, onde eu dormia e tal. era um terraço com tipo de uma varanda aberta, os quartos eram como se fossem casinhas, entrava sempre no quarto errado e acabava abrindo uma porta com um deposito e cheiro de inseticida.

depois notei que havia umas escadas de incendio e que as vezes entrava uma molecada nova ali de curiosidade. nao me sentia muito a vontade.

ficava refletindo sobre a dificuldade de morar em tres lugares diferentes e no que faltaria na casa em SP. lembro que cheguei rapidamente a conclusao que precisava de uma mesa com altura otima e muito lisa e clara pra desenhar. veio muito claramente a imagem de que eu não podia ficar desenhando nem na mesa do computador nem numa mesa de jantar que tinham o contexto altura e ranhuras diferentes do que eu precisava pra desenhar, e lembrei de uma mesa da mãe de um amigo meu quando eu era criança que tinha um tampo muito liso de mármore claro numa sala bem iluminada, que era muito boa pra desenhar em cima.
Música em Santo Ângelo / li

Estava na casa de ACA e ela me falava que iria estudar música em Santo Angelo’ partiria logo.
/ li

Eu estava com minhas primas CVS e KVS passeando em Taquari. Havíamos chegado à tardinha e passeávamos pela cidade. Entrei num apartamento, nos blocos de prédios da rua Pinheiro Machado de Santa Maria, que estava CVS e colegas defaculdade e ela dizia que a dona não estava, mas celebravam algo, mesmo que eu sentisse que havia algo muito ruim ali.
Caminhamos pela cidade e subimos num morro no centro, mas ali haviam homens jovens bebendo cerveja e sem educação, descemos por um lado com espinhos e machuquei meu pe, que sangrou e colocaram-o em um balde transparente.
Caminhamos até o cemitério e havia sido transferido para o outro lado da rua, parecendo mais agradável, segundo dizia minha prima CVS. Eu senti ruim e pedi para voltarmos ao centro. No caminho havia um carro estacionado, que pegou KVS e , voltamos para o centro e acionamos a polícia, que logo mobilizou a cidade toda.
/ li

Estava numa sala de aula com RCA e ACA e conversávamos. ACA me falou de uma cartomante ótima, que era a mãe de RCA, mas ali as duas não eram mãe e filha. Ela disse coisas bem particulares que me impressionou.
Na. Primeira seria e alguns roqueiros / li

Eu estava na minha primeira escola, no corredor procurava minha sala de aula e era a sala 13, com a professora Rosa. Na sala as classes estavam juntas, sentei e organizei coo em fila. Atrás de mim estava o colega chamado Leone. Logo mais eu estava numa estrada e falava para LV que deveríamos fazer cinema, que o governo dava 20 mil para i curta metragem, e eu tinha visto projetos ruins. Caminhava por uma ponte de trem e por ali estava MKO e amigos, e senti medo deles. Numa sala grade conheci um estrangeiro francês e imediatamente tivemos uma simpatia mútua e forte, queria-os passear e fazer coisas juntos, e ele calçou seus sapatos para sairmos. Encontrei Júpiter Apple e ele estava apaixonado por mim, e com jeito afetado psicologicamente, vinha falar comigo. o Ringo Star estava por perto e seus empresários falavam que ele era um acessório.
Sogro-a falecido / li

Fiquei sabendo que meu (ex) sogro, CZ, havia falecido. Então fui ajudar meu marido, que era às vezes era um ex namorado, outrasvezes era meu ex marido ou meu atual marido, e por isso o finado mudava, ou era o pai dos dois primeiros ou a minha atual sogra. Euchorava muito e não sabia o que fazer numa situação de falecimento. Caminhava por um campo onde chegavam pessoas conhecidas, mas eu naoconhecia ninguém. Sentencia meu marido e cunhado e chorava. Logo era Z meu marido ele estava agressivo. Depois meu marido era S e eu entrei num carro com seu irmão e outras pessoas, sem saber para onde iríamos, mas era uma carreata em homenagem ao morto. Logo eu via EF e falei que minha sogra deveria ter falecido feliz, pois estava na sua casa, e ela me falou que a sogra havia falecido enquanto dormia.
Tim Burton e outros encontros / li

Eu estava em um ônibus então sabia para onde iria. Pela janela eu via placas e não identificava o lugar, me parecia Butiá, Canoas e as ladeiras de Bento Gonçalves. Desci em um cemitério e fui em uma capelinha de uma beata do lugar, chamada Elisabeth. Ali, um padre rezava uma missa,e sentei e conversei com algumas pessoas dali. Saí e estava em New Jersey, USA, e com minha prima KVS, entramos numa loja com joias lindas. Fazia calor e na loja o ar condicionado era bem forte e gelado. Olha os as jóias e logo entrou um homem carregando um computador e minha prima falou que era o Tim Burton, mas eu o via com a aparência como do David Grohl dos anos 90. Falei em péssimo inglês que eu era brasileira e pedi uma foto. Ele foi muito simpático e minha prima fez 3 fotos. Fui postar no Facebook e ao ver as fotos vi que Duas delas estavam diferentes, uma aparecia uma mulher deitada ao lado, com seios de fora, que era SD, a colega de minha mãe, e estranhei que eu não havia visto-a ali e pensei q ela podia estar amamentando. Ao ver outra foto, aparecia uma mulher seminua no colo de Tim Burton, usava calcinha e tinha um colchonete enrolado em cima da cabeça. A única foto que não tinha essa aparições saiu tremida. Senti medo dessa mulher das fotos.
Lavar os cabelos / li

Era dia e Eu estava num quarto com cama de casal e uma poltrona. Havia um homem velho e com longas barbas sentado na poltrona. Conversamos e eu tinha que cuida-lo, pois tínhamos uma relação próxima que eu não conseguia identificar se ele era um pai, tio ou marido. Alguém entrou no quarto expediu para eu lavar seus cabelos, colocando uma toalha vermelha na cabeça dele. Eu disse que se os cabelos fossem longos como a barba, iria demorar muito para secar.
De repente eu percebi que esse senhor era o Santo Padre Pio.
Neymar joga serio / dmtr

Sonhei que o Neymar usava uma peruca tipo Pabllo Vittar e era carequinha. o povo brasileiro fazia um apelo direto a ele que era: Não precisa jogar bem, basta você jogar sério.
acidente / tici

sonhei que eu tava fazendo uma viagem de carro quem dirigia era meu ex joao. uma estrada muito estranha de barro, pareciamos estar subindo uma serra. eu deixava ele pra tras no caminho uma hora. continuando a estrada eu ia parar em um apartamento com uma vibe estranha, eu tava la meio que de intrusa. um velho "simpatico" abria a porta pra eu sair mas fazia uma careta muito feia pra mim antes de fechar a porta. depois andando na rua em um suburbio, ruas largas muitos carros.. eu tinha um amiguinho pirralho magrelo moreninho, ele me guiava por ali. vimos um fusca acidentado com um pai uma mãe amassados quase juntos bem gore e um bebe. do outro lado da rua uma loja chamada meu corpinho.
doces no parque aquatico / tici

estava em um parque ou algo do tipo, tinha pessoas comigo. ia em uma loja e comprava um prato gigante retangular que vinha com varios docinhos de varios formatos, tamanhos e texturas diferentes. uns tinham desenhos tipo cogumelinhos ou florzinhas. eu comia todos com muito gosto, tava muito bom. depois descia varias vezes em um tobogã pra dentro da agua. as vezes eu descia no tobogã mas eu nao estava encostando, me via flutuando por cima dele. nele depois eu tava andando na praia e queria pular de um lado pro outro da areia, mas caí num buraco que passava uma correnteza muito forte, um cara caiu também e foi levado, consegui me segurar e fiquei bem parada e concentrada para não ser levada também. alguem me salvou, acho que foi minha mãe.
encontro especifico / tici

eu pegava um trem. umas pessoas bem antigas com vestes coloniais estavam na estaçao do trem que na verdade parecia uma sala. um casal sentado no sofá, o cara parecia estar meio mal, com gorfo escorrendo da boca. um outro senhor mais simples cuidava do trem. ia pra um lugar bem cheio de arvores, parecia uma praça, uma parte central de gramado, em volta pequenos espacos com mesas grandes e bancos compridos, tudo feito de pedra. tinha uma galerinha reunida na mesa, nao lembro sobre o que falavamos, mas tinhamos que cada um tomar um copinho de metade agua com metade de uma mistura bem escura que parecia coca cola. vampirao, ju thire e aquela amiga da barbara que eu nem conheço. eu voltava correndo pra void antes de fechar.

Esconder embaixo da cama / li

Estava numa casa grande, quando me falaram que a casa estava sendo a nvadida por bandidos. Encontrei LCD e tentávamos nos últimos acender. Fiquei sabendo que os bandidos não encontravam pessoas se nos enrolássemos numa coberta e ficássemos embaixo da cama. Eu tentava fazer isso, mas embaixo da cama ficava apertado.
Casamento pelo Padre Pio de Pietrelcina / li

Era noite e eu estava sentada no coreto da praça com outras pessoas. De repente senti algo ao eu lado, e eu já estava dormindo na minha cama e percebi que tinha uma ratazana enorme no meu pescoço, gritei pela minha mãe.
Caminhava por uma grande casa, com alguns amigos. Minha irmã CSB me falou que sua amiga de infância, AG havia se separado do marido e vivia com sua avó. Logo, caminhávamos pela rua, já era noite, e meu marido falou para casarmos na igreja, dizendo que pegando dois táxis, cada um com 5 pessoas, chegaríamos no localcerto. E logo nos deparamos com uma capela aberta e perguntamos se poderíamos casar, e o padre confirmou. Eu usava um antigo vestido vermelho e fiquei preocupada que não teria tempo para trocar de roupa. Logo achei no altar um grande corte de tule branco e comecei a improvisa-lo para fazer um véu, usando a tiara branca de princesa da minha filha, e logo a tiara de bailarina que foi da minha sobrinha. Estava preocupada com meubvestido vermelho, pouso padre, que estavavla dentro, era enérgico e dizia q casamento só de branco. Achei uma toalha de mesa branca e fiz um vestido improvisado. O padre, que era o santo Padre Pio de Pietrelcina, foi ao altar e eu não sabia se fazia a entrada de noiva ou se já ficávamos pelo altar, já que eram poucas pessoas.
Bares / li

Estava num bar e encontrava LDN e seu marido e filha. Seu marido havia mudado fisicamente e quase não o reconheci. Ela estava fumando e estranhei, além de muito apressados, e logo o bar se transformou em uma estação de trem e eles voltariam à Portugal e eu abraçava muito a filha deles.
Sai dali e anoitecia. Caminhei para casa e era as imediações da ria Lima e Silva com André da Rocha, e estava cheia de bares e movimentada. E num dos bares vi GD e senti um pouco de saudades, mas não o cumprimentei.
Terraços e violência / li

Eu e minha filha ainda bebê estávamos passando uns dias em Porto Alegre, hospedadas num hotel no centro, e meu quarto ficava na cúpula da Casa de Cultura Mario Quintana. Era um quarto antigo, meio velho, espaçoso e com grandes janelas de vidro. À noite, FB veio me visitar e caminhamos pela cidade.
De repente todos falavam-se uma onda de ataques violentos na cidade, que todos os grupos de WhatsApp estavam anunciando e amezcando. Nós não víamos nada e tudo parecia bem.
De repente ví que no restaurante ao lado do meu quarto começou a ter ataques violentos. Eu e FB começamos a fechar as grandes janelas, mas elas eram velhas e não fechavam-se, então resolvemos descer do quarto. Na rua vimos uma casa com festa e fomos abusá-los que seriam atacados. Logo chegou um carro da polícia e juntos deles fomos ajudá-los a pegar os rebeldes. De repente me lembrei que havia esquecido minha filha no quarto de hotel e voltei apavorada para encontrá-la. Nesse tempo subimos em árvores e me armei com uma garrafa de vidro para me proteger e tentar acertar algum malfeitor.
Estava num terraço arborizado e SO chegou e me apresentou uns vizinhos de terraços, donos de cafés, um era português m.
Viva ou morta / li

Era um entardecer ou amanhecer de um dia nublado na praia de Capão da Canoa. O céu era cinza e rosado e estávamos na areia. De repente o mar recuou muito e logo ele voltou, com muita força, invadindo a orla. Minha irmã CSB, que era criança, desapareceu por uma onda grande, a vi no topo da onda gigante e depois desapareceu. Eu consegui sair da zona de perigo, muitos fugiam. De repente eu não sabia mais se estavaviva ou morta. Sensação de vazio e tristeza pelo desaparecimento da minha irmã.
Pé feio / li

Eu namorava meu antigo psicanalista, PR. Eu não era apaixonada por ele, não o amava, mas estava muito feliz junto dele. Ele tinha pés feios. De carro, fomos para um lugar lindo ndo, com Rio em água cristalina, natureza exuberante, que era Gramado, e me impressionei que houvesse lugar assim por lá. Saímos caminhando e PR me conduziu para uma casa de um velho senhor negro, onde havia duas crianças brincando. Não entendi pq não ficamos lá fora, que era tão lindo. Ficamos em clima quente, de beijos e abraços, e eu cuidava para as crianças não perceberem nos.
nunca foram meus colegas / li

Estava numa festa de encontro de ex colegas de escola. Vi AM, que comentava que a vida de milionário exigia que ele trabalhasse muito. Perguntei se ele lembrava que havíamos sido colegas, e ele disse que não lembrava, mas eu duvidei. Sua esposa estava perto e sempre era inconveniente. Na hora de sentarmos à mesa para almoçar, ela trocou meu de lugar e fiquei desconfortável. Logo todos os colegas subíamos num palco e ouvi um grito, era a esposa de AM que havia caído do palco, e ele a resgatou e seu corpo todo estava coberto de terra. Achei estranho que ela não se movia, apenas gritava e ele a segurava sem tirar a terra de cima dela, inclusive do seu rosto.
Eu vi que chegou JA e outros colegas das outras turmas, e que eu pouco conhecia. Um deles ficou ao meu lado e segurou forte a minha mão, mas ele parecia nao ter bom caráter.
Era domingo à tardinha e minha sobrinha ACB, que ao mesmo tempo era um menino, me trouxe um presente e fui levar ela embora, desci do apartamento e caminhei pela Place de Vosges, em Paris, que parecia um lugar perigoso.
Entrei pelas suas calçadas cobertas e estava na parte antiga do colégio Marista Santa Maria, e vi que os corredores estavam alagados, uma água amarelada.
Barulho de Galhos quebrando / li

Era noite e morávamos no antigo apartamento de Santa Maria, meu marido trabalhava na sacada, e de repente entrou, perguntando de onde vinha os barulhos de galho quebrando que ouvia e o incomodava. Eu olhei pela janela da cozinha e vi que de repente começou a ventar intensamente, um forte vento que mudava de direção a todo momento.
Elon Musk e a picanha de 1308 reais / Tuk

Sonhei que eu estava em uma propriedade que pertencia ao Elon Musk. Um lugar muito grande, tipo uma colônia de férias. Tinha várias áreas abertas, gramados, aposentos, lugar fechado com palco e outras coisas. Eu estava jogando algum jogo de videogame com uma galera e em algum momento decidimos fazer um churrasco. Já era fim da tarde, umas 18h.

Fui atrás de carne, mais especificamente de picanha, e tinha um lugar cheio de geladeiras e lotado de carnes, mas eu só enxerguei frango e cortes de carne que eu não queria. Aí tinha umas geladeiras que ficavam completamente fora do alcance, e você precisava chamar um funcionário do lugar pra te ajudar. Em uma dessas geladeiras avistei uma peça de picanha maturada embalada a vácuo e fui atrás de um funcionário.

O tal funcionário estava ajudando um dos meus amigos a passar uma fase no jogo de videogame. Quando chamei o cara pra me ajudar a pegar a picanha, o meu amigo disse pra mim que eu deveria perguntar para o cara se ele cobrava extra pra ajudar com a picanha, porque tínhamos acertado com ele um valor para ajudar em coisas diversas durante a nossa estadia no lugar, e a ajuda com o jogo a gente já sabia que estava incluída. Logo o funcionário disse que ele podia ajudar com isso sem precisar nada a mais, e lá fomos nós atrás da geladeira inacessível da picanha.

Ele pegou uma escada muito alta, alcançou a tal picanha e gritou de lá de cima me perguntando se era aquela mesma. Eu, não tendo visto nenhuma outra, falei que sim. Ele abriu e 'limpou' a picanha e me deu, na mão, um pedaço de carne sem gordura e com um osso no meio e aquilo era a picanha. Nada se falou sobre o preço. Nem liguei pro fato da tal picanha não ter gordura e ter um osso no meio, eu só queria agora achar uma churrasqueira, e ali por perto tinha uma. Lá estava indo eu, em direção a ela com a carne na minha mão, quando meu telefone toca e era o Elon Musk. Acontece que uma pessoa da administração do lugar deu pela falta da peça quase que imediatamente, avisou o Elon, descobriu o que aconteceu e passou pra ele o meu número. Ele disse o seguinte:

- Oi, Lúcio. Olha, se você quiser essa picanha, ela é sua. Ela é de uma vaca de uma coleção particular minha, e elas valem um milhão de reais cada uma, mas o erro foi do meu funcionário que não falou isso pra você, então você comprou sem saber. Por isso pode ficar com ela se quiser, mas preciso te avisar: você está sem como poder preparar essa picanha do jeito certo. Você deve ter notado lá na entrada os cartazes e a festa toda, certo?

Acontece que estava tendo um festival enorme. Uma espécie de festa de São Vito ou Achiropita, com tudo que essas festas têm: carnes, lanches, massas, bebidas, jogos, brincadeiras e todo tipo de barraquinha. Eu tinha passado por isso na entrada, mas eu tinha chegado muito cedo e estavam ainda montando as barracas naquele horário, por isso na verdade eu não sabia. Eu tinha sentido um cheiro muito bom de comida aquela tarde, e só imaginei que outras pessoas hospedadas estivessem cozinhando, mais nada. Ele continuou:

- A gente tem várias churrasqueiras muito boas aqui. Mas todas as churrasqueiras do lugar que serviriam pra essa carne estão em uso para o festival. Você pode fazer uma fogueira, ou pode usar uma das churrasqueiras altas, mas simplesmente não vai dar. Se você tá com a carne com você agora, você pode perceber que mesmo antes de assar essa picanha está soltando do osso. Pois na churrasqueira alta ela vai se desmanchar antes de você conseguir selar ela, e numa fogueira vai virar carvão.

- É um desperdício enorme, você vai estragar essa peça e eu não faria isso com uma picanha dessa qualidade. Não me entenda mal: a peça é sua. Ela foi vendida pra você sem você saber o que era, então não espero que você pague por ela, mas é um desperdício muito grande. Além disso, você poderia aproveitar o festival e simplesmente comprar tudo o que você e seus amigos querem comer.

No que ele falou sobre a carne soltando do osso, eu verifiquei e realmente estava, mesmo crua. Acreditei nele, e perguntei: "Mas e agora, o que eu faço?"

- Pede pro meu funcionário um saquinho e sal grosso. Salga esse pedaço de carne, coloca ele em um congelador e depois eu asso.

E lá estou eu com um pedação de carne na mão, procurando alguém que me arrumasse um saquinho plástico pra fazer o que ele tinha sugerido. Voltei ao lugar das geladeiras e me deparo com o próprio Elon, que lamentou de novo o que aconteceu, tirou do bolso um saquinho plástico e me deu. Perguntei:

- Beleza, mas... você tem sal grosso aí?

Ele pensou um pouco, foi até um outro lugar onde tinha uma estante com vários livros. No meio dos livros tinha um saquinho aberto de sal grosso que ele pegou, voltou, me deu e foi embora. Taquei a carne dentro do saquinho, que estava meio rasgado, e lotei de sal grosso, sem economizar. Não deu para fechar muito bem, mas ficou assim.

Fechado o saquinho, fui atrás de um congelador. Eu tive a impressão de ter visto um congelador dentro de uma sala administrativa do lugar, mas eu não tinha acesso a essa sala porque a porta estava trancada. Quando tentei abrir a porta porém, ela simplesmente abriu. Por coincidência, duas funcionárias da administração estavam saindo da sala no momento exato em que eu tentava entrar e eu entrei sem falar nada, e não me perguntaram nada também.

A sala era simples, estreita e corria no centro dela uma estante que ia do chão ao teto, como uma espécie de armário embutido sem portas no centro da sala, e cheia de livros e arquivos. Percebi que esse teria sido o lugar de onde o Elon teria pego o sal grosso pra mim, e eu tinha uma impressão muito forte de ter visto um congelador nessa sala em outro momento. As mulheres conversavam em inglês, aí eu perguntei em inglês se não tinha um congelador ali antes. Lembrei que uma das mulheres tinha me atendido mais cedo e falava português. Repeti a pergunta em português e ela disse "Me acompanhe".

Indo atrás dela, chegamos em uma cozinha onde tinha de fato um congelador. Agradeci e me lembrei de uma outra instrução que o Elon tinha dado: "quando for guardar no congelador, coloca meio escondido, pra ninguém achar assim super fácil". Fui ajeitando a sacola atrás de outras coisas, quando percebi naquela sacola uma etiqueta que eu não tinha visto antes. Dizia: "Picanha tals. Tantos kg. R$ 1308".

Fechei o congelador, voltei para o festival, comprei algo para comer e acordei.
/ Festas na madrugada

Estava numa festa na rua Dr. Turi e eu era namorada do Donald Trump, que era muito legal e alegre. Estávamos com a casa aberta e eu fechava as grades que ficavam para a calçada, mas os Trump e meu tio abriam. No quarto eu vi que tinha muitas jóias e pedras preciosas. Era hora de voltar para casa, madrugada e eu me despedi de FZB e sua família, Trump ficou na casa e meu tio OTMV também. Resolvi ir caminhando pela avenida Dores, que estava agradável e movimentada.
Peguei um carro e segui dirigindo pela cidade. De repente estava no carro com FS, e às vezes ele era o meu meu marido. Rolava um clima e nos beijávamos ardentemente, e o carro seguia sem dirigirmos. íamos numa festa na travessa Payssandu e ao manobrar para estacionar FMP e sua irmã GMP chegavam em outro carro e ocuparam a vaga que tentávamos estacionar.
Pêndulo / li

Eu caminhava pela rua Benjamin Constant, em Santa Maria, na calçada em frente à casa do dr. sarturi, segurava um pêndulo e não sabia o q fazer com ele. Estava com outra pessoa, que considerava amiga e falei que usaria o pêndulo para procurar água no solo.
24 de julho / li

Eu falava ao telefone com meu marido e ele dizia que eu ia viajar no dia 24 de julho. Estava no apartamento de ASG e via que o corredor do prédio tinha alterações.
"quando fazemos esse vídeo" / gvvvinas

sonhei que era amigo do pessoal da banda deerhoof. estávamos gravando um clipe, e eu era o personagem principal do vídeo. eu lutava contra um sofá raivoso que me jogava ao chão numa das cenas
Termas / li

CA me falava para irmos conhecer Marcelino Ramos e suas águas termais. Íamos de carro e a estrada era horrível, precária com muitos buracos. Eu via um trem ao lado e CA disse q ir de trem era pior, pois tinha curvas, descidas acentuadas e era velho. Chegamos acidade e fomos na praça, onde entrávamos numa espécie de lancheria que mostrava que no subterrâneo havia piscinas termais temáticas. Queria entrar, mas não tinha levado biquíni. Era domingo e fui procurar uma loja aberta para comprar biquínis e me venderam biquínis de papel. Sai da loja e vi prédios antigos e lindos, um tinha uma bola de pedras brilhantes no alto de uma cúpula.
beijo de tchau / apta

tava numa sala com muitas pessoas conhecidas, próximas, objetos também muito conhecidos eu estava chorando bastante, falando obrigada para cada pessoa e objeto e beijando eles como se eu estivesse me despedindo.
aphex twin anão / apta

sonhei que tava numa festa enorme, um galpão, muitos conhecidos e desconhecidos do nada o Aphex Twin aparecia e ele era anão, devia medir 1,30 por aí eu ficava muito chocada e meio frustrada que ele era tão pequeno.
6.971 / li

Minha amiga CSP ia se mudar, eu via sua rua muito com verde e praça é algo com nome de Rui Barbosa. Logo, eu, ela, e nossos colegas ECS, CA e AW descíamos de um Ônibus e CSP escreveu num quadro negro o seu salário, Que era de 6.971.
parentes ou não / li

Eu tinha um relacionamento ou convívio muito próximo com ASG, não sei se éramos irmãos ou namorados, mas de repente ficávamos distantes e desconhecidos e ele me falava que havia feito pesquisas genealógicas e descoberto que tínhamos um ancestral em comum, chamado Bezerra de Menezes.
Solidão absoluta / li

de 29/03:
eu morava sozinha no meu antigo apartamento de Porto Alegre e sentia-me a pessoa mais triste do mundo, que tudo tinha acabado, sem amigos, sem família, sem trabalho. Só era eu e o apartamento, e pensei que pior não poderia acontecer mais. Saí no corredor para levar o lixo e vi vizinhos que deixavam a porta aberta e jantavam, senti feliz, parecia amistoso. Entrei no meu apartamento, sem nada para fazer, a não ser deixar o tempo passar e talvez olhar pela janela. Deitei no quarto e a campainha tocou. Estranhei pq ninguém me visitava. Atendi e era SVF que vinha me visitar. Ela se dizia muito sozinha e triste e que as pessoas tinham que se procurar e se ajudar. Não tínhamos muito o que conversar, mas queríamos nos ajudar. Pensei que era uma boa surpresa, e que algo acontecia e poderia mudar.
Encontros / li

Era noite e eu estava num apartamento emprestado, onde morava uma senhora. O apartamento ficava num prédio azul, meio antiguinho, na rua Pinheiro Machado em SM. Alguém falou que a prima ALM havia comprado um apartamento no prédio novo da rua Benjamin Constant. I apartamento que eu estava hospedada era bom, bem grande e arejado. Logo chegou OPB e duas moças estudantes que moravam ali. OPB namorava uma delas é me falava que tinha construído o guarda-roupas delas. Logo saímos de carro, para um festival de teatro e a cidade parecia Roma e Veneza.
Namorado jovem / li

Eu encontrei MDV e fomos tomar um café perto da agência central dos correios de Santa Maria, que tinha um café com boa comida e atmosfera para conversar. Ele me contou que tinha um namorado, que estavam meio brigados. Logo o jovem chegou e o levou para conversar. Eu fui caminhar na rua e ao voltar para o café, já tinha fechado e havia apenas uma lojinha da minha costureira,,que vendia uns sanduich s simples de pãozinho com mortadela. Logo veio MDV e caminhamos por um parque ali. Perguntei a idade do namorado e ele disse 23, e achei muito jovem e disse ele precisava de um namorado mais velho e maduro. O namorado chegou enciumado e começamos a tirar fotos. Era um dia de outono com folhas amarelas no chão e as fotos ficavam bonitas.
Encontros antigos / li

Estava em Porto Alegre, hospedada no hotel Everest. Descia o viaduto da Borges e nas escadarias me falaram que era o local que CBS ficava. Passei várias vezes e o encotrei com sua nova esposa, a filha mais velha e uma bebê, que se chamavam Manuela e Emanuele. Nos encontramos à noite, no restaurante do meu hotel, e apresentei-o para minha filha como meu antigo amigo. Entramos num apartamento de amigos e GD estava lá, dizia que agora teria muito assunto comigo, por causa da sua graduaçáo em letras, mas logo mudou e ficou fechado comigo.
Com Os Trapalhões / li

Estava na casa da minha avó, era madrugada e os Trapalhões chegaram lá. Fomos fazer uma brincadeira, que era o Mussum ir atrás dos outros. Dedé, Didi e Zacarias saíram correndo pelo pátio e escorregaram caindo. Vi que Zacarias havia caído feio. Mussum me chamou ali na varanda,sentou e veio me falar que o coleguinha da minha filha, AJS , falava que ia”pegar e lacrar minha filha”.
Relacionamentos Novos / li

DKL chegou na casa de seus pais, com CL, mas ele dizia que estava separado e apaixonado por outra mulher. Ele estava feliz, e CL péssima, no último estágio de depressão e tristeza. Eu estava com GM, que era meu namorado e eu não sabia como ele se relacionaria com a minha filha.
as piores Ideias / li

Eu estava em um bar, estilo o Zelig de Porto Alegre, era vermelho, mas numa casa de fundos. Haveria um show do Wander Wildner mais tarde e eu já estava por ali. Teve uma reunião com o músico e pessoas que trabalhavam ali e uma discussão deixou o clima ruim. Conversei com Wander e descobrimos que éramos namorados há tempos, mas não lembrávamos. Nos beijamos e ele foi organizar o show. Subiu no alçapão para ver a parte elétrica e deu um curto circuito, então resolvi pedir uma pizza. Meu amigo MDV chegou e conversamos. Minha filha queria dormir, e fui coloca-la na cama, que era na grama, mas pensei que não era seguro deixá-la ali no relento e sozinha enquanto eu ia para o show. Então a peguei no colo e disse que sua cama era dentro de um taxi, mais quentinho e protegido, mas lembrei que ali o taxi poderia sair e eu a perdè-la e ela se assustar.
antigos colegas / li

Eu chegava em frente a um prédio, que era um bar rock e um consultório médico ao mesmo tempo. Eu levava comigo meu marido, que era RAS, que estava em uma cadeira de rodas e usava um terno preto. Encontramos VS e RAS jovem ali. Eu falava que havíamos sido colegas de escola, mas ninguém lembrava de ninguém. Eu cuidava e abraçava muito meu marido.
Chegou na consulta com a médica, para falar sintomas, RAS falava como criança.
Hotéis / li

Estava em Porto Alegre, com meu marido e filha, hospedada no hotel Everest. Desci a escadaria da Borges e uma senhora me falava que tinham avisado para todos hóspedes descer. Era noite e Fui para nosso apartamento e logo chegou um funcionário para nos avisar que tinham problemas elétricos e seríamos levados a outro hotel, próximo à Tuiuti.
Visita de Jesus / li

Estava dormindo na minha cama e percebi alguém no quarto, meio-dormindo vi que era um homem que examinava e cuidava do meu joelho machucado e dizia que amanhã começaria a ficar bom. Ele sorriu e foi embora por uma luz. Eu pensei que era Jesus.
Gêmeas / li

Eu tinha filhas gêmeas e encontrei AG. Teve um clima, e fomos para uma calçada e e ele foi arrumar a calçada, que consistia em remendar uma árvore que havia caído no chão, e ele fez com uma faixa decorativa, e logo após me abraçou e disse que estávamos namorando. Fomos para casa e eu e ele cuidávamos das gêmeas.
um bebê e um amigo / li

Era domingo de manhã cedo e eu levante do meu quarto, vi no outro quarto PH deitado na cama, assistindo televisão. Ele veio cumprimentar e disse que assistia um seriado ótimo, onde o Tarcísio Meira era um bodegueiro, junto de outros artistas, como Jorge Dória. Dizia que era muito bom.
Eu tinha um bebê menino comigo, que era filho de um homem mais velho e humilde, chamado Paulo Trindade. Esse bebê ficava comigo, e eu sentia que os pais logo me dariam para eu adotar. coloquei o bebe numa caixa de papelão, mas achei cruel.
gás / li

Estava na frente do clube, de repente uma correria. Olhei para as escadas e avistei, lá embaixo, o pai de DS e outros homens se cobrindo com cobertor, sentindo mal. E me falaram que homens estavam em uma reunião no salão e de repente saiu um gás e eles comecaram a se sentir muito mal. Funcionários vasculhavam e diziam que antes, alguns moços espiavam pela janela do salão, e seriam suspeitos.
ripongas e política / li

Saí do meu antigo apartamento em POA e caminhei com meu marido, que era uma mistura dele e MEB e Z. Chegamos numa loja na esquina da rua Riachuelo de Santa Maria, entramos e vi uma calça linda, mas meu marido pegou para experimentar. O levei para o vestiário, e o dono, um riponga, me orientou a fechar a cortina. A calça ficou grande demais, e meu marido resolveu andar sem sapatos pela loja. Logo, entrei em um salão da Assembléia Legislativa e uma funcionária veio conversar. Ela entregava cartas e me orientou a ir conversar com o seu chefe, o deputado Todynho. Enquanto seguíamos por um jardim antigo do local, ela falava o quanto ele era bom.
Leão pela janela / li

Estava no apartamento da praia do meu pai.Era noite e meu pai chegou. Eu via as reformas do apartamento e não gostava. Logo vi ele nu, caminhando pelo gramado do prédio, e eu joguei um lençol para ele se cobrir, e ele ignorou. Vi uma cobra cinza andando pelo apartamento, e ele disse que faria algo com cheiro ruim e ela morreria.
Logo eu estava num prédio grande, com muitos adolescentes marginais e vi que era um concerto comunitário, mas senti medo, pois poucos estavam interessados no concerto. Subi pelo prédio, em cima havia um apartamento amplo e com outras pessoas eu conversava sobre morar ali. De repente, ao olhar pela janela que dava para o poço de luz, vi grandes patas peludas, que logo se mostraram ser uma jaula com um leão, subindo até o terraço, para um passeio ao animal. Tentei fotografar para colocar nas redes sociais algo com a informação 'quem mora num prédio que tem um leão passando pela sua janela?'.
Após, eu caminhava pela entrada da escola Coração de Maria, e deixei uma mala azul no meio do caminho, até eu ir buscar minha filha ali dentro. Vi que PRM estava pelo caminho conversando com um moço que usava terno. De repente percebi que minha mala foi roubada e que o homem de terno aplicava um golpe, dizendo algo de uma fazenda.
Jazz / li

Estava com FP em um banheiro de shopping center,conversávamos com Jô Soares sobre preferências musicais, e éramos unânimes que a melhor música que existiu era uma que o Duke Ellington cantava, e poucas pessoas já tinham ouvido.
casas de praia / li

Estava em na praia de Porto Belo, na casa de Z, mas era a casa que LV estava com CP. Eles se separavam, e buscávamos uma moça para ele se interessar. Encontrávamos um político negro e LV começou a falar que suas posições eram erradas, e eu o defendi.
Na casa, chegava pessoas muito bonitas, e de repente todas ficavam nuas, e uma mulher mais velha, talvez minha tia LN veio me seduzir. Vi as pessoas nuas no pátio e todas tinham corpos lindos, pareciam pessoas ricas. Logo, já estava em Capão da Canoa e fui fotografar uma nova construção, tipo uma igreja, mas era um mercado, com colunas jônicas, todo cinza.
Já era Capão da Canoa e eu ia para casa, e passei na frente do prédio da família B, segui e entrei no edifício Cinara, onde já havíamos alugado, mas me dei conta que não era minha casa. Saí para rua discretamente.
Filha que é 5 ovinhos / La

Eu e Gustavo tínhamos tido uma filha, e aí fomos pra praia. A nossa filha era representada por 5 ovinhos. Dentro de dois tinha macarrão tipo farfalle, nos outros tinha molho e tempero. E aí fomos pra praia e eu fiquei muito nervosa e preocupada porque quando entravamos no mar os ovinhos se perdiam e logo depois eu achava. Mas antes de achar eu ficava muito apreensiva. A gente tinha ido pra uma praia que era em Santos.

Daniela Thomas e índia em alto mar / La

Estava na praia, eu, Gustavo, Daniela Thomas e uma índia. A maré tava subindo muito e uns policiais tinham entrado numa briga com 3 pássaros de praia e matado os três. O Gustavo e a Daniela tinham entrado na briga pra salvar os pássaros mas não adiantou. Os policias então colocaram os pássaros em caixões e convidaram o Gus, a Daniela e a índia pra levarem eles pra dentro no mar serem enterrados. Eu fiquei preocupada porque a maré tava subindo muito e tava perigoso. Os policiais até tinha lançado umas placas de luz de led escrito "POR FAVOR SAIAM DO MAR POR AMOR À VIDA". Mas como o Gus, a Daniela e a índia iam enterrar os pássaros eles iam entrar. Ai eu fiquei olhando de cima. O gus ficou muito tempo em apneia mas ficou bem a Daniela demorou muito e se juntou a índia. A índia tinha passado muito mal




Familiares em ritmo tenso / li

Estava na Hungria, misturada com a Romênia. Construções incríveis, antigas, com um mix de estilos. Eu, tia L, as sobrinhas de meu marido e meu marido entramos num táxi tipo microônibus e passeamos, mas o motorista andava em alta velocidade, e eu, ao seu lado, senti medo e pedi para ir devagar,mas ele não entendia a minha língua.
De noite eu estava em casa, que minha cunhada havia alugado, era de 2 andares, e o banheiro era no segundo andar e tinha que ir por fora da casa.
Encontrei tia L e seu filho. Conversavamos com um jovem que era bandido .
Eu estava num bar, quebro dono era JM. Tinha mesas nonpatio davfrente, eram com um tampo de pedra verde. Teve um show e logo fechou, e cada um tinha que levar o tampo de pedra para dentro do bar. Caminhei mais e era o bairro Cidade Baixa, Porto Alegre e vi assaltos com refens em dois bares. Escapei e logo veio a polícia, um batalhão correndo e atirando, e procurei me esconder. Encontrei a tia N é uma amiga e as avisei, voltamos para outro caminho, até entrarmos num museu subterrâneo de química. Logo estava voltando para casar meu prédio havia mudado, estava com uma porta pequena para entrar e uma criança veio me seguindo. Entrei e o porteiro viu a criança e perguntou onde ela ia, e ela se transformou numa mulher adulta com voz sedutora para seduzi-lo e ele a atingiu com uma facada na barriga.
Mãe com pênis / Avê

Minha mãe fez cirurgia de mudança de sexo. Ela agora tinha um pênis e estava tomando hormônios. Ela me mostrou bem feliz com a transformação, apesar de entender e respeitar eu fiquei chateada porque eu não tinha mais uma figura materna mulher. Senti um vazio.
Hermeto terapeuta / Avê

Eu estava em um espaço meio calçada de uma instituição que parece meu colégio da infância, mas era outro lugar. Estava numa roda com amigos que não lembro que são. Perto dali abre uma porta de consultório e alguém chama um nome de paciente. Alguém me conta então que o Hermeto Pascoal está atendendo como terapeuta de artistas. Todos em Curitiba queriam se consultar, eu também.
chuveiro / cau

Eu e Lu fomos visitar o amigo dela Victor. Entramos em um predio com bares, descemos uma escada. Havia um tiozões barrigudos jogando sinuca numa salinha azul calcinha e branca. Seguimos em direção a uma portinha e batemos. Ja era a casa dele la. Por dentro era tudo azul ou branco, poucos móveis, tudo simples, mas bem bonito. A pouca luz fazia o cenário mais cinematográfico que ja era. Conversamos, passamos um tempo e acho que fomos dormir. Quando acordei Lu nao estava mais la. Chamei por ela e nao tive resposta. Levantei preocupado, procurei na sala. Tinha algo guardado pra dizer pra Lu antes dela ir. Ouvi um barulho no quarto dele e fui pra la, cauteloso. Os cômodos eram interligados um ao outro linearmente. Empurrei a porta entreaberta como que num filme de suspense e ouvi gemidos vindo do banheiro. Eles estão transando no chuveiro, será? Continuei sem saber se valia a pena interromper so pra falar o que tinha pra falar. Adentrei o banheiro e resolvi falar o que precisava, mas quando comecei, subi num banquinho pra ver por cima do box. Olhei enquanto falava e V estava transando com um cara que nao conheço. Que merda, desculpa, gente. Eles ficaram bolados e eu sai de la. Fiquei sentado na cama e me arrumei pra ir embora. Quando fui saindo, V também estava se aprontando e me olhou com olhos de raiva. Me chamou de babaca e eu fui embora.
a três / cau

Estávamos eu e Lu andando de ônibus por BH. Dani havia convidado eu e ela pra uma 'visita' em sua casa. Discutimos sobre isso no ônibus e ela me questionou dizendo que não gostava quando convidavam nós dois como desculpa de estarmos namorando, sendo que queriam pegar so um de nós. E que tinha um compromisso nesse horário, que poderia so mais tarde. Percebi que o ônibus estava passando perto da casa de D e dei sinal. Senti um aperto no peito e vi que fazia aquilo sozinho e que faria sim, mesmo L não indo. Disse pra ela ir pra la quando estivesse livre do compromisso também e desci.
paixões na madrugada / li

Estava na casa de FS e descobríamos que éramos apaixonados perdidamente. Caminhei pelo parque Itaimbé, era madrugada, mas havia pessoas ali. Percebi dunas de areia por algumas partes, no parque. Me falaram que MDV estava por ali e logo pensei que eu era, na verdade, apaixonada por ele.
Amizades e mães coroas / Zico

tava na sala de casa, tava tudo meio escuro. Mas ainda estava dia, acho que era fim de tarde é provável que fosse sábado. A mãe de um amigo meu estava lá, perto da janela. Ela deu em cima de mim, eu percebi na hora. Morri de vergonha mas já esperava que isso acontecesse. Na hora só pensava no que fazer, queria dar um fora nela e ao mesmo tempo queria que aquilo não estivesse acontecendo. Eu não queria nada com ela, só pensava no que fazer: se dizia para meu amigo ou simplesmente dava um fora nela.
Movimento dos Carneirinhos livres!!!! (MCL) / Nunca gostei de usar o divã

Deveria ter escrito esse sonho antes, não lembro como começou. Ele tem a ver com libertação. Eu só lembro de libertar vários carneiros do campo. Carneiros de todos os tamanhos, acho que era bodes, ou metade bodes metade carneiros, tinha chifre helicoidais. Eu libertei e fui me esconder numa casa simples de dois pavimentos, mas somente o segundo era acessível. Fiquei lá por um tempo, não tinha luz elétrica, tudo escuro. Do nada uma menina que conheço, Brenda, estava lá. Mas não era a Brenda era somente seu corpo, tipo um avatar. A real é que essa menina era a Nathalia, uma amiga minha da internet que nunca conheci pessoalmente e só vi uma foto. Mas acho que ela surgiu como Brenda por causa da maneira que vejo as duas. Nathalia é na dela e Brenda também, e as duas tem temperamento forte. CONTINUANdo... Eu fiquei com medo de ter libertado os carneiros me senti culpado, e pedi pra Brenda/Nathalia para assumir a culpa. A real é: os carneiros seriam a minha essência sendo libertada e eu não teria coragem para enfrentar?
Massagem no pé do caetano / La

Sonhei que tinha ido na casa da Maria Ana, que tinha se mudado e era uma casa muito legal, cheia de passagens secretas. Uma delas tu entrava num buraco e dava uma cambalhota e descia por um escorregador.
L morava ela, o padrasto, a mãe e dois filhos do padrasto. Eu ouvi uma conversa da mãe com o padrasto, que eles diziam que não iam deixar drogas, nem lícitas nem ilícitas. Começaram a discutir religiões, se alguma se encaixava nesses princípios.

Depois, fui fazer um café, mas não tinha pó e era um coador diferente, e eu não consegui passar muito café. E no fim das contas, ninguém queria café e ele ficou esfriando.

Caetano e Gil estavam lá e eu queria oferecer café pra eles, mas o café já estava frio e eu desisti.
Íamos ver um filme, estava cheio de gente, maior confusão pra todo mundo sentar e achar lugar.

Uma hora o Caetano se sentou em uma cadeiras eu sentei no chão, na frente dele, entre as pernas dele. Comecei a fazer massagem no pé dele. Ele não gostou e perguntou "vc não ia escovar os dentes, não?" Fiquei puta, achei ele machista. Comecei a escovar os dentes e o filme acabou.
Noruega Polônia Brasil / li

Meu irmão falou que tinha ganhado uma vaca preta e branca e estava feliz. Eu encontrei o vocalista do grupo Aha e saímos de carro, ele disse q iria me mostrar sua casa, na Noruega, que era na avenida Medianeira. Paramos e entramos no pátio, fazia frio e ele se transformou no meu marido. A casa era pequena e rústica, tinha um só cômodo e a cozinha ficava do lado de fora da cada, num corredor na beira de um precipício, que ele dizia ser bem como ele gostava. Logo chegou seu irmão TF, feliz. Ele trazia um presépio e madeira, e montei no chão. Sua prima MG estava ali, sentada e quieta. TF viu que faltava um outro presépio e trouxe outro presépio. Eu fui arruma-mos no chão. Os dois conversavam em polones. Eu sentia frio . TF perguntou se eu ia comemorar a data da independência, e eu disse que a do Brasil não, poderia comemorar a da Polônia e Noruega. TF disse, em português, q tinha q me falar algo.
3 dormitórios e tudo mais / li

Eu estava no meu novo apartamento, num prédio luxuoso, uma cobertura e bem grande. Brincava com minha filha ainda bebê e chegou meu pai. Ele olhou e perguntou se era de um quarto e fui mostrar que não tinha 3 dormitórios e dependência de empregada, além de pátio. Logo era meu tio OV, que olhava impressionado o apartamento.
Cheiro de suor / li

Eu tinha ido morar num quarto junto com meus ex colegas de trabalho, ES, AKW, BP, MEB e CP. Acordei e reclamei que senti cheiro de suor masculino, mas estava feliz em morar com eles.
Colegas / li

Encontrava TZ, minha antiga colega, ela grávida do seu segundo filho, em uma casa grande e bonita, com decoração em tons cinza e vermelho. Logo eu estava numa sala de universidade, que era no colégio Santa Maria. Eu tinha uma sala individual, feita pelos padres, em madeira e tons verde-escuro. Para sair era como labirinto, corredores e escadas que confundiam.
extraterrestes me curam / apta

sonhei que o mundo estava acabando, eu estava muito preocupada em encontar pessoas, meus cachorros, tentar dar um jeito antes de tudo ir embora.
acordei.
voltei a dormir e no sonho minha mae falava que nao era que o mundo estava acabando, era que os extraterrestres estavam chegando na terra para ajudar as pessoas com problemas mentais, psiquicos.
do nada estava num quarto, que parecia ser o quarto da minha avó, e uma luz muito forte entrava, eu estava de bruços, assustada, sabia que eram eles chegando, senti minhas costas muito muito muito quentes, e senti a presença de seres perto de mim, pouco depois, senti gotas do que parecia ser óleo quente na minha lombar e uma tensão muito forte no lugar, fiquei com medo, entendi que era um sonho e pude ouvir minha mae na sala conversando, quis me mexer mas nao conseguia de medo, os seres se foram e lentamente fui acordando e entendendo o que aconteceu.
tiros / li

Caminhei pelo calçadão e vi MC sentado, de calça verde e com uma perna amputada.
Eu, filha e meu marido estávamos em Gravataí, mas na escola Maria Rocha de santa Maria, e tentamos pegar um microônibus para voltar para casa, ao chegarmos na porta do microônibus, lotou e ficamos de fora. A outra condução demoraria muito para chegar.
Fomos caminhar pelo centro e logo deu um tiroteio nas ruas e muita polícia chegou. Eu via uma arma, tipo um cano de canhão para carregar nos ombros, que disparava fortemente, e dispararam ao meu lado. Me joguei no chão com minha filha, e via os disparos passarem perto. Entramos num consultório de uma médica e ela indicou um uber para nós, que era um carro azul que chegava na calçada. Fui falar com o motorista e ele falou que ia beber água. Logo estávamos numa casa que as portas não fechavam bem, ali circulava várias pessoas humildes, gente boa, mas todos fortemente armados e com um discurso de legalização da maconha e contra o governo. Logo chegou a polícia, fazendo um cerco grande. Tentamos sair dali, mas policia e bandidos armados por todos os lados. Minha filha era maior e saiu sozinha, eu e marido procurávamos desesperadamente. Saímos correndo e meu marido e minha filha entraram num lugar, eu fique para trás e tiros estavam perto de mim, me joguei para um muro, que do outro lado havia muitas árvores.
uma câmera no meio do tiroteio / cau

Fui num congresso/encontro universitário. Cheguei atrasado ou só "acordei" no sonho em certo momento que já estava lá. O lugar que ficamos hospedados era um predinho institucional de uns 3 andares na beira de uma favela. Tinham alguns amigos do curso lá: Gusta, Lou, Daf... então deduzi que fosse algo relacionado a arquitetura. Conversei com elxs e senti um clima de festa, lamentei não ter trazido uma garrafinha daquelas cachaças especiais que faço. Percebi que não estava com mais algumas coisas que precisava pra dormir por la. Perguntei pra um professor quando o ônibus iria voltar pra eu poder buscar mais coisas (o ônibus voltava diariamente). Lá pelas 23h. Nessa fui falar com Lou, perguntei se ele ia também ou se precisava de umas coisas. "Não cara, vou ficar por aqui, a Ka ta aqui e a gente ta se pegando de novo". Que locura! Demoro, então depois eu volto com a cachacinha e meus trem. Quando subi mais um andar pra checar minha mochila, comecei a ouvir tiros. Me escondi e rastejei até uma janela pra ver o que tava acontecendo. A PM tinha chegado e tava atirando nuns caras do morro. Aí começou a vir tiro do outro lado. Alguns tiros vazaram nossas paredes, umas pessoas começaram a gritar nos outros andares. Vi que tinha mais uns deitados no chão e se escondendo atrás das paredes perto de mim. Rastejei pro meio do prédio, pra não ficar de frente pra parede mais externa. Mas do meio, senti era visto por várias pessoas lá fora e me senti inseguro também. Será que ia tomar um tiro, morrer ali? O tiroteio não parava. Lembrei que tava com minha AE-1 na mochila, resolvi tirar foto daquilo tudo. Comecei pelo pânico dentro do prédio, todo mundo se arrastando e escondendo, depois mirei lá fora. Ouvimos um barulho la cobertura e depois lá embaixo. Tinha gente entrando no prédio e correndo. Uns caras do morro entraram e queriam usar o prédio pra atirar nos poliças. Decidi que ia tirar o filme da câmera. Tinha mais um amigo com uma câmera analógica, pediu ajuda pra tirar o filme. Quando vi a câmera dele ja tava aberta sendo que ele não tinha rebobinado o filme. Queimou tudo, disse pra ele. Fui mostrar pra ele como fazia e minha câmera abriu antes de eu conseguir rebobinar também. Fechei e rebobinei correndo, quem sabe salvava alguma coisa. Um cara veio correndo rindo e soltou uma bomba caseira no nosso lado. Era um charuto preto que veio rodopiando e explodiu perto de um amigo meu. Corri e tentei fugir, quando ele viu a câmera na minha mão. "Maneira essa câmera hein". Falei toma, fica pra você, só deixa eu ir embora daqui. Ele pegou, rindo, e já jogou pra um outro amigo dele subindo a escada: "saca aí, que doida". Fiquei vendo eles jogando ela pra um lado e pro outro e virei a cara, desci a escada querendo desapegar. O tiroteio parou, o pessoal levantou e saiu correndo do prédio. Lá fora tinha um monte de gente, uma gritaria rolando. "Pega minha mochila, por favor!!" "Traz minhas coisas" "Vamo embora daqui!!". Fiquei procurando minha mochila por alguns instantes, mas resolvi tacar o foda-se e sair correndo. Lá fora tinha uma multidão e acabei encontrando a Lu, minha namorada. Ela tava com minha mochila e com uma cara tranquila. "Cê tá bem??" "Tou uai, ta sendo ótimo o congresso!" "Congresso, menina, que porra de congresso, a gente tava tomando tiro, nem sabia de congresso" "Sim, umas palestras ótimas, depois te conto. Vamo embora"
sequestro de carro, cinema, onibus e ovo / la

sonhei que estava com a lizia num carro e entramos num caminho bonito, com árvores. Quando olhamos pra baixo, vimos que estavamos em cima de dois pinos grandes, e que era um sequestro, um roubo de carro. os pinos subiam desde o chão da estrada até encaixar no carro, e esses pinos faziam parte da armadilha porque eram parte de um micro carro que estava em baixo da estrada. Na placa do carro tava escrito UM UM.

Eu e a lizia começamos a conversar com o cara que queria nos roubar e eu perguntei se nao tinha algo que a gente pudesse fazer, dar pra ele, para ele nao nos roubar. Ele disse que gostava de cinema e queria ver o novo filme do Owen Wilson.

Depois tava eu e lizia correndo pelos viadutos da ponte do guaíba, e correndo muito para os carros não nos pegarem, uma hora saltamos do viaduto para o chão, tinha muitas árvores. Alguém me perguntou onde era a Penha, eu não soube responder, só sabia que era longe.

Depois tava eu e meus pais, e eles também queriam ir no cinema e acho que a gente ainda tava escapando desse caso do sequestro. Meu pai falou que os pinos na estrada normalmente eram mais estragados, com arranhões, que não dava mais pra confundir. Expliquei que a lizia que tava dirigindo e ela não viu. Eu, meus pais e minha batiam resolvemos pegar um onibus e eu fiquei preocupada de a minha batiam não ter onde sentar, mas aí foram liberados alguns bancos. Uma mulher que liberou um banco deixou um ovo e minha vó não quis sentar lá. Aí fiquei conversando com meus pais.


Cabeça de tatu / li

JL e família iam se mudar para-o Maranhão e nos convidaram para um almoço festivo em sua casa. Chegamos e ficamos no pátio, com outras pessoas. Fui para a cozinha com JL e conversávamos. Para ir ao pátio, encontrava cachorros de rua, que assustava. Um cachorro cinza, com cabeça de tatu me apavorava, nunca tinha visto igual. Meu marido ficou na cozinha cozinhando sozinho e eu falei para irmos junto dos outros.
Logo eu estava sentada com meu marido, que falava palavras muito carinhosas, mas quando vi, era Z e senti perdida.
Cheguei em casa e minha mãe tinha mandado pintar o teto do apartamento, que era o antigo apartamento do meu pai.
Encontro de sofrimento / li

Estava no salão do clube, entrei no banheiro e vi LV passar, ela usava roupa preta e um blazer preto com estampas de correntes formando quadrados, beges. Ela passou e não me viu. Achei estranho ela estar na cidade e não me falar. Logo nos encontramos na porta do banheiro e nos falamos. Ela disse que veio ver sua mãe, que estava muito doente, não saia da cama. LV falou que tinha pedido demissão do trabalho para ir cuidar da mãe. Logo estávamos em frente a uma lavanderia, no fim da rua Benjamin Constant e minha filha começou a vomitar um líquido roxo,algumas vezes com glitter, e sofria. Senti medo e pavor de ver esses sofrimentos.
sétimo dia / li

Eu estava numa missa com DRM e sua família. O padre falava que seria como uma missa de sétimo dia, para VM, mesmo ele estando vivo. Eu achei o discurso muito triste e saí, caminhava por um morro, onde ficava a igreja.
Filled with repression / Ranunculus

In a airport somewhere with family and what would be extended family, walking through a store, it has everything you would need to travel and souvenirs, after a short stroll with my mother by my side I find a shelf covered in sexual apparatus, dildos, anal plugs, vibrators... I’m surprised but intrigued and think why shouldnt one indulge whilst traveling, I take a discreet look around, somewhere on the other side of the store a white haired lady in her 50-60s is displaying strains of cannabis on top a solid light brown wooden stand delicately breaking apart buds with her finger tips and explaining to a fellow store member to her side something about use or quality, i park myself in between them and observe thinking that I might get a sample, my family has left the store because I always browse a bit to long, I am alone and return my gaze to the sexual apparatus, imagining how I might gratify myself, which one is for me, do I want one? I do , how do I choose... I see everything and even identify some models and one which i have owned before, a horrible rotating vibrator which is the only type that vibrates and give up after intense pondering. I sit in the corner on those traditional connected airport chairs next to a couple and some more people, the couple is very comfortable stretched out and with covers, I am excited and ponder about the nature of the couple, a foot is extended onto me and rapidly it is obvious to me it is a sexual invitation of sorts of the couple snuggled and hidden occult, I think a menage but here? Tempting but no, I see most people could probably notice and wonder why anyone hasn’t said anything yet.... out of the blue appears a old friend one who I hadnt known so well and he sais something like “ what menage! Of course ill participate” Im thrown of balance and rethink my initial stance, maybe ill do it to... my father bursts in through the store door and quickly puts an end to the vine and situation with his loud imposing voice, condemning... I snap at him and say, are you really going to be the one judge us? Somewhat threatening to expose his own dark repressed secrets that I am aware of...
jardim de festa hippie / li

Eu caminhava por ruas curvilíneas de Gramado, mas era um lugar feio, como favela de concreto, e eu procurava o antigo apartamento da minha mãe. Entrei num pátio de um condomínio estilo BNH, decadente e feio e vi MB por ali. Tentava não encontra-lo mais. Entrei numa parte bonita da cidade, com um casarão rústico de madeira, algo acontecia li, tipo uma festa hippie, em um jardim imenso, e MB por ali. eu sentei numa varanda, vi que começava a fazer frio e eu não tinha muita roupa de frio.
em hotéis / li

Estava com AP e fomos para um hotel em Porto Alegre, na Cidade Baixa, mas parecia Capáo da Canoa. Ele era meio rude e me tratava como garota de programa. Tinha nojo dele, por ser velho e ter um estilo empresário, mas eu tinha que aguentar, pq ele estava um pouco violento. No quarto que entramos, simples, avistei da janela a vista do meu antigo apartamento, e via que teria manifestação popular pelo dia 1 de maio. AP precisou sair logo e deixou o hotel pago.
Fui trocar de hotel para que ele não me encontrasse mais e encontrei o hotel que costumo ficar, mas tinha paredes de vidro, apesar de bonita decoração.
/ li

Estava caminhando pela rua Bento Gonçalves e ia embora.atravessei um atalho para pegar um táxi na outra rua, pq era noite e parecia perigoso. Ao chegar onde pensei ter táxis, o lugar era outro, um centro cheio de obras. Sente medo e voltei pelo terreno abandonado da empresa planalto. Ali encontrei o dono da empresa, usando roupas muito humildes, sapatos e furados, calça xadrez em tons amarelo surrada, e perguntei quem era ele, que escondeu quem era. Falei sobre sua empresa.
roubo / li

Haviam entrado na minha casa e roubado pertences, meu marido desesperado, foi atrás do sofá e pegou uma pasta escondida, que ele dizia que tinha muito dinheiro, e viu que foi roubado também. Tentamos encontrar quem roubou, era noite e saímos atrás de pistas. Caminhamos na avenida Medianeira, depois subimos num morro, com pequenas florestas em volta, e ali alguém achou uma blusa minha, e logo depois, no meio dafloresta, acharam uma calça minha, e foi concluído que eu havia sido violada, mas eu não lembrava de nada.
Vera / li

Estava caminhando por ruelas de Florianópolis e encontrei a filha da Vera Fischer, linda, de biquini azul, que me falou que ali havia tido um assalto, logo MV apareceu e dizia que seu ex namorado havia levado facadas e sobrevivido. Rafaela Fischer me convidou para ir na casa dela. Chegando lá, Vera era casada com o ator Diogo Vilela, e estavam cozinhando para o domingo.
Triste / li

Estava sentada na cama do meu quarto, e minha filha junto, quando ouvi entrarem no apartamento. Espiei e era a LV, usando uma blusa branca, muito pálida e tensae pedia o telefone emprestado. Ela não quis me falar o que era, mas eu deduzi que sua mãe não estava nada bem e a abracei forte, choramos juntas e minha filha veio fazer carinho em nós.
Entre misses / li

Estava na antiga casa de madeira da tia BVM, entrei no quarto das filhas dela, igual como eramá minha infância, Eu estava com um namorado de algum país nórdico, homem bem loiro e meio gordo, era um cara legal. Nos deitamos no sofá cama e ficamos em clima de muitos abraços e beijos quentes. Uma mulher com 3 filhas pequenas entrou ali também é deitou na cama do canto com as meninas. Não queríamos parar e ignoramos as crianças, mesmo que estivéssemos semi-nus. Parei, me vesti e vi que eu havia sido selecionado para um trabalho muito bom.
Logo eu estava num ginásio, no meio das candidatas a Miss Universo e eu era amiga s da Miss Zâmbia, uma negra lindíssima, mas tinha as unhas naturalmente pretas. conversávamos e ríamos, mas eu não lembrava ônibus e dela, o que a deixou triste.
Sonho da Lara / Hannap

Lara sonhou que estava numa festa.
Ela e eu.
Tinham várias comidas.
Tava a Allena.
Era um loucura.
Tava o professor dela, Jamil.
Era aniversário do Jamil.

Tinha um computador do Jamil, aberto.
Eu comecei a ver as fotos dele escalando.
Comecei a zoar ele, dizendo: aahh ele tem problema no pescoço, olha só!
Só que eu não sabia que ele estava ali perto, ouvindo os meus comentários.
A Lara ficou constrangida.

Tava rolando uma aula de ballet em algum lugar. A Lara tava meio excluída.
Tinha um torneirinha na aula de ballet. Lara foi lá encher a garrafa dela, pois estava com sede.
Dava pra descer uma trilha do horto.
Uma menina precisava de um espaço e foi descer a trilha.
As árvores eram muito compridas.

Lara estava descendo a trilha e tinha um corpo no chão, achatado.
Era um corpo muito grande, de uns 5 metros.
Só tinha a roupa e dentro da roupa tinham as chaves e a carteira.

Lara falou pra professora dela sobre o corpo. A professora ficou chocada, pois era um aluno dela de um grupo de estudos na floresta.

Depois a Lara voltou dessa viagem e encontrou os pais dela no aeroporto.
Os pais trouxeram um presente. Era um quadro com dois bebês se abraçando.
Esse quadro era referência de uma obra de um artista, que a Lara tinha descoberto nessa viagem.
Lara amou o quadro.
O Mauro tinha feito uma montagem e um dos bebês era a Lara.
Tinha um bilhete no quadro, mas a Lara não leu. Ficou com vergonha pois se ela lesse iria começar a chorar.
paredes em vidro / li

Estava em outra cidade, em uma casa nova. Fui tomar banho, mas tinha que esperar o banheiro desocupar, pois outras pessoas também o usavam. Quando chegou minha vez, entrei com toalhas na mão e de repente vi que as paredes eram de vidro, e muitas pessoas entravam para jogar handebol ali. Fiquei furiosa por meu marido não ter me avisado, pois eu já estava quase sem roupas. Algumas vezes Z era meu marido, eu não entendia muito bem.
Repteis / li

Eu e meu marido estávamos numa cidade turística, às vezes Gramado, às vezes Canela, às vezes Capão da Canoa. Procurávamos o antigo apartamento da minha mãe. Caminhávamos pelo centro bonito, atravessávamos um túnel e logo surgiam pontes de concreto, construções pichadas, lixo por toda parte e pobreza. Não encontrava o tal apartamento e sentia medo de andarmos ali, pois já anoitecia.
De repente nos avisaram que era para outro lado e que devíamos subir um morro. Encontramos o condomínio, mas um pouco abandonado, com grama alta. O apartamento estava sujo e chamei minha diarista para limpar, especialmente pq tinha muitas cortinas verdes nas janelas.
Olhei para fora e vi pessoas que eram meio répteis, caminhavam e de vez em quando pulavam como sapo ou se arrastavam como lagartos.
Aviso de Sonho ao Prefeito / li

Eu precisava encontrar o prefeito de Porto Alegre, para falar de um sonho que tive, e que era como um recado para ele. Era um sábado à tardinha e Mandei um whatsapp para ele, que respondeu imediatamente. Pensei que ele estava desocupado ou que achava que eu estava tentando flerte com ele. Trocamos umas palavras amigáveis e nos encontramos. Falei que era parente do Nelson, que também era seu parente, e que havia sonhado que estava com seu tio em Fortaleza e ele pedia para ficarmos todos juntos, unidos. Eu e o tio pegamos um avião de Fortaleza para Porto Alegre e desembarcamos na antiga rodoviária de Santa Maria. O prefeito confirmou que tinha um tio em Fortaleza, mas que há anos não se falavam. Caminhei pelo pátio lateral da casa da minha avó, seu jardim estava bem cuidado e com lírios azuis floridos, nos canteiros.
/ SL

Voltei p Israel.
Vi x.
Ficamos no quarto dele.
Fizemos sexo sem tirar a roupa.
Os pais dele e irmãos dele não me reconheceram. Falaram cmg em hebraico.
Eu me sentia diferente, mais bonita q a outra vez.
Estávamos em um clube e meninas desfilavam. X foi sentar com seus pais e me observava de longe. Eu atuava pois sabia q estava sendo observada. Conversava com uma criança sobre as roupas que ela usava e gostava. Vinham em um livro. Ela descolava e usava. Achei insano. A menina juntou-se às colega e fiquei sozinha. Me senti mal. Fui para o meu quarto. Abri uma garrafa de rum e não consegui beber. Comi chocolate. Separei todos os vidros e garrafas que eu tinha comprado para levar comigo. Eram 3 garrafas. Incluindo a garrafa de rum. Mandei uma mensagem para ele perguntando quais seriam os seus plAnos para o fim de semana. Nos encontramos em seu quarto de novo, ele me disse que na verdade, todos haviam me reconhecido. Fiquei frustrada.
Desci do carro com Y e conversei com nossos vizinhos, falei que a filha dele estava enorme! Eles me apontaram pra bebe deles e falaram que a filha enorme eles já tinham. Me mostraram o material didático q a filha usava em inglês no cursinho. E falavam algumas frases em inglês no meio.
Patti Smith / Hannap

Eu estava num avião, voltando do Japão.
Só que o avião era um quarto de hotel.
O avião já tinha pousado e todo mundo tinha descido, menos eu, porque eu não tinha arrumado minhas malas.
Tava tudo bagunçado no chão do quarto. Eu tinha duas malas e fui jogando tudo dentro delas de forma desordenada pra poder sair do hotel/avião.
Tinha bermuda em cima da cama, caderninhos e canetas no chão.
Enquanto eu arrumava tudo a Patti Smith entrou no meu quarto e foi no banheiro.
Eu a vi muito rapidamente, não tinha certeza de quem era, mas ela deixou uma carteira em cima do meu chinelo, que tava no chão.
Eu peguei essa carteira pra guardar na mala e vi que não era minha. Abri e vi que era da Patti Smith.

Pensei em esperar ela sair do banheiro para sairmos juntos do hotel/avião.
Foi o que aconteceu. Arrumei tudo rápido. Soquei as coisas nas duas malas e a Patti Smith saiu do banheiro.
Nesse meio tempo apareceu a Camila Moletta. Ela ia ocupar o meu quarto na viagem dela.
Ela adorou ver a Patti Smith comigo e disse pra Patti que ela estava em boa companhia. :)

Fomos andando pelo corredor, eu e Patti, e perguntei o que ela tinha vindo fazer no Rio.
Ela disse pra eu parar de fazer piada, que que eu sabia exatamente onde nós estávamos.
Mas eu não sabia, achei que tinha chegado no Rio, mas em seguida descobri que estávamos em NY.

Saímos do aeroporto por um corredor industrial onde vários funcionários fechavam tortas de chocolate, que vinham em esteiras. Eles colocavam a última camada de massa folhada sobre a torta e salpicavam chocolate em pó por cima. A Patti Smith carregava uma mochila com formato de macaco. Essa mochila era recheada de chocolate em pó do bom! Encontramos no final dessa sequência de funcionários a Marina Lutfi, que era amiga da Patti. Elas se abraçaram e a Patti deu pra ela a mochila/macaco. A Marina então fechou uma torta e apertou aquela mochila sobre a torta, dando uma cobertura extra de chocolate. Aquela torta era um presente pra Patti. A Marina subiu nas costas da Patti e abraçou ela. Eu tirei uma foto das duas com o meu celular.

Segui pelo corredor para pegar meu próximo avião, pois ainda tinha uma longa viagem até o Rio, de volta pra casa.
malas, malas / li

eu estava no apartamento do meu médico CK e deitei na sua cama para dormirmos juntos. no meio da noite nos abraçamos e um clima surgiu. Levantei para ir ao banheiro e vi outro quarto de casal, com sua esposa. Fiquei preocupada e ao vê-la se aproximar, me escondi no box do banheiro, mas ela me viu. De repente começou a me xingar e eu resolvi mentir que não sabia que ele era casado. Ela começou a ficar alterada e eu disse que iria embora e que também estava brava com ele por ele me levar para sua casa de família. Resolvi fugir e a filha deles me ajudou. No apartamento havia muitas malas, pois iam viajar, e colegas de escola. Eram pessoas muito ricas. A irmã dele me colocou no quarto do irmão e após me passou pela sala e fui me misturando aos colegas para conseguir chegar até a porta de saída sem a esposa perceber. Eu pegava minhas malas, que ali estavam e tinham documentos e coisas da minha filha. Saí e caminhei na rua para voltar, era no bairro Moinhos de Vento, agradável de caminhar, mas não conseguia me situar. De repente cheguei numa avenida que tinha o prédio da SEMA ( secretaria de Meio Ambiente), e havia muita floresta que encerrava a avenida, seguindo de apenas uma descida com escada de grama, então lembrei que era ali que ocorria muitos assaltos. Voltei e estava perdida, procurava um taxi.
li / Aranha, gafanhoto e eu

Estava no apartamento do Hotel Everest, em POA, quando vejo na porta do banheiro, uma grande aranha. Aviso ao meu marido para matá-la, enquanto oriento minha filha a ficar longe.De repente percebo que a aranha está no meu tornozelo e tiro-a com a mão, preocupada se fui picada por ela e se ela é venenosa.
Logo estou no bairro Nonoai, em Santa maria e vou com a tia N para o novo local que ela quer se mudar, um apartamento com vista para o Shopping. Entramos e as paredes do apartamento eram verdes, havia 3 quartos e a sala estreita e pequena. Ela pediu a minha opinião e eu disse que achava pequeno e que a vista não parecia tão boa. Olhei para fora e havia um parque público, com árvores e um lago, bonito local. Fazia calor e algumas pessoas tomavam banho ali, vi um casal com uma moça negra sem blusa na água. Encontrei RS e conversamos, de repente senti grande dor na palma da minha mão, percebi que parecia um espinho e puxei para retirar, e saiu de dentro um grande gafanhoto todo dobrado.
Bem-vindos / li

Eu e meu marido estávamos hospedados no apartamento da JT, junto de sua filha, marido e sogra. Era em Porto Alegre, em um antigo e grande apartamento numa rua calma e perto de tudo. Ficamos no quarto das meninas, que estava sendo decorado. JT havia pintado as paredes em tema de floresta e usado tintas 3 D que faziam os desenhos ficarem animados, quando vistos de alguns ângulos. Fomos na área de serviço, que era grande e sentia vento muito forte, parecia perigoso. Avisamos para nossa filha ter cuidado.
De repente percebi que estávamos hospedados há dias e parecia chato, e logo vieram nos pedir para sairmos. Tomamos um café num terraço bem decorado, com uma placa na mesa, escrito em azul e verde ''Bem-vindos''.
Percepções malucas / li

Meu marido e marido da minha mãe conversavam na cozinha, achei estranho e queria ir embora, pois era uma conversa forçada. Levei um par de sapatos pretos para minha filha e ela veio me mostrar que eu já tinha comprado mais 2 pares pretos, todos novos e eu fiquei confusa por não lembrar de ter feito as compras. Fui visitar a esposa do meu padrinho, entrando na sua casa percebi que ela estava pobre, sua casa era humilde, dividia com outra pessoa. Havia uma sala sem janelas e seu quarto com uma pequena janela perto do teto. Ela estava linda e me falou que teve 7 anginas e por isso estava em repouso.
na minha mente veio uma ideia, que eu era homossexual e nunca havia percebido.
anotações no exato acordado / lupino

encontro barbara marcolini no antigo am-pm de icaaráí. vou falar com ela e ela diz q o nome dela n é esse. estou sendo enganado, sempre soube q ela sentia vergonha de falar comigo na frente das amigas. me retirei. acabei derrubando alguém em uma moto. é R, fico surpreso e dou um forte longo abraço nele, q logo deixa de ficar chateado por ter sido derrubado. R ta preso faz tempo e ter encontrado ele nesse sonho me deixou feliz. me lembro de ter falado “tu é uma pessoa boa". ajudei ele a levantar a moto e me despedi. entrei no posto e encontrei amigos antigos. saí dali. estou no jardim da casa nova de rafael, tem dois pombos pretos mortos e eu sei q eles estão ha algum tempo ali (rafael nunca deixaria animais mortos no jardim). estamos falando sobre tinder e soulseek. um corvo me ataca e eu estou com uma toalha, dou sorte e ele pega na toalha. tento bater ele na parede, mas n consigo, não quero machuca-lo. estou rodando a toalha de um jeito mt forte, na minha cabeça um corvo sempre volta, estou com um pouco de medo. ele solta e não volta. se retira tonto demais pra fazer qualquer coisa. vamos gravar. fui fazer um trabalho no cemitério, transmitir ao vivo um funeral. cheguei na capela e me deparei com três corpos, dois estavam de barriga para baixo e o que estava de barriga para cima tinha uma pequena cabeça, desci a escada e encontrei Joana, era um funeral múltiplo da família dela, fomos fumar um. encontramos bruno lemgruber, q um dia foi meu chefe, com pedrinho e giulia, cada um tinha um baseado e ele n me reconheceu. eu falei q tinha trabalhado com ele, q me olhou e falou “vc é rico então” e eu respondi “eu não, vc sim” ele riu, eu não.
rojava / cauli

Eu estava num lago no meio do mar bebendo água doce
O nome do lago era de uma das irmãs mitológicas, a unica que tinha de dado mal
Do nome dela derivava nome de vagina, Pussiana algo assim
Tinha formato ou decoracao de concha
E o gosto da água era bom
Eu tava vivendo num mundo pos apocalíptico fazia um tempo
Conversei e passei por muitos perigos ate chegar ali naquele lago, seguro novamente
Voei rasante fora do aviao monomotor, pintado com as cores da África do Sul, sobre a devastada e vazia cidade de Rojava. Algo perigoso pois ainda existiam algumas luzes de tiro acendendo esporadicamente pela cidade. Mas eu confiava no dono do avião (que nao pilotava) e estava comigo do lado de fora contando suas histórias de voos perigosos sobre os postes de luz e lajes do segundo andar dos prédios azuis do bairro afastado daquela cidade
"Eu já voei sobre uma floresta de pinus que eu aluguei" dizia ele com seu bigode grosso e cabelo ralo que balançava com rajadas de vento
Eu desci do avião no bairro podre com alguém que devia ser minha da família ou clone de mim mesmo. Eu sabia que estava sozinho, mas ter alguém artificial para conviver era necessário para sobreviver naquele ambiente hostil e com tão pouca gente. Eu nem queria compania, era perigoso demais. Muito risco, eu era experiente para isso.
E no topo do morro, deitado em guarda no meio da rua estava ele. Um pastor alemão de olhos vermelhos me (nos?) fitava
Meu clone de preparava para lutar, mas eu sabia
Eu sabia que ele nos tinha como amigo
Cães eram raros e inteligentes. Mudei de ideia. Ele não tinha nome ou não me lembro agora o nome dele, mas você não sabe o quão importante ele era para mim
Mas um cachorro não precisa de nome quando é o único cão que você vê em uma década ou duas.
Ela
Pera, era fêmea
E quando teve seu filhote parece que saiu de mim
Mais uma pessoa no meu mundo de devastação e caos, quando eu começava a juntar todos os trapos e tudo parecia começar a voltar ao normal
Depois disso lembro de flashes da fonte e outras pequenas memórias e acordei
Museu futurista / Hannap

Sonhei que eu encontrava o Luis Igreja no flamengo, perto do tacacá. Fazia tempo que não nos víamos, demos um grande abraço e um sorriso. Eu estava de bicicleta e ele a pé.
íamos para a casa dele fazer uma comida. No trajeto passamos por um prédio novo, cujo projeto havia sido feito por uma conhecida minha, designer. Entramos lá. Era um museu ultra moderno. Todo branco e liso por dentro. O piso de madeira, as paredes brancas, o pé direito muito alto.
Entrei de bike no lugar. Logo na chegada tinha um túnel branco, muito lisinho e estreito. No meio dele atravessava um outro túnel, com um trem de vidro de altíssima velocidade. O trem passava justíssimo no buraco. Não fazia nenhum barulho e eu conseguia ver através dele. O Luis estava do outro lado do túnel, o trem entre a gente. Eu chamava o nome dele mas ele não me ouvia. Passou um trem silencioso e eu quase atravessei, mas logo em seguida veio outro trem. Quando esse segundo passou fechou-se uma parede por onde ele entrou. Aí eu tive certeza de que não viria outro e atravessei.

Muito moderno. Chegamos em uma sala grande. Eu dei uma acelerada na bike e fui até o final da sala. Dei uma freada que fez a bike deslizar no piso até tocar a parede. Achei que seria repreendido, mas o segurança deu uma risadinha cúmplice. Tava tudo certo. O ângulo da parede com o chão era em curva suave. Eu acelerei de bike e subi na parede até um piso lá em cima. Pela primeira vez fiz aqui e foi fácil. Fiquei muito feliz.

Segui subindo o museu com a bicicleta, subia de elevador, de escada rolante (eram muitos andares).
Peguei uma escada rolante de alta velocidade que me projetou com a bike pra cima. Dei um salto muito legal! Passei por uma sala que dizia assim: fábrica de discos voadores. A temática do museu era toda futurista.
Lady Di sabia fazer sabonete / Hannap

Sonhei que estava em alguma universidade, saindo de uma sala grande. Esperando o elevador chegar. Eu estava sem camisa. Estava muito calor. De repente subiu o reitor, por um elevador todo de vidro e exclusivo dele. Ele usava um short cinza de lã e meias longas cinzas até a altura do short. Usava também um blaser bonito e tinha um cabelo estiloso, branco e comprido. Me olhou e viu que eu já estava vestindo uma blusa e disse: — Isso aí, por favor, vista-se. Ele foi para o auditório, fazer uma fala.
Eu desci com o elevador, estava com mais alguém e chegamos em uma sala onde a princesa Diana estava preparando umas embalagens. Ela cortava um pedacinho de sabonete, feito por ela, e colocava junto com um papel e outras coisas em cada envelope. Era uma lembrança dela. Eu fui até a mesa e conversei com ela. Perguntei sobre o sabonete, qual era a receita, como ela fazia. Ela estava ocupada mas ainda assim foi super atenciosa, mas eu não entendia aquele inglês britânico de Lady Di, falado em meio a outras vozes. Falei de uma amiga, Paula Mello, que também fazia sabonetes incríveis, com a receita original dos famosos sabonetes de Alepo e de Marseille. Perguntei se ela podia me dar um pedaço do sabonete dela. Ela disse que sim, mas que aquele lá estava contado para os envelopes. Então ela disse que me enviaria pelo correio. Eu fiquei muito animado e pensei que isso seria uma relíquia. Eu já sabia que ela havia morrido e que eu estava visitando um tempo passado. Pensei em guardar essa correspondência lacrada, com o nome de Lady Di e o sabonete dentro e mostrá-la como uma relíquia. Ir ao programa da Luciana Gimenez e do Faustão e ganhar algum dinheiro. Fiz o cálculo de que ano seria aquele para dar a ela um endereço seguro, onde eu estivesse com certeza. Resolvi dar o endereço da casa dos meus pais em Porto Alegre.
Muita gente falando alto e ela me perguntando o cep da casa. Eu não lembrava. O sonho acabou antes de eu finalizar o endereço. Acho que a encomenda não chegará até mim.
caminhos de água para um taxi / li

Era tarde da noite quando chegamos no aeroporto de Porto Alegre. Eu e meu marido fomos ao ponto de taxi, mas não havia mais nenhum, devido ao horário. Resolvemos passear pelo aeroporto, até algum taxi chegar. Caminhamos e era a parte antiga do prédio do colégio Santa Maria, dessa cidade. atravessávamos os corredores, e algum movimento, pois havia acabado uma peça de teatro. os corredores antigos eram meio escuros e aos poucos iam ficando desertos. Ao fundo eu avistei pessoas estranhas, enroladas em cobertores brancos,como mendigos, que vinham em nossa direção. começamos a correr e eu usava o crocs da minha filha, tamanho pequeno e a todo momento caiam pelo caminho. Corríamos muito, até pararmos e ver que era uma encenação e logo os atores tiraram as cobertas brancas e começaram a dançar, a peça era West Side Story. assistimos e voltamos para procurar um taxi, e de repente nos corredores antigos, havia um rio que desaguava ali e tínhamos que atravessar. Estranhei que a água era límpida e cristalina, parecia artificial, e eu sabia que há pouco tempo atrás aquela água era normalmente barrenta, marrom e turva. atravessamos e olhei para fora, era uma noite clara, de lua cheia, vi o rio guaíba de longe e sua água também estava cristalina e brilhante.Saí para uma parte da cidade que tinha uma grande duna de areia e no topo um portáo bonito, diziam que do outro lado era um presídio. Mais adiante atrás de outra montanha avistei o mar, e do outro lado uma vasta planície de areia branca. De volta ao aeroporto, sem taxi ainda, reclamei e senti que algo de muito ruim ia acontecer. Logo, um homem entregou um saco de viagem azul marinho pedindo para meu marido levar, e na hora pensei se tratar de algo ilícito para incriminar meu marido. Briguei com ele para deixar o saco num canto. Vi um taxi chegando, mas outras pessoas chegaram antes, quando chegamos no ponto, só havia um taxi trator, que só cabiam um passageiro.
Meu marido falou com algum conhecido ao telefone, que o orientou a irmos procurar um conhecido seu que morava nas imediações. Subimos um morro, com ruas de terra e casas em construções rudimentares. Senti medo, mas não havia ninguém nesse local.
Tios / li

Estava chegando de uma viagem, num ônibus quase vazio. de repente olhei para o banco em frente, ao lado, e vi o meu falecido tio Toi sorrindo, que logo desapareceu. Então percebi que ele já havia falecido e não entendi a situação, mas senti feliz em vè-lo sorrindo e aparentemente feliz. Mais tarde estava com minha filha em uma casa como palafita, com alguns tios. Chegou o primo distante GP e sua esposa para pedir informação e resolvi apresentá-lo aos meus tios. Logo meu tio Neco pediu para todos entrarmos num ônibus e irmos fazer um churrasco em Taquari. Nesse ônibus, novamente vi meu falecido tio de novo, feliz e sorridente e quando ele ia falar algo, desapareceu e disse 'está tudo bem'. No churrasco estávamos preocupados com os custos, que teríamos que pagar hotel para o motorista do ônibus, mas meu tio Neco só queria festa.
peixes na lua / Huan

Estava em uma cidade grande procurando uma fantasia de girafa com o Felipe, íamos numas portinhas entre prédios que tinha de tudo, enquanto provava a girafa a dona do local falava pra sentir como era macio passar a mão no pelo da fantasia, mas só num sentido.saímos da loja e enquanto amanhecia o dia, a lua que estava cheia, recortava os peixes que nadavam no céu.
Rito das asas / Avê

Uma pessoa encapuzada toda de preto e com uma caveira pintada no rosto cobrindo o capuz veio até mim como se fosse me iniciar em um ritual. Algumas pessoas estavam atrás dela, sem capuz, mas não me lembro nem de suas fisionomias e nem de suas roupas, apenas acompanhavam. A pessoa encapuzada veio pelas minhas costas, fechou meus olhos, abaixou minha cabeça e perguntou: você sente? Então senti como se houvesse um pássaro batendo asas e se debatendo na minha nuca. Eu sentia como algo muito real, ouvia até o som das asas, mas eu sabia q era apenas um sensação mágica.
/ li

Fui buscar minha filha na escola, que era diferente da atual. Ao chegar a encontrei no pátio, com tia Lena e a prima DRM. Minha filha estava deitada quieta e quando a peguei vi que tinha machucado a boca, um forte grande no lábio superior. Fiquei braba que não atinjam me chamado imediatamente m.
Aparecida / li

Eu, marido e filha caminhávamos e de repente chegamos numa cidade nova. Observamos prédios antigos, estilo colonial, bonitos. Tentamos descobrir qual cidade era e vimos que era a cidade de Aparecida. A cidade era interessante, perto se via um rio com muitos braços e ilhas. Entramos no prédio mais interessante e bonito, e vimos que era uma igreja antiga, um museu e um hotel. Estávamos cansados e resolvi ver a estada. Os quartos eram pequenos e não gostei, até me informarem que havia o quarto “play” e o “spa”, um era com jogos para criança, por 114 reais e o outro com serviços de spa. Escolhemos o primeiro. Ao lado havia um hotel estilo imperial, onde todos garçons se vestiam de Dom Pedro I.
uma carta sonho logo depois de acordar. / lupino

Conseguimos um apartamento grande e espaçoso. Fica em cima de um posto de gasolina. Alguns cômodos estão em péssimo estado, beirando a destruição. Encontramos um cômodo escondido, cheio de livros velhos. A casa é repleta de janelas que dão pra um mar de carros, consigo ver um pedaço do posto de gasolina. Estamos longe da escola das meninas. Tudo fica sujo muito rapido, é comum ver uma camada de fuligem cobrindo toda a superficie. Tenho um plano, quero substituir todas as janelas por janelas de aeroporto e instalar um ar condicionado que dê conta de todos os ambientes. Primeiro precisaremos isolar os ambientes destruídos e só depois vamos poder limpar. Não temos dinheiro para contratar especialistas. Não sei como fica quando anoitece. Espero que esteja tudo bem por aí. Beijos.
Voando e fugindo / li

Era madrugada e Fui na mercearia na esquina da minha casa de infância. Entrei e vi ILS comprando algo e tentei sair sem ela me ver, mas ela falou que meu pai estava com carro estacionado na frente da minha casa, há horas. Espiei e o vi, vestia a camisa do Grêmio. Tentei fugir pela outra rua e chegar em casa entrando pela casa da minha tia, pela rua de trás, e então comecei a voar para ir mais rápido. Me encolhia, ficando em forma de conchinha e escolhia um lugar seguro para pouso.
signos / gruszka

sonhei que pegava a estrada à noite com G e A, e enquanto eles conversavam, eu olhava pela janela. de repente, todas as estrelas começaram a se agrupar de forma que formassem um símbolo misterioso no céu. senti medo.
de manhã / li

Estava na casa de minha avó, amanhecia e eu acordava com AG, havíamos dormido juntos e estávamos apaixonados. Levantamos e meu tio estava na cozinha, em frente ao fogão, cozinhava feijão. [Eramos discretos para ele não nos ver. Falávamos da possibilidade de eu estar grávida, já que não estávamos nos cuidando.
fita, lustosa / lupino

Eu, Cainã, Tantão e uma mulher q eu n lembro. a gente tava numa região tipo santa teresa, a gente ia tocar nesse lugar novo. chegamos no pico estranho com camas, espelhos, luzes amarelas e teto preto. a gente com muita cocaína, tinha mta policia. os dois entraram num banheiro, eu fiquei com a mulher, fizemos sexo oral um no outro, cainã saiu do banheiro e voltou, não queria atrapalhar, eu parei. uma tv enorme com grafismos que eu n reconheço. Eu preciso ir pegar uma escultura com Tertuliana, ela ta no centro, mas eu n sei o lugar especifico. eu to sem celular e passo um tempão procurando um orelhão funcionando pra ligar pra Tertuliana, não achei, mas fui andando até uma área q me fez sentir q Tertuliana tava por perto.
ser ruim / li

acordei no meio da madrugada, enquanto dormia na minha cama com meu marido e filha, e vi, debruçado sobre meu marido, um ser com corpo humano, todo cinza e partes do corpo com pelo de rato, tinha guampinhas na cabeça e me ameaçava. Senti medo, mas comecei a rezar e ele ficava pequeno e ia embora com medo.
NY, Arnaldo Antunes e furacão / Hannap

Sonhei que eu estava indo pra NY ver um show de alguma banda grande. No avião estavam também alguns amigos: Bruno Medeiros, um pessoal da Tátil e meu pai Jorge. Quando estávamos perto de chegar, todo mundo no avião (que era um ônibus) começou a se arrumar lá dentro, colocando a sua roupa para ir no show. Coloquei uma jaqueta sobre uma camisa vermelha. Vários homens estavam com uma roupa igual. Isso me deixava à vontade.

Quando desembarcamos saíram todos do local e eu fiquei no saguão mexendo na minha mala. Eu tinha levado muita coisa: revistas, souvenires, cacarecos que eu ia dar para o pessoal da banda.
Também ficou no saguão o Arnaldo Antunes com a mulher dele.
Eu estava concentrado em arrumar minha mala e pegar algumas coisas pra levar pro show. O Arnaldo ficou olhando e se interessou pelas coisas da minha mochila. Dei alguns presentes pra ele.

Percebi que eram 14h e o show só começaria bem mais tarde, à noite.
Falei pro Arnaldo que não conhecia NY, só havia ido a trabalho. Sugeri que fossemos passear e conversar em algum lugar legal. Saímos eu, Lara e Arnaldo em busca de um café.

Andamos por uma rua que era numa parte alta da cidade. Olhávamos para baixo, onde estava a água e lá batia um vento muito forte. Decidimos ir para a beira da praia. O Arnaldo falou: — Aqui não vem furacão, né? Eu ri e disse que não. Mas aquele vento era um resquício do furacão que estava acontecendo no sul.
Abrimos a porta de vidro do lugar onde estávamos e fomos pra rua. descemos uma escada até a beira da água. O vento era fortíssimo mas era muito legal!
Rio / li

Eu e LV estávamos no Rio de Janeiro passeando. Estávamos num apartamento de um conhecido, que ficava em uma parte alta e tinha uma vista linda. Era noite e fiquei na sacada olhando as estrelas e a cidade.
Amanheceu e estávamos num apartamento do Airbnb, de frente para uma praia. Descemos para explorar os lugares e aí voltar nosso apartamento foi invadido por outros homens. Era um grupo de gays gordinhos super invocados e começaram a nos discriminar por sermos heterossexuais e começaram a roubar nossas coisas, enquanto outros bebiam e faziam uma orgia Por tôda parte do apartamento.
Eu tentava recolher minhas coisas, que não cabiam nas malas e pensava para onde ir.
Explosão / Avê

Não lembro bem onde começou, mas acho que era num passeio. Eu e alguns amigos perto de um lago, mas lembro mais do céu quando estávamos indo embora de carro. Eu e o G. Nos penduramos no banco de trás igual criança quando anda de carro e fica vendo a paisagem pelo vidro de trás. O sol estava se pondo e o céu estava lindo. Fiquei muito hipnotizada com as cores, um degradê de lilás, salmão, rosa, laranja e vermelho. No fundo estava a cidade, muitas indústrias. De repente vejo um cogumelo de explosão. Era lindo, mas fiquei impressionada e preocupada se era alguma explosão de bomba ou algo que chegasse até nós. Até vi um vento de poeira sobre caminhões, mas disseram que a explosão era em uma indústria de químicos que era também uma escola psiquiátrica. Meu pai no sonho (um homem q não tem nada a ver com meu pai de verdade, nem fisicamente, nem subjetivamente) pegou o celular, quando do chegamos em um lugar que era seu escritório, e fez uma ligação de incentivo à equipe de trabalho e que aquele era um momento importante pra eles ascenderem no mercado. Pelo que eu entendi, ele trabalhava pra empresa concorrente a que explodiu. Era uma empresa de químicos e escola/hospital psiquiátrico. Ele arranjou um emprego pra mim na empresa e eu iria trabalhar com arte contemporânea, porque era um ramo novo de pesquisa deles. Eu pensei em fazer alguma piada sobre arte e louco, mas achei que ia pegar mal. O sol ainda estava se pondo e fiquei no pátio do escritório vendo o céu. Um arco-íris apareceu saindo alí de um arbusto até o céu e eu fiquei dizendo a todos que eu achei o fim do arco-íris e não tinha pote de ouro, mas mesmo assim ter visto aquilo foi especial. No dia seguinte, o pôr-do-sol que eu vi perto de casa foi muito bonito e o céu tinha cores muito parecidas com as que eu vi nesse sonho.
/ gruszka

eu estava de bicicleta numa estação de metrô em algum lugar da europa com uma amiga, nós subíamos diversos lances de escada para chegar até um trem específico que nos levaria a outra cidade, aparentemente, mas ela não sabia o caminho exato ao trem. chegando na última escada, descobrimos que o caminho estava errado e que teríamos de descer tudo aquilo de novo. desci de bicicleta enquanto ela ia a pé. nos encontramos no primeiro piso e fomos abordadas por um guarda que me informava em francês sobre a multa que eu teria de pagar por estar andando de bicicleta dentro da estação. a multa era de 40 euros e eu respondia em alemão que não tinha esse dinheiro ali na hora. ele então me pedia para anotar um endereço para o qual a multa pudesse ser encaminhada, e eu me esforçava para lembrar mas nada vinha à mente.

sonhei depois que estava em uma prisão que era na verdade um grande alojamento dentro de um galpão afastado da cidade. todas as camas tinham uma divisória, mas não havia celas, grades ou qualquer outra coisa que separasse efetivamente os detentos ou que limitasse a mobilidade deles. ao lado ou acima de cada cama, na parede, havia um adesivo com a sentença de quem a ocupava. fiquei intrigada quando me deparei com a cama de um homem que havia sido condenado a 83 anos por ter matado alguém. a sua cama estava vazia, e ele, presumivelmente morto. a luz do por do sol irradiava por todos os cômodos, projetando tons alaranjados que contrastavam com as sombras. peguei a minha câmera e fiz vários retratos. um deles era minha prima, sentada na beira da sua cama, fumando um cigarro e olhando para longe.
/ Avê

Sonhei que eu estava na casa nova de uns amigos. Havia uma decoração muito maluca com plantas trepadeiras por todo o teto. Era bonito e mofado. Eu ficava deitada e três amigos deitavam atrás de mim e transavam comigo, cada um de uma vez. Um deles era melhor, eu sentia um pulso elétrico no interior da coxa quando sabia que era ele que ia me penetrar. Depois eles brigaram por algum motivo relacionado a isso, mas não diziam diretamente. Fiquei achando a situação chata e a casa nem era mais tão legal. Eu olhava pela janela, via paredes de prédios vizinhos e me sentia muito sozinha.
Amizade, nudez e rochas / Avê

Sonhei que eu trabalhava em um brechó. Eu tinha uma chefe e um chefe que revezavam o dia de trabalho. Ela era mais rigorosa comigo e me mandava arrumar as roupas no fundo da loja. Nesse dia recebi uma mensagem e fiquei sabendo que uma amiga estava na casa do meu chefe tomando banho de banheira muito à vontade. Achei engraçado, fiquei feliz por ela estar se soltando, mas tive um pouco de ciúmes por estar trabalhando. Na cena seguinte estamos nós duas jogadas no sofá do brechó sem camisa. Nós duas com os seios de fora ficávamos rindo e dizendo que se algum cliente aparecesse a gente ia atender assim mesmo. Eu olhava pros nossos corpos, nossos seios, e achava a cena muito bonita e excitante. A cena seguinte, ela estava deitada nua numa pedra na praia ao meu lado. A luz do sol iluminou seu corpo na diagonal. Achei aquele momento muito bonito e tentei tirar uma foto com o celular, mas algumas pessoas da minha família estavam no mar no fundo e atrapalhavam o enquadramento. Eu fiquei reclamando e pedindo pra saírem, quando saíram o sol já tinha baixado e a luz bonita não existia mais. Achei uma pena, me abaixei e encostei na perna dela e fiquei sentindo sua pele macia numa mistura de sensações, mas eu estou feliz em estar alí e ela também. Fui ver meu celular e na tentativa de tirar a foto eu acabei fazendo um vídeo. O vídeo era de várias esculturas de civilizações antigas nas pedras da praia. Como aparecia pra mim era cheio de cortes e numa sequência muito artística. As esculturas eram na maioria de rostos e astros. As cores eram muito bonitas, fiquei bastante impressionada em como fiz esse vídeo.
/ Avê

Sonhei que eu vi um vídeo de um amigo distante que me parece uma pessoa muito forte e cheia de luz. Comentei isso com alguém, algo sobre alguma admiração é essa pessoa estava duplicada alí no cômodo da casa me ouvindo. O lugar era uma espécie de casarão grande e antigo, havia muitas pessoas alí e vários homens como esse amigo desceram as escadas vestidos apenas com saia branca, meio grega, longa, muito ritualística. Todos esse homens desciam as escadas cantando um canto muito bonito, algo que me fazia sentir bem. Eu sentia um contato mais íntimo e maduro entre esses homens. Não acompanhei todos eles saírem, mas eu sabia que eles estavam indo pra fora e fiquei ouvindo o canto ritual com essa sensação boa.Foi então que de repente escuto uma menina gritar muito alto um grito de desespero, o que quebrou totalmente a sensação de tranquilidade que eu sentia antes e todos os homens ficaram chocados em silêncio na porta do casarão. A menina dizia algo sobre outra menina ter sido estuprada alí na rua. Era noite, fui com a minha mãe na janela e ela disse que alí era perigoso e que trabalhadores de uma empresa que usavam até crachá estavam atacando mulheres. Tudo aquilo me trouxe uma sensação horrível.


sonhei que transava, comigo mesmo. e no sonho, pela "primeira vez" (essa era a sensação), eu tinha a oportunidade de ver Eu de frente, minha genitalia. e quando olhei, era como se as coxas estivessem convertidas em duas grandes linguas porosas, molhadissimas, com uma serie de linguas menores no lugar da genitalia. tudo se movendo em espasmos involuntarios, muito molhado. então eu pensei "aaah, claro! é assim!" e acordei
/ ooloi

sonhei com um carrinho tipo aqueles 4x4 de criança rica de brincar na praia. soh q tinha um compartimento com espaço pra duas capsulas de bebes. cheguei num tipo de hotel fazenda, encarregado de levar a motinho e os bebes. mas uns caras me fizeram pousar dentro da piscina, eu fiquei na confusao me liberando do carrinho e buscando os bebes e um deles morreu. eu fiquei super triste, e umas pessoas diziam "nao fica triste, ele nem era da tua familia" e eu tipo mano como assim o.O deixa eu ficar triste pelo bebe. e o bebe morto parecia um boneco meio alien, mas ainda humano
/ gruszka

sonhei que morava em um beco com a minha mãe, mas tudo lá seguia a disposição do meu quarto normal. cheguei para dormir, e percebi que havia um outro morador de rua ocupando a minha cama, mas minha mãe não parecia se importar ou notar que eu estava apreensiva em estar ali. pedi para que ela guardasse algumas coisas que eram importantes para mim, e sai em busca de outro lugar para dormir. em uma rua qualquer, me deitei e esperei o sono. eis que então um amigo chega com uma coberta e pergunta se estou com frio. digo que sim, e ele se oferece para dormir comigo. passamos a noite abraçados nos esquentando.

em outro momento, estou em um colchão no chão do quarto da minha avó, e o irmão desse amigo está comigo. tomo conta dele pela tarde e pergunto se ele não gostaria de tirar algumas fotos, mas o meu celular acaba estragando no meio da sessão.
Reencontros / li

Eu voltava à uma igreja que frequentava no passado, que ficava dentro de uma escola antiga. Atravessei os corredores imensos e escuros e entrei na igreja, sentei no banco e rezei. Algumas pessoas chegavam, e uma que estava trabalhando ali era uma amiga antiga, que eu perdi o contato. Ficamos muito felizes com o encontro. Saí da escola e o pátio estava em reformas, com muitos buracos e morros de terra, sentia perdida. Encontrei meu marido, que era Z e fomos na casa de seus pais, que era de madeira, com lareira e poucos cômodos.
Mercury / li

Estava no pátio da casa do meu pai com vários amigos da adolescência, logo entrou o Fred Mercury, e cumprimentou apenas uma das pessoas. Ele caminhava rebolando demais e estava muito sério. Todos ficaram em silêncio e eu perguntei o que ele faria indo para a garagem.
Pela primeira vez cozinhando carne humana / Hannap

Eu e Lara numa praia
Tinha um pão de açúcar menor
Praia urbana
No meio da cidade tinham uns buracos no chão e era água do mar ali. A gente se jogava na água
Tinham bichos na água
Era perigoso
Mas estávamos felizes

Depois a gente tava num ap rústico
Numa rua comprida e famosa dessa cidade

Eu estava com medo pois iria cozinhar uma carne humana
Uma carne que não era permitido comer

Não lembro como a gente conseguiu aquela carne. Era um pedaço pequeno, mas era um humano inteiro, como se fosse uma miniatura

Eu mandei um monte de mensagens pra pessoas amigas para sondar sobre essa carne. Mas eu estava tão nervoso que as mensagens não tinham sentido nenhum. Eram ininteligíveis. O Jorge Menna Barreto estava chegando pra comer. Ele comia carne também. 
Privada exposta no barco de um casamento / Hannap

Casamento do João Gurgel. Eu vou. Tem que pagar 30 reais. A primeira vez é cancelado. Todo mundo volta pra casa porque o avião com alguns convidados importantes não conseguiu pousar. É outro dia. Volto ao barco. Sim o casamento é em um barco. Estão Paula Mello, Luana Carvalho, Bleque. Eu estou sozinho. Conrado Abrantes também está. Um grupo de pessoas heterogênias. O casamento está muito lotado. Não consigo chegar à sala principal, nem vejo nada. Fico na parte de fora conversando com alguns convidados que também não estão nem um pouco ligados na cerimônia. A festa segue, acaba. Entro no salão principal e está tudo sujo, destruído. Não me diverti mas vejo que muita gente sim. Tenho vontade de ir ao banheiro fazer cocô mas todas as portas que abro são de despensas de tralhas. Há no fundo do salão um vaso sanitário mas ele fica exposto para todos e ainda estão lá alguns convidados. Não quero fazer cocô na frente deles. Ao lado do vaso há um tanque de lavar roupa todo cagado. A festa não tinha a infraestrutura necessária. 
Fico perambulando por todos os espaços reconhecendo toda a destruição e sujeira da festa. O mestre de cerimônias é um palhaço espanhol. Tento conversar com ele mas ele se desvencilha educadamente. Na mesa central a Luana Carvalho está mal-humorada e fica dando ordens pra todo mundo. Tenho medo dela. Um grupo de homens, amigos do Conrado Abrantes sobem para um andar de cima do barco. Vou atrás logo depois. Eles estão sem camisa, suados e se injetando alguma droga. Vejo tudo com naturalidade. O Conrado carinhosamente me traz na boca dois cigarros, um menor do que o outro. Nem consigo recusar. Sei que um é de maconha e o outro é um complemento. Ele faz isso porque sabe que eu não usaria essa outra droga injetável. Dou um trago ao mesmo tempo nos dois cigarros e desço a escada novamente. Luana percebe que estou andando de um lado pro outro e pergunta se eu quero alguma coisa. Respondo que não mas depois volto e digo que gostaria de um banheiro. Ela me aponta aquela privada exposta. Eu simulo uma surpresa e vou até ela. Vou ter que encarar. Ela esta imunda. Entupida de cocô. Prefiro acordar, levantar e ir no banheiro daqui de casa.
/ li

Estava morando num apartamento grande e antigo, meus primos estavam lá, uma antiga colega de escola, CLO passava ali. Fomos descer para sair e antes fui ao banheiro, que tinham vários vasos sanitários. Fui escolher um e vinque todos estavam cheios de coco, com cheiro horrível. Desci para ir conhecer a linda já que tia NCV inaugurava, na galeria do comércio de Santa Maria. Logo saí com mos nha tia e ela me deu carona na nova bicicleta motorizada que tinha comorado, Ainda meio desajeitada para andar.
Cíclico entre Poa e Paris / li

Eu estava no centro de Porto Alegre e meu marido pediu para eu ir ver se tinha uma pracinha perto. Caminhei e me deparei na Feira do Livro e numparque muito bonito. Anoitecia e entrei num túnel e ao sair vi que estava em Paris, nas com algumas alterações, como a torre de Saint Jacques estava dentro do rio Sena e outros monumentos em local diferente. Caminhei pela ilha de Saint Louis e encontrei uma velha senhora parisiense que me mostrou seu apartamento, que era um bar-café charmoso desde a década de 20 do século passado. Sentei num banco na calçada e Z estava ali, e ao mesmo tempo ele era o meu marido e eu falava para ele que tinha sonhado que estava em Porto Alegre e ele me pediu para eu ir ver se tinha uma pracinha perto. Caminhei e me deparei na Feira do Livro e numparque muito bonito. Anoitecia e entrei num túnel e ao sair vi que estava em Paris,(...) -continua novamente o início deste sonho-
Perfurada / li

Amanhecia, tocou o interfone e era engano. Deitei rapidamente na cama da minha mãe e de repente senti dores, e vi que eu tinha deitado em cima de uma colcha Branca, toda alinhavada com alfinetes, que penetraram no meu corpo. Comecei a retirar, tinha nos olhos, pés, enfim, em todo corpo. Pedia ajuda da minha mãe, mas minha voz não saia. Outras conhecidas ajudaram. Comecei a ver pregos e muitas coisas pontiagudas pelo meu corpo.
Perda dolorida / li

Pelo facebook minha cunhada escreveu que meu cunhado havia falecido. Não acreditei e vi surgir na página dele postagens sobre sua morte. Senti perdida e muito, mas muito triste e vazio.
Menino / Avê

Eu estava tomando banho e um menino loiro com cerca de dez anos estava alí parado dentro do boxe com o olhar perdido. Eu sentia como se ele estivesse comigo e me acompanhava há muito tempo. Nessas noite acordei com meu gato andando sobre a cama, algo que ele nunca faz. E com sentimento de que esse menino precisava ir embora.
Miçangas de amigos / Avê

Sonhei que encontrava vários amigos em uma expo de arte. Alguns tinham recém voltado de um residência no campo e tinham um estilo de se vestir meio maio de 68 com estampa de oncinha. Todos estavam muito animados e começaram a me abraçar e dançar. Todo mundo usava pulseira de miçanga e nos enroscamos tanto que eu me sentia envolvida em muitas miçangas enroladas. Quando eu consegui desfazer o nó todo mundo sumiu. Eu fui depois num Mac Donald's coreano gourmet, peguei um Soju e falsifiquei o valor na ficha pra ficar mais barato. Depois voltei na exposição e um amigo estava pegando restos da exposição que eram mapas mundi coloridos.
Mariazinha e os Salmos / li

Eu estava com minha prima DRM e ouvimos uma voz que era a de Mariazinha Penna, e DRM dizia que sua voz era bonita, meio rouca e eu não entendia, pois Mariazinha já havia falecido há décadas, e pensava se era uma gravação. A voz dizia para lermos os salmos 126 e 130, da Bíblia. Logo vi minha falecida tia B com um terço na mão, bem jovem e sorridente.
Tentando sair / li

Era madrugada e eu estava acordada em casa. De repente fui na janela do quarto da frente e olhei a rua, me deparei com uma cratera se abrindo na rua. Comecei a juntar uns pertences importantes para ir para um hotel. Estava difícil juntar tudo. Tentei acordar a família para sairmos e logo chegou a cabelereira do prédio, vinga nos contar que estava apaixonada por um jovem de 39 anos.
Anjos do ballet e Mc Donalds / li

Estava na cozinha com minha filha e outra criança e uma parte da parede não tinha azulejos e ali apareceu uma centopeia colorida grande, de uns 30cm. Matei com chinelo e suas partes pulavam sobre nós e eu tentava nos proteger. Sai no corredor do prédio e vi que no apartamento do lado havia aberto um mc donalds e meu vizinho estava trabalhando ali na madrugada. Vi uma mesa com mil shake velho.Logo era domingo de manhã e fui levar minha filha na igreja que tinha ballet também, as meninas se vestiam de bailarinas com asas de anjo. Para entrar na aula elas subiam numa vara e eram erguidas até o outro lado do muro e pessoas diziam que elas eram anjos, não caiam.
fui pro egito / cauli

Chegamos ao Egito, com pessoas conhecidas, algumas mais e outras menos queridas. O visual era bonito no início, umas vista de cima no deserto, com um carro tipo Jeep levando a gente.

Dava pra sentir o calor quando a gente saiu das montanhas de areia e chegamos em um vilarejo. Íamos em dois carros, e o nosso foi o primeiro a ver as casinhas.

Entramos na cidade devagar, a estrada era feita de pedras grandes e areia, e a arquitetura era rústica e me lembrava um pouco arquitetura colonial brasileira como de Ouro Preto, só que um pouco mais corroído pela areia.

Andamos mais um pouco e decidiram que a casa que íamos ficar era um lá na frente, à esquerda. O calor estava forte. Outros 2 carros entraram na frente e desceram para uma garagem, e o nosso ficou em cima, em uma rampa logo antes da porta.

Entramos na casa, e nem cheguei a ver o dono dela. Sei que a casa era impressionante, mas só fiquei em uma espécie de jardim de inverno que dava para um "outro lado" exterior. Lembro de ter ficado "na sombra" e sentir frio, e quando eu ia para o lado externo, sentia um calor de 45 graus. Eu pensei: Sempre soube que no deserto era quente, e de noite era frio, mas não sabia que a diferença era tão grande. Algumas pessoas que estavam comigo notaram a mesma coisa, outras não se importaram tanto.

Percebi então que o lado de fora tinha grama, e umas montanhas lindas. Resolvi que tinha que tirar uma foto daquilo para minha mãe. Então eu saí e fui caminhando e subindo uma pequena montanha. Todas as montanhas ao redor tinham topos bem arredondados. Num vale atrás de mim tinha uma pequena casinha que parecia ser uma igreja, em uma profundidade bem incrível, mas eu queria tirar foto das casas ao longe, no topo da montanha. Eu já não sabia pra onde o deserto tinha ido, acho que era uma casa bem na transição entre deserto e grama do Condado dos Hobbits.

Enquanto eu tentava tirar foto, veio um border collie como a Sofia de longe me atrapalhar/brincar comigo (branco/cinza e olhos estranhos claros). Aí vieram mais 2. Não consegui tirar a foto.

Sei que eu estava com alguém que eu amava lá, não lembro quem. Ela estava mais pra frente, voltou. Tirei umas fotos de uma quadra de futebol que tinha ali do lado, com uns chinelos estilo havaianas no canto da quadra. Pensei "nossa, a gente acha que é tudo diferente, mas isso parece muito com o Brasil"
Cicatriz em formato de olho incompleto / dmtr

Sonhei que encontrava a Luisa e ela havia feito uma cicatriz na mão esquerda no osso na base do polegar. era o desenho de um olho, cicatrizado, mas ainda faltavam uns traços.
Fiquei intrigado em saber e ela mesmo tinha feito e perguntava. Ela falou que cortou ela mesma mas pediu pra um amigo segurar a ponta do dedão pra ajudar e ficava ainda mais intrigado se essa ajuda ajudaria no desenho.
/ Aspros

Estava num condomínio, bem feinho e velho, na área comum estava uma mulher fazendo yoga de tamanco em um lugar muito irregular. Eu ia falar para ela que aquilo podia ser prejudicial, mas me impediram. Quando olho para o lado o Alexandre de Moraes (o do STF mesmo) surgiu e foi entrando para dentro do condomínio. Ele tava super fashion e eu queria acabar com ele.
Outra parte do sonho eu estava indo para a Noruega e o avião deu problema e tivemos de voltar para o solo. Quando voltamos os funcionários estavam nem aí para o problema e disseram que não era da incumbência deles se preocupar com isso. Acho que expulsaram os funcionários e ficamos preso no aeroporto que parecia mais um lugar estranhamente selvagem. Andamos na rua e todos eram chineses. Havia vários animais, o "aeroporto" era envolto por algo como zoológico. Quando voltamos havia vários escritos típicos de filme de terror. Havia anotações para cada uma das pessoas no evangelho no lar, todas elas eram relacionados ao signo de cada um. Não achamos quem estava por trás de tudo isso.
nascimento de tartarugas / apta

Eu estava num lugar meio casa de praia, meio cidade. Do nada ovos meio casulos apareciam na minha frente e eu via tartarugas nascendo. Uma delas era muito grande e quando ela saia de dentro do ovo ela lambia os meus pés.
Defesa / Aspros

Estava indo para universidade, precisava fazer minha qualificação e acabei conhecendo um pessoal que fazia algum curso de TI. Eles disseram que iam me ajudar a montar a apresentação da minha qualificação, e aparentemente eles estavam super animados com isso. Fizemos todo o treinamento e algumas horas antes eu e meu namorado começamos a debater o que faríamos se a ditadura militar no Brasil voltasse. Depois fomos para a sala, eu e minha equipe de TI e não sei se fiz a apresentação.
Quando saí da aula e voltamos para o carro, meu namorado deixou o carro num lugar longe e perigoso, na verdade era outro bairro. Saímos da sala e era de manhã, mas no bairro as nuvens estavam tão densas que parecia noite. Ele deixou o carro perto da entrada deste bairro tenso (era tão tenso que parecia bairro perigoso durante a noite, tudo sujo, nenhuma pessoa na rua, exceto uma mendiga que meu namorado fez questão de estacionar perto pra poder dar dinheiro a ela).
De repente apareci numa espécie de cortiço melhor... estruturado, dentro deste bairro, encontrei uma pessoa que parecia ser boa, e eu havia pedido para esta pessoa chamar um mototaxi para me trazer algo, veio e o cara era super legal, ficamos conversando de video-game quando do nada surge um velho que parecia um monstro e que tinha um tumor enrugado que parecia um furunculo no lado da cara. Esse velho estava de roupão e fazia de tudo para nos provocar. O cortiço tinha corredores abertos, tipo estrutura de universidade. E ele ficava num corredor que estava na lateral do ape onde estava, e como havia a sacada, ele ficava nos provocando jogando coisas na gente. Eis que o velho é arremessado por alguma força e ele cai na nossa sacada, eu senti um nojo sem tamanho e o jogamos para fora da sacada. O velho caiu no chão, intacto, e cuspiu de baixo pra cima e ainda nos acertou.
privada baixa de peixes / apta

Sonhei que eu ia fazer xixi mas quando eu levantava a tampa da privada (que eu ja achava estranha por ser um quadrado e super baixo) eu via um aquario cheio de peixes grandes e estranhos, nao conseguia fazer xixi e ficava encantada com vontade de nadar na privada
Viagem & Baleias / Aspros

Eu viajei para algum lugar perto do mar e encontrei uma família. A gente conversava animadamente, só que a filha do casal quis me bater, fui segurar o braço da criança (meramente segurar, não torci o braço dela, nem nada, simplesmente segurei para que ela não me batesse) e o casal achou ruim. Eu disse "eu só segurei o braço dela, agora vocês vão ficar me enfernizando que nem o pessoal do IBGE?". No sonho o casal vestia uma roupa parecida com o uniforme do pessoal do IBGE e eles ficavam perguntando um monte de coisa. Eu perdi a paciência e fui embora para uma sala. Havia várias cadeiras e não havia uma das paredes. O lado que não havia parede dava para o mar e havia dezenas de baleias batendo a calda na superfície da água. Só que as baleias aparentemente começaram a ficar violentas e começaram a bater a calda muito forte e a água espirrava pra dentro da sala, mesmo com uns 500m de distância. Me senti em pânico e me escondi pra trás da cadeira.
Eu era um ponto de consciência / cauli

E finalmente estava naquele lugar sobre onde o meu irmão C tinha me contado.
No início eu tinha achado a ideia absurda, afinal o normal era ser um 'construtor'.

Um 'construtor' era o que eu era por muito tempo, algo me dava instruções, por pensamento, e então um bloco de matéria saía de mim. Algo como no Grande Colisor de Hádrons, quando as coisas se chocam, mas sem a agressividade. Algo meio quântico. Algo meio uma enzima que replica DNA. Só que com uma espécie de consciência, nesse ambiente todo branco e sem forma definida. As coisas tinham lógica. Alguém pensava algo, em uma ordem determinada, e daquilo (mim?) saía um próton, uma átomo, uma molécula, não sei qual o tamanho das coisas, ou o motivo daquilo. Só sei que o meu irmão, naquele lugar mas sem presença física, me falou desse universo que ele viu. Porque ali, na área de construção, era só trabalho feliz e eterno, era o que eu fazia, o meu motivo de existir era construir. Mas eu não entendi direito o que ele queria dizer, me parecia impossível um outro lugar tão diferente.

Eventualmente, então, pasmo, me peguei naquele lugar que meu irmão tinha me contado e não acreditei na vastidão e na beleza daquele lugar. Era como se voássemos quase que livremente em uma órbita rasa sobre um 'planeta', que não era um planeta de matéria comum, tinha uma cor alaranjada quente muito atraente. Era como uma colméia esférica gigante. Tinha vida própria. Existia um som, um zunido constante vindo do longe, mas eu não prestei atenção nisso, afinal agora eu tinha tridimensionalidade. Do outro lado, apenas uma imensidão preta, um vazio como um céu não estrelado. Eu não tinha exatamente tridimensionalidade, afinal eu e ele éramos dois pequenos halos de luz que podíamos nos mover livremente e nos comunicar 'telepaticamente'. Existia uma sensação parecida com a do outro ambiente, uma sensação de felicidade constante, de imensidão e de destino. Mas agora eu tinha como me mover.

Então eu explorei um pouco, olhei para todos os lados daquela pequena órbita, vi algumas coisas que não lembro, e então meu irmão me chamou (não pelo nome, eu não tinha nome), apontou (sem braços!) para o infinito preto e disse: "É de lá que você veio!".
Pai, filho e espírito santo / dmtr

Sonhei com o insight que Deus, Jesus e o Espírito Santo eram formas de vida / energia fluorescentes, marinhas como planctons articulados luminescentes, flutuantes no vazio do espaço como se fossem pairando em um líquido, e que eu me dava conta que tudo fazia muito sentido e que sempre havia visto de alguma forma esses aspectos primários da energia universal.
Marido / li

Meu marido chegou e me presenteou com meinhas azuis de criança. Na minha rua caminhávamos, voltando para casa, quando chegou VV, segurou meu marido pelo braço e disse para ele ir na casa dela, logo à frente, para comer um creme amarelo. Percebi que meu marido era só mesmo tempo meu tio OTV.
Antigo Trabalho / Aspros

Voltei para meu antigo trabalho e me deram uma caixa para entregar ao meu ex-chefe. No caminho encontrei o namorado do meu amigo, e ele usava um casacão que dava quase que o dobro dele. Achei que estava fazendo frio, mas sentia nada, outras pessoas também estavam usando casacões.
Entrei na sala onde eu trabalhava, trabalhava na mesma sala que meu chefe e mais três pessoas. Quando entrei deixei a caixa cair e tudo que estava dentro se esparramou pelo chão. Havia alguns livros/cadernos que eram usados como fluxo de caixa ou coisa assim e um monte de maço de dinheiro. O pessoal da sala começou a rir, não entendi muito bem a graça, mas me agachei e peguei tudo que estava esparramado, pus na caixa e entreguei ao meu chefe que ainda estava rindo.
visita / cauli

Eu estava na casa de algum gringo muito rico, e tinha muita gente lá também. O motivo da visita era ele mostrar todos os artefatos que colecionou do mundo inteiro, porque ele era muito rico.

A premissa do sonho era ridícula, mas a arquitetura do lugar era incrível. Tinha um ar contemporâneo muito agradável, verdadeira arquitetura de interiores de qualidade. Estávamos em um mezanino, e tudo tinha uma cor alaranjada/amadeirada, com luzes quentes, piso em madeira bronzeada, e estruturas metálicas pretas. Eu estava interessado numa cabeça esculpida de madeira, do tamanho que dava pra um adulto abraçar. Parecia Maori, indígena de uma qualidade mágica.
Em Minas / li

Estava morando numa casa pequena com grande pátio com árvores, em Minas Gerais. Senti medo pq não conhecia ninguém e a casa não tinha muita segurança. GD chegou e disse q iria ficar um tempo ali. Fui tomar banho e. O que vazava água do teto, para o lado de fora.
Vinho

Estava andando só por uma avenida que tinha várias árvores ao seus arredores, o bairro e ela não eram muito movimentados. Procurava um lugar pra pensar, havia comprado um vinho e queria sentar e beber. Primeiro, fiquei em uma praça mas vieram algumas pessoas estranhas e fiquei incomodada, então fui em busca de um outro lugar. Tinha marcado de encontrar o Lucas depois disso, então estávamos nos falando no celular mas nessa ele tinha parado de responder. Andei muito até que encontrei um bairro distante onde achei que poderia ficar sozinha mas depois de um tempo também vieram pessoas e dessa vez, brigavam e gritavam foi aí que decidi que era hora de voltar pra casa. Fiz todo o caminho de volta e quando cheguei em casa, minha mãe disse que o Lucas tinha passado por lá enquanto eu não estava. Só depois disso vi que ele tinha me respondido dizendo que ia passar lá depois de ter ido a casa da ex namorada dele. Fiquei chateada com o desencontro, queria mesmo vê-lo mas combinamos que nos veríamos mais tarde. Me lembro que esqueci o vinho no último lugar que fui e resolvo voltar até lá para busca-lo.
Pai triplo / li

Eu morava no meu antigo apartamento em Poa, mas o apartamento era maior. Alguns amigos visitavam. RR, meu conhecido, meu marido e um ex namorado, que explicavam para minha mãe que eu estava grávida de um menino, e os 3 eram o pai.
Hospedagens / li

Fui passar um fim de semana numa fazenda de amigos, com Manuel B. E Anelise M., foi um diabo campo e logo era hora de voltar. Fomos procurar ônibus na estrada e vimos a caminhonete Branca do marido de Anelise, lá dentro da fazenda. Logo estávamos chegando num hotel, com Manuel B., meu marido e filha e mais alguém que não lembro. O quarto do hotel tinha um pátio que dava para um lago, e os vizinhos eram partes do presídio. Havia a ala de presos ricos, que tinha um barco para eles passearem. A parte dos presos pobres era toda construída de barro, muito primitiva e lotada. Senti medo e resolvemos voltar. Ao arrumar as malas no quarto eu encontrava brinquedos e sapatos que não eram meus. Embaixo da cama tinha uma sandália cor de rosa, em cima do guarda-roupas, brinquedos, e pensei em levar um para mim, mas logo pensei que era roubo e desisti.anelise M. Usava uma blusa amarelo ouro.
A esperar

Eu estava numa avenida bem movimentada esperando o ônibus e conversando com outras duas mulheres, desconhecidas. Estava de mau humor, com pressa. Me afastei um pouco delas pra ver se o ônibus estava vindo e disse algo que não me lembro, descontente. O ônibus parecia demorar ainda mais.
Casa da tia

Era noite e eu andava só pela minha cidade a procura de uma casa, quando cheguei até ela percebi que era a casa da minha tia Janete mas quando cheguei ela e meu tio estavam de saída pra um compromisso, então disse que não me importava, que estava tudo bem e eu voltaria pra casa mas eles insistiram pra que eu ficasse lá, mesmo sem eles e eu aceitei. Minha tia me perguntou se eu estava cansada e eu respondi que sim, estava. Depois meu tio me mostrou a casa, a área do fundo, que tinha uma porta pra rua, onde havia uma pequena praça ao lado de um campinho de futebol, com uma galera fumando maconha. Fechei a porta. Eles foram ao compromisso e eu fiquei num quarto, sentada na cama, pensando.
Trajetos / li

Fui ajudar a cuidar de VMM no hospital, seus pais não poderiam estar na hora que ele saísse da cirurgia. O quarto ficava num andar no subsolo,lembrava o local da escola Maria Rocha. Entrei no quarto e Ainda estavam arrumando, vi sujeira, havia fezes na cama.
Fui em uma loja, emPortugal, e havia roupas lindas, mas todas eram fabricadas no Brasil, e não entendia como não encontrava o nas lojas Brasil. Pensei em comprar um vestido de tricot Branco, pensei em parcelas de 20 euros.
De repente eu tinha me mudado para nova casa, onde morou ACKA e sua mãe, na rua PaulHarris. Abri a casa e muitas pessoas passeavam pela rua e vinham me visitar, primeiro meus primos, depois ACKAe sua irmã é conhecidos da minha adolescência. A frente da casa se transformou num point e eu tentava levar bancos para as pessoas sentarem. Chegou Alexandra, amiga da minha irmã e nos cumprimentamos. Vi que minha filha precisava tomar banho e dormir e pedi para as pessoas irem embora. Fecheis casa e senti pouco segura, vi na porta um vão acima só com um vidro. Perguntei paraACKA se era seguro ali e ela assegurou que sim.
Viagens / Lykos

Estava viajando pelo interior do centro-oeste. Fui a uma cidade do interior do MS e estava num bairro de periferia de uma cidade pequena. um homem estava tocando pagode de casa em casa, incomodando os moradores. Ele foi incomodar um traficante, o traficante subiu ao segundo andar de uma casa e na casa da frente, outros dois ajudantes do traficante seguraram o pagodeiro. Falaram que iam matá-lo, atirando na cabeça, mas baixaram as calças dele e falaram que era só pra dar um susto nele. Eu fiquei assustado. Fui embora. Na estrada parei numa espécie de bar de estrada (parecia na verdade uma estalagem), uns caras começaram a dar em cima de mim e eu falei que não podia perder tempo e nem dei bola também. Saí de novo, encontrei uma hospedagem, e custava R$ 327,00 a diária, me falaram isso depois que toda a minha bagagem já tinha subido pra um quarto que era coletivo, supostamente. Disse que não queria gastar tanto e nem tinha dinheiro para isso.
Sono dos anjos / li

Era madrugada e eu estava na sala de um apartamento grande, com tia L, seu marido e filhos, todos dormindo. Eu e minha filha também dormíamos e de repente mais nha filha levantou e foi se debruçar na janela, mas a cama da minha tia ficava abaixo e ela conseguiu segura-lá. Eu e a tia ficamos acordadas e ela me falava que quando sua família dormia, via sinais de seus sonhos, todos interagiam, e assim eu também comecei a ver, eram dele casos Söns, ventos e aromas no ambiente. Ela dizia que o sonhos tinham presença de anjos. Eu toquei num objeto prateado, como um instrumento de sopro e cordas ,da estante, e fez um forte sim de harpa. Pedi desculpas por ter atrapalhado o silêncio do sono.
Casa do terror / li

Estava visitando uma amiga, e sua casa era grande, construída de pedras antigas e com grande jardim. Ela me falava que a casa era estranha, não gostava de viver ali, mesmo tudo sendo tão bonito. Me falou que a peça em anexo, que era seu atelier, tinha uma parte que ela não usava, pois acontecia coisas estranhas. Eu sai e voltei à casa, quando comecei a ver cenas horríveis pelas casa,pessoas sofrendo, fazendo ameaças, falando atrocidades. Eu sabia que eram visões, mas sentia medo. Rezava a oração de exorcismo de Santo Antônio sem parar.
Logo, eu estava em um mercadinho, num prédio antigo da rua Astrogido de Azevedo, fazia as compras e encontrei LDN, manda colega de minha filha. Guardávamos nossas compras embaixo de uma mesa, mas logo as minhas sumiram. Eu separava muitas frutas para comprar.
bobagem do Japão / li

era madrugada e eu estava numa rua de terra batida, com minimercados de bairro. Um antigo conhecido chegou trazendo um amigo que iria para o Japão trazer mercadorias para vender, e eu imediatamente pedi para trazer uma pequena máquina de tirar bolinhas das roupas, e ele disse ser impossível, pois só conhecia onde comprar chás e outros artigos. Logo estava meu antigo colega GCastro, muito bonito e simpático. Conversamos muito e minha mãe veio me mostrar fotos da família Castro, onde sua mãe e irmãs eram todas iguais e os tios também iguais, todos com olhos azuis.
Marido trocado / li

Meu marido estava preocupado, e às vezes ele era Z. Era noite Estava na área dos fundos da casa da minha avó, fechávamos a porta do corredor, mas ele nervoso ficou do lado de fora. Nesse momento ele era Z e no meio de suas coisas encontrei cápsulas pretas, com um número gravado, e vi que parecia um medicamento. Ele me disse que eram drogas que estava usando. Logo me falou que estava com problemas de dinheiro, que só na última noite havia gastado 300 dólares com prostitutas. Eu não sabia o que fazer por meu marido ter se transformado em Z, queria ajudá-lo, mas por ele ter sido a pessoa do meu marido que casei e não a figura de Z.
/ gruszka

o sonho de hoje foi uma continuação da noite passada, mas nele caminhávamos abraçados conversando pelo bairro de madrugada. você me fazia perguntas que eu não conseguia responder e eu sequer prestava atenção, a única coisa que importava era o conforto dos seus braços.
Surpresas / li

Era noite e eu caminhava na rua do Acampamento, emSanta Maria. De repente 3 pessoas usando cabeças de boneco enormes vieram correndo, um me puxou e me pegou pelas pernas e me arrastou pela rua e me largou. Senti medo e que poderia ter morrido.
Segui e encontrei o bar do GNM e entrei. Ali todos comentavam que ele havia descoberto sua verdadeira mãe. Logo a mãe dele chegou e era uma mulher negra, muito diferente dele. Ela falou que o pai de GNM teve um relacionamento com ela é certa vez a polícia levou-o atras dela, em Itu, mas ela havia se mudado para a Bahia. Falei para ela que eu gostava e queria GNM muito bem.
O abraço / Sonhadora Dandara

Eu te abraçava mas eras
um assobio
Assombrações / li

Era um dia de verão, à tardinha, e eu estava numa casa grande e elegante, na Avenida Presidente Vargas, em Santa Maria,era casa da minha prima LCV e ela recebia convidados. Chamei a prima CVS para chegar. Logo, a casa já era de VS e CVS chegou, falava alto e seu estilo era diferente da recepção elegante dali. Mas VS ficou cativado por ela, e logo vi que ele fez um vídeo institucional que citava CVS como pessoa com grande energia e a relacionava com algo de budismo.
Fomos ajudar profissionais de uma escola ao lado a colocar uma extensão de luz. O fio passava por cima de prédios e entre casas, e eu e CVS o puxavamos e levava para onde uma coordenadora orientava. Acabamos entrando em uma casa abandonada, mas ainda mobiliada e cheia de entulhos. Dizia que a casa havia sido comprada pelo vizinho e logo a reformaria. Eu comecei a ver coisas sobrenaturais, como a aura de um adulto e uma criança, projetada numa parede branca. Logo CVS entrou num escritório abarrotado de livros velhos e encontrou um senhor, que com sotaque, dizia que queria se comunicar em inglês. Senti medo e comecei a recitar uma pequena oração de exorcismo ensinada por Santo Antonio.
Casas e Anjo da guarda / li

Estava em Poa num apartamento da minha prima KVS, enquanto ela e o marido viajavam. Saí e encontrei AA e nos apaixonamos instantaneamente. Fomos para o apartamento e conversávamos muito, riamos, nos beijávamos e tomávamos banho juntos, mas sem sexo. Minha prima chegaria logo e fui comprar passagens para voltar à SM, na volta, caminhávamos pelas imediações da rua Protasio Alves com Vicente da Fontoura e encontrei ruínas de um castelo medieval. Resolvi voltar de carro e AA foi a pé. Nós perdemos e não nos encontramos mais.
No meu apartamento, tocaram a campainha, ao olhar no olho mágico, vi que era um menininho com pele moreninha, meio indiozinho e eu e minha mãe sentimos medo e perguntávamos quem era. Ele sumiu e descobrimos que ele era um anjo da guarda.

Festa de Aniversário / li

Era a festa de aniversário da minha filha, comemorava num salão de festas pela rua Silva Jardim e Parque Itaimbé, em Santa Maria. Chegavam os convidados e eu percebi que não tinha muitas bebidas, as que tinham não estavam geladas. Comecei a procurar, fui na cristaleira da minha avó e peguei umas bebidas. Levei-as só salão e vi que não tinha copos. No salão já estava a família da prima DRM e em outra mesa o Finado IGV, e senti muito felizes s dele ter ido a festa. Sai correndo para procurar copos.
Cemitérios / li

Estava numa cidade diferente, tinha montanhas e natureza no meio da região central. Logo eu estava com a prima LCV, e outros parentes chegavam. Encontrei a ex esposa do meu tio, DCS, e ~iamos ir aovelorio do irmão dela,mesmo que ele já havia morrido há muitos anos atrás. Amanheceu e vi minha prima e tia voltando do velório, e eu não havia sido informada do horário. Fiquei triste e chorava dizendo que era sempre assim, minha mae nunca me avisava de nada e eu passava por situações constrangedoras, que havia acontecido o mesmo com a morte da irmã de JSS.
Depois eu caminhava ou lembrava de um cemitério muito antigo e aterrorizante.
tempo/mr burns/inglês / mew

tinha uma palavra que se vc disesse te tornava capaz de atravessar com sua consciência pelo tempo, eu e o a. sabíamos essa palavra, olhando pra ele eu vi ela saindo de sua boca e a partir daí comecei a me sentir estranha, não sei se eu também disse a palavra, acho que ela começava com 'i', mas não era nenhuma palavra que significasse nada, acho que era mais por causa do som. senti como em muitas outras vezes em que estou dormindo como se minha consciência fosse sugada por um vórtex, é uma sensação horrível, vc está se aprofundando numa velocidade muito rápida e não tem controle de nada, e também não tem mais nada que te prenda ao seu corpo, como se vc tivesse sido abandonado no espaço-tempo, caindo pra sempre, sem esperança de sentido. pareceu pra mim que a palavra, ao anunciada, te dava um poder como aquele que é dado de presente pelos aliens no filme arrival, vc deixa de sentir o tempo passando linearmente e tudo passa a acontecer ao mesmo tempo, me deixa muito agoniada só de pensar nisso, como se toda a ilusão de estabilidade do seu 'eu' diante do tempo fosse perdida. acordei sentindo como se tivesse usado um alucinógeno na noite passada e começasse a voltar a sentir o tempo como de costume. o som lá de fora tocava de maneira diferente, muito rápida ao mesmo tempo que lentamente. no final do sonho tem um suposto insight sobre como só o afeto do outro nos prende ao nosso corpo em um determinado período tempo, e a perda desse afeto seria catastrófica para a sensação do 'eu'.
/
eu e minha irmã estávamos numa casa, muitas coisas aconteceram mas a parte de que eu me lembro era que uma moça ia dar um presente pra ela como uma recompensa e minha irmã escolheu ganhar olhos de cor pastel, meu pai não gostou nada disso e eu fiquei com inveja apesar de considerar a possibilidade de que nem ficaria bom. pula pra eu vendo um boletim das notas que tirei no cursinho do p., minha maior nota era D, fiquei surpresa, não lembrava de ter ido tão mal assim, mas aí me veio uma memória que só existe na realidade do sonho do p. me dizendo que não tinha ido nada bem mas me dando esperança, tinha muita coisa pra gente trabalhar, aí penso nas notas da minha irmã, altíssimas, pra tentar me sentir melhor eu racionalizo que esse tipo de conhecimento não importa e que não media realmente a inteligência ou o valor de ninguém, mas continuo me sentindo um lixo. pula pra casa de novo e aparece lá um personagem amarelo que me lembra do mr burns dos simpsons, a única parte que me lembro dele é que na hora dele ir embora fez xixi no chão, antes dele voar janela afora eu falei pra ele ir no banheiro primeiro, o que pensando agora não faz sentido já que ele já tinha se aliviado...
/
meu celular começa a tocar e eu estou incerta sobre atender, imagino que deva ser o instrutor de tai chi que eu não respondi e que ele vai me perguntar acerca da tal aula experimental, penso no dia em que r. vai estar aqui e como eu devia marcá-la pra nós dois pra eu não ir sozinha, quando atendo ouço sons de academia, mas alguém começa a falar comigo na linha em inglês, dizendo que eu sabia inglês e que era pra eu falar em inglês, começo a falar em inglês e o cara passar a me oferecer aulas de inglês e pergunta porque eu não precisaria estudar mais, eu fico meio sem graça mas ao mesmo tempo sinto um pouco de desprezo pelo cara e digo que 'i'm already pretty good at it', ele começa a divagar sobre outras coisas e diz a palavra 'buck', só que eu percebo que a palavra que ele queria dizer era na verdade 'bride', e o corrijo, ele fica meio sem graça e fala outra palavra que não faz sentido, eu digo que não entendo, ele dá uma risada sem jeito e acho que a ligação termina por aí.
Prédio de luxo / Hannap

Eu e Lara havíamos nos mudado para um edifício grande, de luxo.
Estávamos felizes, mas um pouco deslocados.
Aquele lugar parecia luxuoso demais pra gente.

O prédio tinha uma parte meio shopping, horizontal, no térreo.

Fazia menos de uma semana que estávamos lá e eu precisei descer correndo para resolver alguma coisa na rua. Fui só de cueca samba canção, sem camiseta nem nada. Cumprimentei o porteiro e alguns moradores no caminho e cheguei na rua.

Na volta pra casa entrei pelo shopping do prédio e encontrei a síndica.
Ela veio falar comigo com um sorriso formal e disse que precisava conversar, que iria subir ao nosso apartamento em seguida.
Eu senti um clima ruim e entendi que ela iria me advertir por ter saído só de cueca na rua.
O porteiro confirmou que a síndica queria falar comigo. Eu perguntei porque e ele disse que alguém havia denunciado que eu estava andando de cueca pelo prédio e exibindo uma ereção!

Fiquei estupefato! Senti que seríamos expulsos do prédio.
Pensei que eu pudesse argumentar e dizer que não sabia de nada, que aquilo nunca mais iria acontecer. Pensei em dizer que eu não estava com uma ereção, mas desisti.

Entrei em casa e encontrei a Lara dentro da banheira com mais dois homens.
Ela estava fazendo uma depilação à domicílio.
Toda contente, disse que tinha visto no instagram da Ju Terra e contratou esse serviço.

Eu não gostei nada daquilo. A Lara nunca tinha pensado em se depilar e nem gastar dinheiro com isso. Enquanto isso um dos homens estava mergulhado na água depilando a virilha dela e o outro, por fora, depilando o buço.

Comentei: — Que pena! Tu vai ficar sem o teu bigodinho!
tio mãe e primo / mew

meu tio c. me levando pra tomar milkshake, o meu milkshake favorito de acordo com ele, que eu gostava na infância, conversava sobre alguma coisa, acho que minha mãe estava presente, eu me sentia despersonalizada e ansiosa. pula pro meu primo no sofá falando sobre a separação dos pais dele, como era estranho não saber o que era de quem, que casa, que carro. meu pai respondeu dizendo que no nosso caso era diferente, pq ele quem comprou tudo que eles tem, mas que certas coisas tinham que ficar com minha mãe. eu observando de longe pensei que não conseguia me identificar com a história, não conseguia me identificar com meu primo, não conseguia me identificar com ninguém, porque eu não consigo dar sentido pra nada que aconteceu na minha vida.
/
minha mãe na banheira da casa dos meus avós dizendo que jamais havia batido ou brigado com a gente, eu e minha irmã contestando, ela dizendo que ela não merecia o que a gente faz com ela, ela diz algo que me irrita e eu dou um tapa na cara dela, depois minha irmã diz algo que me irrita e eu dou um tapa na cara dela, daí minha mãe usa isso contra mim, eu era tão ruim quanto ela, ela ri, e faz cócegas no meu pescoço, e dói, e eu penso que foi por isso que aquela sensação me foi passada no pescoço antes, em um sonho anterior, ou quando estava acordada, não tenho certeza, mas teve algo que veio antes que também envolvia meu pescoço.
/
eu e o w. iríamos fugir, estávamos num lugar cheio de carros, não sei se eu queria fugir com ele.
/
três caras corriam atrás da gente com metralhadoras e atiravam em mim sem parar, mesmo depois de eu estar morta, a aflição de estar sendo perfurado de novo e de novo.
irmã / mew

minha irmã chegou pra mim e virou de costas e disse que estava doendo abaixo da nuca dela, eu olhei e vi que estava bem vermelho e disse que era uma queimadura do sol, ela não aceitou esta resposta e disse que falou pro meu pai e ele não fez nada, ela saiu mas depois deu meia-volta porque o corpo dela começou a ficar cheio de bolinhas vermelhas como se fosse catapora, eu disse que era uma alergia e que era pra ela pegar o anti-alérgico, mas aí começou a sair sangue dessas bolinhas, fiquei preocupada por não saber o que era.
avô / mew

estava com a minha familia, ouvimos o barulho do meu vô tropeçando, meu pai, meu tio e por último minha tia foram correndo ver o que tinha acontecido, eu sabia que era algo muito ruim e não quis ver. depois de um tempo minha tia voltou, eles tinham chamado a ambulância então achei que ainda estava vivo, mas minha tia falou que ela viu ele vendo a vida dele passar por seus olhos antes de falecer, e que em sua imaginação agora ele estava livre pra brincar na neve em nova york. eu fiquei muito triste e comecei a chorar pensando que nunca mais teria a oportunidade de perguntar coisas pra ele sobre sua vida que eu nunca havia perguntado, e me sentindo culpado por nunca ter tido a curiosidade. depois de um tempo fui num quarto onde estavam meus tios, acho que minhas lagrimas ja haviam secado mas eu queria aparentar estar chorando ainda. por alguma razão agora me vem a imagem de uma árvore. nesse ou em outro sonho em seguida ainda com minha família nós estávamos num clube de campo afastado da cidade onde tem muitas árvores, é meio vazio lá, especialmente quando começa a virar a noite.
ambivalencia / mew

sonhei que eu e b. trocavamos mensagens e eu pedia desculpa por ter parado de falar com ele e diziamos que estavamos com saudades e eu disse que iria visita-lo, no sonho acho que eu sentia falta dele mas na vida real ele me atordoa pelo quanto ele fala e pelas coisas que ele fala tambem.
Volta / li

Estava numa casa antiga e reformada, grande. Era uma reunião de amigos, e lá estava o Edmundo Cardoso, que me deu dois livros. Sentei numa mesa ao lado da tia N e minha filha nos derrubou das cadeiras. Chovia muito, em todo Brasil. Ouvia dizerem que a corrrente de chuva de Pernambuco atuava para o tempo ficar assim. Voltei para casa de carona, vi que anoitecia. Uma caminhonete saia da frente do meu prédio e vi que nela tinha grades iguais às do prédio. Entrei no corredor e vi que havia vários rosarios no chão e na maçaneta, um em forma de espiral.
/ mew

eu estava no quarto da g. vendo o guarda-roupa dela, tinham varios cintos coloridos fininhos de cores diferentes, elas eram vibrantes e infantis, assim como todas as outras pecas do guarda-roupa. eu pensei que talvez cada fileira daqueles cintos fosse de um membro diferente da banda ja que eram muitos e na minha concepcao no sonho era padrao da banda sempre estarem usando esses cintos, mas isso nao acontece na vida real. depois eu passei a olhar pros shorts dela, como a cintura e as pernas dela sao bem finas os shorts eram da sessao infantil, eu fiquei com inveja dela por conseguir comprar roupas na sessao infantil, o primeiro short que eu vi tinha um personagem de um desenho ou video game estampado e na hora que eu o olhei eu o reconheci, mas agora acho que esse personagem nem existe. ele era verde. tudo era muito colorido ali. pensando agora o quarto parecia ser o quarto antigo da minha irma, que uma hora se tornou meu quando a gente trocou.
Apartamentos esquecidos / li

Lembrei que eu havia morado em um apartamento térreo, na rua Lima e Silva, em POA, e era fato que eu havia esquecido completamente. Lembrava que era uma época que eu nunca saia de casa, mas não conseguia lembrar de detalhes como pq eu escolhi o lugar e como vivia.
Logo, estava em um apartamento, com o teto baixo, e tinha que caminhar com o corpo abaixado, e lembrei que eu poderia estar no filme 'Quero ser John Malkovich'. Nesse apartamento eu moraria com FS, sua esposa estava ali e ele dizia que nós dois poderíamos nos casar na hora que eu quisesse. MS veio visitar e fez uma decoração do lugar, dizia que o quarto tinha boa janela e terraço, mas a sala era meio sufocante.
Minhas coisas / li

Eu vi FP conversando com SO e estranhei, e logo ela veio dizendo que ia trabalhar com SÓ. Achei estranho,pois ela não tinha experiência bem conhecimento do trabalho. Logo ela desceu a rua da sua casa eveio cuidar da minha filha e sobrinhas MC e OC e senti invadida. Percebi FP louca é obcecada em ter minhas coisas, e lembrei que ela se tornou amiga de meu ex namorado, no facebook, e nem eram amigos, o que me estranhou, nas consegui entender sua loucura.
Falei para ela deixar minhas coisas e ela me perseguia, até que comecei a agredi-lá fisicamente.
Vim para meu prédio e vi novas vizinhas nos apartamentos térreo, e ambas eram designer e tinham decoração bonita, é um acervo de tintas e lápis coloridos lindos. Vi que no corredor da garagem havia umas pichações feias e alguém começava a corrigi-las.
presságios e violência / gruszka

sonho I:
eu andava por shopping um pouco abandonado, as lojas já estavam todas fechadas. notei que havia um homem desconhecido me seguindo e não consigo lembrar detalhes de seu rosto. apertei o passo para conseguir sair dali, mas todos os corredores pareciam dar nas mesmas saídas fechadas. comecei a ficar angustiada com a situação, e me virei para encarar o homem. tirei uma arma de algum lugar e tentei descarregá-la na sua cara, mas não parecia surtir efeito algum. o homem continuava andando atrás de mim, sem me tocar ou sequer falar comigo. apenas andando de maneira ameaçadora. me virei de novo e comecei a socá-lo com todas as minhas forças, mas os socos saiam moles e eu me sentia impotente. acordei exausta depois de tanto tentar matá-lo.

nesse dia, voltando para casa, descobri que haviam atirado seis vezes no rosto de um homem no meio da rua, e que o local coincidia com o meu trajeto diário, pouco tempo antes de eu passar por ali.

sonho II:
nesse sonho eu jogava um grande vaso de flores contra o rosto de outro homem, deixando-o cego. lembro de estar contando do ocorrido para alguém e revivendo as cenas na minha memória. logo depois disso, estou andando por um barracão cheio de brinquedos antigos. cada corredor e cada estante é separada de acordo com os donos desses brinquedos. alguém me leva até a minha estante e eu vejo todas as minhas coleções de infância. me abaixo para relembrar das minhas bonecas e acabo sendo picada por uma aranha branca.

fazendo uma pausa no trabalho para fumar um cigarro, percebo que tem uma aranha subindo pelo meu braço.
Aristides, almoço / dmtr

Sonhei com meu avô Aristides,
sonhei que ele vivia sozinho ha um tempo, não falava com muita gente
ficou morando sozinho e isolado e nao dava trabalho pra ninguem
fazia a propria compra, a propria comida
todos elogiavam que ele nao dava trabalho
e eu tinha curiosidade de passar um dia la
mesmo q sem conversar (pois no sonho ele nao falava com ninguém)
mas passar um dia na casa dele, e se possivel comer um almoço feito por ele
era isso
Limbo / Akym

Sonhei que a cidade tava perigosa porque não tinha polícia, fui encontrar algum amigo e era fim de tarde, sentei no chão atrás de umas lojas e fiquei esperando, passou muito rápido e ficou logo noite, chega um cara de moto e lentamente pega um objeto dentro do casaco, acho que é uma arma, fico encarando pra ter certeza, quando ele aponta a arma pra minha cara e eu tenho certeza que é uma arma penso "vou morrer" aí tudo fica completamente preto, um breu, nao vejo nem escuto nada. Não sentia meu corpo, era o -nada- absoluto. Aí fico com medo pensando será que eu morri de verdade e logo depois acordo e abro o olho mais ou menos, vejo a janela do quarto mas não consigo abrir os olhos direito, ficam muito pesados, acabo desistindo de lutar contra o sono e volto a dormir.
sala de espera dos sonhos / apta

Sonhei que estava em um lugar que era tipo um café que era uma sala de espera dos sonhos. Você ficava lá sentado esperando o sonho chegar. A sensação que eu tive no sonho era uma mistura entre tédio e que aquilo era super comum e eu só tinha percebido naquele momento que a sala de espera de sonho era normal.
motivação / cauli

O céu tinha uma cor de raiar do dia, lilás
mais pra azulado que vermelho.
Tinha uma Lua branca, grande.
Os paralelepípedos no chão eram detalhados.

Eu estava perto da casa da vó e sentia falta dela (P)

Eu não conseguia andar por sentir falta dela
sentimento que escondo de mim mesmo,
mas agora consumia toda a minha alma

Eu tentava, juro que tentava andar e não conseguia
subir a rua que subi tantas vezes
e parecia tão fácil
mas o problema não era ela
nem a rua
era eu que sentia falta dela
e meus movimentos travavam
ensopados de tristeza
e do vazio que sobrou na minha alma

Não consegui subir aquela rua
que eu já tinha subido tantas vezes
com tanta velocidade apesar do esforço
e agora que ela se foi de vez
levou com ela essa parte de mim
que atravessava qualquer esforço fingindo não ser nada
porque agora meu esforço todo é fingir que não sinto falta dela


Autoanálise:

Nem sei por que ainda sonho com Cornélio
Parece que todos os meus sonhos lá são mais
viscerais, talvez por ter passado minha juventude lá

Esse sonho também explica minha extrema dificuldade
em trabalhar depois do término, que só agora
está curando. Sinto que esse sonho vai ser fundamental para
curar de uma vez.
Encontros / li

Encontrava KZ e CZ, ela num vestido verde e azul, sentada na escada da casa deles. sentia feliz, mas não conseguia demonstrar tal emoção.
de novo com ela / cauli

nos colocaram um castigo na gente
a gente voltou no tempo
e viveríamos juntos em outro lugar
por um tempo novamente

a gente convivia de longe e a desculpa era que pra ela o tempo passava tão devagar
castigo tão grande ter que ver aquela gente e ouvir aquela müsica que a gente já viveu
ela se sentava encolhida no chão, moletom inteiro cinza usando o capuz, com a cabeça entre os joelhos e olhar para o nada
"você sabe que pra mim o tempo passa tão devagar"
relembrei as coisas que a gente fez juntos e que faria
fiz um desenho dela de corpo inteiro com todos todos os detalhes porque o tempo tinha parado
e resolvi fugir também pro andar de baixo
fingir que me interessava por outras
me apaixonei por outras
me distrai
e eu voltava e ela estava lá
"você sabe que pra mim o tempo passa tão devagar"
cabeça entre os joelhos
olhar para o nada

você tá com a mesma roupinha, eu vi
o mesmo jeitinho de antes
o mesmo nariz
o mesmo cabelo
eu nao suporto te ver -- e desabei a chorar
(no sonho, de novo por ela,
e acordei marejado
e de novo choro ao relembrar
desse castigo de sonho)

Ônibus para casa / li

Meu marido chegou dirigindo um novo veículo que comprou, um ônibus anos 50, cor de rosa com pinturas de corações azuis. Fomos para casa e ele colocou nossa filha no porta-malas e eu subi ao seu lado. Andávamos por umavrua muito estreita, numa subida íngreme e de ré. Ele dizia que era nossa casa. Fechei os olhos para não ver o percurso. Descemos num gramado e retirei minha filha do porta-malas.
Pra ir te ver / cauli

06/02/2017 - Retirado de conversa privada

+ sonhei que eu tava viajando muitos km pra te ver
+ mas ao mesmo tempo era tipo um jogo de terror que eu tinha que enfrentar monstros terriveis durante a viagem
+ nao sei nem descrever eles direito de tao grotescos
+ primeiro eu ia de bike mas nao fui pq nao tinha luzinha pra bike. Passei nas americanas com o tainan e a gente nao achou pra comprar. Ai a gente foi em carros separados
+ ai passava por uma cidade na viagem e tinha que matar os monstros
+ dx eu tentar descrever
+ eles eram meio colossais. Um deles era tipo uma escultura da face de um tipo de deusa/demonio num paredão/buracão e eu tava dentro desse buraco
+ ai essa deusa despertou e soltou tipo um golem que veio correndo atras de mim pra me matar
+ esse golem vendo de perto tinha o rosto de uma mulher tb
+ e tinha tipo 3 metros
+ eu tive que pular em cima do golem, pular na lateral do paredão
+ e aí lá em cima eu tive que ganhar uma partida de poker trapaceando da deusa pra passar
+ eu tinha que ir até a mão dela e trocar umas cartas
+ enquanto isso eu postava umas selfies toscas no instagram bem felizinho, e nao tinha te avisado direito que eu já tava indo. Eu tava muito feliz que ia te ver
+ e olha que eu tava atravessando o inferno
Resistência / cauli

08/02/2017 - Retirado de conversa privada

+ eu era um dos líderes de uma resistência contra um governo do futuro bem 1984
+ esse governo valorizava produtividade, competitividade feroz, felicidade, tipo um socialismo de estado so que capitalista
+ todas as pessoas do meu grupo de resistência vivíamos num lugar subterrâneo, dentro de uma van branca
+ era gigantesco, mas era tudo dentro de uma van porque era nosso esconderijo e as coisas podiam encolher
+ mas as coisas estavam feias pra gente
+ pela primeira vez em bastante tempo eu tive que pegar em armas e sair do esconderijo
+ era uma arma de cor branca que tinha dois modos de tiro: veneno e tiro, mas só o veneno tava funcionando direito
+ eu saí da van e eu tava no topo da cidade, numa construção bem alta
+ então fiquei furtivamente olhando la de cima pra ver se alguém se aproximava do esconderijo
+ e tava um caos total
+ eu via agentes andando por todos os lados atirando nos cidadãos a esmo
+ eles tentavam manter o controle mais pro centro da cidade
+ então de repente eu escuto passos e entro na van
+ aí vem um dos lideres deles, todo vestido de preto e com capangas (meio tipo hitler poderoso assim)
+ e eu desesperado ligo a van e começo a dirigir ela pra baixo do prédio
+ ninguém esperava ter que dirigir aquela van
+ mas eu fiz, no desespero pra fugir
+ era tipo o topo de um estacionamento e descia quase que em círculos
+ e eu consegui escapar deles
+ mas ai eu tava naquela zona de guerra dirigindo uma van
+ com centenas de pessoas da resistência dentro
+ eu não conseguia esconder a van de maneira segura em nenhum lugar
+ eu resolvi ir para um posto de trabalho começar a trabalhar com a van guardada no bolso
+ eu encolhi ela e consegui um emprego num posto de trabalho
+ esse posto de trabalho era um lugar onde um grupo de pessoas de 20 a 50 pessoas ficavam o dia inteiro seguindo instruções e fingindo ser feliz enquanto trabalhavam
+ eu não lembro exatamente o que eu devia fazer no meu, mas tinha posto de trabalho de lavadeira, por exemplo
+ o meu era relativamente tranquilo
+ mas eu tava mais preocupado em esconder a van encolhida em algum encanamento difícil de achar
+ (as paredes eram fodas descascadas, tinha umas tvs, o lugar era aberto pra rua, parecia uma borracharia, e tinha vários encanamentos expostos na altura da cabeça, e a galera escondia coisas tipo sabonete ali)
+ eu consegui o emprego pq o supervisor do posto era simpatizante da causa rebelde e eu confiava nele
+ Aí veio a inspetora de trabalho
+ eu sabia que se ela me encontrasse ou soubesse quem eu era ela ia me torturar pra descobrir onde tava a van pra matar todo mundo
+ entao nada estava fora das possibilidades, fugir de novo ou assassinar ela
+ ela entrou no posto de trabalho com uma prancheta e foi olhando um por um
+ - Ainda bem que nao tem ninguém de preto hoje né Hahahaha
+ (eu tava inteiro de preto mas ela nao tinha me visto)
+ (tava todo mundo de pé ansioso com a inspeção)
+ Ela me viu, por último na ordem de pessoas
+ - Você é novo, vamos ter umas palavrinhas?
+ eu: Vamos
+ Eu saí do posto de trabalho e ia entrar na sala de interrogatorio dela
+ mas saí correndo, e vi que nao ia funcionar, aí parei de correr numa mesa e peguei uma caneta BIC e disse que "Corri porque precisava de uma caneta hehe"
+ E ela acreditou
+ "Mas precisamos trabalhar essas suas reações"
+ Ai a gente sentou na salinha
+ e ela comecou a me interrogar
+ pra me "conhecer"
+ - Faz quanto tempo que você trabalha aqui?
+ - Comecei hoje
+ - Quanto você ganha
+ (tentei enrolar)
+ - É uma pergunta simples quanto você ganha??
+ - Ahmmm... 3000? (eu nao tinha a menor ideia se isso era muito ou pouco naquele universo, eu queria chutar um numero bem baixo tipo um salario minimo mas nao consegui)
+ - Você ganha esse salário alto porque é amigo do supervisor???
+ - Sim...
+ (ela tava prestes a me punir e punir o supervisor quando eu comecei a falar coisas que a sociedade gosta, que justificariam a corrupção com a minha personalidade)
+ - Mas eu fiz isso pra sustentar minha família, e acho que se eu consegui um bom salário aqui significa algo bom sobre mim, só os melhores sobrevivem, imagina quando eu trabalhar em uma empresa grande, eu sempre vou estar entre os mais importantes, minha mãe é lavadeira no setor 3
+ (Aí o sorriso dela abriu pq lembra era uma sociedade extremamente capitalista que valorizava competitividade a qualquer custo)
+ Aí o sonho acabou por aí, mas eu lembro que sentia minha barriga pulsar no sonho de tao nervoso que eu tava
As mecânicas do vôo onírico - Lúcido / dmtr

Sonho lúcido, terminou a subida, estou no plano. tem um lugar com uma festa acontecendo, tipo um deck de madeira com umas parreiras e umas pessoas. sei que estou sonhando e consigo voar.

Parenteses: Muito frequentemente consigo voar, mas depois da surpresa inicial começo a perder altitude como um balão esvaziando. tento "nadar" com as mãos e os pés pra pegar impulso e não resolve muito.

Pensei em alguma coisa interessante pra fazer e escolhi rapidamente e estranhamente:
— Vou perguntar à minha intuição qual seria a maneira mais eficiente de voar no sonho. E a resposta veio instantaneamente como um insight completo que vou tentar explicar agora:

Um macete pra se deslocar bem é empurrar uma das paredes com os pés, do mesmo jeito que vc pode tentar atravessar uma piscina inteira sem nadar, somente com o impulso. Porquê uma parede?
Porque a gente está acostumado a empurrar o chão todo tempo quando acordado, e o cérebro já prediz que a gravidade vai nos puxar de volta, então seria um macete inicial, é mais facil a gente aceitar o impulso sem gravidade elegendo uma parede.

e logo depois desse primeiro vôo precisamos ir buscando objetos no cenario pra conseguir mais impulso, galhos de árvore, o teto, a caixa dágua da casa, os fios elétricos, os postes de luz. Podemos pegar mais impulso com as mãos, com os pés, mudar de direção etc.

Então as físicas do vôo no sonho, ou gravidade zero. Basicamente a gente só perde a gravidade, pode impulsionar pra algum lado mas ainda assim vamos perdendo impulso, mas podemos ganhar impulso novamente em qualquer objeto do cenário, até mesmo os mais frágeis.
Meteoro, depois VARIG Jumbo / dmtr

sonhei que estava numa casa no meio de um bairro meio descampado, olhei pra um campo pra fora de casa e vejo uma fumaça bem cinza saindo de outra casa, um incendio acontecendo bem rapidamente. umas pessoas foram correndo pra lá. Olho pro poutro lado e vejo outro lugar pegando fogo e me dou conta que está acontecendo uma chuva de meteoros.

Minha primeira reação é entrar na casa, tentar esconder debaixo da cama ou atras de algum móvel, haviam mais pessoas na casa e me ocorre em um milissegundo: qual é o lugar de "sorte" da casa? ficar junto ou separado das pessoas? ficar separado pode me fazer morrer ou talvez ser um sobrevivente, ficar junto com todos pode aproximar o destino de todos, e lembro de um documentario sobre vulcões e decido sair correndo na rua.

Dava mais medo mas ao menos eu tinha o plano de ir correndo e olhando pro céu, talvez ter tempo de tomar alguma decisão se tivesse algo caindo pra este lado.

Continuo correndo, passa todo esse tema de meteoros, ja nem lembro mais. Vejo um avião Boeing Jumbo 747 novíssimo, voando baixo e lento, pintado com a marca da VARIG, branco com dois tons de azul, um muito luminoso clarinho.
Vejo também ao lado da estrada outro Boeing idêntico no meio da grama, mas sem as asas. Como o avião está fazendo uns movimentos esquisitos no céu me dou conta que estou em um sonho, planejo em correr até a estrada ficar plana antes de tentar fazer alguma coisa (continua)
/ gruszka

o sonho se passava numa sala completamente preta, como um ponto qualquer no espaço, onde a única fonte de luz era uma lâmpada amarela que pairava sobre a mesa onde eu e meu pai estávamos sentados. eu estava consciente de sua morte, e podia me ver mais velha. aquela era a primeira vez que nos falávamos após sua partida. eu comentava com saudades que com o passar dos anos, conseguia reconhecer em mim mesma alguns de seus traços físicos com mais clareza. ele se emocionava, pegava minhas mãos e enquanto tentava engolir o choro, dizia que não era só isso que tínhamos em comum.
Velório vivo / li

Estava num velório de um dos primos da minha avó, daqueles familiares que eu não conheci pessoalmente, mas que ouvi histórias durante toda a vida. Estavam também os vários primos radialistas.
No velório percebi que o velado estava vivo e isso parecia normal. Fiquei intrigada em saber como se daria o sepultamento, com a pessoa Ainda consciente, imaginei como um assassinato. O tempo passou e a hora do enterro se aproximava e o parente no caixao estava muito triste. Os primos radialistas falaram pequenos discursos e no fim uma prima falou, com sua voz bonita e jovem, contraste com sua aparência idosa.
O velado pediu um tempo para sair e caminhar, antes de ser enterrado, e todos permitiram, e eu achei a situação mais estranha possível. Ele saiu a caminhar pelo pátio agora, percebi que tinha as mesmas feições açorianas da família. Eu via seu percurso, como se fosse um filme, ele caminhando no pátio, que se transformava num campo, encontrava dois homens e se escorava numa cerca de troncos, e assim eu o via, e logo essa imagem aparecia como se distanciando, até ficar longe dos meus olhos.
O homem voltou para a sala do velório, triste e chorando e todos os esperavam. Senti angustiada com a situação.
nova brasília / cauli

- Sonhei que eu tava em Brasília
- mas era tipo um pântano turístico assim
- as atrações arquitetônicas ficavam numas plataformas de pedra na altura da água
- e eram meio barrocas assim
- tipo, não era niemeyer
- a plataforma de pedra tinha musgos e era molhada
- e aí na plataforma principal tinha igreja, prédios oficiais do governo, e até um galinheiro
- lembro que tinha turistas e uma veio conversar comigo
- Ela: "Eu senti que você sabe disso"
- Ela: "Onde fica (tal coisa das galinhas) que vi no livro da (tal livro de história da arte)?"
- Eu: "Ahh o livro (tal) já li, mas não conheço (tal coisa)"
- Aí a senhora turista fez cara de desapontada como se eu tivesse desmerecendo a mediunidade dela
- Eu: "Mas ali tem um galinheiro olha (a coisa que ela procurava tava relacionada a um galinheiro)"
- E qnd eu olhei pro galinheiro resolvi ir pra lá pq vi atrás um grupo de turistas numa balsa primitiva
- Tinha um guia que manejava a balsa e ele disse que ela ia dar uma volta pelo "litoral" que parecia ser uma pequena praia ali, atravessando aquele mangue estranho
- (detalhe: eu tava num dos cantos do mundo)
- (tinha um paredao onde acabava a cidade do meu lado)
- aí eu caí na agua
- e a balsa continuou
- mas deu tudo certo pq tinha uns bancos de areia e de pedra
- e eu me safei
- só sei que agora eu tava no meio da cidade onde moravam as pessoas MESMO
- tinha um pouco de vibe de favela, com as coisas meio improvisadas em lona azul e amarela e vermelha
- corredores estranhos, chão rústico
- mas agora tava começando a escurecer
- e as pessoas entraram em suas casas bem rápido
- eu era o único humano nas ruas daquele lugar
- porque tinha muitos bichos exóticos no chão e eles comiam qualquer coisa
- primeiro eu fiquei com medo de pisar nos siris
- porque tinha siri por todo lado
- siris pequenos e daí uns caranguejões grandes
- mas aí me assustei ainda mais quando vi umas formigas comendo um caranguejão
- eram muitas
- e subi num muro de uma casa onde não me alcancavam
- aí vi um bicho que parecia uma mistura de caranguejo com lagosta, tinha o tamanho de um cachorro pequeno
- e comia QUALQUER coisa
- aí eu pulei numa cerca de madeira pra fugir dele e percebi que tinha um cachorro bem quieto me olhando com cara de medo mas seguro num palanque com chão de grama, cercado. Percebi que ele tava a salvo dos bichos e que tava preocupado por mim
- mas aí olho pro chão e tem um poodle vira-latas andando pelos corredores
- e a lagosta caranguejo vai pra cima dele ???? ????
- e aí eu me pergunto pq vou interferir e chuto a lagosta caranguejo e ela desiste
- aí eu abri a porta de uma casa qualquer e deixo o poodle entrar
- ouço de longe os donos da casa esperneando "QUEM DEIXOU A PORTA ABERTA?"
- aí o sonho acabou
Portal para o passado / li

De repente, a internet de algumas pessoas começou a abrir o seu antigo orkut e dali um portal de um tempo passado. Eu vi a tela azul em diversos celulares, e as pessoas felizes relembrando.
Pelo meu orkut fui contactada com T e combinamos de nos encontrar numa festa. A festa era familiar, poucas pessoas e numa casa antiga. Eu eT nos declaramos, como um amor apaixonado, mas sem contato físico. RR estava junto e dizia que ele não podia me fazer esperar , não podíamos perder tempo e assim intermediava nosso contato. Perguntava do meu marido e articulava uma solução para nós vivermos o tal amor.
Fui ao banheiro e vi que estava na antiga casa de madeira da minha tia, onde para ir ao banheiro tínhamos que atravessar um quarto e a parede de rabiscos vermelhos continuava igual.
Encontros perdidos / li

Eu morava no meu primeiro apartamento que vivi emPorto Alegre, mas era menor e mais velho, paredes descascadas e úmidas. Logo descobri que eu dividia o apartamento com FP e senti feliz. FP falava que era muito difícil sair à noite emPoa, devido à violência e me mostrava cenas de violência, pela janela. Uma amiga veio nos visitar e conversamos até FP precisar sair na noite. Desci o o acompanhando e encontrei PW, que era dono de um bar na Rua José do Patrocínio.
Conversamos e PW e FP seguiram seu rumo na noite. Antes FP pediu-me para aguardar uma encomenda sua.
No apartamento, me entregaram a encomenda, era o caixao de seu pai, que ao mesmo tempo era Chopin. Eu tinha que cuidar, mas era grande demais e eu não sabia os cuidados necessários, Ainda mais que se tratava de ser 2 pessoas que nutri afeto. Eu tentava colocar flores e telefonava para aFB, sem êxito. Uma bebê engatinhava por cima do caixão. Logo saí do apartamento, que nessa hora era uma casa rústica em madeira, e vi pela janela um novo quadro pendurado, que era uma pintura de Chopin, com luminosos olhos azuis, réu não sabia se chamava o retrato de Chopin, I ou se era meu sogro.
Casas / li

Estava casada com PW, morávamos num apartamento térreo, emPoa, com sacada para um pátio e muitas pessoas começaram a entrar no nosso apartamento. Começou a rolar um clima entre PW e uma moça e logo eles saíram juntos.
Logo eu já havia me mudado para outro apartamento no segundo andar,pelas imediações do shopping Praia de Belas. A persiana de uma janela deslizava até o andar térreo. Minhas sobrinhas estavam juntas e pediam para ligar para a mãe. Pq retornou à casa, e foi arrumar um quarto. Com CP, Fui comprar algo e nos perdemos. Anoitecia e era um local perigoso, com drogados. Não conseguíamos voltar para casa.
Hora Grande / Dmtr

sonhei que era muito aceitável falar as horas no estilo 19:72 e isso era chamado "hora grande".
Acontecia por exemplo quando algo atrasava. vc marcou um encontro as 19h e a pessoa não chegou e já são 20:15, pra você ainda é 19:75.
Ricos, crianças e reencontros / li

Morava num prédio de luxo, no 8 andar. Era vizinha de AD e sua esposa. Fomos no playground do prédio e vi uma piscina de pedra num jardim inglês do condomínio. Conversei com FLS e minha filha desapareceu. Pior sensação.
A esposa de AD veio conversar e falava que o seu andar, o terceiro, as paredes estavam emboloradas.
No hall do prédio chegava a mudança de vizinhos árabes milionários, com sofás e móveis requintadíssimos e vi que minha foi pular nos sofás.
A esposa de AD foi no meu apartamento e logo seu filho foi para o lado de fora da janela, no parapeito e eu o segurei pelo braço.
Desci para a portaria do prédio e no pátio externo, próximo calçada havia minha penteadeira com muitos pertences meus. Estranhei que ficasse sempre ali e ninguém roubava nada.
Estava numa casa antiga, rica, era festa de encontro da minha família V . Encontrava parentes desconhecidos e não conseguia conecta-los à minha árvore genealógica. Somente pessoas mais velhas, até uma empregada mencionar um nome feminino de uma foto antiga, que eu havia ouvido falar alguma vez. Tratava-se de uma senhora rica que foi morar no exterior e faleceu por lá. Nunca tiveram notícias da sua. Ida longe. Minha mãe chegou ao encontro e estava deslocada, até chegar um homem muito comunicativo e popular, que todos diziam der sobrinho do presidente Getúlio Vargas, mas ele insistia que seu sobrenome era Pinto e que o tio não foi bom presidente. Minha mãe caiu em choro ao encontrá-lo, só me explicou que ele morava na rua Euclides da Cunha e não o via há muitos anos.
Encontros / li

Eu e meu marido caminhávamos na rua Professor Braga, era um dia nublado e úmido, e vimos um grande javali entrando no Senac. Apavorados, entramos no prédio da frente, pedimos ajuda ao porteiro, e percebemos que tinha uma mendiga vivendo não portaria, que carregava uma boneca Susi vestida de noiva. Ninguém nos acreditava, e espiamos o Senac e tudo parecia normal, pessoas entrando e saindo e nenhum sinal do javali. Nos demos conta que não lembrávamos mais onde havíamos deixado nossa filha.
De repente eu vivia uma história de amor com PW, em Porto Alegre, na cidade baixa. Éramos muito felizes, até que PW viu uma publicação no Facebook, que dizia "delação Fogaça " e era uma festa orgia com muitos políticos, travestis, e PW estava no vídeo postado, e ficou muito abalado. Sua ex estava junto e procurava nos ajudar.
Logo eu estava assistindo uma peça de teatro de uma escola, uma superprodução, e no intervalo o público trocava de sala, e acabei sentando numa mesa de restaurante junto de Z, seu filho e uma menina que não sei se era sua filha. Seu filho sorria-me amigavelmente, Z desconfortável comigo. Vi fotos da família de Z, a esposa e os filhos, fazendo uma coreografia com funcionários fantasiados de uma fábrica de chocolates de Gramado.
Encontrei minha prima CVno teatro e sentamos próximas.
Ampulheta / cauli

Finalmente entramos na banheira escaldante, ainda com o sentimento de desconhecido apertando o meio das costelas. A água quente preencheu um pouco demais o volume daquilo que era para nós dois menos um corpo de água relaxante e mais uma ampulheta que media nossa compatibilidade sexual, ainda que em constante avaliação inconsciente. L enxerga no espelho d'água seus olhos borrados e só pode ter visto algo absolutamente diferente do que eu estava vendo. Ela tenta se esquecer da sensação de ter acabado de lacrimejar por um estranho misto de agonia, prazer e medo de estar presa para sempre nessa armadilha, a banheira transbordando com nossos corpos. Afinal ela só poderia transbordar caso tudo tivesse acontecido de um jeito melhor do que o esperado, mesmo com tanta conversa sem toque, tanto conhecer sem ver... e antecipação gera expectativas exageradas, mas não dessa vez. "Sou um panda", desvia. Eu me aproximo do seu rosto com a língua que já sentia falta do toque macio da sua pele e retiro lentamente com um golpe todo o panda que restava no olho dela. Só quero que ela fique sem defesas, e deu certo. Ela se confunde profundamente nos sentimentos que ainda não sabe descrever, e encosta a cabeça no canto da banheira como se me dissesse "Eu me rendo" enquanto seus pés me alcançam lentamente por baixo da água.
Casa com rio / li

Fui passar as festas de fim de ano no litoral. Era a casa de Z, e estava cheia de gente hospedado, inclusive seus pais, o marido de minha mãe e desconhecidos. Entrei e fui me alojar em algum lugar e percebi que a casa ficava em cima de um pequeno morro e entre a sala e quartos havia uma ponte, pois no meio da casa passava um rio. Senti medo, pq a casa era velha espremia desabar a qualquer momento. Eu não tinha para o de ir, mas não queria ficar ali.
One Dead Sound / dmtr

sonhei com um piano q tocava sozinho programaticamente
uma musica q chamava One Dead Sound.
Passeios / li

Estava no meu apartamento de Porto Alegre com CV, KV tia LV e algum outro primo que não lembro quem era. Percebi que tinha uma televisão pendurada do lado de fora da janela do 8 andar, que ficava passando desenhos animados.
Minha prima me mostrou que lá embaixo tinha um vizinho com pátio e com uma decoração de festa de aniversário e duas pessoas fantasiadas correndo pelo gramado.
Fui sair e Descobri que o elevador tinha problemas, a velocidade era variável durante o percurso.
caminhei ao entardecer pelas imediações do largo dos açorianos e Borges de Medeiros.
Era inverno e Cheguei na casa da minha irmã C, ficava num lugar alto do bairro Nonoai, em santa Maria. da sacada eu tinha uma vista muito bonita e fiquei esperando meu cunhado chegar de carro para me dar uma carona.
Igreja feliz / li

Era uma festa na igreja Nossa Senhora das Dores, entrei com minha filha e o ambiente estava festivo e alegre.Encontrei amigos antigos e na porta vi RS, que não encontrava há tempos e foi feliz encontro, muitas conversas alegres.
Um segundo / Ranunculus

Meu cabelo longo, denso, que encosta na minha pele, cobre minhas costas
cauliview / cauli

Eu tinha acabado de receber um email de alguém muito querido do intercâmbio, como minha mãe de lá que eu não ouvia falar há anos: um link pra um curta feito na Suécia e muito bem produzido chamado "cauliview".

Ele contava a minha história de intercâmbio lá, eram cenas singelas em cenários lindos, pequenas historinhas num tom intimista que as pessoas que conviveram contaram sobre mim, o porque elas confiavam e mim e me amavam. Na vida real aparentente eu teria sido deportado injustamente. Mas todo mundo sabia que eu não tinha feito nada, porque meus álibis estavam todos ali, eram as próprias cenas. Uma das cenas era todo mundo comendo fora, em uma mesa de madeira escura, e a luz do anoitecer batendo neve no chão deixava tudo azul petróleo, e me perguntavam quanto dinheiro eu tinha ainda, e dps todo mundo riu de mim enquanto continuavam a comer.

O filme terminava com Cauli chegando de carona só com a mãe no carro. Ela morava no deserto nos Estados Unidos, e essa foi a unica vez que ela apareceu. Me deixou meio puto que fizeram Cauli ser americana, mas eu sabia que era sobre mim, então eu chorava mto assistindo o filme por saber o motivo de aquelas pessoas me amarem apesar de todo mundo estar longe.

Lembro de ter visto outras variações do curta (vi só uma, mas existia outra ainda). Supostamente elas nao teriam ganhado o concurso pra fazer esse filme. O segundo filme que eu vi parece que não correspondia tanto à minha estadia por lá, e tinha um tom um pouco menos intimista. Mas era também muito bonito visualmente.

Autoanálise:
(Chorei bastante nesse sonho, não me lembro a última vez que isso aconteceu. Esse sonho explicou para mim o verdadeiro motivo de eu ter chorado tanto ontem ao achar algo que uma ex fez para mim. Aquilo era a materialização da explicação do motivo de ela ter me amado, e isso me fez sentir querido, amado e nostálgico. Me fez voltar num tempo em que quase tudo parecia ser perfeito)
Benção / li

Estava num lugar tipo minha primeira escola, parecia uma festa. Me falaram que havia um benzedor numa sala e eu fui esperar para ele me benzer. Sentei numa mureta evo um dente, Ainda com sangue, e procurei o possível dono. Demorava para o benzedor me chamar e entrei na sala. Ele estava deitado, só de cuecas, era um homem jovem, magro e peludo, estava muito cansado e esgotado de benzer, mas me benzeu. Colocou a mão sobre minha cabeça e benzeu forte.
Atras da porta é sempre arrependimento / Ranunculus

(sonho recorrente) Estou numa casa que aparenta ser "minha", é composta por todas as casas que já morei e diversos espaços vagos que aparentam não terem sido preenchido pela mente, espaços que eram para ser casa mas são disformes. A forma em que chego no quarto é sempre diferente, e o quarto as vezes muda de aparência, certas vezes menor e escuro ou mais iluminado (podem ser ambientes distintos em cada sonho), estou sempre procurando algo desconhecido a mim que não está relacionado ao que está atras da porta, nunca me lembro o porque de abrir, somente é implícito em minha mente "para achar algo, basta procurar" é o suficiente para eu abrir a porta e tentar aliviar minha inquietude. Encontro prateleiras e gaiolas por todo espaço, amontoadas umas sobre as outras, ao ver as gaiolas penso: que gaiolas são essas!? Extremamente impressionada com o estado do ambiente e a capacidade de descobrir algo novo num ambiente tao cotidiano, demora pouco tempo para eu me lembrar... observando uma gaiola, reparo que tem um animal usualmente um hamster ou rato, e as memorias surgem como um soco, o nome deles que nunca me lembro apos acordar, que grito desesperadamente ao perceber que estão todos, muitos, centenas, deixados definhando por mim, muitos mortos e o resto beirando o fim, Minha reação sempre de terror de repudia a mim mesma, espantada em ter esquecido algo que parecia que nunca havia acontecido antes daquele momento... mas o sentimento não mente eu cogito. o contexto do que falo ou como lamento se modifica, o que sai em diante é só arrependimento. Acordo.
/ li

Numa casa com grande varanda e gramado, eu conversava com tia L e outros tios. Logo chegou LEM, numa caminhonete com sua família. Ela cumprimentou a todos, menos a mim, era agressiva, falou que tio O tinha que ir ao banheiro e se explodir. Eu fui para a cozinha.
Cabeleireira / li

Fui cortar o cabelo numa nova cabeleireira e enquanto ela conversava com outras clientes, cortou minha franja. Fiquei furiosa, praguejei e disse que não pagaria, por tamanho erro.
Fui chorar junto de MN, que me consolou e se mostrou um grande amigo.
Dama / li

Estava num casarão estilo palácio antigo, no centro de uma cidade. Criados me chamaram numa ala, e me falaram que ali morou a Leda, e que haviam encontrado uma caixa de fotografias antigas. Eu não acreditava em tantas fotos ali, fiquei meio paralisada de emoção. Me chamaram em outra ala, era um ginásio com uma assembleia de funcionários, alguns meus colegas de tempos atras. Eu acompanhava RA, que era um alto cargo político e lhe orientava sobre questões morais, éticas, culturais, que até eu me surpreendia com a profundidade do que eu via e falava para ele. Percebi que meu sapato tinha salto alto, e me sentia muito elegante.
Logo RA era o novo prefeito de Porto Alegre, e éramos casados em segredo.
nota paralela / gruszka

e hoje, logo após acordar, fiquei com uma palavra em russo que parecia não querer sair da cabeça:

Verb[edit]
увлека́ться • ‎(uvlekátʹsja) impf ‎(perfective увле́чься)

(reflexive) to take an interest in
infância tardia / gruszka

essa noite sonhei que gerenciava uma escola integral para crianças carentes. o espaço funcionava de tal maneira que, após as atividades curriculares obrigatórias, as crianças poderiam decidir entre ir para casa ou continuar lá. grande parte delas não tinha para onde ir, de qualquer forma, e entre elas, estava um homem de quarenta anos. alguns de meus amigos ajudavam a tocar o lugar, dando aulas de português, promovendo oficinas, etc. neste dia, a banda de amigos fez uma pequena apresentação para as crianças que tinham escolhido ficar (e entre elas, ainda, o homem de quarenta anos), e embora elas tenham parecido entusiasmadas com a ideia de assistir a um primeiro show, havia um garoto em especial que não parava de distrair os outros com vídeos (pornográficos) no seu celular.
Papai Noel / li

Era natal e eu estava em Curitiba na casa do meu tio. Tudo estava sujo e velho e percebi que ele havia feito um puxadinho, seria sua sacada, no 9 andar. Meu marido entrou e viu que tudo era de vidro, eu senti medo. Meu tio falou que o apartamento tinha um alto pé direito. Meu tio falava com seu filho mais novo. Logo eu estava numa casa grande , de uma turma, seria um natal alternativo. PH chegou vestido de papai Noel e entrou de um jeito lindo e poético, com uma música linda de fundo. Ele distribuiu os presentes que comprei para minha filha, e achei pouco só dois presentes para ela.
sonho antigo não categorizado #3 / gruszka

eu andava por uma Curitiba dos anos 90, construida a partir de retalhos e memórias da minha infância. ninguém conseguia me ver, mas eu parecia estar vivendo um dia normal. me lembro das cabines vermelhas de telefone, e de pontos de ônibus com cobertura branca. a noite de andanças ia chegando ao fim e dando lugar a preocupação de que eu deveria estar de volta ao presente.
/ SL

Eu, X e Y estávamos em um carro muito estranho, não tinha bancos e nem volante e o freio era um botão vermelho do tamanho de uma bola de futebol no meio do vidro da frente. A gente tava conversando sobre picuinhas da vida e X mostrava o controle remoto que finalmente ganhara de seu pai. Quando finalmente chegamos na rua Ijuí eu acelerei o carro sem querer e não consegui apertar o tal do botão vermelho a tempo. O último pensamento foi: "bem que o instrutor da auto escola sempre dizia que eu tinha que aprender a "brecar".
Na serra / li

Estava num balneário da serra, na casa de um casal de amigos. Anoiteceu e fui no mercado. VF passou por mim e veio conversar comigo, perguntava sobre os Estados Unidos e a vida por lá. VF estava muito bonito e charmoso e dava em cima de mim. Segui pelas ruas para ir ao mercado e vi 2 mendigos bêbados e senti medo.
ego problems / gruszka

essa noite sonhei que todas as pessoas pelas quais já tive algum tipo de sentimento estavam reunidas em uma mesa de jantar gigante, posicionada estrategicamente no meio de um saguão vazio. elas conversavam e interagiam umas com as outras, mas não pareciam notar que eu as observava de longe.
Repugnante / li

Recebia um dvd, fui assistir e era de M, ele nu, fazendo poses. Achei nojento e coloquei para frente para ver se tinha algo interessante, mas logo aparecia um velho também nu, parceiro dele, que engoliam um penis preto. Achei repugnante e não conseguia desligar, logo a imagem era de sua esposa, com peitos que iam até o joelho, e mais duas mulheres nuas na cama, tentava desligar e não conseguia, não queria mais ver nada, até que apareceu cena com crianças e eu quase desmaiei. Não queria ter recebido essas imagens.
/ mikael

sonhei que estava numa sala de provas, tinha um quê de ENEM.
havia um clima descontraído em geral.
a Cata vinha de uma outra sala pra acender um cigarro, então o movimento de Cata me dava vontade de levantar também e ver o que havia por ali.
via Isabel sentada ouvindo um cara cantar uma cantiga que a melodia parecia música árabe, ou cigana, algo assim. ao mesmo tempo que eu via Isabel sentada, eu estava no colo dela, e trocávamos carinhos em nossos cabelos (como se eu ainda tivesse, já que estou careca), embaladas na melodia da cantiga que as pessoas daquela sala sabiam cantar. além do moço que cantava tão bonito, tinha também umas mulheres que cantavam. era muito lindo.
sonho antigo não categorizado #2 / gruszka

entrava na minha escola antiga com uma amiga de madrugada, arrombávamos o portão com um alicate e íamos direto para a quadra fechada. lá, sentado sozinho nas arquibancadas, estava um garoto que tinha estudado comigo. ele perguntava o que estávamos fazendo ali, e nos oferecia LSD. dividimos um pedaço, e saimos dali. o sol já estava nascendo, e a praça osório ia se transformando num lamaçal. tentávamos nos agarrar a qualquer coisa, mas escorregávamos e afundávamos cada vez mais.
20.11 / gruszka

essa noite sonhei que tentava desesperadamente embarcar num avião sem rumo, mas chegando ao guichê da companhia, percebia que tinha esquecido meu passaporte em casa.
sonho antigo não categorizado #1 / gruszka

tinha sido convidada para uma festa que aconteceria numa casa de madeira de três andares, abandonada, próxima das ruínas do são francisco. chegando lá, percebi que todos estavam fantasiados, menos eu. entrei, cumprimentei brevemente alguns conhecidos, e subi para o último andar. lá havia uma passagem secreta para um cômodo anexo.

o sonho então corta e eu estou andando com mais duas amigas pelo largo da ordem. já é de manhã, e tem um casamento acontecendo na igreja do rosário, que logo é interrompido para dar lugar a um velório, o próximo evento do dia. os noivos e convidados então se dirigem para um carrinho que corta a cidade sobre trilhos, e a medida que a igreja vai se esvaziando, observo o caixão sendo carregado para dentro, por homens de terno que se misturam com os amigos e familiares dos noivos. saco minha câmera e tiro uma foto.

há então um outro corte, e agora estou num quarto com uma das minhas amigas. ela está deitada nua sobre a cama, e diversas maçãs espalhadas compõem o cenário. tiro outra foto.
Relacionamentos estranhos / li

Era noite fria de inverno em Curitiba, e meu marido dormia num canto da rua. Ele e o namorado de LV gostavam de caminhar na madrugada, pelas ruas vazias do centro.
Meu marido conheceu uma moça que vivia na rua, magra, branca, com cabelos curtos e uma borboleta desenhada num de seus olhos. Ele foi comprar roupas para ela, e eu senti ele apaixonado por ela.
Encontrei FS e nos descobrimos apaixonados. Decidimos viver juntos, e ele terminava seu relacionamento. Sua namorada estava furiosa, e trouxe um ex namorado para viver junto, um jovem moreno, expansivo e chato. Percebi que eviviamos no apartamento que vivi em Paris, mas estávamos em outra cidade, que eu não sabia qual era.
/ gruszka

essa noite sonhei que meus amigos moravam todos em um porão com paredes vermelhas. cada cômodo era dividido por uma coluna de concreto que não chegava ao teto, mas era suficiente para garantir um pouco de privacidade. o lugar lembrava uma garagem, úmido e abafado.

exatamente no meio do espaço, havia um buraco no teto, de onde baratas de diversos tamanhos saíam. sugeri que jogássemos veneno lá e fechássemos o buraco, mas já era de madrugada e ninguém parecia tão incomodado quanto eu.
/ gruszka

sonhei que estava trabalhando de freelancer na produção de um filme no Rio Grande do Sul, lugar onde nunca estive. os acessórios e partes do cenário ficavam nesse galpão gigante, bastante industrial. resolvi tirar uma pausa para fumar um cigarro, e ao sair de lá, percebi uma trilha nos fundos da propriedade. essa trilha passava por um bosque muito parecido com um bosque que costumava visitar, e dava para uma casa de vidro. nessa casa de vidro morava um amigo. parei em frente às janelas e observei a família dele por um momento, eles estavam assistindo a uma partida de futebol entre o internacional e o grêmio, e bebendo chimarrão. pensei em entrar e chamar por ele, por um momento, mas hesitei e segui meu caminho.

chegando a cidade de novo, entrei numa loja de 1,99 e encontrei uma conhecida. ela me cumprimentou enquanto escolhia mamadeiras e chupetas. cumprimentei de volta e segui para o caixa de mãos vazias.
/ Smithe525

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/ Smithb980

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Armadilha / li

Fui convidada por ED para um churrasco em uma feira da cidade. Peguei úm taxi com um motorista negro e gay, , muito amigável, mas que dirigia com a cabeça entre os joelhos, pouco enxergando o trânsito e saltei antes da chegada, por medo de acidente. fui ao ginásio da feira, encontrei ED e ele me conduziu até os fundos do local, afastado da feira. Achei estranho e percebi que se tratava de assédio, pois assuntos eruditos não eram tratados, e sim, preferências banais. Falei que não era para esse assunto que tinha ido ali. Próximo de nós tinha um casebre de madeira, que era um antiquário camelô, que vendia coisas interessantes e porcarias. ED se aproximou e começou a assediar uma jovem atendente. Fugi, me escondia e corria, até sair do local. Sai na rua e era um trevo, com muitas estradas.corri e decidi procurar um taxi, mas corria e não encontrava. Percebi que eu poderiavestar em Florianópolis.
perdida / li

Eu estava no 8Andar, num prédio de consultório medico, onde os corredores eram cinzas, esperando o elevador. Percebi que o elevador balançava e sõ ia ate o 7 andar. Fui avisar as pessoas e ouvi a sirene de incêndio, e logo sai por um corredor de emergencia, onde vi meu tio O.
depois de um dia, percebi que minha filha tinha ficado no prédio, com a empregada nova, e me desesperei, pq não sabia noticias dela. descobri que havia pessoas num hotel, entrei no carro e fui atrás. chegando lá, havia um forte sistema de segurança, o exercito controlando o lugar. consegui explicar que eu buscava saber da minha filha, e me indicaram um menino chamado Nicolau, que era seu amigo e também estava sem a mãe junto. Logo minha filha veio, a abracei, e cuidei. íamos ficar num quarto com grande portas de vidro, no andar térreo. Eu tentava cuidar do menino Nicolau junto.
Perdida / li

Voltava de um lugar, ao entardecer, pelas imediações do bairro ROsario e avenida Rio BRANCO. Estava com minha filha e caminhávamos abraçadas, ela grande, era um abraço quentinho. Perto da rua Ernesto Beck , havia uma curva e várias ruas surgiam, e nenhuma parecia conhecida, todas abandonadas, sem calçamento e pobres. Senti medo, não sabia para onde ir. Eu já havia estado ali e passado pela mesma situação e tentava lembrar como havia voltado, sem sucesso. Perguntei para um homem que passava ali, e ele falou o caminho
, mas não sabia se eu podia confiar nele.
baby on the roof / mino das cordilheiras

sonhei que havia um bebê no telhado e eu o resgatava, o pai era um cara retardado, e quando tentei devolver seu neném, mandou eu simplesmente jogar para ele no 1º andar (???)
ps: foi bem gostoso segurar um bebê no colo
/ Smithe668

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/ mino das cordilheiras

eu estava num quarto de uma casa estranha, de teto baixo e paredes opressivas, dois amigos meus estavam lá dentro, eu tentava mijar na privada sem tampa do banheiro sem porta enquanto meus amigos conversavam comigo, porém, sinto dificuldade de urinar com gente por perto (e escrever sobre isso me deu vontade de ir ao banheiro), então, desisti. quando volto para o quarto aparece o meu irmão entrando pelo corredor escuro e saca uma pistola prateada, meus amigos estão sentados e não vejo a reação deles, mas provavelmente nem ao menos se moveram; eu olho pra arma, vejo seu brilho e recebo dois tiros na costela logo em seguida. não tive tempo pra esboçar nenhuma reação, ou sentir medo, apenas caí no chão sentindo a sensação perfurante dos projéteis na lateral direita do meu corpo; fiquei ali deitado me perguntando o que eu tinha feito para o meu irmão, que emoções dele eu negligenciei, que covardes calúnias ele me ouviu dizer pelas suas costas...
acordei sentindo uma dor no mesmo lugar em que recebi os tiros.
/ Smithf562

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/ Smithe715

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Adolescência / li

Fui visitar um apartamento para comprar, que ficava no 42 andar de um prédio na esquina da rua Serafim Valandro com Venâncio Aires.
Entrei no apartamento, uma cobertura grande, com decoração pesada em tons escuros, e percebi tudo muito velho e nada limpo, como se tivessem abandonado o local repentinamente. Na cozinha comidas podres no forno, portas emperradas e muito pó. Tentei sair imediatamente, o ambiente era pesado. No corredor do prédio, fui pegar o elevador, que era minúsculo e muito veloz, senti medo e fui pelas escadas.
Depois eu estava num apartamento de estudantes do interior, eu namorava um dos moradores, bebíamos vinho e amigos chegaram para tocar e vi que tinha um antigo baterista da cidade, que voltou a tocar, o C. Conversei com moradores num banheiro antigo enorme.
Meu namorado era alguém parecido com ERF e muito imaturo. Bebeu muita vodka e me traiu, após chamou a tia para ir embora. Eu só me deprimi que tinha pessoas assim.
Indivídou / Hannap

Sonhei que meu pai Eugênio pedia pro meu pro Dudu, meu irmão, cavar um buraco na terra com uma pá. O Dudu fazia errado e não conseguia. Atirava a pá no chão. Então meu pai ensinava como ele tinha que fazer e minha mãe dizia: - Ah! Então ele não pode ser um indivíduo? Deixa ele fazer do jeito dele e ir descobrindo.
Eu e meu pai nos indignamos e dissemos que se ele fosse ensinado e fizesse certo (igual a todo mundo) aí sim ele poderia ser um indivíduo. Eu disse: - Mesmo que ele aprenda com outra pessoa vai fazer do seu jeito. É inevitável ser um indivíduo.
Contei isso pra Maritza e ela concordou com a minha mãe. Eu insisti e disse: - É impossível não ser um indivíduo.
/ Smithc654

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Set de filmagens / Aspros

Estava na universidade e havia um dormitório no qual dividia com um colega. Certa hora o meu colega disse que ia viajar e que eu deveria voltar pra casa. Quando voltei um senhor que supostamente era meu tutor disse que ia viajar pra Sorocaba e que eu deveria voltar pra universidade. Voltei para lá e meu colega havia sumido. Fui atrás dele e acabei entrando em um porão que conduzia a um submundo dos mortos. Meu colega estava preso lá. Fui recebido por ele e mais uma pessoa, mas eles agora tinham formato de morte/demônio e me conduziram até um portão. Atravessamos o portão e eles voltaram à forma humana, mas a roupa deles estava cheia de teia de aranha. Então descobri que eles foram sequestrados e obrigados a filmar uma espécie de filme de terror. No set ao lado do nosso estava sendo gravado um vídeo-game que seria lançado no google store. Um dos colegas de set me beijou e eu achei estranho. Então fui tomar café com uma colega.
Demônios / Aspros

Estava no aeroporto com uns amigos, subimos a escada rolante e havia umas pessoas muito estranhas descendo-as. Abordamos estas pessoas e se tratava de demônios em forma de gente, disseram que iam nos atormentar. Eles desceram e seguimos subindo. Comecei a pedir pra são Gabriel, Miguel e Rafael tomar alguma providência. Subimos até o teto do aeroporto e o céu estava começando a ficar negro, e o contraste entre o mar cristalino ficou incrível. Parecia que tinha acabado de chover. Os demônios voltaram incomodados com algo que havia acontecido e eles estavam atrás da gente.
Apareci num campo aberto, o céu estava limpo. Parecia ideal para fazer um picnic. Estava deitado numa toalha de picnic com alguém. Olhávamos para o céu e surgiu um dirigível que estava com algum defeito grave porque o dirigível estava extremamente inclinado para frente, tanto que despencou uma cadeira de lá. As pessoas que estava dentro estavam tranquilamente sentadas e começaram a fazer uma coreografia meio religiosa sentadas.
Barata / Aspros

Acordei no meio da noite, fazia calor e eu estava sentindo algo suave pela lateral do meu corpo. Eu olhei por baixo da minha regata, e havia uma barata misturada com barbeiro andando. Me apavorei e passei a mão querendo espanta-la e ela se desfragmentou em um monte de partes. Acordei de verdade e fiquei procurando baratas pelo quarto.
Matrimônio de um covarde / Saborga

Sonhei que estava em copacabana especificamente na Miguel Lemos andando para num evento da minha empresa com alguns brasilis e vários gringos sentados em várias mesas de bar que ficavam em diagonal amplo, pé direito alto, luz baixa e velas na mesa. O Bar (que não existe) era um estilo meio nova iorquino. No caminho encontrei o JW Suiluj e ele foi também. Um pouco pelo meu convite meio sem querer que ele fosse mas outro por outro lado querendo mostrar para mim mesma que eu já havia superado tudo. Sentou um pouco perto de mim mas logo depois foi para outra mesa ainda no meu ponto de vista. Ele estava um tanto desconfortável e eu tb devido a toda a situação que vivemos quando terminamos. Mas acho que até estávamos conversando andando em direção a superação do passado quando ele me trás um envelope. Um envelope vermelho rosado meio melancia e vinha escrito meio nome meio rasurado no lado da aba e logo embaixo... convite para o matrimônio de JW e SK. Wowwww levei um susto de estar recebendo aquilo. Ele se distanciou e eu fiquei pensando se eu dizia obrigada e me remoía por dentro ou se chamava ele num canto e falava o quanto sem noção ele era em estar ali e ainda mais me dar um convite daqueles.
Corta acordei em São Paulo inda para a casa da Fafá que não era exatamente o prédio dela. Tinha uma escada estreita, luz amarela e parecia que tinha um mezanino. Ela me mostrava o tanto de coisas que ela tinha comprado. Ela comprou algo como um balde que ficaria invertido e que receberia uma cabeçona de plástico de uma ovelha toda cinza. Era lindo. Mas era algo TOTALMENTE inútil. Comecei a ficar P da vida com ela e falar que não aguentava mais ela reclamando de dinheiro enquanto não parava de comprar tudo. E ela ficava tentando o tempo todo justificar cada uma das compras.
Jazz engasgado / li

Estava em Santa Maria, na segunda quadra da rua Dr. Bozano, com amigos. Eu via lugares novos w interessantes, que me animavam. Um café bom, lugar pequeno e charmoso, e logo uns amigos me mostravam uma loja de jazz. Entramos, vi que o nome da loja era "Tricky", e resolvi perguntar o que eles tinham do Dave Brubeck, mas um desconhecido chegou antes e também perguntou sobre o Brubeck. Me fiz que não ouvi e fiz a mesma pergunta, mas não conseguia falar "Brubeck" corretamente. Meu marido estava na porta sentado, me esperando.
/ gruszka

tinha viajado com amigos para um evento em outra cidade e nos hospedamos em um hotel luxuoso. em determinado ponto do sonho, fui arrastada pelos braços por um homem de meia idade até seu quarto, onde ele me encheu de comprimidos. lembro de estar vestida de bailarina. cruzando o corredor, encontrei uma amiga que percebeu meu desconforto diante a presença do homem, e me convidou para ir com ela até a festa. chegando lá, decobrimos que um de nossos amigos havia morrido de forma inexplicável. pedi o celular dela emprestado e liguei para o número dele. eu aparentava saber o que estava fazendo. após alguns segundos, ele atendeu, mas sua voz estava diferente. ele estava triste e inconformado por ter morrido, e eu estava orgulhosa e aliviada por conseguir falar com os mortos.
/ gruszka

sonhei que ganhava muito dinheiro.
Uruguaio safado / Saborga

Eu estava tomando banho nua num quintal bem arborizado que ficava num canto de uma rua sem saída (como se fosse o jardim do ap da lagoa). Era fim de tarde de um dia primaveril bem úmido e com céu encoberto. Tinham rosas lindas no jardim. Cheiro de terra molhada. Meu pai estava no lado de dentro da casa. Era uma casa térreo (como o ap da lagoa), iluminação bem amarela, aconchegante, cômodos grandes e pé direito alto. Algo de meu avô ali. Quando eu já estava tirando o shampoo vejo um cara meio distante andando de bicicleta vindo na minha direção. Eu por ser baixinha conseguia fazer com que o muro não muito alto escondesse a ideia de que eu estivesse despida. Como a minha casa era a última da rua sem saída eu estava quase certa que ele iria voltar. Mas não. Ele veio se aproximando até que os olhos dele sobressaltaram o muro. Eu vulnerável. Ele bonito. Vergonha e tesão. Mullets e gritei. Vai embora. E com minhas duas mãos tentava esconder as várias partes do meu corpo me agachando molhada e em busca de uma toalha. Ele alto, forte, moreno, com um sorriso bonito com destes da arcada inferior meio desalinhados, tinha mullets e um olhar meio Don Juan, ultra seguro de si e balbuciava palavras em espanhol. Saltou da bicicleta e parecendo que segurava uma pena colocou a bicicleta do meu lado do muro como se ela fosse ficar mais protegida e eu menos. Ele foi se aproximando como se tivesse sido convidado (não, ele não foi) e eu estivesse pronta para recebê-lo (e sim, eu estava). A minha vergonha aumentou e o tesão também. O convite silencioso foi feito por mim naquele segundo. Mas eu ainda não tinha entregue pra ele. Fui andando para dentro do meu quarto que estava conectado com o jardim. Ele veio atras de mim com uma respiração como se ja tivesse me beijado muito e estivesse pronto para o sexo. Não, ainda não havíamos os beijados, mas sim, estávamos prontos para o sexo. Mas a porta do meu quarto estava aberta e se conectava com a sala e meu pai estava ali. Eu já tinha em mente que seria um sexo barulhento, fechei a porta, desconfortável com a possibilidade de ser escutada pelo meu pai, mas já vivendo uma intimidade com um desconhecido que não vivia a tempos. Fim de tarde de uma primavera deliciosa.
Tenho medo do escuro / Sossa

Ouço um som, um som estridente próximo a minha casa. Olho pela janela, todas casas baixas, uma rua de paralelepípedos. Vejo clarões a luz do dia, bombas e aviões. Estava no meio de uma guerra, imagino que a segunda guerra mundial. Um zunido estridente toca, agora mais próximo, corro para o porão da minha casa. Tenho medo do escuro. O porão é um lugar escuro, muito escuro, sem luz, quente. Sinto que preciso fugir, sair daquele lugar, da minha casa, daquela cidade. Mas não posso fugir, aquela é a nossa casa, e eu prometi que o esperaria lá. Ele me prometeu voltar, foi obrigado a ir servir a nossa pátria. Não posso ir embora, ele prometeu que voltaria. Os zunidos aumentam, bombas começam a cair por toda parte. Eu não as vejo, mas sei que elas estão caindo cada vez mais perto. Sinto que devo fugir dali. Mas não posso. Ele vai voltar. Lá é nosso lar. Nosso porto seguro. As bombas estão mais perto, sinto o chão tremer. Tenho medo do escuro. Tenho medo de não vê-lo mais. Fecho os olhos, abraço minhas pernas. O chão treme. A estrutura da casa treme. Um estrondo. Um peso cai sobre mim, uma dor intensa toma conta do meu corpo. Sinto frio. Não consigo me mexer. Sinto frio. Tenho medo do escuro. Sinto frio. Tenho medo de não vê-lo mais. Sinto frio. E, de repente não me sinto mais.

Acordei! Um acordar desesperado e ofegante. Era como se tivesse despertado de uma outra vida. Uma vida que se foi, deixando em mim uma marca profunda, além do medo do escuro.
/ sunoo

i looked at you in the other side of the crowd
instantly you were naked by my side
I started to touch you, and suck you
you came, it was blood everywhere
still down on my knees
i told you that was strange but i liked it
vazio / gruszka

sonhei que ganhava de presente uma moldura vazia.
Estrada estreita / li

Eu viajava de carro com LV e MS, que eram casados e um amigo muito chato, com o nome unissex, algo como Derli, que eu não entendia muito. A estrada era bem estreita e aos lados, penhascos. Vez ou outra uma roda do carro saía para fora da estrada e exigia manobra do motorista. Sentia medo.
De repente o carro era uma van e eu estava com a família do meu marido, viajávamos pelo interior da França, pelas estreitas estradas. Por cima das montagens avistamos uma linda cidade medieval no vale abaixo. Tentei pegar a máquina fotográfica para fazer fotos e nao encontrava. Quando vi, já descemos pelo vale e chegamos no centro da cidade, numa igreja enorme, linda e muito antiga. Descemos e fomos todos conhecer a igreja. Caminhei e vi uma gigante imagem de Nossa Senhora das Dores, que chamavam também de Zarco. Uma senhora muito velha e magra passou e me deu uma moeda. Mostrei para meu cunhado a moeda e vimos que tinha um mapa do Chipre. Eu e minha filha e marido Fomos esperar minha sogra na van. Comentávamos da beleza da igreja e de Nossa Senhora das Dores.
tempestade / gruszka

você morava de favor em uma casa que pertencia a minha mãe. deitamos os dois de uniforme porque teríamos aula no dia seguinte. minha cama era o único móvel do quarto e ficava posicionada perfeitamente ao centro, de modo que ao deitarmos com a cabeça para os fundos do quarto, podíamos observar as janelas sem cortina. chovia muito e você estava com medo. numa tentativa de te confortar, te abracei e passamos o resto da noite observando as sombras da rua projetadas no teto.
enchente / gruszka

o sonho se passava em um apartamento minúsculo e opressivo, que pertencia a um homem ao qual não conheço. embora fizesse muito frio, ele vestia um par de shorts e chinelos de dedo, e parecia ter pressa de ir a algum lugar.

a casa ia aos poucos se enchendo de água, ao passo que ele se tornava cada vez mais impaciente. eu disse a ele que gostaria de tomar banho antes de sair, e segui para o banheiro. tirei minhas roupas e comecei a me lavar com a água da enchente. quando terminei, ele já não estava mais em casa. ao invés disso, ele havia dado lugar a uma velha corcunda de cabelos brancos que dizia que se eu quisesse alcançá-lo, precisaria correr.

a água continuava subindo. fui até a janela e, da rua, ele acenava para mim enquanto dizia para eu pular. me despedi dele e desci pelas escadas.
os velhos mortos / gruszka

sonhei que corria por um túnel de lona amarela ao lado de diversas outras crianças órfãs em trajes de banho. eu carregava um saco de pães de forma. o túnel desembocava em um cemitério, que era também um labirinto. todas as lápides eram feitas de cubas, vasos sanitários e banheiras quebradas. o labirinto seguia por aproximadamente três quilômetros e a cada mil metros havia um guarda que nos explicava em alemão que deveríamos manter a calma e não correr.

toda a situação se aproximava de uma visita guiada ao museu, de excursões de escola e viagens que nunca fiz a parques aquáticos. ao final do cemitério, estaria, supostamente, o nosso lar.
Azul / Selenita

Estava com B. em um lugar desconhecido. Parecia um corredor de universidade. De repente nos abraçávamos e era o abraço mais aconchegante do mundo. Seu cabelo estava azul. uma professora nos chamava para outra sala e nos uníamos a um grupo. continuávamos abraçados, protegidos e aconchegados. Todos nos olhavam com cara de estranhamento. A professora pedia que cada um de nós escrevesse um texto e, ao nos ver entrelaçados, dizia que B. devia escrever um artigo sobre amor na perspectiva de Hobbes. Acordei me sentindo feliz e relaxada.
Fazenda no meio / li

Estava em Porto Alegre, nos prédios da Ufrgs, pelos prédios da Engenharia e Educação. Fui fazer uma consulta médica em um posto dali. Estava com FB, e conversávamos muito. O médico que atendeu era um senhor velho, alto, com rosto retangular, charmoso, interessante e simpático, se chamava dr Thomasi. Ele me orientou a fazer vacina e falou que era num outro prédio, e me levou de carro. Desci no outro prédio, me deixando no estacionamento. Era noite e eu não conhecia o lugar e pedi para FB me levar no local certo. Caminhávamos pelos longos corredores, eu sempre atrás de FB, que estava apressada. De repente no meio desses prédios e corredores tinha uma fazenda de uma amiga de FB. Havia um gramado e uma casa antiga é uma família numerosa, com uma avó, mãe, filhos e crianças. FB sentou no muro da varanda e brincava com gatos. Eu conversei com a avó e mostrava um bebê ruivo para minha filha.
estrada que descia em 90 graus / apta

sonhei com uma estrada que descia num angulo de 90 graus, vários carros não conseguiam descer e se espatifavam, explodiam ou eram engolidos pela estrada, acho que era a estrada pro inferno
Casa / lupino

Tem uma casa que eu visitei na primeira vez que eu sonhei com o centro dessa cidade. Toda vez que eu volto no centro procuro essa casa, acordo na hora que encontro. Acordado eu me lembro da primeira visita.

Um tipo de trem fantasma sem trem. Silencioso e pouco iluminado. Me lembro dos cômodos mas não lembro do corredor. Me lembro da apresentação das moças, mas ñ lembro das moças. Sem cenários pintados ou objetos assustadores. Gostoso demais.
Escola / lupino

Aleta, hoje eu sonhei com você. Infelizmente eu te perdia. Tinha um narrador e a gente tava na escola de novo. Távamos no ultimo andar, as pessoas que gostavam de som, imagem e narrativas ocupavam esse lugar no prédio e no térreo eram pessoas mais ligadas umas nas vidas das outras. Você tava com esse cara, que era o seu namorado e eu tinha essas pessoas que me diziam coisas que me deixavam tranquilo. "Tem tanta coisa pra ver e ouvir, ñ fica triste".
Passei pelas pessoas do térreo e fui passear no país vizinho, el dorado. Eles eram culturalmente canibais. Pude ver essas churrasqueiras com pessoas, algumas ja sem pedaços. Um deles era el chapo, um traficante famoso. As churrasqueiras eram montes de carvão em brasa com grelhas fincadas verticalmente no chão e os corpos ficavam de pé.
Um serviço de "dublê" de uma pessoa que já morreu / laisk

Foi um sonho bem esquisito. Eu estava visitando a família e era alguma data especial. Meu vô estava como há alguns anos atrás, enxergando pouco mas conversando e tal.
Aí eu me dei conta que aquilo era meio esquisito, porque meu avô já tinha falecido e não estava entendendo como aquilo era possível.
Conversei com meu pai ou alguém pra tentar entender e aí me explicaram ou entendi sem que me explicassem que na verdade era alguém "fantasiado" dele, que podia replicar a voz, movimentos, etc, mas que estava com uma pele ou maquiagem pra parecer essa pessoa. Era como um serviço para esses momentos, pra gente sentir menos a falta dele... aí me deu uma vontade enorme de chorar. Comecei a chorar e acordei chorando, com um aperto enorme na garganta e uma sensação bem estranha.
Porcelana no mar / Amora May Ananás Araujo Braga

sempre que eu durmo fora de casa eu sonho: Essa noite sonhei que estava na praia a beira mar, com o ro a fabi e a sojim ai vinha uma onda enorme e molhava agente e trazia um jogo de cha e pedaços de porcelana e um bule do mar de presente pra gente
A estonteante beleza e medonhez das praias da Califa / dmtr

Estava numa praia na California. Lembro (isso não aconteceu na realidade) que já havia conversado com a Jana sobre as praias e ela me falou que não havia como falar das praias de lá sem nunca ter ido, então lembrei dessa conversa.

As praias realmente eram muito bonitas, nas quadras haviam praias por 3 lados diferentes, cada lugar mesmo os menos mainstream era com praias belíssimas, gente bonita tomando sol.

entrei um pouco no mar e o mar era ventoso, com muitos níveis diferentes do mar. já sonhei com um mar assim antes.
Era algo como rochedos feitos de agua, com lugares completamente desnivelados, onde em alguns lugares dava pé, outros não. Haviam também morros de areia bem disformes. era tudo muito lindo mas dava muito medo de se afogar.

Vi uma onda grandona vindo e deu tempo de correr pra fora d’ água. Tudo era muito belo e medonho.
Formidable Lugar / dmtr

Sonhei estar num lugar no interior, um campo ou terreno com grama alta, cheio de orvalho.
Realizei imediatamente que estava num lugar mágico. Pensando agora é o tipo de lugar que só se vê nos sonhos.

Tive um insight completo, de uma vez só de algo mais ou menos assim: as pessoas e eu vivemos em cidades, em lugares que parecem mais civilizados mas que drenam a energia vital de todo mundo que está ali, quando na verdade algumas coisas da natureza, algumas vistas são capazes de alimentar as pessoas através da pele, trazendo todo tipo de bem estar que uma pessoa precisa pra viver bem.
Capitão Mario Feliz / dmtr

A questão não era exatamente de direta ou esquerda no pais, mas capitalismo vs não consumismo. Algumas empresas estavam adotando uma política de doação, disponibilizando produtos em uns terrenos baldios pra quem quisesse. Uma delas era a Cia Orgânica de cafés.
Isto era uma forma pratica de protesto ao governo, e começou a ficar proibido. muitas pessoas “esquerdistas” pegavam os produtos porque era uma forma aberta de protesto, apesar dos problemas de represália.
Outros ficavam tentados a pegar mas não queriam correr muitos riscos nas batidas policiais.

Depois de passar em um lugar de produtos gratis, algumas canecas de plástico e cafes, seguimos viagem de carro.

Quando fomos parados numa blitz policial. começaram a revistar o carro em busca de produtos não vendidos. a única forma de se safar era carregar as notas fiscais de tudo que havia sido comprado, dessa forma assegurando o método capitalista.

fui tentar ver o nome do chefe da policia, pra memorizar e tratar ele pelo nome, assim dando a entender que não abusassem dessa blitz. o nome dele era capitão Mario Feliz, sangue O+.

outro policial tentou revistar uma moça que estava com a gente de e fingi ser o namorado dela.
Um não-encontro / VanMichelis

Estávamos em uma vila na praia, algo do tipo. Não me lembro ao certo o caráter desse nosso encontro. Havia uma sensação de férias, algo finito mas tranquilo. Nenhuma de nós estava em "casa". Mais cedo achei um chapéu de soldadinho de chumbo tamanho real e vesti. Vc achou lindo. Fui dormir uma hora e achei um dildo ao lado da cama, no chão. Era do meu tamanho. Fiquei feliz, quis te perguntar se era seu, se vc tinha comprado pra mim, mas não tive coragem. Estávamos muito distantes.
ser sapatão emociona Ney Matogrosso / mikael

Sonhei que tava numa sala de estar com o Ney Matogrosso. Eu tava falando umas coisas sobre esse existir no mundo como pessoa-sapatão. Meu sotaque todo tinha voltado muito. Ele me ouvia emocionado, rindo e me abraçava. Tinha mais gente ouvindo e compartilhando o momento, era um clima de amizades.
Praia de Japonês / Churrasquinho dos traficantes / Intimidando um policial / Hannap

Sonhei que eu tinha um trabalho pra fazer, da Rio 2016.
Eu ia visitar a Jéssica e o Gustavão pra fazer o trabalho na casa deles.
A casa deles era no alto de uma ladeira, perto de uma favela (igual à minha casa no Rio).
Eu levei meu computador lá, toquei na campainha e não tinha ninguém.
Desci um pouco a ladeira até um churrasquinho e comi um.
O churrasquinho era dos traficantes donos do morro.
Aí eu comecei a ajudar eles a fazer o churrasquinho.
Teve que mudar a churrasqueira de lugar e eu ajudei e virei amigo dos traficantes.
De repente chegaram dois policiais e pediram um churrasquinho.
Eu preparei pra eles e eles subiram pra favela.
Os traficantes disseram: Pode trabalhar aqui não tem problema. Ao lado da churrasqueira.
Mas eu não conseguia trabalhar ali, ficava muito disperso. Aí eu disse: - Não consigo - e peguei meu computador e subi a ladeira pra tocar novamente a campainha da casa da Jéssica.
Fiquei esperando na estrada do prédio e de repente aqueles mesmos policiais desceram e me viram.
Um deles veio me enquadrar, pediu documento e me pediu um dinheiro pro churrasquinho.
Aí eu falei: - Pô meu irmão, tu tem coragem de me pedir isso? Eu te dei um churrasquinho antes. Eu que preparei teu churrasquinho.
Comecei a falar alto com ele e o policial ficou com vergonha e foi indo embora.
Eu fiquei puto com ele e fui descendo atrás, xingando ele. Me senti bem.

Aí veio a Roberta Gamboa subindo de carro e me viu.
Aí eu fui pra casa dela. Tava o Bernardo também.

Depois eu subi o morro de bicicleta, com a Lara na garupa.
Era o topo da montanha e tinha mar dos dois lados.
A gente andava de bike por uma estreita faixa de areia no meio dos dois mares.
Era muito bonito. Perguntei se a Lara estava gostando e ela disse que sim, sem muita empolgação.
Ela disse que parecia praia de japonês.
Abertura das Olimpíadas / dmtr

Sonhei que assistia a abertura das olimpíadas na TV. era algo que tinha a participação do público, uma enorme platéia. Começava com um corredor correndo com a tocha e logo depois o segundo bloco ele passaria pra uma mulher. lembrava o comercial da Apple 1984, e uma corrida de revezamento.
Quando ele vai passar o bastão explode como uma bomba, o atleta fica totalmente dilacerado. As pessoas próximas estavam horrorizadas, os policiais ficavam sem ação, não sabiam pra onde ir, as câmeras filmavam pra qualquer lado, não sabendo o que mostrar / ocultar.
Lembrava um pouco o filme do assassinato do JFK.
Depois de uns 30 segundos vinha uma voz no megafone falando coisas em código, lembrava o video do desastre da Challanger onde o narrador continua falando depois da explosão. A voz tentava também controlar a população fugindo pra não acontecer tumulto e pisoteamento.
bafomé? / mikael

sonhei que fazia amor com alguém
alguém que eu não sei quem é
e que tinha peito e pau

quando acordei vi que se associava à figura de bafomé
Pessoas do passado / li

Era noite e eu estava numa apartamento em outra cidade, parecia um lugar de veraneio.
XY chegou, deitou no meu colo e disse sentir saudades. Tentou me beijar e eu falei que agora não era mais tempo para nós, tinha família e não tinha mais vontade de novos relacionamentos. Ele insistia, deitou na mesa e me beijou à força, e logo entru sua esposa, uma pessoa muito querida e legal. Ela não percebeu nada do beijo forçado.
Saí correndo e encontrei a Mardilê, amiga da minha mãe, caminhando pela rua. Ela me convidou para conhecer seu apartamento. Entramos no prédio, e uma escadaria muito íngreme para subir me assustou. Quando entramos, o apartamento era imenso e lindo. Tinha vista bonita para todos os ângulos da cidade.
Dourados em Barcelona - Mossos d'Esquadra - Sonho dentro do sonho / Hannap

Sonhei a continuação de um sonho que já tinha tido.

Eu e Lara havíamos ido morar em Barcelona de repente, sem avisar ninguém.
Estávamos dividindo um apartamento com mais gente e o pessoal de lá estava arrumando os móveis. Eu me meti e comecei a mudar as coisas de lugar. Um dos meninos do apartamento gostou das minhas idéias.

Depois eu e Lara abrimos o computador e começamos a olhar fotos de uma viagem que havíamos feito à Barcelona no ano anterior (janela para o outro sonho).
Encontramos aleatoriamente uma sequência de fotos bonitas, com pessoas vestidas de dourado num fundo de parede de pedra. Era uma peça de rua que havíamos visto e achado bonito, um ano antes. As fotos em sequência mostravam o princípio de uma confusão. As imagens eram bonitas, pessoas vestidas de dourado com sombras no lugar das cabeças e uma luz de fogo perto delas. Achamos bonito.
Saímos de casa para dar um passeio na cidade. De repente passamos por um lugar onde estava acontecendo uma espécie de performance de dança e atuação. Várias mulheres e homens bonitos, todos vestidos de dourado com transparências, fazendo movimentos sensuais. Era um lugar aberto e a Lara ficou afim de entrar na performance, pois ela também estava de dourado.
Eu fiquei olhando da entrada do lugar e também fiz uma participação na dança (mesmo estando vestido de marrom). Era algo bem louco e lascivo.

De repente os Mossos d’Esquadra vem surgindo num carro, violentos, jogando bombas na população. Eles vêm na direção de onde estamos. Nesse momento eu lembro das fotos que vimos antes e me dou conta que aquela luz bonita de fogo vem das bombas que eles irão jogar ali. Pego a Lara e conseguimos sair dali no exato momento em que eles chegam no lugar. As pessoas ficam encurraladas e eles começam a jogar bombas de fogo, queimando todo mundo. As imagens são as mesmas daquelas fotos bonitas que fizemos um ano antes. O dourado reluz com a luz do fogo das bombas e as pessoas gritam desesperadas.

De alguma maneira havíamos voltado no tempo e vivemos a mesma situação de maneira diferente. Na primeira vez fizemos fotos bonitas sem entender direito a violência que havia acontecido. Nessa segunda vez estávamos dentro da cena e conseguimos escapar antes da barbárie começar. Saímos caminhando, assustados e aliviados pela cidade de Barcelona.
/ SL

X pediu para lavar meu cabelo. Contrariada, aceitei. Quando terminou, vi que estava cheio de shampoo. Reclamei e X mandou eu tirar soZinha.
escarificação / mikael

vi uma mulher com uma escarificação no centro do peito, no mesmo lugar em mim onde existe essa dor dilacerante
percursos noturnos / mikael


sonhei que estava indo embora sozinha do centro, era noite.
entrava numa rua e ia começar a seguir, quando me dei conta de que um velho mendigo me seguia. ele parecia um chinês, meio sujo, esfarrapado. eu não sabia se ele tava me protegendo ou se tava me perseguindo. mudava de rua pra tentar pegar um taxi. não sabia se o dinheiro que eu tinha comigo ia dar pra pagar a corrida, mas achava que sim


também sonhei que caminhava na praia à noite, na areia. o mar tava de ressaca e tava puxando, havia muita força.
tinha duas pessoas conhecidas conversando, acho que era marina e mais alguém. chegava um casal hetero, cis com uma bebida de cor escura e oferecia pra gente. eu nao aceitava, a ressaca do mar que nos atravessava estava muito forte e eu dizia: preciso ir pra casa.
seguia sozinha
/ li

Estava em um quarto de uma casa, no centro de Taquari. Era noite e fui dormir. Meu quarto tinha grandes janelas de vidro que davam diretamente para a calçada. Me sentia com a privacidade invadida, pq dormiria com a luz do abajur ligada.
Fui no quarto ao lado e ao retornar, vi um menino ladrão ali dentro. Senti medo.
Organização / li

Meu marido me levou para um encontro de uma organização que estava participando. Consistia em um jantar em local desconhecido, os membros da organização saíam para uma tarde num país desconhecido e as esposas eram levadas para fazer compras, também em um país diferente. Eu fui para Israel e meu marido passava a tarde na Romênia.
Ao fim da tarde voltávamos ao salão do encontro, para um jantar, e via vários conhecidos, que pertenciam a organização.
No salão havia uma criatura de pedras, tipo o "Coisa", que era o lider. Eu não sabia se era ruim.
Ele convidava para "entrarmos numa parede, que aparentemente era normal, mas as pessoas poderiam atravessa-la, diziam que parecia uma parede de fogo e ali havia algo como um portal para outro lugar. Senti medo de entrar na parede.
Logo mais víamos pela janela um hotel, ladeira abaixo, na beira do mar, parecia algum lugar como a Suiça, mas a beira mar. Me falaram que o nome do Hotel era "hotel Romântico", e que algumas vezes saia uma fumaça preta das chaminés, que era vazamento de gás, e morriam pessoas lá dentro.
De repente a fumaça preta apareceu e meu marido foi salvar as pessoas, fazia massagens cardíacas nos corpos que eram retirados.
queria que ele saísse daquele lugar, sentia medo de explosão ou intoxicação.
Deprimente / li

Estava em Porto Alegre, no bairro Moinhos de Vento, ia num hotel encontrar com meu amante, o Xicão Toffani. Nosso caso era secreto. No saguão do hotel algumas socialites conversavam comigo, sabiam do nosso caso, mas eram discretas.
Depois de tórrida noite juntos, saí pela manhã e fui numa farmácia comprar cosméticos caríssimos, após fui num café encontrar meu marido, que era o Stenio Garcia.
Isis Rihanna e orquestra marginal / Avê

Eu subia uma rua com um amigo e vi alguns moradores de rua com instumentos gigantes que eles mesmo tinham construído com lixo e coisas hackeadas. Eles faziam um som experimental, achei aquilo incrível e quis tirar uma foto, peguei minha câmera na bolsa e tive a impressão que caíram algumas coisas no chão. Quando me abaixei pra pegar o que tinha caído ví muitas contas de miçanga e pedras ametista no chão, uma mulher abaixada alí olhou pra mim e disse "alliiiiii...... ne" e eu que sabia que não conhecia ela disse pra ela que ela estava treinada na advinhação e que era uma boa bruxa pois advinhou meu nome. Depois disso, vi que minhas coisas estavam todas na bolsa e eu não havia derrubado nada. Levantei e vi a Rihanna. Ela estava linda e sensual, fiquei muito feliz de ver ela e pedi pra tirar uma foto. Ela pegou minha câmera analógica e tirou uma selfie comigo dando beijo triplo com seu duplo. Dei um beijo triplo com a Rihanna duplicada e me senti muito feliz e emocionada. Depois disso passei a acreditar que me comunico com Isis pela figura simbólica dela.
taxis / li

fui numa festa de aniversário, chegando lá, vi que era de FP. o local era um salão de festas no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Era madrugada e a festa continuava, de repente serviram os comes, havia um bolo de chocolate, com 3 andares, do tamanho de uma pessoa, doces de frutas, e churrasco. Tentei comer rápido, pois queria ir embora, já que era tarde. Logo, já estava com PH, caminhando no calçadão de Santa Maria, e FP veio correndo atrás dele para ficarem juntos. Estranhei eles ficando, e segui caminhando atrás de um taxi. Vi 2 carros, cada um com motoristas estranhos, um com um motorista sem camisa e sem sapatos e o outro um senhor muito magro e humilde. Subi no taxi do senhor magro, e ao entrar percebi que só tinha metade da porta do carro para fechar. O senhor falava que tinha sofrido um pequeno acidente, estava tonto e com forte dor de cabeça, por isso dirigia muito mal. Senti medo, mas nesse momento já estava com minha filha no colo e não podia descer na madrugada. Andamos pelas ruas de Porto Alegre e senti medo ao descer a ladeira da Lucas de Oliveira, com o taxi em alta velocidade. O taxixta entrou por ruas do centro histórico e eu tentava orientá-lo a chegar na minha casa, que também não sabia direito onde era.
amor inexistente / thdniki

Sonhei com kurt Cobain. Pessoas me conduziam à um lugar por onde adentrava passando algo como um portal ou caverna, porta, era uma passagem estreita e escura. O lugar que parecia uma casa ou vila, eram casas em uma casa, e estavamos correndo pQ as pessoas estavam nesse ritmo e diziam pra que eu fizesse o mesmo. E nisso eu ia parar dentro de um banheiro onde kurt Cobain estava tomando banho e embora eu estivesse sem roupa não estava tentando seduzi-lo ou me oferecendo.Mas tava com algo que parecia u penis de cream cheese na mão. Mas ele saiu do banheiro sem dizer nada. E depois perguntava de mim qual flor era a mais bonita. E perguntava se era o girassol. E nisso várias mulheres apareciam querendo beija-lO. - Acordei enjoada E AZIA. ele não quis mas eu nem iria ATRAS DELE - Sem armação.E eu tava namorando.Sacanagem. Perdeu kurt.
Uma vida, mas duas mortes / li

Eu morava em Porto Alegre, num apartamento grande, pelas imediações da rua João Alfredo, andar alto. De repente descobri que minha avó tinha morrido. Fui procurar minha prima e avisa-la, e me dei conta que minha avó já tinha morrido anos atrás. Não sabia explicar como se morria por duas vezes.
Encontrei AA e surgiu um clima forte de romance.
Caminhei pela frente da casa da avó, em Santa Maria, e sua casa estava muito velha e abandonada, pintura descascada e mato tomando conta.
Sangue / VanMichelis

Minha vagina era muito grande para segurar os absorventes internos. Os pequenos e grandes lábios eram sempre abertos. Descobri isso do nada, andando e começou a jorrar sangue de dentro de mim pelas pernas e o absorvente a cair. Eu estava em algum tipo de retiro budista quando isso aconteceu.
Revisitando o Tempo, Outro Tempo. / VanMichelis

Alguem me acompanha e me leva para revisitar importantes momentos da minha vida no passado. Coisas de 5, 10 anos atrás. Parece que estou morta, tendo a oportunidade de rever calmamente minhas ações e quais eram as verdadeiras intenções e ensinamentos que cada uma dessas situações proporcionou. O que me impressiona nessa experiência é a relação com o tempo: as coisas estão passando bem devagar e consigo entender as experiências que me são apresentadas para revisão com calma e tranquilidade.

Visitei umas 3 ou 4 cenas da minha vida. Cenas do passado. Sei que estou no passado, relaciono essas cenas com situações vividas e protagonizadas por mim mas elas são completamente formadas por locações e pessoas que eu nunca conheci ou vivi em minha vida desperta. Vários símbolos no sonho e situações fazem com que eu reconheça essas experiências como minhas no entanto.

Estou em uma casa toda rosa onde só existe um grande cômodo conjugado. A cozinha e o banheiro são brancos e conjugados também. Na pia da cozinha tem um piano cheio de formigas, mofos e pinga agua da torneira nas teclas do piano. Alguem é dono dessa casa, um pai. Ele fez essa casa para suas filhas, uma grande casa de bonecas musical. O assoalho é de madeira rosa, as paredes e tudo mais.

Estou na sala da minha casa de um apartamento que morei uns 10 anos atrás tanto com minha família quanto depois que eles se mudaram com amigas somente. Haverá um show da minha banda com J. na sala. Ha muita expectativa. Depois que tudo acaba, meu tio S. re-organiza toda a cozinha colocando os itens de armario tipo panelas, talheres, pratos, colheres de pau penduradas nas paredes da sala.

Não consigo me lembrar das outras cenas do passado mas lembro da generosidade desse ser que me levou para visitá-las. Quem era? Não consigo me lembrar! Me lembro de uma última cena a qual não era no passado, pois era com pessoas que acabei de conhecer. Talvez uma vivência no presente do mundo dos sonhos.

Estava com L., fomos visitar a casa de umas garotas feministas. Ela queria conhecer essa turma e fui junto. Haviam lésbicas e pessoas trans. Ficamos apresentando nossos zines e materiais umas pras outras e lembro de ter sentido insegurança, uma das garotas foi escrota comigo e as outras se irritaram com ela, dando a entender que ela sempre arruma encrenca. Fui para outro cômodo, havia um sintetizador Moog. Falei para L. fazer umas bases enquanto eu tocava o synth. Ela fez bases dispersas, ou fez, dispersa, bases. Tive essa sensação, de dispersão.
nó da orelha / luizaso

eu tava em um hotel nao sei bem onde, tipo uma ocupação, limpando os quartos e organizando cozinha com amigos, até que alguem me mostrou uma foto e quando eu fui olhar eu tava dentro do lugar da foto, que era um deserto imenso, muito laranja, tava rolando uma tempestade de areia e eu numa planicie contemplando muito de perto um monumento guarani, que eram milhares de biribas fincadas em comoros de areia, com tecidos vermelhos amarrados nas pontas, era muito muito intenso o vento e a areia e a vibração do laranja. eu sabia que se tratava de um espaço sagrado centenario guarani, o nome era composto por 3 palavras ________nó da orelha, nao lembro a primeira.
cara da morte / luísa h

sai da casa do vovo e chovia na avenida venancio, entrei num carro que era meu e fiquei bicando uma cerveja na chuva. as cores da noite eram ferrugem fuligem e no canteiro da avenida tava a laryssa pitando um palheiro. nos olhamos. ela atravessou a rua me beijou no canto da boca e se despediu. passou pela frente do edificio columbia e sumiu na fuligem da noite. fiquei sorrindo sem jeito sem entender. entrei no carro, dei a partida mas nao funcionava. eu precisa ir no hospital. vi um taxi e entrei, o taxista era um boy novo. ele comecou a conduzir soh que a gasolina acabou. e nisso estavamos num pavilhao tentando achar um carro de brinquedo de madeira pra ele continuar o trajeto. esse pavilhao estava cheio de bonecos gigantes. enquanto ele tentava arrumar uma locomoção eu peguei um objeto que estava no chão, era circular. comecei a descascar ele, fui percebendo que era a cabeça de um dos bonecos. continuei descascando a curiosidade. até que me dei conta que não era papel maché, era uma cabeça humana. e aquele lugar era um deposito de cadaveres humanos. me assutei. sai de la e fui para o espaço ao lado. era um espaço cultural hipster, encontrei amigos das antigas. eles tavam deprê. tentei trocar uma ideia com eles mas minha voz ja nao tinha som.
? / SL

Estávamos nas últimas semanas de aula da faculdade e X estava sempre por perto, sem fazer contato visual. Novas alunas estavam na mesma turma e eram meninas divertidas que gostavam de passar tempo comigo e com Y. Ao entrarmos oficialmente de férias, fomos todos convidados para participar de um evento musical, nos moldes do Planeta Atlantida. Neste meio tempo, eu ligava aflita para J e dizia que iria perder meu ônibus para ir para cidade Z, onde X esperava por mim. J chegou para me buscar muito atrasado. A raiva de J era imensa. Por ter pedido o bus, liguei para sua casa e falei com seu irmão, que pedia para eu esperar 5 mins no telefone pois X estava ocupado. Disse que iria ligar de novo. Com 2% de bateria no meu celular, escrevo e rescrevo um sms dizendo que não pude ir ontem mas se X ainda quer me ver, posso pegar o ônibus hoje. Não enviei. Nos encontramos no tal festival de musica e X estava conversando intimamente com uma menina desconhecida. Meu irmão estava lá também, no mesmo grupo de amigos que X. Encontro S depois de anos sem vê-la e S está radiante, antes mesmo de me dar oi, menciona que estou usando o seu casaco. Curiosamente é a primeira vez que uso em todos esses anos, digo à ela.
X me mostra o fanzine criado pela IES e ele é todo ilustrado. X está por dentro dos últimos eventos. Começo a folhear o zine e encontro uma ilustração minha e a legenda "Ela destraída cantando xxx poesia e olhando para a janela". X continuava sem falar comigo e parecia ser definitivo desta vez.
Comunidade / li

Eu cheguei em uma casa de estudantes de Santa Maria. Parecia que eu ia morar ali com minha filha. O pessoal era de uma geração mais nova, com ideias ripongas. Faziam festa naquela noite, e eu meio deslocada, queria ambiente mais familiar. AA chegou e começamos a conversar, mesmo com posições de ideias opostas, a conversa era ótima, com respeito, humor. AA foi muito carinhoso com minha filha. Olhei pela janela e não conseguia localizar que parte da cidade eu estava. Vi que tinha mais vizinhos estudantes e senti preocupada que haveria muitas festas.
Provocapabana / Hannap

Sonhei que estava numa casa inundada até a altura da cintura. Dava pra caminhar com metade do corpo pra fora d’água mas eu preferia ir mergulhando em apnéia. Eu ia de um lado pro outro da casa por baixo d’água e, de repente, encontrei a Maria Rezende. Estávamos no quarto da televisão e agora a casa já estava sem água. Eu me deitei chão, coloquei as pernas sobre uma poltrona e abri um livro numa página de flores recortadas. A Maria se agachou no chão atrás de mim e me fotografou. Depois ela disse pra gente trocar de roupa. Tiramos as calças e trocamos. Eu vesti a dela e ela a minha. Então ouvimos alguém se aproximando. Era o dono da casa, amigo dela, com uma criança. Ela ficou nervosa, achando que seria constrangedor ele encontrar-nos ali e me empurrou pra dentro do armário. Eu disse que achava má idéia tentar me esconder, afinal não estávamos fazendo nada de errado. Ela empurrou a porta do armário e eu fiquei com os pés pra fora. O sujeito chegou no quarto com o filho dele e viu os meus pés. Eu abri a porta e me apresentei. Ele achou aquilo muito estranho. Começamos a conversar e eu disse que era do sul. Ele falou que gostava muito do sul e que gostava da Lia e do Mauro Fuke. Eu falei que conhecia eles também, que eram os pais da minha namorada. Ele começou a reclamar dizendo que não sabia porque o Mauro tinha parado de expor e produzir. Disse que ele era muito bom, muito preciso. Eu concordei, dizendo que ele era de fato muito preciso. O gesto dele era preciso. Até para cortar o queijo ele era assim e que se alguém cortasse o queijo de um jeito errado ele ficava brabo. Tentei explicar que o Mauro continuava produzindo com a disciplina dele, mas que não tinha mais vontade de expor.
Na televisão estava passando um documentário sobre Copacabana e uma cena apareceu na tela: era um mini jacaré na água. De repente apareceu um jacaré muito maior e abocanhou esse pequeno jacaré. O sujeito disse que um tinha comido o outro. Eu disse que não, que devia ser a mãe daquele jacarezinho, pegando o filho para levar pra outro lugar. Ele duvidou, mas a sequência da cena mostrou o jacaré grande abrindo a boca e soltando o filhote fora da água. Uma música tocava durante a cena repetindo a palavra provocapabana, que era uma mistura de provocação com Copacabana.
Móveis e corpos / Avê

Eu estava dentro da loja de móveis da minha prima e vi uma fila pra um vestiário masculino. Os homens estavam todos de toalha branca e tinham corpos bonitos. Meu namorado estava no meio, havia muito vapor e eu gostava de ver todos eles alí reunidos à vontade. Depois fui na porta da loja e os funcionários estavam tentando guardar todos os móveis pra dentro da loja pra poder fechar, mas não cabia tudo lá dentro. Era muita coisa, muitas cadeiras empilhadas principalmente. Fiquei com preguiça de ajudar e saí.
galpão ilha de lesbos / Avê

Era um galpão antigo muito grande cheio de montanhas de tecidos de tonalidade clara e eu fui no fim da noite. Só mulheres podiam entrar e iam lá pra rolar nos tecidos e transar. Eu estava lá rolava em tecidos macios e quando encontrava outra mulher rolando transava e era muito bom. Eu fazia posições que nem sempre fico à vontade, mas lá era muito gostoso. Amanheceu e alguns homens estavam lá fora tentando descobrir o que acontecia lá dentro, mas não podiam entrar.
Tijuca / lupino

O expediente na tijuca ja terminou e notamos q a rua está completamente apagada. A conde de bonfim é um corredor sem luz, n da pra ver ninguem sem a ajuda dos farois dos carros q passam cautelosos. Eu preciso voltar, esqueci um papel importante e rafael me avisa que vai esperar ali mesmo, vou e volto correndo com o papel em mãos e percebo q a rua está mais escura do q o antes, é mt dificil enxergar qualquer coisa, mas eu sei q rafael ta ali me esperando e grito por ele, nao tenho resposta. Vejo pouca coisa, mas consigo ver os veiculos q agora circulam completamente apagados, quase sou atropelado por uma moto. Atravesso e chamo rafael, ele fala q ta ali eu extendo a mão e ele me alcança. Ta mt escuro e quando chego perto vejo q ele ta completamente diferente, transtornado. Ele me puxa e mete uma faca na minha barriga.
Felicidade / li

Estava eu, CVS, TF, AMC, meu marido e filha caminhando por uma bonita cidade medieval europeia. Jantamos num restaurante e eu tinha dificuldades para me comunicar com TF, só conseguia falar português. Fomos s para casa, caminhamos pelas ruas estreitas e floridas até chegar em casa, que era em Curitiba, na beira do mar, é tinham s que passar por uma ponte no meio das rochas à beira-mar para chegar na nossa casa. Estávamos felizes.
Uber Corcel no mato / dmtr

saindo de um lugar fui pegar um uber compartido. coincidentemente as pessoas q estavam comigo tb foram e paramos todos no mesmo carro. era um carro antigo tipo um corcel com um senhor cabeca branca dirigindo. a gente pediu pra ir pra outro lugar e ele logo tomou a primeira rua reta praticamente saindo da cidade. assim como em cacapava do sul a cidade acaba em algumas quadras, vi sao paulo acabar em poucas quadras e achei que seguiriamos a direita numa estrada de terra costeando o mato, mas ao contrario, o motorista seguiu em frente passando pela sanga e através do arame farpado e campo adentro.
Ficamos fascinados por quão rural era ali, e bucolico. muito bonito. algumas espinheiras, logo mais arvores e varias espécies de animais. alguns lobos guará estranhos, muito altos, búfalos e algumas espécies variadas, como se fossem muitas misturas de tudo. pensei em fazer uma piada e deixar mais 10 reais no painel do carro pra ele logo nos levar onde estariam os extraterrestres, mas estava tudo tão estranho que fiquei com medo de fazer isso.
depois da experiencia conversei com os dois outros passageiros do carro e perguntei o que eles viram. cada um descreveu coisas diferentes, então pensei que havíamos visto coisas sobrenaturais e cada um interpretou com seu repertório. o meu eram animais estranhos e muito selvagens, de outra era.
muitas cobras. cobra vermelha. / DdN

Eu andava com ela pelo meio do mata. Não me lembro quem era ela. Entravamos meio agachadas em um lugar. De repente vemos uma cobra vermelha. nos agachamos. ela me diz que me deite e confie. a cobra passa pelo meu corpo. eu respiro e me entrego. ela ela rasteja sobre mim. e enfim vai embora. eu estou mt tranquila. continuo a caminhada e vou para um lugar onde estamos todos dormindo juntos. uma acampamento sob uma tenda com camas com mt palha embaixo. aparecem mais cobras.
Lagartos

Sonhei que estava na casa em que morava há alguns anos atrás, no meu antigo quarto, tentando ver algo no notebook e do nada começaram a aparecer lagartos por toda parte. Eu não sabia o que fazer e tentei fugir mas eles vinham atrás de mim mesmo assim, então resolvi matá-los. Tentava e tentava mas eles não morriam, numa hora apareceu um outro pelas minhas costas e mordeu meu pé.
em busca de um lugar / li

Eu e FMP, que às vezes era LV, caminhávamos perdidas numa nova cidade muito grande. Estávamos perdidas pelo subúrbio, tentando voltar. Pedíamos informações e nenhuma orientação dos transeuntes nos fazia voltar para casa. Nos separamos e eu comecei a pedir informações em restaurantes e bistrôs e a cada lugar que entrava, eu comia algo. Chamava táxis que não chegavam. A parada de ônibus que encontrei tinha fila imensa e carros muito velhos e quebrados, um operário me falou que os ônibus iam somente para o litoral.
Voltei a encontrar minha amiga e juntas pedimos para uma pessoa orientação para voltar, a seguimos e fomos parar no meio de uma favela, no morro. Começou a anoitecer e nós ficamos mais perdidas nas ruelas estreitas de terra da favela. Achamos perigoso e fugimos atravessando um mato. Chegamos em uma grande e movimentada avenida, região industrial da cidade. Encontramos um local com um pátio com pessoas e fomos pedir ajuda. Chegando próximo, vimos que era um manicômio e pulando em uma cama elástica estava o cartunista Laerte num corpo de anão. Ele tentava seduzir mórmons e militares que ali passavam.
Entramos no lado do prédio do manicômio, que era um teatro e haveria um concerto, pois ali estaríamos seguras durante a noite. Ao entrar, percebemos que só havia dinamarqueses e alguns russos. O ambiente era muito familiar, todos com sua família, bebês e demais filhos, mas de repente, todos começavam a cheirar cocaína. As crianças brincavam caminhando por cima da droga, e o clima começou a ficar hostil. Procuramos sair dali, pois não conhecíamos ninguém, não falávamos o idioma, e só ouvíamos barulho de cartão de crédito em mesas e narizes aspirando.
em busca de um lugar / li

Eu e FMP, que às vezes era LV, caminhávamos perdidas numa nova cidade muito grande. Estávamos perdidas pelo subúrbio, tentando voltar. Pedíamos informações e nenhuma orientação dos transeuntes nos fazia voltar para casa. Nos separamos e eu comecei a pedir informações em restaurantes e bistrôs e a cada lugar que entrava, eu comia algo. Chamava táxis que não chegavam. A parada de ônibus que encontrei tinha fila imensa e carros muito velhos e quebrados, um operário me falou que os ônibus iam somente para o litoral.
Voltei a encontrar minha amiga e juntas pedimos para uma pessoa orientação para voltar, a seguimos e fomos parar no meio de uma favela, no morro. Começou a anoitecer e nós ficamos mais perdidas nas ruelas estreitas de terra da favela. Achamos perigoso e fugimos atravessando um mato. Chegamos em uma grande e movimentada avenida, região industrial da cidade. Encontramos um local com um pátio com pessoas e fomos pedir ajuda. Chegando próximo, vimos que era um manicômio e pulando em uma cama elástica estava o cartunista Laerte num corpo de anão. Ele tentava seduzir mórmons e militares que ali passavam.
Entramos no lado do prédio do manicômio, que era um teatro e haveria um concerto, pois ali estaríamos seguras durante a noite. Ao entrar, percebemos que só havia dinamarqueses e alguns russos. O ambiente era muito familiar, todos com sua família, bebês e demais filhos, mas de repente, todos começavam a cheirar cocaína. As crianças brincavam caminhando por cima da droga, e o clima começou a ficar hostil. Procuramos sair dali, pois não conhecíamos ninguém, não falávamos o idioma, e só ouvíamos barulho de cartão de crédito em mesas e narizes aspirando.
sentado / cauli

Era quase hora de ir dormir. Sentado na cadeira, olhando para o monitor, em pose de trabalho. Tudo parece mais escuro do que o comum. Tem um gato deitado ao lado do meu monitor olhando pra mim, e o estranho é que não é o Nico. Me pergunto se estou sonhando, não é possível! Ainda não fui dormir.

Faço o teste de realidade, mesmo não acreditando ou não querendo muito que aquilo fosse um sonho, pois eu estava num humor péssimo. Tapo o nariz com a mão direita, e inspiro com vontade. O ar entra pelo nariz. Estou sonhando!

Agora que sei que estou sonhando, faço carinho naquele gato o máximo que posso. Percebo que na vida real minha mandíbula está tensa. Abro e fecho minha mandíbula na vida real. O sonho se dissolve aos poucos e me vejo em terceira pessoa, ali ainda sentado na cadeira, girando num vácuo preto. Escuto o ruído que me transporta entre estados de consciência. Acordo.
Pelados / li

A Brigitte Bardot estava morando numa casa num balneário da serra. Ela tinha o hábito de caminhar nua pelas imediações da sua casa. Eu avistei ela, jovem, caminhando nua e encontrando um fotógrafo aquático, que também fotografava nu.
Cachorro Branco / DdN

Dormindo encima dos barris azuis e muito macios deitados na vertical e cheios de água. Apareceu um cachorro branco raivoso, que se acalmou e ficamos juntos. Eu fazia sexo com uma pessoa e depois virei e acabei fazendo com outra e me surpreendia como era bom. O lugar eram umas casas feitas de lata/aço.
Nadadores Telepáticos / dmtr

Sonhei com dois meninos brasileiros que lembravam o filme "os filhos de francisco". Eles haviam quebrado uma série de recordes de natação e também tinham um tipo especial de telepatia enquanto nadando embaixo dágua. Eles estavam bem emocionados com as olimpíadas e a possibilidade de mostrar pro mundo o que eles haviam "descoberto". Ainda haviam algumas questões burocráticas a ver com a idade, etc.
casa na Alemanha / li

Eu morava em um pequeno trailler na Alemanha. o lugar era uma ruazinha com trailers colados um no outro, um lugar pobre, na beira de um rio. As janelas não tinham cortinas e eu sentia falta de privacidade, logo resolvi esse problema, colocando um espelho para cobrir o vidro da janela. Saí para caminhar e na volta cruzei com o vizinho do lado, que era um homem idoso estranho, meio tarado. Mais tarde chegou o Edson Celulari e começamos a nos beijar. Só pensava em quando meu marido ia chegar.
Olhei pela janela da cozinha e vi que o rio começava a passar embaixo do meu trailer.
Tartaruga / li

Ia em um apartamento no subúrbio, em cima de um morro, com ruas em curva e de terra vermelha, com alguns lugares perigosos. Entrei no apartamento de VP, e encontrei suas filhas, inclusive a que havia falecido e fiquei confusa. Encontrei dois ex e via como eram relacionamentos ruins, como se tornaram pessoas mesquinhas.
Vez ou outra eu agia como namorada de um dos ex, e me sentia muito infeliz.
Fui pegar o carro para ir embora e VP me falou que estava embaixo de uma ponte, em um local camuflado, pois ali tudo era perigoso.
Logo eu estava em uma praia, deitada na areia com Z e outra moça, talvez sua esposa,e percebi que havia uma grande tartaruga virada de costas, vermelha e amarela, embaixo de nós três,. Sentia as patas da tartaruga nos tocando e sentia nojo e medo.
Fugax / spring

Estou descendo uma rampa gramada, no jardim de uma casa enorme, D está ao meu lado. É final de tarde, já escurecendo. Choveu. A grama está molhada. Minha sapatilha vermelha sai do pé. Enquanto coloco digo para D: “provavelmente essa será a última vez que venho aqui”, ele diz: “eu aposto que ainda terei que voltar pra resolver um monte de coisa”. Entendo o sonho, estamos no escritório onde ele ainda trabalha, mas em breve sairá. Aceleramos o passo, a casa está vazia, mas minha presença ali é um segredo. Entramos na sala em que D trabalha e o chão está coberto por colchões, com lençóis desarrumados. “Nossa, rolou uma festinha aqui”, digo, ele: “foram M e X”. A sala tem aberturas dos dois lados, me deito nos colchões e me cubro com um edredom que estava por ali. Ele se deita comigo e me abraça, mas logo aparece alguém na abertura do lado esquerdo; escondo a cabeça debaixo do edredom e ele sai para falar com a pessoa. Fico sozinha e me sentindo insegura embaixo daquele edredom, naquela sala devassada. Então, aparecem algumas crianças na larga porta do lado direito e começam a falar alto que há alguém embaixo do edredom, tentam levantá-lo e eu seguro o pano sobre minha cabeça com força. Mas não dá pra aguentar muito tempo, resolvo levantar e sair por aquele lado, afinal, eram os fundos e as crianças não me conheciam, eu poderia correr dali. Passei por um corredor e entrei numa saleta, onde vários homens faziam algum conserto, pulei umas furadeiras e abri uma porta branca, que parecia um armário, mas dava para o jardim da frente da casa. Lá, várias crianças brincavam e entendi que haveria uma festa, ou melhor, já estava rolando uma festa. D me ligou, mas a linha caiu quando atendi. Eu não podia esperar, não podia ser vista ali, dei um jeito de passar pela cerca viva e sair da casa. Da rua, mais alta que o jardim e a casa, eu podia ver a festa, cheia de gente bonita e bem vestida, com taças na mão. O celular toca de novo, é D dizendo que vai ter que terminar uns trabalhos e portanto não poderá sair para ir embora comigo. Olho a festa, meio humilhada, e penso que preciso sair dali. A rua é de terra e está tudo muito molhado. Pergunto a uma das seguranças que está do lado de fora onde posso pegar um taxi, ela diz que o ponto é longe e pergunta se eu não tenho aplicativo, “minha bateria acabou”, então ela diz que havia alguns taxis ali perto, esperando convidados da festa, e que algum deles poderia me levar para São Paulo. Pegou um carro da segurança e me levou até onde estavam estacionados dois taxis, um com placa de Guarulhos, outro, de Mogi das Cruzes. Nenhum deles queria me levar para tão longe. Então perguntei ao taxista de Guarulhos se ao menos ele poderia me levar até o ponto de taxi e se ele aceitava cartão. Ele disse, sim e sim. Entrei no taxi e fui embora.
Passarinho, passivão / Hannap

Eu estava deitado numa cama de hotel, vendo tv. Era um programa sobre homens mais velhos que fazem serviços sexuais para outros homens, um Globo Repórter. Na chamada mostravam a foto deles e diziam: michê, passarinho, passivão… Um monte de adjetivos, nomes, sinônimos da atividade deles. Depois vinha um depoimento de um cara dizendo: — Eu gosto de andar em carro caro! Em seguida uma voz em off que dizia: — Eles levam a vida prestando serviços sexuais para outros homens, etc.
Colégio com mar / Hannap

Eu e Lara estávamos na estrada e entramos num colégio para dormir. Estavam também a o Antonio e a Ju.
Lá dentro estavam a Gisa e a Yara. Nos fundos do colégio tinham umas pedras e o mar. A gente dormiu uma noite e no dia seguinte ficou afim de entrar no mar. Eu tava de sunga. Entramos, tomamos banho e foi ótimo. O Antonio que colocou pilha pra gente entrar. Depois a Lara saiu de lá, foi no gabinete do diretor da escola e perguntou se tudo bem, se não tinha problema. Ele disse que achava ótimo, tava tudo certo. Aí ela voltou de lá e disse pra eu colocar uma viseira. Eu tava me arrumando de turista mas não quis colocar viseira. Fui agradecer a temporada lá na escola e no mesmo dia a gente ia pegar um ônibus pra seguir viagem.
Corno no busão / Hannap

Sonhei que eu estava num ônibus com a Lara e ela estava afim de transar com um cara. O Cezinha também estava lá e acho que era com ele. Eu disse que tudo bem, aí ela foi. Ela sentou num banco mais pra frente do meu e ficou lá chupando ele e ele comia ela. Eu sentado atrás e do outro lado, fiquei meio que protegendo para ninguém ver. Só que as pessoas viram e começaram a me sacanear, me chamavam de corno e eu fiquei constrangido.
Ela / DdN

Conheci ela. E descobri que afinidade maior era com ela.. Ele era uma mistura de headbanger farofa. Estranho. E perdeu o brilho. Eu e ela conversamos. Surgiu uma tensão sexual. Você se escondia entre roupas, e estava feliz por todos estarem juntos. Era seu desejo. Depois estavamos só nós dois e eu com um vestido azul, e vi uma mancha de sangue nele. Eu estava no seu colo. Fiquei surpresa em ver a mancha, coloquei a mão na minha vagina e não era meu o sangue. O sangue era dela. Me apaixonei por ela.
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/ DdN

Encontro minha amiga e ela estava com uma blusa minha de listras vermelha e preta e uma calça jeans boca de sino, mas a blusa estava rasgando nos braços. E ela estava com os seios bem grandes. De repente ela aparece de saia jeans e eu vejo que ela estava com um salto de madeira, estranhei...
dial bubble / chuazinha

O sonho foi um Bubble score.
Eu tinha que responder uma pergunta sobre affect, no formato de texto. Resolvia responder a pergunta com um sistema muito simples: usei um telefone celular para ligar para todas as pessoas presentes, cada pessoa atendeu no seu próprio telefone, ao mesmo tempo. Enquanto eu falava no meu telefone para todos, cada um recebia uma parte do texto.
deixa a galera / chuazinha

Estava de noite e eu e Pedro estávamos em frente a uma estrutura de metal branca recentemente inaugurada no Rio. Era bonito pois estava bem escuro e a estrutura era toda branca e iluminada. A estrutura era meio geodésica, mas mudava de formato e desenho em algumas partes. Era bem grande e estava montada numa praça, de onde podíamos ver o Museu do Amanhã ao longe. Era uma peça pública e as pessoas estavam usando-a como tal. Subiam nela, sentavam e conversavam. De certa forma a estrutura se tornou um espaço de uso público para assembléias e conglomerados de pessoas conversando. Logo, a polícia e o poder público apareceram e começaram a tentar dispersar as pessoas, porque era uma espécie de escultura pública não queriam que ninguém sentasse nela, nem a usasse de verdade. Eu e Pedro estávamos mediando a situação, tentávamos explicar que era bom que as pessoas estivessem usando a peça, que esta tivesse um poder de atrair as pessoas e acomodá-las. Argumentávamos os dois de forma super racional e direto, sem meandros. Era muito importante para a gente que as pessoas pudessem ficar ali, sentadinhas conversando.
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Berlim / DdN

Estavamos em Berlim. Minha mãe também estava. Eu estava na casa da Laura, e as meninas em outras casas, elas me ligaram no meu celular do brasil, fiquei intrigada com isso. Eu usava um vestido de cetim azul tomara que caia. Que ficava caindo o tempo todo. Tinha um clima de nudez e sexualidade no ar. Fomos a um bar. Provamos umas botas. Eu procurava uma meia que tinha comprado por esses dias... Acordei exausta.
Celebração / DdN

Era uma festa grande. Estavamos a espera do nascimento dessa criança. Já não me lembro direito quem era a grávida, por um momento me parecia a Helena, ficou confuso quem era a mãe. Era uma grande festa. O Carlos estava debaixo de uma arvoré bebendo algo. Era de dia. Tinha uma parte externa e um grande salão, todos se divertiam muito, falavam, dançavam, bebiam. Tinha muita alegria no ar. Era um dia especial. Uma grande celebração de nascimento.
clássicos / li

Eu abri um caderno e nele tinha partituras escritas. Imediatamente comecei a entender qual música era e, que mesmo sem nunca ter tido contato com partituras, comecei a entender perfeitamente, reconheci a obra e já imaginava uma orquestra a executar a obra, os movimentos do maestro e tudo mais.
Logo fui assistir a um filme e os créditos iniciais aparecia como o título "Albinoni", assim como o nome de toda equipe do filme eram esse.
Segunda boca / Hannap

Sonhei que eu tinha espremido uma espinha na maçã do meu rosto e tinha aberto ali um rasgo, tipo uma boca. Eu fazia uma contorção com a pele e deixava aquele rasgo aberto, mostrando parte dos meus dentes. Parecia que era a minha boca. Fui mostrar isso para um médico e cheguei lá fingindo que aquele rasgo era a minha boca. Eu recolhi os meus lábios e deixei o rasgo aberto, com os dentes aparecendo. O médico perguntou o que eu tinha e então eu abri a minha boca verdadeira. Ele tomou um susto e entendeu que eu estava com um problema.
não vou pintar não / chuazinha

Ia na exposição abre alas no Rio com uma amiga. A gente via a exposição e achava tudo muito ruim; muitos trabalhos de pintura e algumas instalações. Os trabalhos eram forçados, rasos e feios. Mas a gente olhava com atenção mesmo assim. As coisas pareciam diferentes, mas na verdade não eram. Encontramos os donos da galeria, cumprimentamos um dos donos e sua mulher. Ele já nos tinha visto vendo a exposição e eu sentia seu olhar tentando avaliar o que estávamos achando e, ao mesmo tempo, sendo meio non-challant. Enquanto conversamos ele me pergunta:
- E você, Luiza, quando vai começar a pintar, hein? Já está na hora.
Meio surpresa com a pergunta, respondo:
- Não pretendo começar a pintar. To feliz fazendo as coisas que to fazendo.
Daí a gente desenvolve um rápido diálogo, ele falando que todo artista tinha que pintar, oras, e eu cada mais mais confortável em dizer "Você tá viajando" e em falar dos meus trabalhos e porque eu escrevia, desenhava e performava etc. O tempo todo o Pedro passava pela minha cabeça e eu pensava que ele iria achar engraçado essa conversa. A conversa acabou e fomos embora.
Tour subterraneo com presidiarios e a doença do fósforo baixo / apta

Foram dois sonhos.
O primeiro eu e Dimi estávamos numa espécie de tour com presidiários. Um dos passeios do tour era um lugar onde você descia varios lances de escada, e ficava muitos metros abaixo do chão. O lugar era sem luz alguma. O próposito desse lugar era fazer com que os presos pudessem pensar melhor sobre os crimes cometidos. Segundo o pessoal do tour, sem luz a mente acalma e você consegue se ouvir e pensar com mais claridade. Como sabia que iriamos ficar sem comida, levei 4 sanduiches pra mim e pro Dimi.

Segundo sonho.
Era meio a continuidade do tour. Eu estava em um lugar cheio de pessoas tipo turistas mas nao eram presidiarios. Estavamos num lugar bem de passeio, tipo visitando algo bonito. De repente um senhor começa a falar que esta passando mal, mas que nao é nada demais é só o fósforo dele que esta baixo. Imediatamente achei uma caixa de fósforos, acendi e apaguei o fosforo no lombo do senhor. Isso aconteceu como se fosse a coisa mais normal do mundo, era algo normal de se fazer quando alguem ficasse com o fosforo baixo.
A moment in time / Cicciolina

vivian walkman / lupino

Vivian Caccuri gravando uma apresentação do DEDO com um walkman panasonic vestida com uma roupa parecida com as que os Kraftwerks usavam em certas ocasiões.
/ li

LV estava na minha casa, conversávamos, como nos velhos tempos. Ela me contou que E estava com um namorado ruim, que em vez de querer fazerem sexo, o tal namorado pedia para ela defecar no seu rosto.
Fiquei chocada.
Logo descemos do meu prédio, E ia passar de carro para nos levar para casa. E chegou dirigindo um fiat Elba vermelho e deu carona para LV é um jovem, eu ficaria esperando na esquina da avenida Loureiro da Silva, Porto Alegre. Percebi que se aproximava da meia-noite e senti medo de estar sozinha ali.
Viagens / li

Eu viajava de avião, não sei para onde ia, mas tinha uma conexão na Coreia do Sul. Fiquei por umas horas na cidade coreana, fui passear e me deparei com uma cidade cópia de Santa Maria, mesmas ruas e construções, com apenas pequenos detalhes diferentes, como formatos das janelas. Voltei para o aeroporto e tinha que descer vários lances pela escada rolante, cada andar tinha um nome diferente. Cheguei no meu portão de embarque e vi que ia viajar com meu marido e cunhado, e minha sogra ficaria na sala de embarque, sentada. Entrei no avião e dentro era um ônibus. Meu marido tinha ficado lá dentro e deixado nossa filha sozinha para sair. Encontramos-a num banco, dormindo.
Havia uma televisão ligada e passava uma novela com a Claudia Raia jovem, estava nua gorda.
se uma raposa morre na floresta e ninguém escuta, ela está mesmo morta? / chuazinha

sonhei que comprava coletes de pele com a Tati Chalhoub em uma loja vintage. Os coletes eram lindos e macios e quentes e nós achávamos que estávamos fazendo algo OK por que afinal, era vintage. A Tati comprava dois, e eu queria comprar um de pelo de raposa. No fundo, no fundo eu sabia que não era OK, mas repetia pra mim mesma: estão mortos há tanto tempo, estão mortos há tanto tempo...
fio dental do inferno / chuazinha

sonhei que passava fio dental por baixo dos meus dentes. Os dentes estavam na minha boca seguros somente pela pressão deles mesmos, eo o fio dental passava por entre o dente e a gengiva.
GERARD GROSCHSPIELEN / dmtr

sonhei que estava andando de onibus em bage e ia trocar de onibus perto da curva da morte. Ia pegar o onibus "lajotinha" que chamava assim porque o ponto inicial era em frente a uma casa feita de ladrilhos.
peguei um cafe no primeiro onibus (havia cafe em copos descartaveis) e fui pro segundo onibus.
Na frente da casa havia uma caixa de coisas eletricas toda preta com uma textura em relevo, muito bonita e no meio tava escrito GERARD GROSCHSPIELEN.
Achei muito interessante a marca e fiquei memorizando. Parecia uma gaita.
Sonhei que acordava e ia escrever no DROMMA este sonho e lembrando muto bem da frase. Conente por lembrar de frases específicas dentro do sonho. lembrei de buscar no google a frase pra ver se havia algo com esse nome e acordei de verdade.
Firulas de côrte / li

Eu estava em uma festa de PT, em Paris, num local aberto no 6eme , próximo do rio Sena. Senti que eu era linda com meu vestido longo azul. Não conhecia ninguém, todos eram muito ricos. Um playboy se encantou comigo, me falaram que era da família Quatrocentoba Ferreira. O sujeito era chato e logo eu conheci outro homem interessante, normal, mas que o playboy brigou e mandou embora. Fiquei triste e me senti um objeto na mão do playboy. Conversei com a irmã de PT, que logo foi do outro lado do Sena buscar maquiagem. Falei que eu havia morado no bairro ao lado.
Mini vulcões / li

Estava na casa da tia NV, era noite e percebi que o vizinho do lado havia demolido parte da sua garagem, deixando a casa da tia mais exposta. No gramado da frente entrou um jovem, que começou a andar com um cortador de grama elétrico, como se fosse uma motocicleta, fazendo muito ruído. Ele parecia louco.
Tentei telefonar para polícia, mas logo vi que jornalistas haviam chegado já não da polícia. Os jornalistas falavam que fotografaram mini vulcões pelo gramado, um fenômeno estranho.
Marido em situações diversas / li

De repente eu e meu marido atravessamos um rio estreito encestávamos em Portugal, num bonito domingo de manhã. Em uma praia havia uma senhora africana, muito pobre, que em um mesa, expunha materiais humildes, que representavam coisas importantes. Ela era candidata ao Nobel. Passamos em uma igreja linda, e ao lado havia uma exposição de arte contemporânea. Uma das obras era se aproximar de um buraco de um container e ver quem se aproximava deste, mas pelo outro lado. Meu marido pediu para eu ir, e ao me aproximar, do outro lado estava meu ex-marido, com seus colegas e esposa. Surpresa sem propósito do destino, e certo embaraço.
Resolvi procurar uma filial da escolinha da minha filha, que ficava mais perto de minha casa, e no gramado da frente um grupo de jovens se encontrava. Alguns jovens, com estilo moderno, resolveram conversar embaixo de um lençol.
Meu marido apareceu usando uma camiseta com a imagem de Nossa Senhora Aparecida.
Avião desgovernado / li

Com uma amiga, Eu caminhava pela rua da casa da minha avó. De repente vi no céu um avião voando muito baixo, dando piruetas, parecendo descontrolado. Mostrei para a amiga e percebi que era um avião com a bandeira da Arabia Saudita e inscrições em chinês. Logo ele começou a cair, fez um estrondo e calculei ter caído pelas imediações da avenida Dores. A fumaça subiu no céu e senti medo. A amiga saiu correndo para ir ao local do acidente e eu voltei para casa, e achei estranho que logo as ruas começaram a ser molhadas. Corri e entrei no meu novo apartamento, na esquina da rua Venâncio Aires com a Sndre Marques, no quarto andar, e percebi que na lavanderia tinha um pôster dos Beatles e que era o único apartamento sem olho mágico e porta de grades.
indo embora / chuazinha

eu estava arrumando minhas coisas para a mudança. muitas caixas e malas, tudo bem confuso e mal arranjado. de certa forma, eu estava numa locação de algum trabalho que estava fazendo, e essa locação era na casa de um casal. esse casal tem um relacionamento aberto, eu já tinha quase me envolvido com o cara. não estava muito confortável no ambiente, embora não houvesse nenhum tipo de problema real. a locação era a minha mudança. todo mundo do trabalho tinha ido embora já e eu estava lá sozinha arrumando as coisas/minhas coisas. a mulher do casal apareceu. queria me deixar a vontade, me ajudou a organizar alguns itens, disse que eu podia fazer com calma. conversamos um pouco. sentia a presença do homem do casal por perto. não consigo lembrar se ele estava na cena mesmo. resolvi ir embora, meu desconforto aumentava. a mulher se aproximou de mim. era carinhosa. me propos que ficasse, que fizessemos um menage. eu e o casal. definitivamente agora o homem do casal estava na cena, meio a espreita. ele vestia amarelo - fato que notei porque ele nunca veste cor. recusei o menage. queria ir embora. o homem me sugeriu chamar um taxi logo então, pois ali onde eles moravam demorava para chegar condução e carro. "pelo menos mais 20 minutos". estava super tarde já, de madrugada, não queria mais ficar ali. chamei um Urbe. o carro chegou muito rápido, rápido demais, eu não estava pronta. em 3 minutos ele estava ali. comecei a correr com minhas coisas, a mulher me ajudou, empacotamos o que faltava, arrumamos em carrinhos, descemos no elevador. dentro do elevador ela me beijou. saía uma baba grossa da boca dela. senti nojo, mas não interrompi o beijo. tentei me desvencilhar beijando o pescoço dela, mas a baba escorria. questionei meu nojo, mas antes de chegar em alguma conclusão a porta do elevador abriu. organizamos uma última vez meus pertences juntas. eles finalmente encaixaram. saímos correndo do elevador, avistei o motorista do Urbe. ele estava nervoso, a corrida ia expirar. expirou antes de eu conseguir embarcar no carro e, pela lógica do aplicativo, eu teria que acionar ele novamente. me senti exausta mas pensei "está quase". pedi para a mulher a senha da internet. ela falou, não consegui entender direito, ela repetiu. minha confusão era se a palavra era "hospitalité" ou "hostilité" - em frânces, hospitalidade ou hostilidade.
Romance antigo nos EUA / li

Eu estava numa grande casa em um condomínio nos EUA. Era uma noite quente e eu encontrei T pelas ruas. Conversamos e eu me descobri apaixonada por ele. Caminhamos, conversamos muito. De repente T falou que sentia saudades de mim, e eu confirmei que também sentia. Deitamos abraçados e senti que éramos um.
corpo que sai / Avê

Sonhei que eu tinha controle do meu corpo etéreo acordada e conciente. Isso fazia com que eu tivesse alguns poderes e eu experimentava isso. Eu podia levitar e lançar braços invisíveis de energia que subiam pelas minhas costas e faziam meu cabelo balançar como uma medusa. Depois tirei uma selfie fazendo isso e fiquei pensando sobre a sensação dessa descoberta, como era algo da sobrenatureza e que eu já havia sentido isso antes sem saber o que era.
Black / li

Ouvi falar que iria eclodir um conflito bélico. Algo como o sul do Brasil que destoava da Inglaterra. Fui sair para rua e de repente estava invadida de marginais. Me desesperei pq precisava buscar minha filha na escola. Voltei para meu apartamento para pensar em uma solução, em segurança, e do lado de fora, militares pintavam todos os vidros das janelas, em preto.
Discos e flutuações vacilantes / li

Olhava para o céu e vi um disco voador passando. Espantada, fui fotografar e logo passaram mais alguns, pelo meio das nuvens. Eles sumiram e as fotos que fiz também desapareceram.
Eu, meu marido e filha fomos dormir, no quarto da casa da minha avó, na cama da minha mãe. Deitamos, apagamos a luz e nos três começávamos a levitar, sem controle, cuidando para não bater no teto.
Antigo 2 / Thdniki

O sonho é também o que muito se repetiu durante a infância e adolescência e mesmo agora, adulta, ocorre vez e outra. No sonho eu saltava por cima de prédios e casas, o salto era do chão e saltava prédios grandes em uma longa distancia. Saltava e fugia de uma perseguição de seres gigantes. Uma variação desse sonho era eu lutando como num desses jogos de tiro. Eu atirava e lutava contra pessoas. Era eu contra uma legião de guerrilheiros.
Antigo / Thdniki

Sonho de quando criança de poucos anos. Sonhara eu que minha mãe era como uma aranha e meu pai lembrava soleke um personagem de uma série infantil ou de pré adolescente da cultura Ilha Ra Tim Bum. Minha mãe tinha muitos olhos e muitos braços, sua barriga era muito pronunciada, gordinha, num maio azul brilhante. Meu pai era um ser marrom de um olho só q devia ta usando uma cueca vermelha e o corpo era completamente coberto por uma pelagem semelhante a de uma guariba, aquele pelo mais longo e pro marrom avermelhado. Isso é o que lembro. Desde criança com imaginação bizarra. HsaSHau
precipicio / luizaso

essa noite eu tava na estrada num carro pickup enorme com varias amigas. eu tava no banco de tras com mascara verde de argila no rosto muito tranquila deitada com a cabeça no encosto do baco e olhando pra fora. ao lado passou um carro com dois rapazes eles pareciam ser motoqueiros profissionais acheios gatos e flertei com eles abanando e piscando. eles começaram a nos seguir, entao estavamos num enorme precipio, na borda de falesias que caiam sobre o mar do rio de janeiro. fomos indo pela borda bem pela bordinha sobrava menos de um metro entre as rodas do carro e o inicio do precipicio. eu estava com medo e tambem excited, empolgada! quando chegamos no fim do precipicio o carro pulou. entao estacionou embaixo dagua, nao era profundo como as falesias sugeriam. sai do carro e vi um toldo embaixo dagua, muito tranquila eu levantei o toldo e passei pro outro lado dele, que era a parte "de fora" de um bar embaixo dagua. nessa parte tinha agua ate a barriga, e dali via-se uma pequena escadaria que era dentro do bar. chamamos o garçom e tomamos piña colada.
/ Smithk720

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checkpoint / lupino

eu quando converso de olhos fechados perco a referencia do meu próprio tamanho em relação ao outro/espaço físico. Estávamos conversando e me transformei. e senti capaz de passear por toda a superfície do teu corpo. Ao mesmo tempo eu me sentia dentro do seu corpo. Pequeno.
Resolvendo o Paradoxo Temporal / cauli

Sonhei que tinha voltado no tempo com meu irmão, pra alguma data no início dos anos 90. Estávamos em uma locadora, olhando as fitas de Nintendo mais sensacionais. Então resolvi contar pra atendente um fato do futuro: A morte da princesa Diana aconteceria em torno de 1996, em um acidente de carro, por causa de uma perseguição de papparazi. Ela não acreditou na hora, então seguimos nosso caminho para fora da loja.

Então comecei a ficar levemente assustado e questionei para o meu irmão o que aconteceria com o nosso futuro quando a gente voltasse, sabendo que alguém do passado sabia de algo que aconteceria no futuro. Chegamos a conclusão de que provavelmente não mudaria muito, porque o fato tinha pouca influência sobre nossa vida.

Resolvi então que, quando se volta para o passado e altera um fato que causaria um paradoxo, abre-se um novo galho na árvore de todas as possibilidades de nossa existência. Ou seja, não importa se você voltou no tempo e mata seu avô, pois você já está em outro galho temporal e apenas fez um pulo de um para o outro galho. A sua existência continua consistente com esta realidade, e você não deixa de existir por matar seu avô, pois isso continuou acontecendo em outro galho temporal. Por consequência, julgo impossível voltar para o próprio passado, exatamente no mesmo galho temporal, e alterar o próprio futuro. Apenas "outro" futuro.

Quando voltamos para o futuro, algumas coisas aconteceram, poucas coisas diretamente afetaram a cidade ou minha vida. Uma das pessoas afetadas foi a Xuxa, que encontrei em uma banquinha de jornais com uma auto-estima bem baixa.
Reveillón / Hannap

Sonhei que era reveillón. Eu a Lara estávamos chegando numa festa super lotada na Joatinga.
A gente não estava muito animado, tinha alguma chatice rolando. Mas quando a gente chegou lá a Lara, sem pestanejar, foi até a beira da construção e saltou no mar. Eu pulei imediatamente atrás dela. Era uma queda livre muito alta, mais de 30 metros. Deu pra eu pensar no meio do salto que eu tava triste mas iria ficar feliz chegando na água. Deixei o corpo duro antes do impacto com o mar. Mergulhei fundo e subi desesperado para a superfície. Quando coloquei a cabeça pra fora a Lara já estava lá com um sorrisão lindo. Ficamos felizes. Todo mundo da festa vibrou com o salto. A gente pulou de roupa mesmo. Foi muito bom.
Bilhete no peito / Amora

Sonhei que eu estava no rio e eu e o Gustavo íamos dar um volta, ir na Urca. E a gente foi em umas lojas no caminho. Passamos em uma pro Gustavo pegar uma bermuda e era uma bermuda solta e preta. E o vendedor era um primo meu. Depois fomos em outra loja que quem vendia era uma menina que era minha prima mas eu não conheço. Ela tingia roupas. A gente saiu dessas lojas e o Gustavo levantou a camiseta até o pescoço e tinha um bilhete preso com fita no peito. Tava escrito "Larinha que que tu quer fazer agora?" e eu fiquei confusa porque achei que estava combinado de irmos pra urca, mas o Gus não parecia muito afim e falei pra irmos pra casa
Camisinhas e patins / Amora

Sonhei que eu estava no ballet e minhas colegas estavam ensaiando uma coreografia com uns patins, tipo patins de gelo mas muuuito mais compridos. E eu tava com uma roupa bonita, era um kimono super comprido e colorido, azul com branco e aí eu olhei pra Cris e me liguei: "ba! não era nem pra eu estar aqui, eu recém tirei o siso!" e ela "e mesmo" mas eu fiz a aula mesmo assim porque eu estava sem dor nem nada. Depois eu estava em são paulo e a gente foi dar uma volta, mas num lugar menos central. Aí subimos em um prédio que tinha muitos andares e em cada andar vendia uma coisa diferente. E eram andares enormes. Nós fomos subindo pelas escadas e era muito barulhento até que chegamos em um andar que tinha muitas frutas e era muito bom, e nesse andar mesmo tinha um corredor só de camisinha. Eu entrei nesse corredor só de camisinha e tirei várias fotos pra mandar pro Gustavo. Tinha um canudo que eu adorei que era um monte de camisinha desenrolada empilhada. Os seguranças viram que eu tava tirando foto e não deixaram e eu tive que sair
Sofrimento com a Lara / Hannap

Sonhei que eu tinha ido encontrar com a Lara, finalmente.
Ela trabalhava numa casa incrível, de muitos quartos.
Todos os ambientes eram ocupados por artistas. Era tipo uma bienal.
Nos encontramos e fomos direto jantar. O pessoal queria comer peixe. Fomos para um boteco. Estavam também a Ju e o Antonio, meu pai e vários outros amigos.
Eu me sentei numa poltrona grande para que a Lara ficasse no meu colo.
Ninguém entrou no boteco. Ficaram todos na calçada conversando. A Lara também, falando no telefone. Eu fiquei horas esperando. O cara sentado ao meu lado começou a dar em cima de mim, não dei a mínima bola. Cansado de esperar eu mandei uma mensagem pra Lara. No instante que escrevi o nome dela a bateria acabou, o celular morreu. Fiquei puto, triste e levantei do meu lugar. A rua estava tomada de gente, eu não conseguia mais encontrá-la. Ia acontecer uma festa por conta dessa casa de arte. Tinha um monte de gente conhecida, amigos de amigos. Várias mulheres que eu já tinha visto alguma vez. Elas me olhavam com desejo, eu só procurava a Lara. Entrei na casa e fui olhando em cada quarto. Mas era uma casa muito grande, não dava. Fui até os fundos da casa e comecei a gritar: - Laaaara, Laaara! De repente ela responde: - Que?! Eu caí no chão de cócoras e comecei a chorar e soluçar. Ela tb chorava. A gente ainda nem tinha se abraçado direito.
Elevador pro 22º / Hannap


Sonhei que eu estava com o Herbert. A gente entrava por um hotel de luxo e pegava um elevador para ir para o pro 22º andar de um outro prédio. Eu estava só de cueca samba canção e o recepcionista disse que eu não podia entrar daquele jeito. Eu sabia daquilo, mas disse que não faria mais. Aí o cara deixou eu entrar e nós fomos até a área de serviço pegar tal o elevador.
Era um elevador estranho, de serviço. Levava a gente para outro prédio fora do hotel de luxo.
Dentro do elevador tinha um timer que dizia quanto tempo faltava pra chegar no destino. Ele estava subindo muito lentamente e a cada hora que o relógio atualizava aumentava o tempo para chegar. Eu pensei que a conexão de internet estava com problema e por isso o elevador subia devagar.
Fiquei com medo de o elevador pifar e a gente ficar preso lá. Aí nós descemos num andar que não era o nosso e falou com um cara da manutenção. O sujeito indicou o outro elevador e nós entramos. Só que o outro elevador não ia pro 22º. A gente desceu de novo tudo. Voltamos pra entrada do hotel e tava rolando a saída de uma festa na recepção. Todo mundo bem vestido, alta classe e eu de cueca e o Herbert maloqueiro. A gente chegou lá e reclamou de novo do elevador. Mas aí já era uma confusão, as pessoas nos olhavam, tinha uma fila pra pegar o elevador. Enfim, acabei não chegando no 22º andar.
Sonhando com drommers / li

Caminhava pelo bairro Bom fim de Porto Alegre, estava participando de um grupo que fazia cinema com Super 8. Assistíamos e analisávamos alguns curtas e o porquê de ainda filmar com essa película. Um diretor de cinema local nos convidou para um passeio de microônibus, como parte do encontro. Anoitecia e fomos para a zona norte, onde entramos numa estreita e nova estrada, que passava em um recem descoberto campo de petróleo. O local era assustador, mato e lixo na estrada de chão. Senti medo. De repente subíamos uma montanha, com a van percorrendo estradas íngremes e estreitas por um despenhadeiro ao lado. Eu só pensava que nunca deveria ter ido nesse passeio. Desci da van e encontrei o Hannap e o Dimitri. Subimos no topo da montanha, fizemos uma selfie e eu percebi que estava usando um vestido branco com círculos cinzas, estilo senhora.
Google Life / M.F.

no supermercado, w. vira pra mim e vai dizer alguma coisa, quando uma logomarca aparece na frente: "GOOGLE LIFE", como uma projeção, e uns textos projetados também no ar, anunciando o serviço: proporcionar uma vivência de dez anos atrás, live .
Google Life / M.F.

no supermercado, w. vira pra mim e vai dizer alguma coisa, quando uma logomarca aparece na frente: "GOOGLE LIFE", como uma projeção, e uns textos projetados também no ar, anunciando o serviço: proporcionar uma vivência de dez anos atrás, live .
Reunião de clube / li

Meu marido havia voltado para a cidade por um dia, senti feliz. Era madrugada e saímos na rua para ir ao clube. Era lua cheia, daquelas superluas, linda, vermelha é enorme lua no céu. Na rua, uma gang nos seguiu e entrou no clube atrás de nós. Falei com funcionários sobre não sócios entrarem no clube e fizeram uma reunião com o presidente do clube. Começamos a falar em soluções e meu marido precisou ir, atrasado. Após um tempo em reunião no clube, lembrei que havia esquecido minha filha em casa. Logo, meu marido telefonou, dizia que havia chegado em Israel.
Juliana Paes e Cassia Eller / Hannap

Estava com a Lara na casa de uma mulher. Era uma mulher de uns 45 anos, mãe de dois filhos pequenos e ela estava fazendo um almoço. Dei uma espiada no quintal onde estavam todos. Eram todas mulheres. A dona da casa com os filhos e as amigas dela. Entre as amigas dela estava a Juliana Paes. Ela foi a primeira pessoa que eu olhei. Nos olhamos nos olhos e nos cumprimentamos a distância e rolou um clima. A Lara foi pra lá conversar com elas e eu fui pra cozinha. Entrei na cozinha e peguei uns alhos cozidos e umas abobrinhas que estavam na panela e comi com a mão e deixei respingar no chão molho shoyo.
Quando a dona da casa entrou na cozinha eu estava limpando o chão do molho shoyo que eu tinha derrubado. Ela viu a cena e disse que tinha que colocar um detergente. Aí eu coloquei e deixei o detergente reagir um pouco.
Depois fomos todos pra mesa, no quintal da casa, e começamos a conversar dizendo que íamos fazer um desenho.
Cada um iria desenhar a Cássia Eller. Aí uma das pessoas era a própria Cássia Eller, mas não tinha esse nome. Eu olhei pra ela e disse: - Você! A gente podia começar por você. Você podia ficar bem parada e a gente te desenha.
Você é muito parecida com a Cássia Eller. Ela disse: - Não, não. É difícil, tem que tirar uma foto boa.
Eu disse: - Vamos fazer modelo vivo mesmo. Fica parada que a gente te desenha. Mas ela era muito tímida e inquieta, não parava de se mexer. Todo mundo gostou da idéia. A Juliana Paes estava na mesa também, desenhando com a gente e ela ficava me olhando. Não sabia que a Lara era minha namorada.
Deslocado e velho / Hannap

Sonhei que eu estava em São Paulo e fui numa festa de alguns amigos.
Pensei que os meus amigos todos de lá iam em festas e se frequentavam. Róger, Luciana, Lígia.
Eu me sentia um pouco deslocado. Essa era a festa de um amigo recente, que eu não conhecia muito bem. Aí eu saí de lá e peguei um táxi com uma menina de cabelo rosa e capuz cinza e um menino mais novo (de uns 17 anos). Nós três fomos no banco de trás do táxi. O menino ficou no meio e eu fiquei conversando com a menina. Ela estava chateada porque ela gostava de alguém e esse alguém não gostava dela.
Nós fomos andando sem rumo. Ela disse que queria beber alguma coisa e pedimos pro motorista rodar pela cidade. Tava chuviscando e era de noite. Uma hora o taxista disse: - Estamos chegando no centro da cidade. A gente disse que desceria então. Paramos em um lugar aberto, tipo uma praça, que estava cheia de gente mal encarada. Eu me senti um cara super velho. Parecia que eu era mais velho que os mendigos e os bêbados todos. Eu enrolei a minha bolsa na mão direita e fiz uma postura bem ameaçadora. Olhei as pessoas no olho. Eu tava de bigode. Nós descemos e fomos andando pelo centro. As pessoas vieram ao redor da gente vender droga, pedir dinheiro, mas a gente se desvencilhou e seguiu andando.
Casa das uvas / Hannap

Estavam eu, o Índio e o Toscani numa casa antiga, um lugar meio cinza, abandonado. Ventava muito, demais, mas o sentimento de estar lá era bom. A casa não tinha nada, só tinha uvas dentro de uns gaveteiros enormes. As uvas eram deliciosas. Essa casa era de alguém e eu a Lara estávamos indo morar lá. Fizemos um beck quando a Lara chegou.
Piercing na terra, curso pior que o do Charles / Hannap

Sonhei que eu a Lara estávamos subindo uma ladeira. Acho que era Laranjeiras ou Santa Teresa.
Eu ia de bicicleta e a Lara de skate. Aí a gente passou por um visual bonito da cidade. Um lugar que dava pra ver a paisagem com um morro. Tava bem bonito e a gente parou pra contemplar. Junto com a gente pararam algumas pessoas e nós começamos a falar sobre estilos arquitetônicos. Eu disse que o modernismo era bonito visto de longe, mas no ponto de vista do usuário, do ser humano, era mal feito. Difícil de morar e tal, podia ser muito quente, etc. Isso gerou uma discussão entre a galera. Eu disse: É como um piercing da terra, um prédio no horizonte é lindo de ver.

De repente apareceu um cara com uma cara de brabo falando com a gente e citando coisas que nós tínhamos dito. Ele provavelmente estava ouvindo tudo aquilo. A impressão que dava é que a gente tava sendo filmado. Ele veio nos encarando, um por um e fazendo perguntas.

Todo mundo se sentiu acuado e ele foi dizendo pra cada um que a gente tava selecionado para aprender um monte de coisas. A gente foi pra uma casa onde rolava tipo um curso. Só que o cara era muito estúpido. Ficava detonando todo mundo. Era tipo um curso do Charles Watson só que pior. A Luiza Crosman tb estava lá de ajudante.

De repente, todo mundo de olho arregalado, recebendo esporro, eu olhei pra Lara e disse: -Vamo embora? Ela disse que sim e a gente saiu. Foi um alívio. Ficamos felizes de novo. Andando de skate e bicicleta por lá.
viagens / li

eu viajava em férias, de carro , com meus tios do Paraná. Entramos por uma estrada fantástica, pequena e com um túnel verde, feito de parreiras. Tentei fotografar, mas não consegui achar a câmera.
Depois passávamos por lugares estranhos, chamado "Caribes", e outro vilarejos com nomes estranhos, que me deu vontade de fotografar para postar no facebook.
Geladeira / Lia

Apareceu na minha casa uma geladeira CHEIA de guloseimas. Muitos chocolates, batons, sorvetes. Sabíamos que não era nossa. Mas alguém deixou lá. Então apareceu o rapa, que prende os camelôs. Ele viria buscar a geladeira. Sabíamos que ele não podia saber que nós estávamos com a geladeira. Então escondemos dele.
Buraco no morro / li

Eu caminhava pela frente da Prefeitura de Santa Maria, no parque Itaimbé, era uma tarde pós tempestade, e tudo lamacento, úmido e silencioso, com o céu de um rosa opaco e pesado. Olhei para os morros em volta da cidade e percebi que tinha surgido um buraco que atravessava um dos morros, e dele jorrava muita água, como uma cachoeira. Peguei o telefone para fotografar e fiz algumas fotos, sempre cuidando para não ser assaltada. Quando cheguei em casa, louca para ver as fotos e mostrar para todos, o tal fenômeno, as fotos haviam desaparecido.
Tapioca com macarrão / Amora

sonhei que eu estava na casa dos pais do meu namorado e o meu namorado nao estava em casa. Ele tinha ido num super muito longe e ia voltar a pé e a mãe dele tinha feito almoço. Era uma tapioca com macarrão. Eu servi o prato dele pra ser gentil, e quando ele chegasse já teria servido. Me sentei na mesa com os irmãos dele. O irmão mais novo estava com uma namorada que me contou que ela tinha 19 de pares all star vermelho. Depois disso eu fui pro escritório do pai dele, e fique olhando pela janela pra esperar ele. Eu sabia que ele ia demorar e ai pulei pela janela e subi uma lomba que era a rua Wenceslau Escobar. Subi e cheguei numa pracinha. Dei uma volta e voltei.
Tapioca com macarrão / Amora

sonhei que eu estava na casa dos pais do meu namorado e o meu namorado nao estava em casa. Ele tinha ido num super muito longe e ia voltar a pé e a mãe dele tinha feito almoço. Era uma tapioca com macarrão. Eu servi o prato dele pra ser gentil, e quando ele chegasse já teria servido. Me sentei na mesa com os irmãos dele. O irmão mais novo estava com uma namorada que me contou que ela tinha 19 de pares all star vermelho. Depois disso eu fui pro escritório do pai dele, e fique olhando pela janela pra esperar ele. Eu sabia que ele ia demorar e ai pulei pela janela e subi uma lomba que era a rua Wenceslau Escobar. Subi e cheguei numa pracinha. Dei uma volta e voltei.
Tapioca com macarrão / Amora

sonhei que eu estava na casa dos pais do meu namorado e o meu namorado nao estava em casa. Ele tinha ido num super muito longe e ia voltar a pé e a mãe dele tinha feito almoço. Era uma tapioca com macarrão. Eu servi o prato dele pra ser gentil, e quando ele chegasse já teria servido. Me sentei na mesa com os irmãos dele. O irmão mais novo estava com uma namorada que me contou que ela tinha 19 de pares all star vermelho. Depois disso eu fui pro escritório do pai dele, e fique olhando pela janela pra esperar ele. Eu sabia que ele ia demorar e ai pulei pela janela e subi uma lomba que era a rua Wenceslau Escobar. Subi e cheguei numa pracinha. Dei uma volta e voltei.
Tapioca com macarrão / Amora

sonhei que eu estava na casa dos pais do meu namorado e o meu namorado nao estava em casa. Ele tinha ido num super muito longe e ia voltar a pé e a mãe dele tinha feito almoço. Era uma tapioca com macarrão. Eu servi o prato dele pra ser gentil, e quando ele chegasse já teria servido. Me sentei na mesa com os irmãos dele. O irmão mais novo estava com uma namorada que me contou que ela tinha 19 de pares all star vermelho. Depois disso eu fui pro escritório do pai dele, e fique olhando pela janela pra esperar ele. Eu sabia que ele ia demorar e ai pulei pela janela e subi uma lomba que era a rua Wenceslau Escobar. Subi e cheguei numa pracinha. Dei uma volta e voltei.
Tapioca com macarrão / Amora

sonhei que eu estava na casa dos pais do meu namorado e o meu namorado nao estava em casa. Ele tinha ido num super muito longe e ia voltar a pé e a mãe dele tinha feito almoço. Era uma tapioca com macarrão. Eu servi o prato dele pra ser gentil, e quando ele chegasse já teria servido. Me sentei na mesa com os irmãos dele. O irmão mais novo estava com uma namorada que me contou que ela tinha 19 de pares all star vermelho. Depois disso eu fui pro escritório do pai dele, e fique olhando pela janela pra esperar ele. Eu sabia que ele ia demorar e ai pulei pela janela e subi uma lomba que era a rua Wenceslau Escobar. Subi e cheguei numa pracinha. Dei uma volta e voltei.
Tapioca com macarrão / Amora

sonhei que eu estava na casa dos pais do meu namorado e o meu namorado nao estava em casa. Ele tinha ido num super muito longe e ia voltar a pé e a mãe dele tinha feito almoço. Era uma tapioca com macarrão. Eu servi o prato dele pra ser gentil, e quando ele chegasse já teria servido. Me sentei na mesa com os irmãos dele. O irmão mais novo estava com uma namorada que me contou que ela tinha 19 de pares all star vermelho. Depois disso eu fui pro escritório do pai dele, e fique olhando pela janela pra esperar ele. Eu sabia que ele ia demorar e ai pulei pela janela e subi uma lomba que era a rua Wenceslau Escobar. Subi e cheguei numa pracinha. Dei uma volta e voltei.
Buceta assada / Amora

Eu estava na casa da minha dinda com minha prima e meu primo sentados em uma mesa. Minha dinda estava cozinhando um feijão com farinha enquanto nos contava de quando ela traiu o marido dela, e que tinha sido recente. Ela falou que tava com "a buceta toda assada" por causa do meu tio, mas transou com esse outro cara mesmo assim e tinha sido muito bom
Foto / klaus

Sonhei que ganhava uma foto do Daniel por correio. No envelope, que era daqueles de documentos, não tinha remetente. A foto tava meio suja, não sei.
instituto / luizaso

eu tava num instituto que ja visitei em outros sonhos, eh um instituto de pesquisas cientificas e artisticas, muito legal, num lugar que fica no japão. tem muito verde e pouca arvores, muita grama linda. primeiro eu tava passeando com varias pessoas pelo espaço, quando começaram muitos raios, e a gente teve que se deitar na grama e esperar passar. fiquei com medo mas logo passou e foi tranquilo e brilhante. depois eu ja tava dentro da sede do instituto, e um pesquisador de la tava conversano comigo e me chamou pra um experimento, a gente foi pra uma piscina termina lindissima, enorme, com paredes de vidro tipo um grande aquario. eu fiquei de pé nessa parte a agua batia na minha cintura, e ele ficou fazendo um sexo oral em mim só que mergulhado na agua, e ele ta respirando embaixo dagua. era não erótico mas tinha prazer.
Trio com Lara / Hannap

Eu estava em uma turma de colégio. Tinha um monte de amigos diversos lá, todos com as idades de agora. Estávamos fazendo um passeio em um prédio cheio de coisas interessantes. Na turma estavam o Daniel Neves, a Marcella Marer, o Rodrigo Silveira e mais vários conhecidos. A Lara também fazia parte da turma, mas ela não estava por ali. Tinha uma outra menina, bem parecida com a Lara, japonesinha mestiça um pouco mais morena de pele. Eu cheguei nessa menina e fiquei dando uns amassos nela. Comecei a beijá-la num cantinho. De repente entrou alguém e viu a gente. A menina olhou e ficou muito nervosa e disse: - Fudeu, fudeu! Era a Lara. Ela estava vindo na nossa direção, mas estava sorrindo tranquila e gostou do fato de eu estar ficando com aquela menina. Demos um beijo triplo.
Seguimos o passeio com a turma, os 3 juntos, dando abraços e fazendo carinhos. Depois saímos do prédio e sentamos num bar. Ali foram aparecendo todos os alunos. A Lara e a menina começaram e conversar e se enroscar. Eu fui ficando mais distante. Fui conversar com um amigo e vi que as duas tinham sumido. Elas foram sentar no sol e não me convidaram. Vi as duas namorando sem mim e fiquei bem triste. De repente atrás delas surgiram uns gringos altos e loiros, pareciam jogadores de futebol americano. Eles começaram a saquear a casa que estava atrás delas. Elas sumiram no meio da confusão e eu fui buscá-las. Encontrei as duas cheias de medo dentro da casa. Perguntei se elas queriam saquear alguma roupa, porque eu achava melhor a gente sair de lá. Elas disseram que não. Peguei as duas pelo braço e disse pra gente ir bem devagar, tranquilo, pois nós não tínhamos feito nada de errado. Fomos caminhando pela grama tranquilamente.
Anal / Amora

Eu estava fazendo anal com meu namorado, mas eu estava por cima dele. E estava bom, mas de repente, eu comecei a gemer, e talvez tenha ficado muito alto, e meu namorado se assustou, parou e falou "que que houve?? tá bem??" e eu falei que sim, claro, mas era como se eu tivesse acordado por causa dos gritos dele. De repente, estavamos na casa da familia do meu namorado, que perguntou pra empregada que teria de comida, ela era gorda e respondeu que teria arroz, batata, guisado e mais algumas coisas. Meu namorado perguntou a ela se ela nao poderia isolar o guisado, que ele queria comer isolado. Ela falou que sim e achou uma ótima ideia. Do nosso lado passou a mae dele abraçando e arrastando a irmã dele, muito feliz e gritando "Parabéns!!!!". Fui tomar banho mas não tinha um box propriamente, era um banheiro e um chuveiro, e eu comecei o banho usando calcinha e meia e olhei pra baixo e pensei "ué, que diabos?" e tirei. Tinha um monte de revistas no chão do banheiro
NY na casa do Kelly / Hannap

Sonhei que eu estava indo pra NY com a Lara.
A gente chegou no aeroporto e o Kelly Slater veio nos pegar. Íamos ficar na casa dele.
Ele morava num bairro chamado Catumbi. Nos levou de carro, deu mil voltas e quando chegamos era no alto de um morro, na frente da pista do aeroporto. Os aviões passavam raspando o telhado da casa do Kelly. Era um lugar feio. Um morro árido e a paisagem era cinza.
A Lara foi no banheiro e eu tava com vontade de fazer cocô. Perguntei pro Kelly se eu podia fazer no chão da sala. Ele disse que sim. Eu fiz em cima de uma sacola plástica e depois recolhi as fezes e joguei fora. Depois descemos pro primeiro andar da casa e tinham mais pessoas por lá.
Futebol, sexo, presente e suvaco peludo / Amora

Eu tava num jogo de futebol, jogando muito mal, e a Erika tava no meu time e ela começou a ficar muito puta que eu tava jogando tão estupidamente mal. Eu não conseguia chutar a bola nem fazer o que queriam. Eu fiquei muito chateada que ela não tava gostando de mim, porque queria que ela gostasse de mim, e aí eu sai do jogo e ficou eu, o gus, ela e o caco conversando. Aí corta pra um momento no meu quarto, eu e o gus na cama e eu tava gozando e tava muito bom. Depois, eu estava com a chimeli em uma loja procurando um presente para a Ana e a gente tava na duvida entre um vestido e um top e a gente já tinha escolhido um livro, mas eu tava com medo de nos atrasarmos. Nos atrasamos e entramos num elevador e eu levantei os braços e me olhei no espelho e eu tinha depilado só uma axila, a outra estava muito peluda e tava muito estranho.
Transando com um desconhecido / angus

Eu ia pela primeira vez visitar a casa de um casal de amigas minhas, Anaís e Carol, ia depois do trabalho, com a Anaís e depois chegaria a Carol, mais tarde. Anaís me mostrou a sala, ligou a tv e disse pra eu ficar a vontade e que ela iria tomar um banho. Fiquei lá de boa, dei uma andada pela casa, fumei um cigarro e quando voltei pra sala tinha um cara no sofá, um cara que eu nunca tinha visto antes, ele era uma mistura de Kurt Cobain com River Phoenix mas bem acabadão e mais velho também, de qualquer maneira não consegui não sentir tesão ao olhar praquele cara e, sem dizer nem perguntar nada fui pra cima dele e transamos no sofá, quando estávamos no meio da foda a Carol chegou e não sei porque fomos nos esconder no banheiro mas Anaís não estava lá e também não me lembro de ela ter saído, depois a Carol ficou com a gente no banheiro.
Arnaldo Antunes e escada muito grande / Amora

Tinha uma escada muito grande em que eu subia, andava alguns passos e logo mais havia outra escada para descer. Subi a escada e, onde era plano tinha uma caixa grande, de madeira, tipo aquelas caixas de chás que têm nos cafés. Eu subi e peguei a caixa e aí o arnaldo e a marisa começaram a cantar e eu desci pelo outro lado, mas desci com a caixa. Quando cheguei lá em baixo, me toquei que eu não podia tirar a caixa lá em cima, e tive que subir toda a escada de novo.
Tesão com a Ana Botafogo / Hannap

Sonho do dia 18 de agosto de 2015.

Eu estava em um lugar onde se criavam as cerimônias olímpicas. Estava dando idéias. Fui sair e veio a Ana Botafogo. Ela parou na recepção e eu já comecei a conversar com ela. Ela tava muito feliz e falante. Reclamou de dores. Eu disse: -Ana, deixa eu te massagear. Ela disse: -Você sabe quem eu sou! Eu disse: -Claro, a gente já trabalhou juntos, lembra? Ela disse que lembrava de mim e comecei a pegar ela. Tocar e massagear. Mas ela tinha o olhar muito sacana.
Começamos a nos agarrar de verdade, ali na recepção. Colocar o dedo na boca do outro, ela pegou no meu pau, estávamos com muito tesão. Tanto que queríamos entrar num quartinho para transar. Procuramos vários lugares por alí, banheiro, sala de materiais de limpeza, até que a gente achou as escadas de emergência. Entramos ali mas apareceu uma pessoa que passou pela gente. Ficamos com esse tesão, quase nos comendo em público, mas não transamos.
3d / luizaso

eu tinha ido morar com meu primo, num bairro que nao era meu conhecido em sp, parecia msmo zona nort de porto alegre. recebi um email deuma amiga dizendo que tinha uma vaga de emprego num predio proximo a casa do meu primo, fui la tentar. nem sabia o que era mas precisava de trabalho. consegui uma entrevista com a mulher que estava procurando um assistente, era uma mulher bem mais velha que eu, avó. ela estava com seu marido e seu neto, ligaram a tv e nos sentamos num sofá, para ver o trabalho dela. ela era diretora deum filme de animação 3d, todo feito no reino microscopico, era a coisa mais linda do mundo, muitas tecnicas de animação misturadas e uma história fantástica com os seres celulares e muito menores que as celulas também
liberando / chuazinha

No sonho eu fazia xixi, um xixi longuíssimo. O xixi era um xixi que tava guardado em mim, que tinha ficado guardado ao longo dos anos, toda vez q eu fiz um xixi um pouco dele tinha ficado e agora eu tava liberando ele todo. O xixi tinha temperatura e colorações diferentes. Eu fazia ai vinha mais e mais e eu fazia ele meio de pé para poder olhar para ele. Eu TB conseguia meio que sentir minha bexiga por dentro para localizar onde tava o xixi antigo e expeli lo. Me sentia muito bem durante o sonho, espantada mas feliz.
Beijo triplo na Rainha da Inglaterra / Hannap

Eu e a Lara estávamos na frente do palácio do governo dos Estados Unidos.
Era um prédio reto, horizontal, modernista, com um jardim inclinado na frente.
Eu disse: -É a Casa Branca! Mas não era.

O Jardim tinha 3 esculturas que se abriam quando começava o dia.
Nós as vimos se abrindo. A mais alta no canto esquerdo do palácio, era prateada com ângulos retos.
A outra, ao lado desta, era dourada e se abria como uma planta, de formas arredondadas.
A terceira era pequena, do lado direito do palácio.

Essas esculturas eram muito conhecidas, eu já havia desenhado elas.
Nós entramos, estava tendo uma confraternização. O Antonio Tigre estava lá e outros amigos também.
De repente chega no salão a Rainha da Inglaterra, com a sua máscara tradicional.
Ela sempre usava uma máscara nos olhos e nunca ninguém tinha visto o rosto dela inteiro.
Eu e Lara estávamos sentados no sofá. Ela nos reconheceu (porque já tinha falado com a gente alguma vez) e veio nos cumprimentar. Ela era a figura mais importante da festa. A Rainha da Inglaterra! Perguntou como nós estávamos e nós perguntamos também. Ela se agachou na nossa frente disse que estava cansada, que a eleição tinha sido muito desgastante (o marido dela tinha sido reeleito para a presidência dos Estados Unidos). Disse que se chateou com um monte de gente da política, que era um ambiente muito carregado, cheio de mentirosos.

Ela foi desabafando e tirando lentamente a máscara. A Lara pegou o celular pra fotografar, já que o rosto dela era algo nunca visto, mas eu fiz uma cara de reprovação e ela rapidamente guardou o celular. Era a primeira vez que ela ficava sem máscara em público. Ela tinha a sombrancelha grossa e era uma mulher muito bonita! Devia ter uns 60 anos e parecia uma mistura de Sofia Loren com Margaret Tatcher. Eu disse que ela era muito bonita, ela agradeceu o elogio e sentou-se no meio de nós dois, no sofá. Nós nos encostamos nela e começamos a fazer carinhos. Ela me deu um beijo na boca e depois deu um beijo na boca da Lara.

Eu entrei no meio do beijo delas e fizemos um beijo triplo. Era demais! Nós estávamos beijando a Rainha da Inglaterra!
Todos os convidados da festinha estavam vendo, meus amigos, todo mundo.
A sensação era de que eu a Lara estávamos muito de boas e conseguíamos tudo.
Secretário con anillo en el dedo / Hannap

Sonhei que eu estava morando na Argentina. Era una casa grande, eu tinha bastante dinheiro. Era meu primero día lá. Chamei um táxi e pedí para ele ir devagar pelas ruas estreitas para eu ver o bairro. O taxista ia me falando dos lugares que passávamos. Haviam várias esculturas na rua, muitas de figuras humanas com formas arrendondadas, pareciam feitas pelo Henry Moore. Comentei com ele: - Que bonitas esculturas. Ele respondeu: -Si, son de un artista brasileño, no sé quien, pero el secretário de la cultura las está quitando todas de las calles. Perguntei aonde trabalhava o secretário e o taxista disse que era ali perto. Pedi para que ele me acompanhasse até o escritório do secretário. Me apresentei: -Hola, está el secretário de cultura de la ciudad? Me gustaría hablar con él. Fui super simpático e sorridente. A secretária do secretário percebeu que eu era gringo e achou que eu fosse alguém importante e mandou chamá-lo. O secretário de cultura era um ex-ator da televisão de uns 45 anos, playboy, com o cabello no hombro e barba por fazer. Saiu da sala e perguntou: -Quien és que quiere hablar conmigo? Yo le pregunté: -Eres tu el secretário? Perdoname por no reconocerte, és que yo no soy del país. -Si, soy yo. Que tal? - Muy bien, que tal? Estoy encantado con tu escritório, pasé para saludarte y decir que me gustan mucho las esculturas que he visto por las calles. -Quales has visto? -Unas figuras humanas, redondeadas, muy bonitas. -Aaahh pero estas esculturas ya no están de moda, serán cambiadas. -Pero secretário, no hace falta quitarlas, puedes poner nuevas esculturas y dejar estas otras, como un registro de los estilos pasados. Entonces el secretário, que estaba sentado en el sofá, habló con el taxista. Luego se levantó y salió apresado. El taxista me preguntó: -Escuchaste lo que dijo? -No! Que pasó? -Se estaba rascando el culo e le salió un anillo de verme en su dedo.
Desapego na favela / Hannap

Sonhei que queria trabalhar com revistas de surfe e de mulher. Que o Thiago Baldino tinha feito uma revista de viagem muito feia. Diagramação, tudo feio. Eu me ofereci pra fazer. Minha idéia era viajar pros lugares bonitos, fazer as fotos, diagramar, fazer tudo. A gente tava no alto de uma montanha com o mar lá embaixo. Tava num quarto colocando um som no CD. No outro quarto tinha um cara com uma guitarra. De repente o cara começou a tocar Sunny do Bobby Hebb. Aí eu baixei o volume do som pra ouvir. De repente, de uma hora pra outra, começou uma confusão. A gente saiu de dentro do quarto e estava numa favela. Cada um levou só a sua taça de champagne. Eu não levei nada e uma criança levou o seu ratinho de pelúcia. Todo mundo saiu, desceu e abandonou tudo. E a vida já tinha mudado, tinha que desapegar de tudo e ir embora. Todo mundo ficou triste e eu comecei a gritar um lamento. -Aaaaaahhhh! A criança chorou.
Cocaína / Hannap

Sonhei que eu tava correndo desesperado e peguei um punhado de cocaína na mão de alguém e enfiei na boca. Eu não queria pegar a cocaína, mas enfiei na boca e saí correndo. Caiu um pedaço no chão, isso era grave, pois era um desperdício caro. Eu fui percebendo que rapidamente já estava bem louco.
Programa do falecido Jô / Hannap

Sonhei que eu trabalhava no programa do Jô e que ele tava muito doente e a gente saiu no final de semana pra ir pra casa. Todo mundo voltou pro trabalho na segunda e minha mesa era muito bagunçada. Tinha duas mochilas que eu sempre levava roupas e dinheiro. O Jô deixou a carteira dele comigo. Ele já tava bem ruinzinho, bem mal, e morreu no final de semana, mas ninguém da produção avisou a gente. Esperaram a gente voltar pro trabalho na segunda. Eu tava numa sala, a Débora Falabella e um outro ator tavam namorando na sala. Era final do dia e eu tava dizendo pra eles me esperarem que eu já tava saindo também. Eles me olharam e saíram correndo e trancaram a porta. Eu fiquei louco, preso lá dentro. Comecei a gritar e veio uma funcionária do prédio e abriu pra mim.

Eu tô saindo do prédio e veio a Lara, falar comigo, me deu a mão e fez uma cara de séria. Ela disse: - Gus eu vim aqui te dizer uma coisa. Eu achei que ela fosse terminar comigo e começo a ficar muito triste. Ela diz assim: - Se a gente não for… Se a gente não for pra Bahia ver o Gerhard Richter, eu vou ficar muito braba. E começa a rir. Na verdade ela tava me convidando pra gente ver uma exposição na Bahia. Eu fiquei aliviado e feliz porque ela ainda queria ficar comigo.

Aí eu tô saindo do prédio, com a Lara de mão dada, e vem um cara falar comigo: -Sabe daquela menina? Era uma menina que ele estava afim. Eu digo, sim, o que aconteceu? Ele disse: -Aaahhh, um outro cara ficou ela. Ela saiu com fulano. Ele pintou ela. Fez uma pintura dela, aí ela deu pra ele. Eu falei: -Caramba! E ele disse: -E a foda foi fantástica, ouvi dizer. Aí nós começamos a rir.
Comidas / Hannap

Sonhei que eu tava numa cozinha e a Tuca tava fazendo uma sopa, tipo uma canja. Aí ela testou umas ervilhas em uma parte da sopa e não gostou e jogou fora na pia. Depois ela testou umas vagens e também não gostou e jogou fora na pia. E então havia nitidamente duas sopas, uma mais cozida e a outra com os pedacinhos mais inteiros, quadradinhos. Eu tava com fome e querendo provar aquela canja. Perguntei pra ela se podia pegar um pouco e ela disse: - Espera aí, vou pegar pra você. E pegou da pia, do que tava ruim e colocou dentro da panela de novo pra esquentar. Eu fiquei com nojo e ela me ofereceu o prato com um pouco de dúvida, e em seguida disse: - Não, não vou te dar a comida que eu já joguei fora.

Ao mesmo tempo já tinha na mesa um prato de feijão, arroz e eu tinha fritado um ovo bonito e colocado sobre o arroz. Aí veio o Dimitre e tirou um triangulinho do ovo, incluindo a gema, e a gema tava crua e ele sujou toda a mão de gema. E eu disse pra ele lamber a mão, mas ele esfregou na toalha, na cara de pau. Aí eu disse: - Então vou dividir esse prato com o Dimitre, pode ser? Ele concordou e eu desisti de comer a canja.
Não-almoço de R$ 4,50 / Hannap

Eu e a Lara estávamos caminhando pelo centro da cidade. Estava ensolarado e andávamos saltitando felizes. Encontramos a Luna, ela também estava feliz e nos deu oi.
A gente não estava com fome mas pensamos em comer alguma coisa, pois já era hora do almoço. Entramos em um restaurante e a garçonete nos ofereceu pão e água. Nós recusamos. Fui até o buffet e peguei umas cenouras cozidas cortadas em rodelas. Peguei bem pouco, toda a comida de lá tinha mal aspecto. Éramos os únicos no restaurante.

Mostrei pra Lara e não tivemos nenhuma vontade de comer. Resolvi devolver a cenoura e ir embora. Fui falar com a moça do caixa, uma senhora gordona, disse que não havíamos nem tocado nas cenouras, que iria colocá-las devolta no buffet. Ela disse que tudo bem, mas que teria que cobrar o pão e a água. Nós dissemos que não tínhamos consumido nada. Enquanto eu recolocava as cenouras vi a Lara pagando com o cartão de débito. Eram R$ 4,50, apenas por termos sentado no restaurante.

Depois eu estava na casa da Marina, com o Caco. Estávamos ouvindo música e conversando. Tirei uma foto de uma lista de afazeres da Marina e postei no meu instagram. Era uma lista bonitinha, escrita com lápis de cor e com anotações legais. A Marina foi tomar banho e nós ficamos colocando músicas.
Desconforto no gineco na periferia / li

I me chamou para ir no ginecologista dela, um dos médicos mais caros e famosos. Entrei na sala, no meio da consulta dela, um consultório luxuoso, quando percebi que o médico se vestia como mulher,inclusive com peruca longa e maquiagem. O médico conversou comigo e logo surgiu um clima entre nós. Ele mostrou a clínica e eu falei que precisava trocar os quadros das paredes, que eram bregas. Achei melhor ir embora para I não perceber o clima e enchi a boca de bolachas e me despedi falando com a boca cheia e me cuspindo toda, que "se quisesse uma assessoria para novos quadros, poderia me chamar. Sai correndo, anoitecia e vi que era um bairro afastado e deserto, e eu a pé, perdida nas ruas. Comecei a perceber um bairro hostil, violento. Entrei em uma loja para perguntar de ônibus e táxi, e uma senhora grosseira falou q ônibus era longe e poucos táxis iam lá. Andei por prédios de edifícios populares, onde entre os blocos era lixão e um córrego poluído, com crianças brincando e roubando tudo que podiam.
Homem-aranha / T. Angel

Sonhei que um moço queria fazer um cartão pra mim. Aceitei na condição de que fosse sem taxa. Aí ele chega com o cartão e um papel. Agradeço pelo serviço e leio o papel, estava sendo cobrado R$400,00 de uma compra no Market Place (nunca fui, oi?). Questionei e o moço disse que precisava ter uma primeira compra para o cartão ter validade, por isso ele comprou um Homem-Aranha pra mim (Q?). Fiquei obviamente puto, e respondi que com R$400,00 eu pagaria quatro michês vestidos de Homem-Aranha e me divertiria muito mais. Fim!
Michael's Fields / Hannap

Sonhei que o Michael Jordan tinha uma casa, tipo um sítio. Um lugar cheio de quadras de basquete. Tipo um parque. O nome do lugar era Michael's Fields, mas a galera do Brasil chamava de Campos do Jordão! Hahahah
Prática na casa do Iyengar / Hannap


Sonhei que eu estava num retiro de ioga com com o Iyengar. A Katia, o Antonio e a Ju também estavam. A Lara também estava com um amigo, a Priscila e muita gente mais. O workshop era na casa do Iyengar. Eu fiquei doente e não estava praticando. Fiquei com a Pri, perto do portão da garagem, de frente pra todo mundo, vendo os outros praticarem. Ela também não praticava. Nós ficamos deitados no chão, apoiados num travesseiro e cobertos por um edredom. O lugar era tosco. O piso irregular, difícil de praticar sobre ele. Eu e a Pri nos cobrimos inteiros, até a cabeça e nos beijamos ali embaixo. A Lara não via, nem o namorado da Pri, que também estava praticando. O Iyengar andava com as mãos no chão e o corpo todo paralelo ao chão, sem encostar mais nada. Ele dava impulsos com a mão e andava muito rápido. As pessoas ficaram impressionadas, mas eu também sabia andar assim. O temido Iyengar que não falava com ninguém começou a falar muito comigo. Veio elogiar o livro e me perguntar como eu tinha feito. A Katia e o Antonio ficaram surpresos. A prática acabou e então eu resolvi fazer uma saudação ao sol, mas o Iyengar não deixou. Ao lado da área de prática (a garagem), havia vários chuveiros. Eu fui lá ver o pessoal tomando banho. Eu mesmo tomei. A Pri foi embora com o namorado e a Lara também. Fiquei sozinho. O Iyengar fazia uma espécie de parkour na casa dele. Fiquei impressionado ao vê-lo saltar de cabeça do segundo para o primeiro andar. Caiu com as mãos no chão e impulsionou o corpo pra trás. Fiquei conversando com o Antonio e a Ju. Ela queria fumar um beck, mesmo não tendo um lugar pra isso. Encontramos um esconderijo no meio da casa. Empurrando uma parede abriu um lugar que era um vão central, com uma escultura do Patanjali de madeira. A escultura passava pelos 3 andares da casa. Era um ambiente todo de madeira. Muito bonito. Eu fui embora de lá, mas a Ju, teimosa, acendeu o cigarro. O Iyengar sentiu o cheiro e veio muito brabo ver o que estava acontecendo. Meu pai Eugênio e minha mãe apareceram pra me buscar. Minha mãe tinha exagerado e levou 40 sanduíches de presunto e queijo, mas eu não queria comer.
Bebê Diminuindo / Binário Armada

Finalmente chega o dia da minha esposa ter a bebê e ela nasce numa casa, meio que uma mistura de uns bairros que morei em Fortaleza, rua de calçamento, casas baixas, chão de cimento... Ela nasce nos meus braços. Nasce bem menor do que o tamanho e depois chega no tamanho de um bebê normal. Branquinha e a cara da minha esposa. Enquanto ela era limpada pela avó e a mãe, ela falava algumas palavras meio incompreensíveis, mas que de alguma razão eu sabia o que ela estava falando. Eu rindo falava que ela parecia mais com ela do que comigo. E enquanto eu esperava a ambulância e a médica chegarem minha filha começava a diminuir de tamanho até chegar num tamanho irreconhecível, quase não consegui reconhecer sua fisionomia. Comecei a ficar com medo de segurá-la.
Casamento / Lucio Daleiro Ayala

Eu estava em uma festa, uma festança que parecia ser na minha casa, mas eu não estava confortável com isto, tinha um clima estranho, clima de pesadelo. Eu via pessoas que não conhecia por todo lado, e a musica era muito ruim. Até que de repente um cara começou a correr atrás de mim, e eu entrei em pânico, era um cara afrodescendente meio afeminado vestido todo de preto, e eu por algum motivo tinha muito medo dele, acho que ele era a morte.
Então depois de um tempo fugindo do cara, ele me achou e eu fiquei pedindo ajuda "Caralho, alguém me ajuda", mas ele falava pra mim "Ninguém vai te ajudar, você é mau, e eu vejo a maldade em seus olhos", então ele disse "Eu só quero que você aceite seu lugar no chão" e ai eu, apesar de todo orgulho leonino falei "Eu aceito meu lugar no chão..." mas ai ele disse "Só que para isso você vai ter que se casar comigo" ai eu falei "suave" e então ele completou "Se casar comigo tanto aqui quanto na vida real". Porém quando ele disse isso, tive um insight e resolvi enfrenta-lo, levantei e falei pra ele "Você não vai me achar no mundo real, porque isso é impossível, você é um fruto da minha imaginação, e não existe!" e então, o cara começou a se contorcer e morreu, e assim eu pude acordar, as 17hrs de hoje.
trafico de informações / lusca

sonhei que fazia um programa e me pagavam com um pen-drive cheio de informações
Bad Lara / Hannap

Sonhei que eu morava com a Lara em Porto Alegre. Num ap com o mesmo desenho do meu aqui aqui do Rio. Só que era tudo mais cinza e estranho. O ap era detonado, sujo. Ficava no centro, num lugar bem movimentado. Meu pai e minha mãe moravam no mesmo ap, dormiam no quarto correspondente ao meu quarto no Rio. Eu e Lara dormíamos no banheiro, mas tinha uma cama dentro do box do chuveiro.

Era bem cedo. Meu pai saiu de casa. A Lara já estava acordada. Tinha um beck no nosso quarto, perto da chave do carro do meu pai. Fiquei com medo que ele entrasse pra pegar a chave e visse o beck. Minha mãe estava deitada, acordando, e começou a gritar o nome da Lara. A Lara se irritou e ignorou. Minha mãe chamava ela porque queria conversar, saber o que ela iria fazer da vida, em que iria trabalhar. Começou a resmungar deitada: — uma pessoa tem que saber o que quer da vida. onde já se viu? tem que começar a trabalhar. A Lara se irritava muito. Eu ficava no meio da situação me sentindo muito mal. Achava minha mãe intrometida e ao mesmo tempo achava a Lara arrogante. Entrei no banho, nesse meio tempo minha mãe acordou e foi pro trabalho.

A Lara pegou o beck e foi pra janela do quarto da minha mãe fumar. Ela se deitou na cama e fumou tranquilamente. Eu fiquei preocupado do cheiro ficar impregnado lá e minha mãe ficar puta. Pedi pra Lara fumar pra fora da janela, mas ela me ignorou. Acendi um palo santo (incenso) pra disfarçar o cheiro no quarto.
Da janela a Lara sacaneava as pessoas que passavam na rua, lá embaixo. Eram uns mendigos com um cachorro. Ela assobiava, gritava um nome e se escondia. O cachorro ficava intrigado.

A Lara falava espanhol. Ela era argentina, muito marrenta. Ela fazia o que queria e eu aceitava. Eu me sentia submisso. Eu ainda sustentava ela com o meu dinheiro

Em algum momento olhei pra ela por um espelho do quarto e fiquei com tesão. Comecei a agarrá-la, mas ela não entrou na onda. Baixei as calças dela e ficava olhando a bunda dela pelo espelho.
Ela deu um peido e me disse: — Sabés lo que aprendi ayer me tirando un flatito?
Era um tesão meia-bomba e logo se acabou. Eu me sentia péssimo, como um escravo emocional.
chuva de cor / luísa h

era um casarão bonito antigo e reformado onde pessoas e crianças conviviam , uma proposta de vivencia social muito bonita. eu e lari estavamos la em um dia de festejo, nao sei bem o que era, o pq da festa. acho que era uma celebraçao da vida mesmo. o momento da abertura da festa foi no inicio da tarde: varios baloes e bexigas cheio de tinta, glitter, purpurina foram dependurados na varanda da casa. a varanda do segundo andar dava de frente pra um gramado. esses baloes e bexigas pouco a pouco foram sendo estourados e as crianças eu lari comecamos a sorrir dancar correr com toda aquela chuva de cores em cima de nós. tambem tinha uma grande fonte de agua, que caia como uma cachoeira. depois da abertura fomos para um pavilhao onde comecariam as danças brincadeiras. o sandro do somos tava la, foi uma fala bonita, nao lembro o que ele falou mas me contemplava muito. dai a lari colocou um axé p galeri dançar, estavam todos fantasiados, umas roupas de lantejoulas , crianças, velhos tudo festejando no pavilhao. dai ja era noite, sai um pouco. o casarao ficava no centro historico de alguma cidade do nordeste. vi a lua nascendo, estava enorme e muito nitida e a marina estava ali comigo, conversamos sobre sentimentos pontiagudos e depois me despedi dela. sai caminhando e mandei sms pra lari p ela ver a lua. mas mandei errado, dai ela tava do meu lado e enviou a msg p ela mesma. e dai vimos umas fotos de mata selva com rios e correntezas.
anuta silver box / lupino

estou andando num grande corredor. o lado esquerdo é uma grande pedra e o lado direito uma grande casa. chego até o fim e vejo que a porta aberta. entro e vejo Anuta procurando lugares dentro de uma caixa prateada. Observei a ação por um período.
/ Marya

Sonho: estou em meu atual quarto, pequeno, escuro, as coisas todas encaixotadas. Abaixo para colocar ração minhas três gatas e percebo a gaveta da cômoda emperrada. Abro as gavetas uma por uma. Na primeira encontro os quatro filhotes mortos da ultima ninhada de Bala, só que agora: vivos. E são exatamente eles, pelas cores. Um está ferido, precisando de cuidados. Fico confusa por lembrar de tê-los enterrado, mas nada perturbador. Na segunda gaveta encontro rabos de gato. Só os rabos. Bem peludos. E me assusto um pouco. Na terceira gaveta, por fim, encontro um gato adulto – parecido com Bala – morto e endurecido. Sinto uma grande confusão. Acordo.
Guimarães Rosa, sexo da estrela / Avê

Sonhei que eu o P. estávamos participando de um jogo em que ocorriam várias rodadas de sexo a três e fazíamos posições malabarísticas que eram leituras de um texto do Guimarães Rosa. Lembro mais da parte com a J. quando nós duas entrelaçávamos as pernas uma de ponta cabeça pra outra, fazíamos o formato de uma estrela e ficávamos rodando em êxtase.
fantasmas e casa de bambu / Avê

Sonhei que eu e minha mãe tínhamos uma casa de férias de bambu e vime. A casa tinha uns 4 andares não muito altos, parecia mais aqueles labirintos infantis com piscina de bolinha. Eu tentei subir até o quarto andar com um elevador também de bambu e vime, mas não estava funcionando direito e só ia até o segundo andar, então comecei a tentar escalar e me pendurar nas coisas. Daí minha mãe chegou com a as minhas primas pequenas, a minha vó e a minha tia falecida. A minha vó está viva mas no sonho ela era um fantasma igual a minha tia que ficava andando junto com a minha mãe. Só eu e ela víamos os fantasmas da minha tia e da minha vó que ficavam andando como se tivessem vivas, mas elas não tinham expressão nenhuma, parece que ficavam alí do lado sempre só sem saber o que fazer. Aí eu cheguei pra minha mãe e disse triste: Você ainda tá vendo elas né? Ela disse que sim. Eu disse que eu também. E nós não sabiamos muito conviver com isso.
r/cet-ddnd / lupino

eu sabia que você tava dentro daquele prédio na frente da galeria olido e eu queria te encontrar. alguém me falou que eu demoraria um dia todo pra chegar até o topo. subi mesmo assim. era dia fora mas o interior era escuro, a luz parecia não conseguir passar pelo vidro. cheguei, você tava lá, mas não me viu chegar. permaneci parado olhando você de costas e pensei que estávamos num lugar muito alto. fui até você. a luz mudou muito.
A Lua e mais algumas / Luisa Z. Ritter

Era noite e observava o céu com alguém.
Falei que era um momento especial, pois todas as fases da lua estavam se mostrando para nós.
E isso só poderia ser visto hoje.
perdi os dentes / luizaso

fui falar com o thomas sobre a grana que ele nos deve a tempos, era uma casa meio de praia aquelas grandes com uma arquitetura de novo rico do braseel tipo condominio fechado do litoral que é tudo meio iguale laranja sei la ele tava sentado e eu cheguei la comecei a falar de toda a merda q tava rolando pq ele nao pagava as pessoas e ele começou a se inflamar e eu sabia q ia ser assim esse confronto, eu chorei falei da fome da imobilidade ele só olhava enfurecido. meus dentes começaram a cair minhas mãos seguravam os dentes e cacos como muitas conchinhas do mar muito frageis eu saí com elas na mão, a boca meio banguela com dentes pontiagudos pela metade quebrados pedaços de gengiva uma sensação horrorosa.
ruídos / mar

Não lembro muito bem, eu estava em um ônibus... haviam dois funcionários no, o cobrador e mais uma mulher, que não sei o que fazia, mas no ônibus do meu sonhos era uma profissão, algo importante do ônibus, como o cobrador...
Lembro de ter uma recepção não cordial... passei na roleta, ela era grande, as pessoas acho que eram maiores que eu, como adultos para uma criança... os pés dos funcionários na minha cara quando eu passo: lembro do diálogo, uma conversa franca, pouco me escutam, não estão nem aí, nossas classes não se compreendem... quando falei que respeitava seu trabalho, que entedia que era uma merda, alguma resposta surgiu...
Algum momento de tensão e mistério, como em todos meus sonhos, lembro de alguma sala de aula, nada muito além disso...
CASA / gruszka

sonhei que tinha 4 irmãos, todos com suas vidas encaminhadas, e que minha mãe havia nos abandonado quando éramos crianças. nós vivíamos com meu pai, um quadrinista numa cadeira de rodas.

em certo ponto no sonho, ele comprou uma casa para morar comigo e com meu irmão mais novo, que não aparecia, mas eu tinha consciência da sua existência. a casa era uma herança do século XVIII, pé direito alto, grandes janelas, adornos nas portas e no teto. os móveis originais ainda estavam lá, móveis de madeira maciça, talheres e louças de porcelana com contorno dourado. a pintura da casa também era original, embora já estivesse descascada.

como a casa estava caindo aos pedaços, vivia uma equipe de reformas conosco e a restauração demoraria cerca de seis meses (estimativa leiga). a casa toda tinha um cheiro muito forte de mofo e apesar das janelas grandes, faltava luz.

quanto mais eu andava por lá, mais estranho e assustador tudo parecia. o único cômodo que me lembro com nitidez era esse salão gigante, desenhado em cima.

era um salão de mármore feito de vestiário, aparentemente. à esquerda e direita, um bloco de mármore com várias cubas de pia. no meio, outro bloco de mármore que servia para sustentar vários divãs de couro branco.
cartomante inesperada / luísa h

fragmento do sonho: era um casarao com varias pessoas diferentes, sentei numa mesa e uma mulher me perguntou: vamos saber sua sorte hj? e nisso pensei em perguntar, mas na mesma hora ela falou: vamos saber como vc esta no amor. seguido de um gesto de assimilacao do meu campo energetico... usando a mao esquerda ela brincava com os dedos no ar. ela me disse: vc esta com o campo emocional muito intenso, vibrando, agua.
Vermelho e branco / cau

Hoje, dormindo aqui no sofá no apê do meu amigo em Istanbul, sonhei que tava numa festa da galera da arquitetura. Não sei se era só gente do meu curso, mas eu conhecia um bocado deles e apesar d'eu não lembrar a cara deles, a consciência do meu sonho me dizia que eram conhecidos sim. Era noite, estávamos em uma casinha antiga bem simples com luzes amarelas penduradas e varanda com uma cobertura de folha seca de palmeira. A rua era de pedra e tinha só casas ao longo dela. Não lembro se estava tudo bem no começo, mas que em certo momento fui fazer algo nos fundos da casa - provavelmente buscar cerveja - e enquanto atravessava os cômodos, três caras me pararam. 'Ei, o que você tá indo fazer?' 'Nada', respondi. Então eles mencionaram um outro cara, que eu não gostava, e disseram que ele tinha autorizado eles brigarem. 'Pra que brigar aqui na festa? Cês não tem motivo nenhum. Fora que esse sujeito não tem que autorizar nada não.' 'A gente não liga' um deles disse, e tentou me atacar. Eu escapei deles, sem entender o que tava acontecendo. Fui buscar minha cerveja ou sei lá o que, quando ouvi uns gritos. A galera começou a ficar agitada e correr. Voltei pro interior da casa e vi que tava rolando uma briga generalizada. Copos, garrafas, mãos e pés atingindo os corpos bêbados. Aparentemente, dois grupos que nem eram rivais de nada, só gente que não se falava muito, começaram a se atacar porque um deles queria. Vieram pra cima de mim. Quebrei a garrafa de vidro que segurava e tentei me defender. Tinham uns caras com facas e pedaços de vidro quebrado. Tentei atravessar, ir pra outro cômodo e tentar entender tudo aquilo. Chutei, corri, tomei vários cortes nos braços. Fui até um quarto da casa onde tava esse cara que falou que eles 'podiam' brigar. Quando cheguei, ele e mais uns quatro que tavam no quarto pararam e olharam pra mim. Antes de eu perguntar qualquer coisa, ele disse: 'peguem esse cara ai'. Só consegui soltar 'má que porra é essa' e saí correndo. Ia empurrando gente pra passar e vendo conhecidos tomando porrada e caindo no chão, cheios de sangue na roupa, como eu também estava. Fui até a varanda na frente da casa, onde as coisas pareciam até normais, pulei pra rua. Lembrei que minha bolsinha de encontro de estudantes tava lá dentro ainda, com minha câmera, caderno e carteira. Hesitei em voltar praquela loucura, pensei em seguir sem documentos, sem câmera, mas com vida. Olhei pro lado e um amigo cabeludo tava dando em cima de uma ragazza que passava pela rua, como se não houvessem preocupações na cabeça naquele momento. Fiquei olhando, vi também uma garrafa de vodca num canto. Catei ela, quebrei ao meio, empunhei como se fosse minha espada e voltei lá pra dentro. Por sorte, vi minha bolsa no primeiro quarto que entrei, numa mesa perto da porta. Corri, empurrando mais gente que se matava. Pulei de novo a varanda, vi o cara transando com a menina num canto escuro. Os dois em pé virados pra parede não pareciam estar no mesmo mundo de sangue que eu tava. Segui andando pela rua, pensando em nunca mais voltar pra essa cidade. Iria mandar emails pedindo transferência pra outro lugar, na primeira oportunidade que tivesse. No caminho, passei por uns brinquedos de rua, umas estruturas pra se pendurar pelos braços, uns pneus e esse tipo de coisa que tem em parques e praças pra se exercitar. Resolvi me adentrar e macacar um pouco, pendurando-me nas cordas. Pra minha surpresa, um amigo que achava ter perdido na confusão estava ali, sentado nuns pneus. Perguntei se ele tava bem, ele disse 'ah, aquilo tava muito doido, não curti não, vim pra cá quando deu', com aquele típico desinteresse de Lucas, como se a gente estivesse só numa festinha da sala. 'Ow, eu vou continuar indo pra mais longe possível disso ai, se você quiser vir também pode vir', eu completei. Ele acenou que sim com a cabeça, mostrando uma expressão de 'não tou fazendo nada mesmo'.
Continuei andando sozinho pela rua, ele vindo mais atrás. Avistei a uns cem metros a casa do meu bisavô. Já era dia agora. Fui andando em direção à casa, vi o pé de goiaba branca carregado com aquelas frutas gordas e suculentas. Como de costume, o velho magrinho tava lá na varanda, esperando alguém pra trocar uma conversa casual. Subi os três degraus de escada, fui falar com ele. Dei bom dia e pedi 'bença', beijando a mão que parecia a versão velha da minha. Ele sorriu, me deu bom dia também. Conversei um pouco com ele, até meu amigo chegar. Quando chegou, vi que não era o mesmo de antes, mas o Nilton, o amigo moçambicano. Naquele mundo, eles eram o mesmo cara, pra mim pareceu normal na hora. 'Aí, esse aqui é meu vô, ele tem 102 anos'. 'Uau'. Velho Maia riu e disse: 'é, ano que vem eu vou ter 103'. Dei uns tapas de leve nas costas do véio. Fiquei feliz em conversar com ele e vê-lo lúcido, ali no meio das goiabas brancas que flutuavam e da luz do nascer do sol.
Me despedi, catei umas goiabas, fui andando pela rua. Olhei pra minha mão cortada e sangrando, segurando a goiaba branca meio comida. Acordei.



movediça / lusca

viajo como quem sonha, nessa noite acordei dentro do onibus prestes a chegar em algum lugar desconhecido, ao descer com pressa e atordoado, caio em um pantano arenosos que me puxa para baixo, aos poucos sito anzois fincando meu corpo e me puxando para fora de mim, paralisia, tento gritar mais o ar seco e o vento me impedem de ouvir meus pensamentos, segundos que parecem horas, acordo com uma caimbra na perna e chorando
Navegando na noite / li

Estava em Porto Alegre, perto do rio, onde fica o Shopping Praia de Belas, e todo o local era um descampado deserto e arenoso. Era noite e entrei num barco com meu marido, para passearmos na noite com lua brilhante.O barco passou por lugares bonitos, meu marido deitado vendo as estrelas, quando percebi que havíamos chegado em Capão da Canoa, em uma espécie de rótula fluvial, com ilhas para contornar e voltar. Vi que a direção do vento não permitia a volta e tentei pensar como fazer para voltar.
kurdt cobain / l

sonhei que o kurt cobain era filho da minha tia, ela ficava tacando na minha cara que eu nunca seria alguém melhor que o filho dela, nunca seria o orgulho da família, kurt era o único artista e a única inspiração que nossa familia poderia ter. acordei com love buzz na cabeça.
acordei atordoado: / lusca

estava em uma festa, no ápice do êxtase, sendo dança;;num salto, sinto um peso no pé, quando olho para o chão, uma pessoa em convulsão, abaixo instanteneamente para ajudar, viro ela de lado, e boto o dedo na lingua; tudo escuro e molhado, todos ainda dançavam como se estivessem sós, sentia dificuldade de segurar o corpo em transe; e de acalmar-me; a musica preenche todo o salão em um ruido crescente e cacofonico, sinto choques elétricos vindo lingua e num estompido, vem o silencio, a luz acende, a festa vazia, o corpo mais leve, quer flutuar em meus braços, antes que a gravidade o puxe para cima, viro para ver o rosto:
eu mesmo.
:acordei atordoado
dentro da vivência / luísa h

tudo começou quando fui encontrar meu irmão a noite, a gente ia conversar sobre criação e imitação. começamos a tomar um vinho e fiquei muito bebada. No outro dia acordei e não lembrava de nada… reencontrei meu irmão e ele me deu um colar azul anil com prata. Ele disse que na noite anterior a gente tinha brigado, mas reconversamos e ficou tudo bem. Seguimos caminhando e encontramos outros amigos, entramos num bairro com casarões antigos em madeira onde moravam várias famílias negras. Uma delas nos chamou pra confraternizar com eles, foi muito legal. Eles estavam se preparando para uma cerimonia que aconteceria naquela noite. Nos convidaram para participar dos preparativos.. que eram no apartamento em que morei com minha mãe durante minha infância. Lá os irmãos da família estavam vestindo uma indumentária azul celeste com muitos brilhos suaves e um deles estava pintando um quadro para levar. Fomos até o local do ritual e me disseram que eu estava como iniciada, comigo estava uma amiga muito querida que nao sei quem é, mas o sentimento era de muito afeto e proximidade entre nós. Começamos entrando no espaço e o lugar era um hospício, eu não sabia quem era "lúcido" ou não. E uma mulher falou pra mim: vc eh nova neh, nao ta acostumada. Entramos numa sala e começaria o ritual, disseram que eu não podia estar ali. Mas continuei… me passaram água de cheiro, senti um tom amarelado se espalhar em mim. Logo uma médium incorporada me disse: vc não está se relacionando no amor de uma forma correta, mas deves seguir tentando.. Só respondi que fiquei confusa, porque ela havia sido bem densa na forma de falar isso. Saímos da sala e ficamos na parte de fora da casa. Era um lugar no meio do nada.. Saí para ir embora e encontrei um conhecido de sp, fomos caminhando juntos por uma estrada de chão batido onde tbm encontrei pita e parra, dois argentinos q conheci em jujuy. logo estavamos todos proximos de um rio com uma mata abundante. estava com a gente uma lontra e um dog também. queriamos chegar a outra margem do rio, para isso precisavamos atravessar a nado. fiquei ajudando o dog pq ele nao sabia nadar e a lontra começou a ficar braba. qndo chegamos no outro lado tirei o dog da agua e a lontra veio me atacar, ela me mordeu no punho esquerdo. mas a carinha dela já era de outra coisa, parecia queimada. ela soltou meu braço e veio em direção ao meu rosto. daí eu acordei sem ar.
Foto de paisagem urbana / li

Eu morava em um novo apartamento, 2o. andar, de frente, mas achava um lugar perigoso. Sai na rua e achei linda a quina de uma esquina, tinha árvores floridas e folhas caídas ao chão, nas cores lilás, azul e laranja, iluminadas por um lindo raio de sol. Fiz uma fotografia e ao visualizá-la, observei que a paisagem da foto havia se transformado na imagem da Virgem Maria.
meu amigo era um peixinho / Avê

Sonhei que meu amigo thiago tinha virado um peixinho bem pequenininho
e ele tava num aquário enorme, a gente ficava procurando ele, chamando e tal.
Aí o joão apareceu e o peixinho thiago começou a pular pra fora da água... nós falamos que ele tava fazendo nado peito.
Ele era peixe, mas podia respirar fora da água.
Eu coloquei ele em cima de prancheta pra pode se comunicar... eu escrevi Sim do lado direito e Não do lado esquerdo e perguntei pra ele: Você quer ficar fora da água junto com a gente e dar rolê? Ele saiu pulando pro lado esquerdo onde tava escrito Não. E daí eu fiquei triste.
5 energias do sol / Avê

Sonhei que fui chamada no meu antigo trampo (que era no estado) pra trabalhar pela defesa das 5 energias que vinham agora do sol e interferiam de maneira emancipadora na mente das pessoas. A minha supervisora, que antes era uma pessoa super apegada aos cabelos, raspou toda parte da frente da cabeça e fez uma tatuagem de linha atravessando a testa.
O embalsamador / Avê

Éramos marginais de rua, leprosos e deformados num lugar sem asfalto. Minha boca era uma argola e eu dizia pra outros deformados colocarem o dedo dentro pra sentir como era, que eu tbm era diferente, num sentimento de comunhão.
Passou um ônibus naquela rua e eu entrei. Estava cheio e fiquei de pé. No meu lado um senhor negro, grisalho, com roupa simples, mas elegante. Desci do ônibus com ele e o acompanhei. Era uma grande ocupação, com muitos barracos e feiras. Ele disse que ia num velório e que era embalsamador.
Chegando lá, parei na porta, não consegui entrar. O cheiro do bálsamo era bastante forte, causava mal-estar não só pelo respiro, mas pela lembrança da morte. O embalsamador avaliava as peças do corpo já dissecadas, naquela tarde a perna completa valia dois mil reais. A família presente ouvia atentamente, mas algumas pessoas não conseguiam entrar no recinto.
O galpão branco em que o velórios foi feito hora ficava cheio, hora vazio, mas no momento da avaliação poucos quiseram ficar, seria talvez constrangedor.
Quanto valeria as peças de cada um que ali se encontrava? A flores que vi eram somente vermelhas.
O embalsamador, pelo visto, viaja longas distâncias.
viagem e urso pardo / Avê

Sonhei que eu fazia uma viagem com amigos, mas em nenhum instante pensei no destino.
Num primeiro momento, estávamos num prédio público bem deteriorado, parecia uma escola pública, as pessoas falavam espanhol, a população parecia paraguaia. A gente brincou de falar espanhol, mas ninguém sabia. O lugar estava muito cheio, as pessoas estavam sempre andando, muitos grupos grandes indo em fluxos diferentes. Um urso pardo apareceu correndo feroz por um corredor. Me perdi de todo mundo.
Num segundo momento, tínhamos que passar de carro pela beira de uma praia e a maré estava alta. O motorista era um desconhecido, mas disse que já tinha feito isso antes. Passamos, a água entrava pela janela do carro. Fiquei preocupada se não tinha estragado o rádio militar que tínhamos acoplado no porta-luvas.
Num terceiro momento, sei que estávamos já na Argentina, a estrada estava escura, conversamos sobre voltar.
Num quarto momento, nos movíamos sem carro, hávia muita sacola e coisas soltas pra carregar, cabos, equipamentos eletrônicos.
Num quinto momento, nos arrastávamos pela beira do mar, aquele que já tínhamos passado. Meu amigo disse que havia mais pra dentro do mar, numa rocha grande, uma porta numa árvore, mas pra chegar lá era preciso um barco ou algo que flutuasse.
Num sexto momento, fomos de prancha ou barco, muitas pessoas até a porta no mar. Algumas pessoas foram nadando. Chegando lá, um homem que disse que já tinha aberto a porta uma vez e tentou abrir, mas as raízes da árvore bloqueavam a abertura. Então eu vi que tinha uma porta do lado, igual àquela, mas sem raízes e ninguém tentava abrir porque achavam que estava trancada. Então eu, que era também outra pessoa ao mesmo tempo, mas também era eu, abrimos a porta e ela abriu facilmente. Era uma porta muito grande, antiga, umas três vezes o meu tamanho, tinha um trinco torneado, muito bonito. Quando abri a porta, dentro havia uma mansão enorme abandonada, a luz entrava por frestas, era um cenário muito bonito. Todos entraram rapidamente no local. Na mansão havia uma escada grande em curva pro segundo andar. Olhei pra escada e minha amiga descia dela animada por estar alí. Olhei pro outro lado e num salão grande havia um urso pardo sentado de costas e ele ainda não tinha visto ninguém. Tantei avisar as pessoas, ninguém se importava.

Nunca sonhei com urso antes.
/ Smitha911

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três / lupino

Eu, Singoalla e Emilene fizemos sexo em um comodo especial na casa de Fuks.
Velocidade do céu / li

Caminhava com alguém em uma grande avenida. Observei algo estranho no céu, talvez um óvni, pois via estruturas metálicas. O objeto começou a cair ali, próximo de nós e ao ver despencar logo adiante, vi que era um carro vermelho de fórmula 1, intacto.
Moedas no chão / Binário Armada

Enquanto estava numa sala que mais parecia uma gruta um professor meu passa e de repente caem diversas moedas no chão, enquanto eu tentava pegá-las para ele e ele falava que não precisava e eu insistia em fazer-lhe uma gentileza...
gif/respiraçao/a / rena

nossa galera, eu coloquei um setlist do boiler room pra tocar antes de dormir...um bem calmo e antes disso eu tinha tuitado que achava que minimal-xamanismo combinava mais comigo pq me sinto mto bem ouvindo minimal. enfim... eu nao sei se eu tava sonhando q tava acordado ou se eu tava meio acordado por causa da musica, mas eu nao tava ouvindo a musica....eu sabia q ela tava tocando mas eu so sentia alegria por saber q ela tava tocando....
a base do sonho é.... tem um site chamado meatspace aonde as pessoas conversam por gifs...e no meu sonho tinha um gif lindo e misterioso no meio da tela q era alguem com um pano vermelho eu acho e era uma coisa neblinada....e olhar praquele gif me dava uma sensaçao de conforto, nostalgia, VIDA!
entao eu vi o gif ali no meio da tela perdido sem simetria nenhuma so ali flutuando numa tela gigante branca, e eu nao era nada eu era energia nao tinha um corpo... ai derrepente eu vi o nome da lu (luiza só, amo d+ um bjo pra vc lu) em layout de facebook em negrito ou arial black sei la.... mas ele tava assim meio que conturbado no meio do gif.... ai a lu apareceu meio que em formato de vapor e me abraçou, ai depois veio o nick (nicholas zilz, te amo man espero que sejamos amigos pra sempre) em formato de fumaça tbm e me abraçou e depois que me abraçavam evaporavam ai veio umas pessoas q nao me lembro depois e me abraçaram tbm... ai fiquei sozinho....
o mais curioso e engraçado e demais é que a minha respiraçao me enxia de felicidade , de prazer, tesao etc. toda vez q eu respirava meu tanque de alegria enxia, ai fiquei apenas respirando e respirando e respirando a noite toda... ate acordar com o boiler room de outro dj que ja aproveitei e conheci e gostei.
Tailândia com a Lara / Hannap

Sonhei que eu estava com a Lara na Tailândia ou num lugar oriental, diferente.
Eu tava com uns amigos do sul, da faculdade. Eles moravam juntos e trabalhavam juntos.
Só que a minha casa era a casa de Porto Alegre.
Eu ia fazer um trabalho em conjunto com eles.
Na minha casa eram três mulheres que moravam.
Elas eram casadas entre si, as três. Uma delas tava grávida.

Eu a Lara estávamos andando pelos mercados da Tailândia e eu resolvi perguntar em algum lugar onde é que comprava maconha. Tinham umas brasileiras que moravam lá e uma delas veio me falar. Apontou e disse: - Fala com a Maria, acho que ela tem.
Aí nós fomos falar com ela.
Ela ficou toda arregalada e foi caminhando com a gente, dizendo que a gente tinha que ter uma receita médica que aí nós conseguiríamos um extrato, mas era um extrato para aplicar na veia.
Tinha que se furar. Aí eu disse: - Aaah, então deixa pra lá. Toda a vez que eu quiser vou ter que me furar de agulha, não acho bom.

A Lara ia andando na frente, no mercado cheio de coisas.
Ia se perdendo e eu gritava: - Ou! ou!
Aí ela ficava ligada, me olhava. E ela ia andando por tudo, olhando, bem interessada nas coisas.
dedo jacaré / lupino

Uma infestação de jacarés. No campo de São Bento eu consegui capturar um filhote de jacaré pequenino. Ele se enrolou do meu dedo indicador e me deu uma mordida, não doeu e eu fui levando ele desse jeito até encontrar o pessoal, nós iríamos nos apresentar e o rio de janeiro estava em guerra. Gigantes enormes estavam destruindo a cidade e a população se escondia durante essas invasões. Ficar na rua não era tranquilo. Fui até uma loja que vendia muitas coisas, o jacaré no meu dedo ainda. Encontrei um aquário perfeito pra ele, mas eu sabia que ele ia ficar enorme e eu ia ter que devolver ele pra natureza. Alguma coisa aconteceu, alguém bateu na minha mão com força e o filhote ficou destroçado, joguei no chão e deixei. Voltei andando pelo mesmo caminho e me deparei com mais jacarés, maiores. Dois vieram ao meu encontro, me abaixei e consegui controlar eles, me obedeciam. Um branco/albino e um verde. Eles eram lindos. Sem perceber vi que estava sendo observado por um conhecido, ele estava tirando fotos com o iphone do que estava acontecendo. Era eu abaixado de costas e os dois jacarés comigo. Pensei que poderia ser uma ótima foto para divulgar o nosso projeto nas redes sociais, meu rosto não aparecia e a intimidade com os jacarés impressionava.
Vida com famosos / li

Eu era casada com o Serge Gainsbourg. Estávamos deitados na nossa cama e eu não sabia se falava para ele cuidar que estava com papada. Ele foi dormir e eu fui ao teatro encontrar amigos. Chegando lá, encontrei Albert Einstein, que antes de sentar conosco, se encantou por uma vedete da peça.
/ Smithe865

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Dentes no inverno / li

Estava na Alemanha, era inverno e da janela do meu quarto eu avistava um corredor para a a neve que caía passar, que era intensa. Tive medo, mas falavam que era normal, e pelas outras janelas da casa, via que não era tanta neve. Caminhei pela rua e vi que meus dentes da frente estavam separados, quando os toquei senti todos os dentes se movimentarem, todos moles. Queria dentista imediatamente, para não perder meus dentes.
Constrangimento no banheiro do Jô Soares / Hannap

Sonhei que eu estava numa casa enorme. Era noite. Era a casa do Jô Soares.
Tava tendo uma comemoração lá, muito grande. As pessoas iriam dormir lá.

Dormi e acordei bem cedo. Sai da casa onde todos dormiram e caminhei pelo gramado.
Fui até a ponta do terreno, na beira do mar, onde tinha uma casinha. Era o quarto do Jô Soares.
Essa ponta do terreno era tipo a pista do aeroporto Santos Dumont, pois tinha um asfalto até a beiradinha da água.

Me deu vontade de fazer xixi. Resolvi fazer ali no banheiro do quarto.
Abri as portas de vidro da casinha e deixei o vento entrar. Estava um clima muito agradável.

O resto das pessoas, a Marina, a Joana, estavam na casa central.

Fui até o banheiro. Era bonito, grande, aberto para o quarto.
Tinha um vaso sanitário diferente, adaptado pra gente gorda.
A tampa do vaso estava meio mijada. Um xixi velho, amarelo, colado.

Comecei a mijar e de repente começaram a entrar pessoas pela porta do quarto/casa.
Primeiro entrou o Didi Mocó (Renato Aragão), me viu mijando e sacaneou:
- Aí pissite, Aí mixaria. Cortaram foi?
Eu ri. Depois entrou o sargento Pincel, o Dedé e depois a Nathália Timberg.

No fundo do banheiro tinha uma porta que dava prum salão de festas.
O banheiro era camino para essa sala. As pessoas estavam indo lá para a comemoração.
Era muita gente. Todo o elenco importante da Globo.
E eu mijando sem parar e sentindo muita vergonha.
O meu xixi não acabava nunca.
Eu pensando porque eu não tinha trancado a porta.
As pessoas passavam por mim para irem ao salão de festas.
Era constrangedor.

Meu xixi trancava quando as pessoas passavam.
Depois de algum tempo eu consegui terminar mais ou menos o xixi. Sem tranquilidade.

Saí da casa e encontrei minhas amigas sentadas no gramadinho, olhando o mar.
Contei o que tinha acontecido pra Marina e me senti mais aliviado.
Frequências médias / Hannap

Em uma sala de aula estava rolando uma gravação de áudio, pra dublagem de uma peça.
Tinha um cara interpretando um papel e estavam gravando a voz dele.
Tecnicamente estava saindo muito ruim e eu, que estava ali assistindo, comecei a conversar sobre o som.
Tinha muito ruído, som abafado e falado pra dentro.
Comecei a falar sobre as frequências médias, que deviam ocupar mais o espectro dessas frequências. Nessa hora passou na televisão um clip de surf music. O som tinha muitos médios. O PH estava ao meu lado e confirmou que a música se ouvia bem por conta das frequências médias.

De repente chegou a polícia, gritando e fizeram um desenho no quadro negro. Nós tínhamos apagado o quadro-negro quando entramos na sala e o que estava desenhado eram provas de um crime.
Então a polícia redesenhou para poder ter alguma coisa.

Eu estava conversando com alguém pela televisão, que era tipo um skype, explicando sobre as frequências médias. O pessoal que estava produzindo a peça e gravando o áudio era muito ruim.
tsunami de boa / luizaso

sonhei que eu e alguns amigos estavamos na beira de uma linda praia, cheia de coqueiros, fazendo uma prova.mas era uma prova de alguma coisa interessante tipo construção com bambus e alguns calculos simples. eu não sabia nada e fiquei tentando colar. aí começou um tsunami,todos correram e eu não consegui porque fiquei tentando salvar meu caderno. a agua vinha em ondas gigantes e eu tinha medo mas ficava tudo bem quando ela me afogava eu voltava respirava e tudo com o caderno na mão. então veio um barco e me resgatou, nele tava minha amiga laurine que era a professora que tinha dado a prova. a gente se segurava no mastro do barco e deixava as ondas virem, ficavamos afogadas aí passava vinha o ar o sol e a gente dava risada, até que vinha a próxima...e assim até acordar.
Nutrição pelo leite do peito / Hannap

Sonhei que eu estava num lugar com a Lara.
Nós chegávamos de avião e pegávamos um ônibus pro outro lado do rio. Tinha um rio do lado da pista do aeroporto. A gente tinha que fazer uma hora e foi pra esse lugar pra almoçar.

Na volta eu não lembro direito o que aconteceu, acho que estava em casa, depois fui num restaurante, tinham vários amigos, conhecidos da Tátil e de outros lugares. Tinha alguém fazendo aniversário na mesa do restaurante. Eu fiquei sozinho lá. Foi todo mundo indo embora e de repente chegou a Ana Freitas. Fazia muito tempo que eu não via a Ana Freitas. Eu estava super excitado com vontade de fazer coisas e ela tava calma. Quando ela me viu ela conversou comigo, sério. Fez uma entrevista comigo e eu fui me acalmando, fui vendo as coisas que não estavam muito bem na minha vida, fui percebendo.

Ela tava super bem. Ela me disse pra fazer uma massagem nela, que ia ser bom pra mim. Massagear a barriga e o peito dela. Eu comecei a massajear a barriga dela e ela disse pra começar pelo peito. Eu pegava nos peitos dela e mexia. Ela disse que eu devia mamar nos peitos dela, chupar o leite dela, apertar, massagear bem os peitos; que as crianças da Áfica, de algum lugar da África, se nutriam por ali e que eu tinha que me nutrir também.
Era uma viagem meio ancestral. eu fiquei lá apertando os peitos dela e chupando. Eles eram ocos. Dava pra sentir um ar entrando dentro da minha boca. A Ana tava me cuidando, tava me nutrindo de alguma coisa que ela percebeu que fazia falta em mim.

Depois ela me convidou pra continuar fazendo essa massagem na casa dela com mais calma; pra massagear a barriga, porque depois da massagem nos peitos ela foi embora.

Apareceu a Marília Gabriela com o Evandro Mesquita fazendo uma entrevista e ela perguntou se ele não tinha vontade de dar o cu e ele disse que era louco por isso. Aí todo mundo rio e ele deu.
Acordei com vontade de encontrar com a Ana.
Morar na Pedra da Gávea / Hannap

Sonhei que eu estava com a Lara e com o Huan, eu acho.
A gente tava na pedra da Gávea. Em cima da pedra.
Era outra geografia ao redor da pedra porque dos dois lados tinha mar.
Dava pra descer com cuidado até o mar.
Nós subimos até o topo e haviam algumas construções feitas pelo homem pra facilitar a caminhada. Umas escadinhas e uns túneis. Nós estávamos comentando como seria bom poder morar lá.
Quando fomos voltar passamos de novo pelo cume da pedra para poder descer do outro lado e vimos uma obra acontecendo.
Finalmente haviam começado a construir na pedra da gávea. Aí o Huan (que agora era o Dé) foi na frente, passou agachado por dentro de um tunelzinho de tijolos. Nós haviamos passado por dentro dele na vinda. Na hora de eu passar o tunelzinho já estava caindo. Então eu empurrei uma parede do tunelzinho e o túnel caiu, desmoronou. Aí eu fui por cima do túnel desmoronado de mãos dadas com a Lara. Aí vimos uma escada bem feita de concreto, subimos nela e chegamos num lugar que já estava todo construído, o chão. Uma laje. Ficamos muito felizes. O Huan estava muito feliz e comentamos que aquela era a chance de deixar esse terreno pros mais pobres pra não superfaturar aquele lugar onde cada casinha podia valer 2 ou 3 milhões.
Mas a gente sabia que aquilo não ia acontecer, que seria caríssimo morar lá, porque os políticos tinham interesse em transformar aquilo num lugar muito caro, de elite.

Som noturno / li

Eu dormia fui dormir num galpão, dividia o quarto com uma amiga ou prima. No meio da noite acordamos com todos os animais do mundo gritando.
Sobre pão, lama e medo / li

Encontrei LV e MJ perto do bairro Bomfim, em Porto Alegre. Elas pararam para comprar um pão da moda, em uma carrocinha de pães, dessas estilosas, lindas e com receitas interessantes. MJ pediu um pão chamado "bunda de bebê " e fomos comer em algum lugar. Era noite e as duas conversavam e escolheram irmos num parque abandonado. Eu fiquei para trás, estava com receio de entrar, o parque tinha muito lodo e era noite. Percebi que me perdi delas e logo um motoqueiro passou, me olhou e apontou uma arma. Me joguei no chão, o motoqueiro chegou perto e jogou a arma velha e suja para eu pegar.
Assassinato sem querer / Hannap

Sonhei que estava na casa de alguém, jogando video-game. Era um jogo de skate downhill. Muito legal. O personagem se deitava no skate para descer.
No meio do jogo eu lembrei que já tinha matado pessoas naquele lugar. Tinha sido acidentalmente.
No meio de uma discussão com um cara (Daniel Furlan), ele veio pra cima de mim, meio debochando e eu o empurrei. Ele caiu num canto do quarto onde havia um espelho d'água atrás de uma mureta. Submerso nessa água haviam dois vergalhões de aço. Ele caiu de costas sobre os vergalhões, que atravessaram seu peito. A segunda pessoa morreu em seguida, do lado da primeira, de um jeito que eu não lembro. As duas mortes haviam sido acidentais, mas eu estava irado com as vítimas. Fiquei mal, preocupado. Minha vida tinha se acabado ali.
Eu seria preso. Muita tristeza. Queria me entregar para a polícia. Apesar de não ter tido dolo, intenção de matar, eu tinha culpa pelas duas mortes. Fiquei louco, descontrolado. Comecei a quebrar todo aquele quarto. Eu não queria ter matado ninguém mas agora estava tudo acabado. Queria que tudo mais se fudesse. Lembro que quando me acalmei decidi me entregar no dia seguinte para a polícia. Esse dia era agora. Eu estava no mesmo quarto e quase havia esquecido o que tinha acontecido. O quarto estava todo reformado, não existia mais espelho d'água e na parede onde aconteceram as mortes havia uma televisão enorme, onde eu estava jogando video-game. De qualquer maneira eu sabia que logo mais eu seria preso.
Caixa skate e renúncia da Dilma / Hennap

Sonhei que eu tinha ido pra uma agência dos correios junto com mais duas amigas, talvez mais gente.
Era um lugar chique, as pessoas esperavam todas arrumadinhas.
A gente chegou bem tímido lá.
Aí, de repente, eu peguei uma caixa, tipo uma caixa do sedex, pisei em cima dela e comecei a fazê-la de skate.
O chão era bem liso então eu vinha correndo, pisava nela e deslizava.
Eu fiquei fazendo isso várias vezes, girando, deslizando…
Eu e as pessoas que estavam comigo começamos a conversar alto, falar em outras línguas e a comentar notícias do Brasil.
As outras pessoas que estavam lá foram reagindo, algumas riam, outras ficavam espantadas.
A gente começou a fazer festa, se soltar. Eu andava prum lado e pro outro com aquela caixa, deslizando.
A gente tava muito feliz, esperando alguma coisa acontecer.
Quando a gente saiu de lá começamos a ouvir alguém que passou na rua e falou que a Dilma tinha brigado com o Lula, que tinha saído na mídia que ela iria pedir pra sair da presidência no dia seguinte.
Xingaram ela. Ela estava sofrendo uma perseguição.
Era um cara bem novo que passou falando no telefone que ele iria na passeata, na manifestação para tirar a Dilma.
Eu chamei ele pra conversar e entender mas ele não sabia explicar muito bem o que tinha acontecido.
Eu e minhas amigas ficamos com a impressão de que tinha acontecido alguma coisa sexista pra Dilma querer renunciar e ir embora.
Vestido em momento místico / li

Eu ia casar e havia escolhido um vestido branco, de noiva, para a cerimônia do cartório. Negociei com alguém que alugava vestidos, pela internet.
No dia do casamento fui com minha mãe buscar meu vestido. Estávamos no centro da cidade, e o endereço era em uma decadente galeria comercial. Procuramos e nenhum estabelecimento parecia oferecer o serviço, quando entrei em uma escura e vazia loja, com apenas um balcão para atendimento, sem mercadorias. Percebi que a atendente estava sentada encolhida, no canto. Ao me aproximar para falar, a percebi como em êxtase, quando olhei para o balcão e percebi que ali havia uma mulher velha deitada, estilo cigana, e sua cabeça coberta por uma meia grossa, falando um idioma estranho. Senti que atrapalhava um momento místico e sai rapidamente, tentando fazer que minha mãe não percebesse a cena presenciada. Entramos num escritório próximo e logo chegaram as duas mulheres da loja, trazendo meu vestido de noiva. Um homem idêntico ao Fernando Pessoa, junto de padre de batina, entraram no local, cumprimentaram intimamente as mulheres e só me cumprimentar, todos fizeram estranho gesto sobre meu peito. Não sEnti bem e não queria mais usar o vestido.
Estrogonofe da discórdia / Hannap

Eu queria convidar a moça que trabalhava na casa do Antonio para comer um strogonoff com a gente (eu, ela, Antonio e Ju), mas ela tinha dito que não.
Mesmo assim eu fui no curso que ela tava fazendo. Era um curso tipo o Procedência do Charles. Falei com a Claudia, que organizava o curso, e pedi a liberação dela para o jantar de estrogonofe. Eu e o Antonio fomos até lá e depois voltamos de carro. Ele tinha um carro novo, bem grande e estava um pouco atrapalhado com a direção. Tentamos estacionar mas não havia um lugar seguro. Enquanto buscávamos uma vaga uma criança que engatinhava por ali entrou no carro. Ele encontrou uma rampa de madeira podre. Soltou o carro ali. O carro deslizou, raspou na parede e arranhou a lateral. Mas ficou estável e ele resolveu deixá-lo ali mesmo. Eu estava fora do carro e avisei sobre a criança. Ele tirou a criança de dentro e subimos para a casa dele.

Encontrei com a moça e disse pra ela que estava tudo certo. Que eu já havia conseguido a liberação dela no curso, que ela poderia jantar com a gente. Ela ficou muito puta comigo e disse que já tinha falado que não queria. Eu fiquei sem graça e pedi desculpas. Ela disse que eu havia sido invasivo por ter ido no curso dela. Me deu um esporro. No fim das contas eu iria comer o strogonoff sem uma companhia feminina. Eu achei que ela tinha feito um charme ao negar, não pensei que fosse verdade que ela não quisesse.

O Antonio começou a me explicar como funcionava a penela tecnológica dele enquanto tomávamos uísque.
No telhado / Rigo Eves

Sonhei que passeávamos naquela escola antiga e que flutuávamos até o telhado da sala abandonada onde realizavam aqueles ensaios musicais para aquela apresentação anual de arte. Nós descansávamos e víamos os bambus e as árvores de flores vermelhas ao fundo. Uma neblina amorosa nos rodeava. Era aquilo a paz.
O Mercadinho de João Havelange - by Wes Anderson / Tuk

Sonhei que eu tinha um mercadinho de bairro em sociedade com o João Havelange. E acontece que eu estava saindo com a mulher dele. Dai eu comecava a contar a historia pra o dono do barzinho eqnquanto pedia umas cachaças. Mas o mais interessante disso tudo era que parecia filme do Wes Anderson. Isso tudo se passava de uma visão de frente de cada prédio com a câmera indo da esquerda pra direita e da direita pra esquerda entre um prédio e outro, entre um personagem e outro, só não tinha narrador mas podia muito bem ter tido.

Saio eu do mercadinho todo feliz e contente e ando pra direita até o prédio vizinho que é o barzinho. Entro e então é uma cena dentro do bar, onde eu peço: "Jão, me bota duas cachaça que eu to feliz pra caramba!" (era pq eu tinha conseguido sair com a mulher do Joao Havelange). E disse também: "E se prepara aí que vai vim outro pedindo cachaça de tristeza!". A câmera volta pro take de fora, vai um pouco pra esquerda entre os dois prédios e pára na mulher do João Havelange, sentada na calçada com a cara suja e uma bicicleta atrás. Ela tá fazendo um cesto de vime, olha pra câmera diz com cara séria e com ar de esperança: "Fazendo entrega pra subir na vida!". A câmera volta no bar e eu continuo. "Dava até filme! Puxa, já posso até imaginar a cena!" e começo a descrever uma cena: "tem dois pilares e o caboclo tá deitado numa rede amarrada nesses pilares com cara de enterro, e eu passo na frente dele. Quando passa por ele na rede, a câmera fica com ele e eu saio da cena. Fica lá mostrando ele!"

E no sonho vejo a minha imaginação e imagino um filme, exatamente no mesmo estilo! A cena que eu imagino tem poucas cores e é exatamente como eu descrevi: eu saio do mercadinho, a câmera me acompanha mas para no João Havelange com cara de enterro balançando em uma rede entre dois pilares, e isso ocupa a cena toda.

Termina a minha imaginação, volta pra cena de eu bebendo no bar. Termino de beber e saio e volto pra o mercadinho. O João Havelange me encontra e diz que quer falar comigo. A gente sai do mercadinho e vai pra um cenário que fica mais pra esquerda do que o mercadinho, e é tipo um beco: só uma parede atrás e umas latas de lixo e uma árvore. Ele começa a dizer: as coisas não vão nada bem. Eu digo: "Não vão? Pois pra mim tá tudo ótimo" e começo a fazer acrobacias no ar, e outras acrobacias usando a parede e a árvore. Aí eu acordei.
Simulação de ataque terrorista / Tuk

Sonhei que faziam uma simulação de ataque terrorista em ny. Eu tava lá e via uma nuvem de fumaça surgir no lugar onde estaria uma das torres gêmeas. Eu tava indo pro trabalho e dei meia volta. Eu estava em uma ponte a pé e era uma ponte levadiça que estava levantada no caminho de volta então comecei a pensar em ir nadando. No fim a ponte baixou e muitas pessoas voltaram a pé. Fiquei pensando o que aconteceria se a ponte levantasse com aquela galera em cima. Tinha uma entrada para o metrô no meio da ponte para um linha de cor laranja e então entrei para pegar o metrô pensando "deixa eu voltar pra casa antes que desativem o metrô". Já estava sem luz na estação e eles diziam que quem tivesse luz podia ir até a plataforma. Dai eu fui com a luz do celular e mais gente foi assim tb. Era um trem de uma linha laranja e eu morava perto de uma estação dessa linha. Chegou um trem e eu não sabia se ele ia pra norte ou sul mas ele chegou na plataforma do outro lado. Algumas pessoas pulavam nos trilhos pra pegar aquele. No sonho as torres gêmeas estavam no norte da ilha então eu precisava ir pro sul, então perguntei pra alguém, porque os mapas estavam destruídos. Nisso o trem chega no lado da plataforma em que eu estou e eu entro. Lá dentro pergunto pra alguém se vai pro sul e ninguém sabe me dizer. Chegamos na estação seguinte que era a última e o metrô sobe para a superfície e vira um ônibus. Estamos passando perto do central park e pessoas estão arrancando fios elétricos super grossos do chão. Os movimentos deles eram como se eles fossem de computação gráfica. Ai o ônibus deu uma virada em um lugar que parecia aquele retorno na frente do parque do Ibirapuera onde tem a árvore de natal, e ali eu notei que um cara com o rosto coberto estava falando algum idioma de origem árabe e ameaçava o motorista de morte. Abrindo o Google no meu celular, a página principal tinha um doodle de terroristas e a página estava em aramaico transliterado pro inglês. Pensei que eles estavam fazendo uma simulação super real e acordei.
sonho 25 de fevereiro / vivi

estou numa loja grande que parece um desses garden centers. Um galpão grande e arejado com alguns bancos e plantas.
De repente eu vejo um avião muito grande, branco e azul, girando meio desgovernado e muito próximo de colidir. Ele vai caindo, mas não explode e nem faz barulho. Ele só some de vista, parecendo que pode explodir a qualquer momento. Ao mesmo tempo as pessoas vão evacuando a área saindo para uma avenida/estrada meio que juntas. Eu lembro que na correria deixei minha bolsa para trás. Como não havia pânico, eu volto, ainda com medo de acontecer uma explosão.
Eu tento correr na área do galpão, mas meus movimentos são lentos. As pessoas estão ainda se retirando da área, mas não tem pânico. Tem crianças e pessoas de todas idades.
Eu encontro minha bolsa. E depois acordo.
/ apta

- sonho do dia 8 de Fevereiro -
Era uma papelaria super bonita, cheia de coisas legais tipo uns cadernos fofinhos e coisas claramente vindas do japão. Entre elas, um conjunto de lapiseiras cujo desenho era um gatinho. Eram duas, uma rosa e uma amarelinha ou azul (nao recordo direito, era uma cor bem pastel) junto com as lapiseiras vinham dois ecstasys. Era almoço e meu pai me forçava a tomar um dos ecstasy, ele nao descia de jeito nenhum, ficava parado na minha garganta de um jeito meio pastosos horrível, estava aflita, nao queria ficar louca na hora do almoço, mas ja era tarde demais. Todos comiam e eu olhava engraçado pra comida.
Droga estranha da vizinha chic descabelada / apta

-sonho do dia 9 de Fevereiro-

Estou procurando um lugar novo pra morar e encontro tipo uma pensão para mulheres. O lugar é deprê. Frio, azulado e meu quarto nao tem porta, ele da para tipo uma cozinha onde tem uma mesa umas cadeiras e as pessoas passam por ele. Nao gosto do lugar mas é ali que vou ficar. De repente, esse lugar se transforma num apto meio decadente e chic, ele é todo arrumado e arredondado, mas é meio caído e cafona. Uma mulher toca o interfone e sobe. Ela é uma senhora muito arrumada mas meio descabelada, meio acabada tambem. Ela estava la pq ia vender um tipo de mdma novo para uma outra mulher. Ela me mostrava e o mdma além dos cristais tinha também uns pedaços de papel celofane vermelho junto, era uma droga vinda da Holanda super nova. A mulher faz a transação no meu apartamento e eu fico meio aflita. No dia seguinte eu peço um pouco da droga para experimentar, fico com um pouco de medo pq a mulher diz q tomou na noite anterior e ficou meio mal, mas mesmo assim além de me dar ela toma mais e insiste muito para eu tomar com ela, fico assustada. Ela fala do marido, e que mora bem perto de mim, é minha vizinha.
Mercado com um tarado / apta

Eu estava no mercado com meu pai, a Carla e meu irmão. Eu tinha uma lista de coisas a comprar na mão e eles me ajudavam. Eu carregava uma cesta e ela ia ficando pesada demais conforme eu ia colocando as coisas. Lembro de alguns itens da compra; uma massa de bolo chamada Danscschen Cuca, alguns produtos de limpeza, um requeijão. Eu ficava tentando achar coisas que me agradassem também tipo um leite de arroz ou aveia, mas só encontrava uns leites de soja, isso me deixava irritada, lembro tambem de ficar nervosa pq no mercado não tinha nada do que eu gostava muito.
Na hora de pagar estava no caixa (aparentemente meus pais nao estavam mais comigo) e um sujeito muito nojento me da uma encoxada de frente, fico muitissimo puta com o cara e dou um escandalo. Ele começa meio baixo e de repente o mercado inteiro para para olhar e faz um silencio. Estou num outro caixa falando com o gerente sobre o ocorrido, falo com muita raiva e angustia. Chego pro nojento e digo "eu sou uma bruxa, ninguem mexe comigo desse jeito, meu corpo é fechado, pra me tombar vai custar muito seu nojento" e fico indo e voltando do caixa do gerente pro caixa onde o sujeito ta xingando. Ai o Dimitre surge pra me resgatar, tenta pegar o telefone pra ligar para um taxi mas eu quero sair logo. O sujeito nojento chega perto da gente e fala "ah é seu namorado é?" e começa a tipo se esfregar em nós dois, nessa hora não sinto só raiva, mas sinto muito medo também, percebo que a coisa é meio séria e que o sujeito é igual o anão que não é anão do Carnivale, peço pro Dimitre pra gente sair correndo. Saímos e eu quero ir o mais rápido possível. Ai me dou conta que tenho um saco de pao de queijo nas mãos mas comprei eles meio frios e crus, tento aproveitar alguma parte boa deles mas nao tem. Continuo fugindo do mercado com medo do tarado encontrar a gente, estou num local de ruas bonitas e com flores e trepadeira nas paredes das casas, vejo uma mulher voando e balbuciando alguma coisa sobre alguém.
Nossa Senhora / li

Estava no centro de uma grande cidade, com minha mãe, tia L e primos.Caminhávamos e de repente paramos num parque, com muitos carros estacionados e pessoas conversando, quando senti uma sensação estranha, ocorpo ficou aquecido e relaxado, como a temperatura perfeita, uma sensação de bem estar absoluta e uma forte luz rosa e dourada que passavam grande energia, quando percebi que uma grande imagem de Virgem Maria aparecia no céu, no meio da luz. EU não conseguia me relacionar com as outras pessoas ou falar, pq a beleza era algo intenso e infinito. Olhei para os queestavam comigo e ninguém mais via.
salamandra / Dora

eu colocava uma salamandra meio preta meio vermelha num copo de vidro com agua perto da janela do meu quarto. ela se mexia muito la dentro e saia do copo as vezes, me deixando com um certo medo. ela me encarava e ficava quase me provocando porque saía da agua como se fosse fugir ou me atacar, mas depois mergulhava de novo.. Num determinado momento surgiu um filhote de salamandra perto dela, ela comeu ele mas ele se refez. Isso se repetiu algumas vezes.
Cristo Redentor e o envelope de proporcionalidade / dmtr

acabo de sonhar com uma visita onde um cara me contava que o cristo redentor havia sido desenhado dentro de um "envelope de proporcinalidade" fazendo parecer mais imponente quando visto de baixo, tal qual o colosso de rodes. Acordei pensando que faz sentido apesar de nunca ter ouvido falar disso.
Escalda pés em Praga / Hannap


Sonhei que eu estava em Praga. Na casa de uma mulher que eu não sei quem é.
Eu via um capítulo de uma novela onde alguém simulava um acidente de carro. Um atropelamento.
Alguém fantasiado de coelho gigante fingia ser atropelado por um motorista que estava desesperado fugindo.
O motorista ficava com a impressão de ter cometido um crime. Era uma novela brasileira e estava passando simultaneamente no Brasil e em Praga.

A casa dessa mulher era bonita, pequena. Com janelas para outros prédios.
Era um pequeno apartamento. A mulher tinha um filho pequeno, bebê e uma filha mais velha.
Eles falavam em francês. Eu fazia um escalda pés e tomava um chá.
Não conseguia me comunicar direito com ela através de palavras, mas nos entendíamos bem.

Eu estava sentado no sofá da sala fazendo escalda pés mas a água já estava fria.
A Thiana tinha preparado pra mim o escalda pés e o chá. Agora eu queria preparar novamente os dois. Esquentar outra água pros pés e fazer outro chá.
Acho que a Thiana era a filha da dona da casa.

Eu olhava pela janela pensando que eu tinha que viajar. Eu ia pra Paris no dia seguinte.
Pensei que ainda não tinha colocado nenhuma foto da viagem no Instagram, mas já tinha algumas fotos bonitas.

Entrei no quarto da dona da casa. Ela via a novela e o bebê brincava no chão. Brinquei um pouco com o bebê e depois voltei pra sala. Vários alunos da dona da casa apareceram. Eles vinham fazer alguma coisa e me cumprimentaram sentado no sofá. Eu dizia: - Oi, tudo bem? - em português normal. Eles me cumprimentavam em francês mas havia entendimento.
nerds sanguinàrios / gnight

estava na casa de 3 nerds americanos fãs de filme de terror. numa continuação do sonho descobri que eles faziam desenhos animados estilo catdog e ren&stimpy para crianças.
estava là porque estava visitando o meu ex-namorado, que morava com eles.
a personalidade desses meninos-homens me dava a impressão de que poderiam me matar a qualquer momento, rindo.
então eu era o mais gentil possivel, ria das piadas deles mesmo sem entender e tomava muito cuidado para não desagrada-los.
tudo ficou mais tenso pelo fato de eu estar menstruando, justamente no dia que sai mais sangue.
então eu ficava o tempo todo cuidando pra não deixar nenhum traço de sangue, pois como se eles fossem tubarão, achava que isso poderia despertar uma sede sanguinària.
O lobo / Eva

Estava sozinha em uma floresta escura quando me deparo com um lobo, branco com olhos vermelhos, ele corre para cima de mim e morde meu braco e minha boca, como estava gritando de dor do braco ele acaba quebrando o osso do ceu da minha boca, consigo fugir e tento entrar em um predio (um daqueles condominios grandes, com muitos blocos) mas o porteiro nao me deixa entrar, eh quando aparece um casal que diz que vai me socorrer, eu tiro meu osso do ceu da boca e peco para o porteiro me liberar, ele dexia, subo na cobertura do casal, eles sao uma especie de indio, como os indios americanos, e fazem um ritual com lama e essencias, e no final tudo fica bem, meus ferimentos se recuperaram com facilidade.
doidera / Dora

A Yana tinha me arrumado um ingresso pra uma peça do zé celso em que o caetano veloso e a ivete sangalo seriam os protagonistas. Eu me atrasava um pouco e por isso ficava de encontrar com ela la. O teatro era de arena, parecia uma espaçonave e a platéia ficava dentro de uns camarotes muito apertados e com grades, era tudo muito apertado e confuso, mas eu estava já bem acostumada. Encontrava yana e umas amigas dentro de um camarote, era meio complicado entrar ali mas eu conseguia. Então o teatro começava a se locomover justo quando o Caetano veloso entrava cantando de mãos dadas com a Ivete. O teatro andava rapido e me dava um certo enjoo. Ele ia até uma gruta em realengo perto de um tunel, e a platéia era orientada a entrar na gruta. La dentro eu percebia que estava faltando um ator na peça e então eu na mesma hora o substituía e fazia uma performance numa poça, eu me sacudia toda e me molhava. Depois rolavam outras cenas por dentro da gruta, eu participava de todas. Quando a peça acabava íamos todos para um coquetel que tava rolando num salão enorme (ainda na gruta) todo bonito, meio no estilo neo classico, cheio de firulas. Um cara influente vinha me dar um beijo e falava que eu estava ótima nesse papel e que eu era uma estrela. Mas ia me batendo uma angústia e uma vontade de voltar pra casa, mas eu não fazia idéia de como sair de lá e tinha a impressão de que ninguém nunca iria embora.
macabro / Dora

Tinha um homem macabro, ele usava paletó azul bic e tinha o cabelo preto repartido ao meio com gel. Ele ficava me dizendo que eu via espíritos e que estava ali pra me mostrar alguma coisa que eu precisava ver. Me deu um incomodo bizarro, queria que ele parasse mas ele ficava me olhando sem parar. Mais coisas perturbadoras aconteceram, mas não consigo lembrar. Acordei tensa.
Gainsbourg e outros pequenos dilemas / li

Estava na área dos fundos da casa da minha avó, quando chegou o Serge Gainsbourg, numa cadeira de rodas. Fui ajudá-lo e percebi que ele não tinha uma perna e a outra estava esmagada. Fiquei de cuidadora de Serge, e percebi que ele era muito chato, quase débil. Logo o deixei para ajudar FC, que enquanto ele trabalhava, ficava me beijando. Chegou o domingo de manhã e familiares do meu pai foram almoçar conosco, uma prima levou pastor protestante para pregar e fiquei confusa com sua sua permanência ali.
Elaine incoveniente / Hannap

Sonhei que eu estava indo pra São Conrado.
Liguei pro meu pai pois ele estava trabalhando lá.
Combinei de irmos no cinema depois do trabalho dele.

Enquanto isso eu passei na casa de uma amiga.
Não lembro quem era, mas era uma mulher com dois filhos, uma menina de uns 6 anos e um menino mais velho, uns 9. Era uma mulher bonita e interessante.

Deixei meu celular no silencioso e fiquei conversando com ela.
Ela me falou de uma apresentação de dança. Achei legal. Quando peguei meu celular vi 14 mensagens e ligações do meu pai. Esqueci que ele iria me ligar quando acabasse o trabalho. Liguei pra ele e ele já havia ido embora do bairro. Fiquei chateado pelo meu descuido.

Mudei de planos e resolvi ir na tal apresentação de dança. Liguei pra Elaine, pra convidá-la. Ela aceitou. Peguei um táxi e passei na casa dela, que também era em São Conrado.

Chegamos no lugar. Era uma fruteira ou um supermercado tipo hortifruti. Lá estavam vários amigos. Gente conhecida da Elaine e da amiga, mãe dos dois filhos. Muitos ex-colegas de colégio das duas. Começaram as apresentações. Eram pequenas coreografias, feitas ali mesmo na frente dos legumes, frutas e verduras.

Estávamos sentados numa arquibancada, eu, Elaine e a amiga, lado a lado, quando, de repente, no meio de uma apresentação, a Elaine começou a falar alto, criticando a dança. Todos ouviam. Ela dizia que o movimento era mal feito, que estava horrível. Ria e debochava da menina que estava dançando. Eu não acreditei que ela estava falando aquelas coisas. Me levantei e sai de perto. A amiga que estava ao lado acompanhou a Elaine pra fora do lugar.
Houve um pequeno tumulto, a apresentação parou. As pessoas começaram a conversar. O Felipinho sentou-se no lugar onde estávamos e começou a falar, mediando a situação. Disse que a Elaine estava louca, que precisava de ajuda, medicação. Disse que aquela cena toda não era para simplesmente chamar a atenção ou coisa de mulher apaixonada. Falou isso em tom de brincadeira, insinuando que eu pudesse achar tal coisa. Eu estava nervoso, me sentia culpado por haver trazido ela. Peguei uma maçã para comer. Era uma maçã enorme, do tamanho de um abacaxi. Não consegui comê-la inteira, ofereci pras pessoas mas ninguém quis.
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Sem querer eu me afastei do mundo / Hannap

Sonhei que eu estava fazendo uma expedição com um grupo de amigos.
Estávamos na Argentina, caminhando numa ponta de pedras. Um lugar escorregadio, onde batia o mar. Às vezes tínhamos que jogar nossas coisas pra cima e depois escalar para pegá-las. Joguei minha bolsa, uma bolinha vermelha e algumas outra coisa. Mas os objetos rolaram nas pedras e foram caindo. Acabei me molhando com as ondas. Todo mundo ficou olhando eu ir buscar uma caneta que havia caído da minha bola e a bolinha vermelha. Me joguei no mar pra nadar até a pedra onde estavam as minhas coisas. A maré me jogou pra cima das pedras e eu consegui subir e pegar as coisas. Mas era difícil. O mar me levava pra frente e pra trás. Não consegui subir na pedra pra voltar com o grupo. Fiquei nadando ali. O Caco estava comigo, mas ele conseguiu subir na pedra.

De repente apareceu um colchão inflável, azul, trazido pelas ondas. Eu subi nele pois já estava cansado. O Dimitre estava lá no grupo de pessoas. Outros amigos também me viam naquela situação. Eu estava tranquilo, em cima do colchão inflável. Mas a maré estava me levando pra longe. Pra baixo, pro sul. Fui contornando toda a ponta de pedras. Fui sendo levado pelo mar. Cheguei até o final que julguei ser a ponta da Argentina. Ainda assim eu estava tranquilo. Tirei uma foto da última pedra à vista. Era a ponta da Argentina. Eu estava em pleno oceano indo em direção à Antárdida.

Consegui chegar até um lugar de terra, desci do colchão e fui procurar alguém. Encontrei uma policial e fui falando com ela. Falei em português, mas no meio do caminho me dei conta, pedi desculpas e comecei a falar em espanhol. Ela era nascida na Argentina, mas havia sido adotada e morou anos no Brasil. Ela me entendia em qualquer língua. Eu disse assim: - Aaahh então vc é metade argentina e metade brasileira. Ela disse: - Não, sou totalmente argentina. Eu percebi que ela não gostava do fato de ter morado no Brasil durante a infância.

Expliquei par ela minha situação mas ela não deu muita bola.
Eu disse que estava cansado, que estava todo molhado, com fome, sem bateria no celular e muito longe de casa. Queria um lugar para comer e descansar.
Sensações / Hannap

sonhei que eu chegava no topo de um lugar.
uma casa simples
que dava pra ver todo o rio de janeiro
era uma casa pequena dentro de um terreno. o chão de concreto. era uma varanda, uma laje, com uma mureta no final. dava pra ver toda a paisagem da cidade, como nunca antes eu havia visto.
uma casa simples em um lugar nobre.

depois eu estava numa escola de artes. um lugar onde rolavam performances.
flagro dois amigos gays transando no banheiro. escondidos.

começou uma coreografia de várias mulheres dançando. todas lindas, eu entro na roda. a líder das meninas me puxa pra ir com ela.
eu aprendo na hora todos os movimentos
ela me gira, gira, eu flutuo. tiro os pés do chão e giro ao redor dela sem encostar no chão.

todos ficam impressionados, como eu estou solto e me divertindo com a dança.
existe uma mulher nesse grupo que me olha. uma mulher que eu acho muito bonita.
estou me exibindo pra ela.

é uma sensação boa
a cidade inteira
as artes
o homossexualismo escondido
o prazer e a sedução com as mulheres
Pequena Cachalote de estimação / Hannap

Sonhei que encontrei uma mulher com um animalzinho de estimação.
Era uma mini baleia cachalote.
O bicho era cinza e tinha o formato de um paralelepípedo.
Tinha aproximadamente 50 cm de comprimento.
Quando ela se mexia as patas apareciam, mas quando estava parada parecia um tijolo.
Um tijolo baleia. Dava apenas pra ver um olhinho na lateral e uma pequena boca.

Era engraçado. A pequena baleia ficava na poça d'água. Havia chovido.
Mas quando começamos a andar ela foi na frente e as suas patinhas brotaram pra fora.
Agora aquele filhote de Cachalote já pareciam um animal terrestre normal.
bebê / Dora

Tinham momentos em que tudo era a gravação de um filme, e outros em que era tudo realidade. Um ator que não sei o nome andando de carro correndo, fugindo de alguma coisa muito grave, dava carona para a Clara M. ela era super legal e tals. eles riam, atravessavam a ponte golden gaite, o tempo tava bonito. bichos enormes mergulhavam no mar molhando todo mundo que estava na ponte feito as baleias daquele parque aquático famoso. eu dizia pra minha mãe que no livro o personagem da clara era mal, mas como ela estava meio resfriada iria sair do filme como um personagem bom. clara se jogava da ponte. eu ia com o ator no carro. coisas que não me lembro bem aconteciam. eu surgia com um bebe no colo, ele era meu filho e eu estava encantada. ficava olhando para os olhos dele e literalmente via o universo. a gente ficava se olhando por muito tempo e eu sentia muito amor. a boquinha dele era muito bonitinha e eu ficava passando o dedo nela, ele ria muito. ficava abraçando ele dizendo que era a coisa que eu mais amava no mundo. emoção
bahia / Dora

eu ia para bahia com o antonio. lá a gente tinha uma pequena discussão meio boba e depois disso ele aparecia com uma outra garota. a gente ia ao cinema e eu sentava um pouco distante. a gente tinha uma relação aberta ou sei la q porra. Eu ficava mt incomodada com ele e a menina, principalmente pq estava ficando sozinha a maior parte do tempo. a priscila aparecia e falava que era mt facil ir embora de avião, o aeroporto nao era longe e eles estavam distribuindo passagens para sao paulo. eu arrumava minha mala com um pouco de medo de ir sozinha. mas ia. no caminho antonio aparecia rindo de mim e perguntando pq eu estava indo embora. ele tava mt debochado. eu dizia que queria viver profundamente a vida sozinha. e ele ria dizendo q só fazia essas coisas comigo pq eu sempre voltava. eu apertava as bolas dele com mta força e depois chutava e falava q era cortadora de pica. rs.
em sp eu ficava meio perdida, mas estava mt aliviada
armário / Dora

estava eu na sala de balé. Tinha muita gente, bailarinos e não bailarinos, e alguns rostos semi conhecidos. no alongamento eu conseguia fazer abertura total e era bem fodona, não fazia feio. Depois começava um treinamento doido, numa arena com obstáculos meio perigosos. Eu estava numa fila esperando a minha vez, de lá podia ver a moça que fazia o percurso todo com uma armadura de idade média. Em um determinado momento ela pisava na lava quente mas não demonstrava nenhum sinal de dor. Na fila, atras de mim, estava uma mina que eu trabalhei junto uma época, ela é loira e linda, parece uma barbie, eu na verdade sempre achei ela meio sem graça, de verdade mesmo, mas todo mundo sempre achou ela perfeita, inclusive ela mesma. Ela faz balé, e na fila ela estava de collant e com cachinhos no cabelo tipo maísa, não parava de se promover contando como era linda e foda. Na minha frente estava uma menina que era da minha escola, ela hoje deve ter uns vinte anos, mas lá ela ainda era criança. Loira e linda também, falava sobre a ginastica rítmica e sobre como era fodaralha. Comecei a ficar meio irritada e triste. Falei que dançava no teatro municipal. me senti um pouco mais confiante, mas ainda assim não desejava passar naquele concurso, muito menos entrar na onda delas. Tudo estava desagradável e eu percebi que estava ali me incomodando atoa, fui embora. Encontrei minha irmã, minha tia, minha mãe e mais alguma galera coadjuvante da família, estavam todos reclamando de alguma coisa. Decidi descer e ir caminhar, mas então ouvi pelo lado de fora a galera da familia falando mal de mim e tive vontade de saber oq eles pensavam sobre a minha pessoa. Me aproximei da janela pra ver se conseguia ouvir melhor, falavam que eu era irresponsável, minha irmã estava enfurecida, minha tia dizia que eu era feia. Vi um armário enorme de madeira próximo a janela e decidi entrar pq pensei q ali daria pra ouvir melhor. Entrando no armário pude ver o Tiago, que estava tocando violão na rua, me olhando com um sorriso paternal. Ele pensava "você não muda, continua uma criança" e eu sorria de volta. Pensava para ele "vem, eu não to brincando aqui to só tentando ouvir melhor". Ele entrava no armário comigo e se encostava do outro lado, de frente pra mim. A gente ria e ficava conversando.
A casa interessante (Recanto dos metal-nazi) / cauli

Eu e meu irmão C. estávamos em cima de um morro de pedra olhando aquela casa em estilo alemão antigo que era por algum motivo muito bonita e atraente. As paredes eram feitas de pedaços grandes de pedra, as janelas eram pequenas, retas embaixo e redondas em cima, ou completamente redondas.

Estávamos dentro do terreno, observando as várias entradas, a mistura de estilos, e como ela tinha uma pequena torre circular com um símbolo esquisito no topo.

C. disse que não tinha gostado da piscina (que eu não vi) porque era muito rasa. Mas eu estava disposto a descobrir quanto valia a casa, porque ela parecia abandonada e podia afinal de contas sair algo bem barato, mesmo que eu não tivesse grana alguma.

Andamos em volta da casa mais um pouco até encontrar um cara muito parecido com Philip Seymour Hoffman arrumando uma porta de vidro. Quando perguntamos sobre os donos da casa, a resposta dele foi meio gaga e em tom de espanto -- E-eu não sei, só estou consertando a porta... O-olha eles ali!

E então chegaram da rua duas das pessoas mais estranhas. Os dois eram homens, na idade e beleza de estarem numa faculdade de ciências da computação, e tinham o cabelo longo estilo metal e desgrenhado. Eram de baixa estatura, mais ou menos 1.60, mas um era alguns centímetros mais alto do que o outro, o que me fez pensar que também eram irmãos.

Então perguntei se a casa estava à venda com a maior cara de pau. O mais alto disse que talvez estivesse. Então falei em como eles poderiam pegar a grana e morar em uma casa ou apartamento com tamanho mais adequado para eles. Ele parecia empolgado com a ideia, mas não soube me dar um preço. Falei que anotaria meu email e que era pra ele me mandar a proposta por lá. Eles concordaram.

O mais alto me deu um papel que parecia um cheque em branco para eu anotar o meu email. Depois de várias tentativas frustradas, pedi para o meu irmão mais velho escrever a merda do email no papel porque eu não conseguia [No sonho é muito difícil escrever coisas, não sai com precisão, a tinta acaba, sai tudo torto, e a gente fica só racionalizando].

Só quando fomos entregar o papel com o email para os dois é que percebi que ambos usavam uma braçadeira preta no braço esquerdo, com um símbolo circular em branco no meio dela. Dei uma olhada de relance para dentro da casa e vi um lugar escuro com vários troféus em cima de uma prateleira. Só então me toquei que o símbolo em cima da torre era o mesmo da braçadeira. Nessa hora entendi o espanto do cara que arrumava as portas.

Nos viramos e estávamos indo embora pelo caminho que nos levaria pra fora da propriedade de uma vez por todas quando vimos o consertador de portas acompanhado de um policial militar, indo em direção à porta principal da casa.

Saímos correndo (o policial sabia que a gente não era da casa, o consertador falou) em busca das nossas bikes. Tive um pouco de dificuldade de tirar a minha mochila que estava presa na bike junto com uma trava. Nesse momento começaram a aparecer outros nazistas. Um deles me perguntou -- Eles te contaram sobre o quarto reich? -- E eu ignorei, subi na bike e desci o morro o mais rápido que pude.
Como os seres humanos dominarão o universo um dia / cauli

Em um quadro branco, explicava para meu irmão T. como os humanos conseguirão tecnologia "infinita" e sobreviverão até que o universo inteiro se apague um dia, para então buscarmos maneiras de ir para outros universos:

Usaremos o lapso temporal causado pela proximidade de um (ou mais) buraco negro para conseguirmos sobreviver. Colonizaremos um satélite próximo a um buraco negro aonde o tempo passa 10x mais rápido do que o "Tempo Normal" (T.N.).

Colonizaremos então outro satélite mais próximo ainda do mesmo buraco negro, ou de um buraco negro maior, aonde o tempo passa 100x do T.N.

As pessoas que ficarem no T.N. ficam encarregadas de gerar conhecimento científico em tempo normal e entregar aos sistemas em fast forward. Para uma pessoa no 100x, ela precisa esperar apenas um ano para receber 100 anos de conhecimento científico terrestre.

O conjunto seria ético pois algumas pessoas gostariam de viver no sistema T.N., sem o medo constante de um vanguardista no 100x que não sabe, exatamente, se conflitos/catástrofes destruirão os outros sistemas em um piscar de olhos, mas que recebem todos os benefícios científicos da mente humana também em um piscar de olhos, o que pode evitar esses mesmos conflitos/catástrofes.
cabeça raspada e piscinas / Dora

eu estava em um lugar que parecia uma espécie de clube. tinha uma galera fazendo uns penteados no meu cabelo e eu estava achando ok. Então percebi que tinham raspado metade da minha cabeça e eu não gostei, achei muito coisa de hipster ou sei la. Mas deixei rolar. subi e desci muitas escadas, ficava passando a mão na parte raspada da cabeça e a sensação era muito boa.
Fui mergulhar numa super piscina, mas meu corpo era muito estranho e feio e eu pensava em como ainda tinha coragem de usar biquini com um corpo assim. depois fui buscar um chuveiro para tomar banho, encontrei muitas amigas também nessa missão. experimentei vários chuveiros e continuei subindo e descendo muitas escadas.
harry potter / dora

depois de uma discussão insuportável com um hippie, me transformei na hermione e encontrei com o Rony. pegamos cada um uma vassoura e voamos em direção a niteroi. a gente voava muito alto e era maravilhoso, vista linda. Então minha vassoura começou a dar problema e eu comecei a perder altitude. Fui cair em um vilarejo bruxo. Lá encontrei o gigante hagrid que me convidou para conhecer sua casa. Comecei a dar mole para ele e então a gente resolveu se pegar. Fomos transar e ele tinha um pau enorme. Mas ele ficava broxando e nada estava dando muito certo. Eu fui bem má e disse "faz uma mágica para manter essa merda em pé". Ele me olhou chateado. ele era o hippie. Me falou "eu sempre faço alguma coisa dar errada entre nos", ou algo assim. me vesti e fui embora consertar minha vassoura. Voei para longe com um gato preso na minha cabeça.
cama/túnel/avião/cassete/parentes / lupino

Pegamos um avião pra algum lugar que eu não sei e percebi que estávamos voando baixo. Fiquei assustado com a ideia de colidir com uma montanha. O avião entrou em um túnel e nada aconteceu, continuamos voando baixo, saímos desse túnel e aguardamos tranquilos o pouso da aeronave.

Estávamos em uma casa com alguns parentes seus que eu não conhecia. Seus irmãos estavam bem diferentes e uma irmã apareceu. O quarto era escuro e ficávamos na cama o tempo todo conversando. Passamos muito tempo colados um no outro e os parentes iam revezando nas sessões de conversa. Saímos desse lugar e eu pude ver que estávamos em uma grande ladeira iluminada por postes de luz laranja. Um grande amigo apareceu e ficou conversando com a gente. Eu passei a maior parte do sonho na cama com você e a sua irmã carregava muitas fitas cassete.
Alguma doença / cauli

Fazia algum tempo eu me sentia sonolento. Não entendia direito, mas as coisas não eram estáveis o suficiente, eu andava meio cambaleando, tudo era um pouco estranho e sem graça. Eu estava com alguma doença.

Fui ver a Dra. Fátima Bernardes, que encontrei num banco de praça, algo meio forçosamente casual (mas pelo menos ela tinha todas as respostas). Perguntei pra ela se eu tinha alguma doença do sono, e ela me disse que eu estava assim porque eu era vegano, e que eu tinha que voltar a tomar leite.

Em casa, contei pra minha mãe na cozinha a ignorância da Dra. enquanto abria a geladeira e no cantinho dos ovos tinha um monte de Yakult e Chamyto. Hmmm como esse treco era gostoso.
Repressão policial contra flamenguistas / cauli

Eu estava com não sei quem, não sei aonde, indo decididamente para algum lugar. Quando, em um posto de gasolina, cerca de 20 policiais revistavam todas as pessoas do lugar que estavam vestindo camisa do flamengo. A situação era tensa, estava tudo escuro exceto pelas luzes vermelhas do camburão e pelo reflexo das camisetas vermelhas. Continuei andando com a pessoa que estava comigo (e por sorte a gente não estava indo para jogo nenhum), mas quando íamos atravessar a rua a situação estava ainda mais tensa.
Um flamenguista branco e raivoso que estava cercado por cinco policiais tinha um agarrado a ele e estava resistindo à investida cruel. Talvez tivessem achado alguma coisa com ele. Ele e o policial se ajoelharam no empurra-empurra e nessa o flamenguista tira a arma do coldre do policial e manda todo mundo se afastar.
O policial que estava agarrado nele apenas olhou para o comandante, como se estivesse pedindo confirmação não verbal, e enquanto o flamenguista bradava e ameaçava a multidão (de policiais), tirou a uma segunda pistola sabe-se-lá-de-onde e atirou na lateral da cabeça do coitado do flamenguista.
O curioso é o que o tiro não fez muito efeito nele, além de deixar ele mais furioso ainda. O flamenguista resolve que a única opção é se suicidar com a arma do policial, e então atira contra a própria cabeça mas a arma não dispara.
Vera Verão / cauli

No sonho, estava no Facebook perdendo tempo, e então vejo um comentário de alguém que tentava explicar que a Vera Verão era apenas um personagem bem elaborado que o Silvio Santos costumava fazer.
Parque Trianon / Laercio

Eu e a Luana estamos andando no Parque Trianon da Av. Paulista, fazendo caminhada e conversando.

Isso aconteceu de verdade num passado distante, e no sonho as cenas estão se repetindo, mas com mais colorido.

Depois de andar bastante sentamos num banco do parque e dou para ela um manuscrito do livro que vou publicar (na vida real eram páginas impressas).

No sonho são folhas de caderno escritas com caneta bic azul.

E enquanto ela lê me vejo escrevendo aquelas páginas enquanto estava parado num congestionamento na Av. Nove de Julho.

Estou escrevendo de novo a história que já escrevi tantas e tantas vezes, sobre a bola de cristal.

Então tudo se mistura: eu escrevendo, a Luana entrando na bola como a personagem do meu conto, a gente caminhando no parque e depois nas paisagens do conto que escrevi.

De repente ela para de ler e faz uma pergunta sobre uma parte do conto e tudo volta ao "normal": estamos sentados num banco do parque, ela está segurando as páginas do meu manuscrito e estou sentado do lado dela ouvindo música num iPod.

Uma menina passa e dá para a gente dois chaveiros de coração com frases da bíblia escritas atrás.
Sonho 19/07/2012 / Cana Davis

O mar se encostava naquela barreira de pedras, feita pelo Hotel para proporcionar uma piscina aos hospedes.

Fiz amizade com 2 animais inexistentes na fauna, uma ave e um mamifero, eles me acompanharam durante todo o sonho.

Peguei uma carona, fui na feirinha da cidade, muitas coisas coloridas estavam sendo vendidas, mas eu so enxergava brincos e isqueiros, os designs mais bonitos, jamais vistos,fiz compras.

Tenho sempre me hospedado nessa "pousada", por mais que durante o sonho ela tenha fachadas diferentes, o interior é sempre o mesmo, simples, humilde, familiar, parece interior do NE, mas esse sonho acontece no exterior.


Pássaro Amarelo / LaisP

Sonhei que um passarinho incrivelmente pequeno, menor que um beija-flor provavelmente, voava insistente em minha direção. Ele segurava no bico uma mecha do meu cabelo e ficava puxando. Muito curiosa, eu o peguei uma vez e depois soltei, pensando que ele estava tonto ou coisa do tipo, mas ele insistia em pegar uma mecha do meu cabelo e puxar, parecia bravo por não conseguir fazê-lo. Acredito que ele queria uma mecha do meu cabelo para fazer seu nicho, peguei uma tesoura e cortei ao meio a mecha que ele estava puxando.
arma e casting pornô / dh

estava em uma cidade e talvez estado diferente de onde moro. não reconhecia o local, mas parecia circular sem problemas. andava com minha ecobag e segurava um lenço na mão.
estava atravessando a rua andando a pé e levando uma bicicleta na mão. ao entrar em um trecho mas estreito que só teria como passar uma pessoa por vez, perguntei ao garoto que estava atrás de mim se ele queria passar na minha frente, ja que estava segurando a bicicleta e acabaria demorando mais, e ele respondeu "não, eu quero seu celular e suas coisas" e tirou de trás das costas uma arma. segurei a mão do garoto e forçando fazendo com que ele acabasse virando apontando para ele mesmo, falei para ele soltá-la. ele soltou e sumiu.

apareci em um prédio comercial com muitos andares e todos muito grandes. parecia estar procurando algo, andava pelos andares um pouco rápido - até que fiquei em um que parecia ter um maior movimento. entrando melhor nele vi três sofás em frente a entrada para uma porta de vidro. saiu uma mulher e um cara nus da porta andando em direção ao sofá. a mulher me olhou e disse "ah! espera um pouco..." e seguiu o homem que já estava sentando no sofá. ele era grande e tinha um pau enorme. olhei para dentro da porta de vidro e vi uma mesa grande e três pessoas bem vestidas sentadas com uma câmera apoiada na mesa apontada para um papel e uma cadeira vazia. entendi que se tratava de um casting para um filme pornô. depois foram chegando mais pessoas e sentando no sofá esperando. pensei se participaria do casting já que já estava ali. mas saí do prédio.
Mulher linda e coisas caras / Hannap

Sonhei que eu dirigia um carro incrivelmente bom e caríssimo.
Um carro baixo que tinha computador, banco de couro, super confortável.
Andei um pouco com ele e estava adorando. Depois estacionei e coloquei a minha mãe na carona e fomos dar uma volta.
Fomos até a casa de uma amiga dela. Eu acho que aquele carro era da amiga dela.

A gente chegou lá, no topo de um morro da cidade.
Era um lugar lindo, no meio do mato. Uma casa discreta, camuflada pela natureza. Minha mãe entrou na casa para procurar a amiga. Eu fiquei do lado de fora, no jardim.

Eu estava com um celular na mão. Lembro que o celular era incrível também. Fuderoso. Lembro que ele custava 150 mil reais. Era um celular que tinha a melhor câmera, tinha acesso às notícias antes do normal dos outros celulares.
Mandei mensagem por ele para alguns amigos e eles se espantaram, porque dizia assim: mensagem enviada do celular tal. Então me perguntaram como é que eu tinha aquele celular. Eu estava respondendo que o celular não era meu, era emprestado, era de alguém que tinha muita grana, tanta grana que não se importava de deixar um celular desses comigo.

De repente eu descubro uma estradinha no meio do terreno e vou andando por ela até chegar num espaço todo de vidro. É uma sala, tipo um jardim de inverno, cercada de plantas, no meio do mato. Um lugar bem simples, ideal para descansar ou meditar.
Uma mulher estava lá.

Sentei pra conversar com ela e nós nos entendemos muito bem.
Não me dei conta que ela era a dona da casa.

Ela era uma mulher linda! Tinha os cabelos castanho escuros, na altura do maxilar, tipo chanel, os olhos grandes. Ela estava com uma camisola de seda, meio transparente, estava nua por baixo, sentada de pernas cruzadas. Dava pra ver sutilmente o corpo dela. Ela era mais velha, devia ter uns 50 anos, mas era muito gostosa. Não era do tipo gostosa de revista, mas era uma mulher tesuda, tinha a pele boa, um cheiro bom, os seios lindos, a cintura fina. Era bem cuidada.

A luz que estava batendo nela era incrivelmente linda. Era uma luz horizontal amarela, que entrava por entre o mato e iluminava o busto dela, do rosto até o meio do peito e o resto ficava escuro. Eu fiquei olhando pra ela, conversando, fascinado por aquela luz e falei: — Nossa! Que cena linda essa que eu estou vendo. Queria poder fotografar, mas não vou fotografar pra não estragar essa naturalidade. Ela me viu pegando o celular e ficou toda durinha, daquele jeito de quem sabe que vai ser fotografado. Eu disse: — Deixa, outro dia eu fotografo.

Eu fiquei com muito tesão nela, ela percebeu e também ficou com tesão em mim. Eu toquei no corpo dela e ela disse pra eu parar porque tinha gente ali. E eu disse que queria voltar pra fotografá-la.

No lado de fora desta sala tinha um relógio de sol bem grande. Eu lembro que o sol batia no relógio e a sombra projetada no chão dava a hora em números. Era uma coisa diferente, bem tecnológica. Eram 3:33 da tarde. Falei que tinha anotado a hora e iria voltar noutro dia, até porque nesse lugar onde estávamos começou a chegar gente. Eram amigos da filha dela.

Eu fiquei fascinado, encantado, apaixonado por aquela mulher naquele instante. Ela também sentiu atração por mim. Eu sabia que aquela seria uma história polêmica, por conta da diferença de idade e pelo fato de ela ser casada. Provavelmente ela devia ser casada com alguém muito rico.

Eu tinha vontade de beijá-la, de viver com ela uma história apaixonada.
Acordei com essa sensação e com desejo por essa mulher idealizada.
Briga no futuro / Laercio

Estou brigando muito feio com a Luana... somos casados e estamos na cozinha do nosso apartamento.

O motivo da briga é porque ela mentiu para mim. Não sei sobre o que. Na minha fúria vejo tudo com um tom avermelhado.

Ela diz que mentiu por amor. Eu retruco que ninguém mente por amor, digo que ela nunca me amou, que nosso casamento é uma farsa desde o começo.

Estamos em algum tempo distante no futuro. A cozinha é toda futurística, parece mais um laboratório científico.

Usamos óculos, tipo o Google Glass, que mostra uma série de indicadores sobrepostos ao campo visual.

Um dos indicadores é o nível de raiva, que está quase em 100%, e há também um alerta de perigo (um ponto de exclamação num triângulo vermelho) piscando sobre nossas cabeças.

Objetos virtuais passam flutuando na nossa frente. Sólidos geométricos. Eu pego um cone e jogo nela com toda a minha força. Ela faz um gesto com as mãos e o cone explode em milhares de pequenas conchas marinhas que caem no chão como uma chuva de confetes.

Através dos óculos dá para ver também as palavras assim que elas saem de nossas bocas. São ameaçadoras como mísseis. Elas voam em direção um do outro mas batem numa espécie de campo de força sem nos atingir.

Numa tela gigante, do tamanho de toda uma parede à esquerda, aparecem cenas do passado... a gente caminhando de mãos dadas num parque, se beijando, aninhados numa cama... como numa tentativa de nos lembrar os bons momentos do passado.

De repente a Luana puxa uma alavanca do lado das torneiras da pia e o chão se abre. Estamos caindo, caindo, caindo e então acordo.
passarinho na perna / li

Passeava na avenida Presidente Vargas, em Santa Maria. Com amigos, procurávamos um lugar para lanchar. Havia muitos cafés com brincadeiras para crianças. Paramos em um bar chamado "tia da moto". Voltei para casa, dormi e acordei sentindo algo na perna direita. Levantei a calça do pijama e vi que tinha um passarinho morrendo ali junto da minha perna. Tentei tirar, mas não conseguia me movimentar direito e entrei em pânico. Comecei a chamar minha mãe e minha tia ME e elas nao respondiam. Eu e o passarinho agonizando, eu por medo, ele para sair. Senti seu bico vindo na minha coxa e percebi que ele era bem grande. Vi ele se remexendo, um pouco de sangue. Ficamos na espera e ninguém vinha ajudar-nos.
Sobre o comportamento de eternidade dos caramujos / t.

Sonhei que um caramujo caminhava nos meus braços. Era algo que me angustiava muito, pela sua textura e também pela sua lentidão. Mas, por mais que eu quisesse tirar ele dali, eu me sentia responsável pelo caramujo e achava que fazer isso seria um ato de descuido e desrespeito com ele.
Personagem sem rosto / Laercio

Estou lendo um romance escrito pela L. Conforme eu leio, as cenas acontecem de verdade.

A história transcorre normalmente e de muitos detalhes eu não me lembro, mas de repente aparece um novo personagem.

Esse personagem é bem construido na história, mas na cena que acontece de verdade ele não tem rosto, nem nome...

A protagonista é apaixonada por ele, mas eu sinto que tem alguma coisa errada.

Eu leio o livro e vejo a cena se desenrolando a minha frente: O homem sem rosto se levanta do piano que estava tocando e se curva brevemente para a pequena plateia ao seu redor que aplaude entusiasmada.

Ele caminha pelo tapete felpudo que forra o chão da sala e sai pela porta de vidro para a chuva lá fora. Os aplausos continuam. Umas dez pessoas vestidas elegantemente em volta do piano.

L. está entre elas, aplaudindo com mais entusiasmo do que todos, um pouco exagerada até, eu diria.

Lá fora uma trovoada muito forte espanta a todos, eu inclusive que não estou lá. Apenas assisto a cena. E fico pensando que a roupa do Sr. X vai se estragar.

No canto da sala tem uma máquina xerox e duas meninas estão brincando com ela. Estão tirando cópias de uma foto que não param de sair da máquina e saem voando pela sala. Todos pegam as folhas para olhar.

É uma foto da esposa do Sr. X, que misteriosamente também não tem rosto. Eu também pego uma dessas fotos, e nas minhas mãos, a pessoa na foto (que não tem rosto) começa a chorar, molhando meus dedos com lágrimas.
M. na Rua ~ Curso de música pitagórica na Itália / dmtr

Sonhei que estava na associacao rural e ia acontecer um evento. tipo a M. na Rua, e iria ser uma transmissão ao vivo mas so haviam duas pessoas ali, não sabia se era pro público ir ou não. Era em algum momento da madrugada e todos estavam esperando algo. Soube que era um cara que trazia champagne pra um evento paralelo mas se vc pedisse ele servia também. uma espreita alcoólica.
Haviam caixas de som amarelas integradas na parede e outras soltas. as amarelas eram bem fortes e estavam desligadas. eu ligava e logo desligava elas pq nao sabia que horas da madrugada eram.
Em um lugar mais afastado encontro a Giorgia e ela começa a me mostrar um catálogo de cursos livres de arte e geometria que acontecem na Italia. No meio havia um diagrama do teorema de pitágoras e outros grafismos, era a aula de um professor que trabalhava com música generativa. ao tocar as páginas do livro partes da música soavam e era muito impressionante.
Entra na sala um senhor muito bem humorado e coloca uma máscara de látex com o rosto de uma mulher e fala: como é o aniversário dela vamos cantar parabéns, e começamos a cantar parabéns.
Vejo neste lugar um instrumento parecido com um Mandolim, muito precioso com umas 10 cordas todas muito próximas. Algumas estavam cruzadas e davam a impressão de estar colocadas de forma errada. Tento tocar um pouco e desisto logo.
Cabelo prata / dmtr

Sonhei com a T. ela tinha o cabelo totalmente branco prateado e a roupa também. parecia de nylon. estava de frente me contando alguma coisa interessante que não lembro o que era.
crocodilos / gnight

Estava em um parque com crianças e vi uma atração que era um longo tubo de plastico semi-transparente com 4 crocodilos dentro.

Eu não vi muita graça pois não dava para ver os animais com muitos detalhes. O que se via era quase que so a silhueta e a forma dos olhos. Algumas crianças, no entanto, tentavam fazer os crocodilos se mexerem fazendo barulho ou movimentos bruscos.

Alguém me ofereceu os 4 crocodilos e, pouco tempo depois, eu estava na sala de visitas do apartamento em que morei quando criança, com os crocodilos e o tubo. Porém, não consegui mantê-los dentro do plastico por muito tempo, pois não pude fixà-lo adequadamente no chão e nos moveis. Por isso, um ou dois crocodilos escaparam e ficaram soltos na sala.

Em um primeiro momento, fiquei perto do primeiro crocodilo desempedido, sem conseguir me mover. Ele também não se movia. Consegui me afastar, aparentemente sem que ele se movesse. Não pude saber exatamente pois sai da sala sem olhar para tràs.

Mais tarde, uma das crianças entrou na sala antes que eu pudesse segurà-lo. Mesmo gritando avisos e fazendo a expressão mais séria que eu pudesse, não consegui impedi-lo.

Quando o menino de cinco anos fechou a porta atràs dele, não tive coragem de buscà-lo e pensei comigo mesma que ele devia saber o que estava fazendo. Ao mesmo tempo, imaginava um dos crocodilos mordendo uma de suas pernas.

Depois que ele entrou, o seu irmão gêmeo veio falar comigo. Não lembro o que ele disse, mas o sentimento da conversa era de tranquilidade e ternura. E ele é muito bonitinho.

Não ouvia gritos vindo da sala, mas não conseguia parar de procurar uma solução para aqueles crocodilos. Não sabia o que fazer, mas não parava de agir. Lembro de ter tentado entrar na sala mas não ter tido coragem, e de ligar para os bombeiros, que me disseram que chegariam em 5 dias.

Procura / Laercio

Estou no salão de festas do castelo procurando a Luana.

Apesar de ser um dia claro lá fora, as janelas estão fechadas e dentro do salão está uma penumbra estranha, embora não de todo desagradável.

Dá para ver os quadros nas paredes que parecem se mexer na semi-escuridão.

Uma escada de mármore dá para os aposentos superiores. Subo por ela e sigo por um corredor acarpetado de vermelho.

À esquerda uma porta gigantesca está entreaberta. Atravesso e entro num quarto estilo vitoriano.

A cama ricamente decorada com um dossel de fino tule azul está vazia. Não sei como, mas eu sei que é o quarto da Luana.

Há um leve perfume no ar. O perfume de Luana. Mas nem sinal dela. Aparentemente ela passou por aqui há pouco tempo.

Saio do quarto e sigo pelo corredor que parece não ter fim. À medida que avanço, ele parece ficar mais estreito e baixo até que eu não consigo

mais continuar.

Me viro para retornar, mas atrás de mim não há mais o corredor. Ao contrário, uma parede de tijolos surgiu atrás de mim. Estou preso!

No chão, o mesmo tapete vermelho e olhando para cima, vejo nuvens passando num céu avermelhado pelo por-do-sol.

Não estou mais no corredor. Estou ao ar livre, a beira de um lago de águas calmas. O sol está se pondo a oeste. Há montanhas e colinas cercando o

lago.

Luana... onde você está???
Sexo mitológico / Lia

É noite e eu estou sozinha na rua debaixo de uma forte chuva. Faz muito calor e nem a chuva consegue refrescar, de fato a água parece quente como se caisse de um chuveiro.

Estou descalça, usando só uma camiseta e uma saia curta, sem nada por baixo. E como a roupa está ensopada, ficou transparente e dá pra ver tudo.

Eu ando apressada com medo de aparecer alguém e me ver desse jeito.

No fim da rua, tem uma espécie de bar. A luz que vem de dentro ilumina a calçada molhada.

Minha intenção é passar o mais rápido possível, para não chamar a atenção, mas ao dar uma olhada de relance para dentro fico estarrecida.

Há todo tipo de criatura mitólogica lá dentro: centauros, faunos, fadas, monstros, deuses e heróis.

Todos param o que estão fazendo e ficam me olhando também. Fico com medo e continuo a caminhar na chuva, quase correndo.

Olho para trás toda hora, receosa que alguém venha atrás de mim, e logo vejo três faunos saindo do bar e vindo em minha direção.

Eles são enormes, estão nus e visivelmente excitados.

Fico apavorada, mas ao mesmo tempo me sinto excitada também. Ao invés de sair correndo, continuo parada vendo eles se aproximarem.

Eles me cercam, logo me seguram pelos braços, arrancam minha roupa molhada e começam a fazer todo tipo de coisa comigo. Primeiro um de cada vez, depois os três ao mesmo tempo.

A chuva continua a cair torrencialmente, eu nunca me senti tão excitada e gozo com eles muitas e muitas vezes.

Depois de muito tempo eles se cansam e me deixam lá, deitada na calçada, nua e exausta.Ergo a cabeça na direção do bar e vejo mais criaturas saindo de lá e vindo em minha direção. Parece que vou ser abusada novamente, desta vez por uns 10 faunos, centauros e outros seres estranhos.

Abro a boca para gritar, mas nenhum som sai de minha boca.

Na verdade estou sentindo mais prazer do que medo.
The neighbours / Kaneda

Fugia pelas casa da vizinhança até chegar a um beco que tinha a opção de subir ou descer, eu conhecia o caminho por baixo e decidi seguir por ali para não ser pego. Quando saí, identifiquei que havia chego na casa de alguém conhecido. Atravessei o portão que ficava aberto para quem descia, mas percebi que era uma passagem do beco para a rua, já a casa era quase inacessível por ali. Cheia de grades! Vi um carro parado em frente à casa. O que aconteceu é que reconheci quem estava atrás e era Nerak. Demos oi e conversamos, perguntamos coisas frívolas e nada mais.
With my clitoris I fly / B.

Tive esse sonho há mais de 10 anos atrás, quando estava numa fase de descobertas sexuais. Acho importante compartilhá-lo.

Era um dia bonito daqueles com sol radiante, céu azul. Eu coloquei uma nuvem no desenho só pra dar uma idéia de céu, mas na verdade me lembro de observar que não haviam nuvens, o céu estava limpíssimo, azulíssimo. Apesar do calor, havia uma brisa fresca passando. Eu estava no Rio de Janeiro, pra lá do Recreio dos Bandeirantes, que naquela época (e nas minhas memórias) era só um matagal. Tinha uma galera lá da Tijuca me chamando pra sair, e eu sabia que seria legal. Eis que então, como se fosse algo natural, eu pego nos meus grandes lábios, um em cada mão, e os puxo para o alto estendendo-os. Se tornam como que grandes asas de borboleta, as quais eu comecei a bater como pássaros fazem quando querem decolar, e decolei. Lembro de ir observando o caminho lá de cima atentamente, passando pela Avenida das Américas, controlando minha altura e braçadas. De lá eu podia ver a praia da reserva. A brisa fresca lá em cima tornou-se geladinha e passava pelo meu clitóris refrescante. Me ponho a planar, brisa no clitóris, observando a ondeação. Eu estava atenta e responsável pelo meu vôo, e me sentia livre, completa e feliz.
Contando sonhos / Laercio

Estou inventando sonhos para contar para a Luana, mas a medida que eu os invento, acontecem de verdade!

No primeiro, a gente está no hotel em Santos e ela diz "agora que nós dois somos comprometidos podemos ficar juntos". E passamos a noite nos braços um do outro.

No segundo, a gente precisa ficar em São Vicente por causa de outro projeto. O Cedric (namorado dela) mora nessa cidade e pede para ela ficar a noite com ele, mas ela diz que não pode, que já fizeram reserva no hotel e diz que precisa ficar comigo. Ele fica louco de ciúmes e dá uma bofetada na cara dela.

Depois, a gente está fazendo amor, ela me chama de Cedric, depois do nome do ex-marido dela, depois começa a inventar nomes, eu acho que ela está fazendo de propósito, mas ela nunca me chama pelo meu nome verdadeiro.

No último, ela está cantando para mim. A música é linda e meus olhos se enchem de lágrimas. Estamos numa praia deserta, tem um bonde verde ao fundo. De repente ela começa a diminuir de tamanho e vira uma criança. Começa a catar conchinhas na areia. Um vento forte começa a soprar. Olho para o céu. Nuvens escuras se formam e chovem folhinhas verdes.

Eu comecei contando esses sonhos (que aconteciam enquanto eu contava) para ela no salão em que dançamos dias (ou anos) atrás, no final eu estou contando os sonhos através do Skype.
prisao européia / li

De repente eu e meu marido estávamos presos pela polícia de algum país europeu. A prisão era num apartamento confortável e logo percebi que meu tio N e seu filho Sa estavam juntos, e com eles precisávamos dividir uma cama grande. De repente dois homens estranhos sairam do banheiro, eles haviam brigado discretamenre e policiais os levavam embora. Telefonei para uma espécie de recepção do lugar e pedi para sair para buscar minha filha na creche, prometendo que voltaria. Fui parar num consultorio de um ginecologista, onde CB era secretária e dizia que estava grávida.
fugir ou ficar / li

Era uma festa no jardim e estacionamento do antigo prédio que morei em SM. A noite era quente e chegavam algumas colegas de colégio e uns 3 conhecidos da época que eu ia ao clube. Tentava curtir, mas no fundo eu não sentia feliz. De repente me empurraram para dentro de um carro, na frente ia a esposa de Z e uma prima dirigia. Elas me ameaçavam de morte e eu nao entendia o porquê. Sentia medo.
Elas falavam coisas horriveis que fariam comigo para o resto da minha vida.
consegui fugir do carro e fui falar para Z. Ele me falou que tinha chegado na casa dele, via correio, um aparelho de telefone em meu nome e isso desencadeouo ciúme agudo. Fomos conversar escondido, escolhemos uns recantos nos jardins do parque da Redenção, que ficava perto da avenida independência, de porto Alegre. Sentamos e ele pediu para eu descrever tudo e comentava que seu casamento estava ruim.
Senti muito medo de voltar para casa, de ficar em casa, de ficar na rua, nao sabia o que fazer. Notei que minha casa era a antiga casa de inha avó, muito velha e com portas e janelas que não fechavam direito.
/ li

07 10 14 11 19 / |>-(

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era minha irmã mais nova . ela contava sobre o sonho que ela teve, no qual o cara que da aula pra ela de algum curso aparecia de carro na nossa casa na serra à noite. no céu não havia nenhuma estrela, ela enfatizou, até o momento em que eles se beijam e então surgiria uma, apenas uma, naquela imensidão.
uma feira de carros no shopping está acontecendo e minha família e eu vamos. ela acontece em duas esteiras rolantes paralelas. sou a única que não sinto vontade de ver os carros e fico sentada observando no banco exatamente em frente.

na serra, em uma noite com céu liso, aparece um carro no condomínio. como tudo é bem silencioso, logo escutamos o barulho dele chegando. a imagem que tenho é de observar do início da escada que da pra porta de entrada que é embaixo e dessa posição consigo observar tudo o que se passa fora da casa, por mais que ela esteja toda fechada e não tenha nenhuma abertura de fato que me permitiria ver. a minha irmã mais nova reconhece. era ele. ela fica bem animada falando e repetindo como no sonho dela acontecia tudo exatamente assim e então ela desce pra falar com ele segurando um algodão doce. assim que ele sai do carro, a sua forma física me lembra claramente a de um amigo meu de infância . ela demonstra estar oferencendo o algodão doce a ele e ele rejetiando, o que a deixa agressiva. até que ela enfia o pau que prende o algodão, já sem algodão, em toda a boca do cara perfurando todo seu cérebro. ele cai. estrela sobe.


"
aparecemos em uma cachoeira. vejo que meu celular caiu na água e eu procuro um lugar para secá-lo. chego em um terraço e tenho que o atravessar até a sua ponta para pegar papel. um homem me segue até a ponta e quando me viro, depois de pegar o papel, para voltar pra outra direção, ele continua me seguindo. um outro cara passa meio por perto e como parecia gente boa eu grito para ele me ajudar. de primeira ele não ajuda, continua andando, mas depois vira para trás e vendo que o homem estava segurando meu celular na mão, fica puto que ele tinha me roubado e da um soco nele. aparecemos no apartamento do que me roubou para decidirmos se ele de fato me roubou ou não e acaba que eu saio com o meu celular.

volto para a cachoeira, em um banheiro por perto, chorando desesperadamente. digo para a minha irmã mais nova o quanto eu estou assustada com ela e ela diz o quanto me ama. estou com o rosto inchado de tanto chorar e noto que algumas lágrimas acabam caindo dos olhos dela, mas não sinto nada.
Sonho com leões - Felicidade no campo familiar / Mah Gaia

nss acabei de acordar de um sonho lindio..
Sonhei que estava indo pro mato de carro, e de repente o pessoal que estava comigo falou que nao iríamos avançar mais, e que nao conseguiríamos chegar na cabana no alto da montanha por conta dos leões que tavam pelas redondezas.
Ok.. desci do carro e fui a pé (louca)
Na caminhada, vi um filhote lindo dormindo um pouco afastado de um lado.. e logo depois, vi o que parecia ser o resto da família dormindo reunida.
Um deles era negro e os outros em tons claros. Tinham filhotes liiindos demais!! Eles nem se mexiam.. pareciam nao se incomodar com a minha presença.
Agora Google diz:
"Ver uma família de leões com suas crias significa: felicidade e alegria no campo familiar"
HDSUDAhdusa ai jesus to precisando!!!
google.me.ajuda
viajando aqui.. ok avançar e sair da zona de conforto pra poder explorar... ok. Tanto do meu ponto de vista, naquela situação, quanto do bichinho que tava ali por perto.
mas será que eu nao sou esse leãozinho afastado?
hueshdua interpretar sonhos não tão óbvios não é uma tarefa fácil.
E o google não tá com nada! (apesar de que eu gostaria de que fose real)
Não basta querer e cultivar felicidade no campo familiar.. muitas vezes por mais que as partes tentem.. não rola!!
Talvez a felicidade esteja na distância, que por instrumento, seja uma solução interessante mesmo, em alguns casos.
Talvez eu tenha que ser mesmo esse leãozinho afastado.. mas perto o suficiente pra acompanhar a família.
Bora pro mato gentis se confrontar com nossos leoes internos!
ô coisa dura de decifrá!!
Picadeiro Glitter / majorca

Sonhei que eu era uma garota normal numa escola até que eu arranjava um emprego trabalhando numa peça. Parecia sem graça, mas de repente eu descobri que era pra eu me pendurar em cordas brilhantes e ficar passeando pelo picadeiro no ar, cantando e carregando pessoas. Foi incrível. No final eu bati muito num cara que tinha espancado uma mulher, mas fiquei na dúvida se era verdade porque essa galera era muito caozeira. Peguei minhas malas e comprei várias coisas na farmácia de flores, e deu $40 reais. Acordei.
Sonho com Brax e contação de histórias / majorca

Sonhei que eu era/estava com uma criança pequena, uma menina, guiada por uma história infantil contada por alguém, mas era como um rpg. Ela devia uma escada de pedras fumacenta, depois do seu avô oferecer toda uma mansão para a instituição onde ela estudaria, algo tipo aquelas escolas tradicionais americanas - eles tavam na dúvida, Lanson's ou outra. Tinha uma maozinha andando pelas escadas, o lugar estava cheio de névoa. Estava prestes a esbarrar no homem que parecia o Tuxedo Mask quando sou interrompida. Era meu aniversário? Acho que a menina, na verdade, era o Geoff. Uma festa, a Ana Beatriz estava lá.

A Ana se machuca por algo que eu fiz, cai do lugar onde estava, vai pro hospital em SP. Vou atrás dela. Acho que estou confundindo a ordem do sonho. Encontro-a em SP e ela já está bem, na verdade es†á me dando conselhos em relação ao meu namoro com o Brax. O Brax veio pro Brasil, queria me ver, se perde da banda dele. Eu esqueço o que aconteceu, ele supostamente teria dormido comigo, mas some da face da terra. Eu sou negra e meio gordinha. Lembro do nosso passeio de barco e de um tubarão engolindo ele. Conto a história pros seus amigos, que estão na porta da escola que vai ser doada. A escola é muito clara e tem piso de madeira, quase como um taco, lembra muito o vhs do ursinho pooh, onde o corujão morava... ou então essas escolas de fita da disney, era tudo igual mesmo. Enfim, muito por fora. O Brax consegue sair do tubarão. Dentro do sonho, percebo que eu já sonhei com gente sendo engolida por tubarão e saindo - acho que eu só não percebi que eu tava sonhando, mas lembrei de outro sonho e achei engraçado, olha só...

Eu fico na dúvida em como levar o relacionamento com o Brax, já que sei que ele é galinha e tem outras. Decido fazer um prédio, todo de vidro, que eu poderia alugar, de uns 20 andares. Nos mais altos eu decido pendurar uns tecidos que seriam camas, invés de pôr chão.. Logo eu desisto e o prédio já está quase todo pronto, vou até o segundo andar e lá estão meus pais num apartamento todo mobiliado. Vou até o quarto que deveria ser meu e só tem coisas de criança. Fico puta, só tem turma da mônica no armário. Meu pai se oferece para vendê-las e eu falo que não adianta. Vou até o quarto deles e vejo um berço. Pergunto se minha mãe está grávida.

Eles me dizem que na verdade eles dois são homens e que minha mãe não pode ficar grávida, e que o bebê já tinha 4 anos e essa era a casa deles, que eles escondiam essas coisas de mim. Fico tentando entender como o bebê nasceu então, já que os dois eram homens, se o neném era adotado e se eu era adotada também.

Acordo.
Adeus / Laercio

Estou me despedindo da Luana numa festa para comemorar o inicio da operação em uma empresa. O final do projeto.

O clima de felicidade é geral, mas por dentro estou triste porque não sei quando voltarei a vê-la.

Volto pra casa onde os espaços parecem apertados e as paredes escuras.

Passa muito tempo, não sei quanto, e a gente não se vê.

De repente meu coordenador me liga, dizendo que tem um projeto novo e que eu e a Luana vamos trabalhar juntos.

Fico muito feliz, finalmente vou vê-la novamente.

Mas a data de inicio do projeto é sempre adiada, muitas vezes e a felicidade vai se transformando em preocupação.

Passa-se mais tempo. Então a Luana me liga dizendo que vai sair da empresa... vai trabalhar no exterior. Está muito feliz.

Eu procuro compartilhar da felicidade dela, mas por dentro, novamente, me sinto entristecer.

Estou no aeroporto vendo-a embarcar no avião que vai levá-la para longe. Não sei para onde, nem quando ou se volta.

Ela está linda como sempre, radiante de felicidade enquanto leva sua mala pela escada de embarque.

Eu aceno uma despedida com os olhos cheios de lágrimas e ela se vai.
/ Smithf596

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Tristeza / li

Passeava por Porto Alegre e resolvi caminhar na zona sul, próximo ao rio. Nas imediações do museu ouvi falar que havia um túnel e que dentro, à esquerda havia uma igrejinha, onde missas eram organizadas por africanos. Resolvi participar da missa e me acomodei entre vários africanos com roupas típicas, muito coloridas. Ao fim da celebração fui explorar o local, observava cada estátua de santo, quando esbarro em KZ e CZ, que visitavam o local. Fiquei feliz e emocionada em encontral-los, abraçava e queria saber de tudo como eles estavam. KZ me convidou para sairmos e conversarmos, pois logo toda sua família chegaria para um almoço de domingo. Ela me falou que tia B estava muito ruim, vivia como se tivesse 1 ou 11 anos de idade. CZ ficou sentado numa cadeira e eu e KZ subimos num morro. Falamos das nossas vidas e viagens quando olhamos para o céu e víamos intenso tráfego aéreo para o aeroporto. Vimos dois aviões da Gol que quase bateram e logo mais dois aviões, um da TAP e outro de uma empresa chamas HBSM, com logotipo azul, que fez a mesma rota do outro avião, colidiram e o avião da HSBM perdeu o controle e caiu. Vimos a fumaça preta e fogo e voltamos assustadas na igreja, avisamos as pessoas e o pânico se instaurou. Todos saíram correndo e algumas pessoas gritavam "prefiro o ebolA".
Trampo bizarro, cacto traiçõeiro e sangue de mel-cocô / Rodrigo P

Meu emprego era distribuir amostras grátis no busão. No caso, enxaguantes bucais. Estava tudo ~~normal, até que meu celular toca. Era minha namorada. Ela falou que a mãe dela precisava de alguém pra pintar as paredes da casa dela, precisava ser alguém alto.
Saí do busão VOANDO LITERALMENTE e pousei na varanda da minha namorada que tinha uma mansão. Ela disse pra eu me esconder e ir logo fazer o serviço antes que alguém chegasse.
Voei pro pátio e entrei na porta principal. Uma governanta quadradona estilo romance policial me recebeu rabugenta e falou pra eu entrar numa salinha pra me trocar e colocar a roupa que ela tinha me dado. Era uma roupa de mordomo.
Ela abriu a porta da sala. Era um quarto beeem comprido e estreito sem janelas nem nada. Só um cacto no fundo. Ela falou pra ficar perto da porta pra não me espetar no cacto. Fechei a porta e me troquei, com medo do cacto. Um pouco antes de terminar espetei meu braço e vi que o cacto estava do meu lado...
Saí da sala e avisei a governanta. Ela bufou um pouco, insinuou que eu era burro, pegou meu braço e apertou. De onde eu tinha espetado saiu um tipo de mel, com uma consistência que parecia o cocô de um chaveiro de nenem cagão que um amigo meu tinha. Quando ela me soltou o mel-cocô entrou no meu braço de novo. Pensei "fodeu, meu sangue virou essa coisa".
A governanta pegou um spray de mel com própolis, colocou uma agulha no bocal e espetou em mim. Acordei.
Caos no interior e minha fuga no caminhão de frango / apta

Estava em um grande festival de música eletrônica em um lugar tipo meio do mato. Estava com o Dimitre, minha mãe e ela segurava meu cachorro Max no colo. Em alguns momentos eu andava pelo festival com a minha mãe, em outros com o Dimitre. Estava vendo um DJ, ele era bem gordo e bem desforme, usava uma tunica preta e parecia o King Buzzo mas era um dj que tocava umas coisa bem estranhas, aí ele chamou pra tocar alguma coisa com ele e na verdade era só digitar uma música que ela tocava, saí fora do palco. Do nada, estava com meu primeiro namorado retardado e a gente ia casar meio que naquele momento porque ele queria e tava com todos os documentos, achei legal e topei. Na igreja o padre estava mal humorado e impaciente, quando me dei conta da desgraça saí correndo, o mais rápido que pude. Percebi que nao estava em Sao Paulo, estava tipo num sitio ainda e fui parar no meio da estrada. Sai correndo e em alguns momentos pedia carona, desesperada. Um caminhão muito longo tipo a limusine do clipe do Aphex Twin (tão longo que demorava muito para eu chegar onde o cara dirigia) perguntei se ele ia pra SP mas ele respondeu que ia para outro lugar, agradeci com uma reverencia o motorista. Continuei andando e fui parar tipo num parque infantil cheio de criança carente (?) eu pedia desesperadamente para eles qualquer dinheiro porque tava fugindo e ia embora, consegui uns 25 centavos e resolvi sair de la. Voltei pra estrada e logo depois pedi outra carona e era tipo um caminhão de frango congelado, o cara disse que ia pra SP mas que precisava passar na casa dele numa cidade no caminho antes. Estava com muito medo desse namorado que ia casar comigo estar atrás de mim muito puto. Fiquei brava comigo por ter aceitado tamanho absurdo de casar com ele. Chegando na casa do motorista de caminhão de frango eu me escondi com medo. Aos poucos fui ver a casa dele e era muito estranha, ele tinha uma nora que usava roupão de seda e umas coisas na cabeça e ficava assistindo um programa tipo Faustão rebolando e descascando mexericas. Aí apareceu o filho dele que tentou me agarrar e me pedir em casamento, eu dei uns beijinhos nele e disse que nao ia casar nao. Estava anoitecendo e eu queria muito ir pra casa. Fomos embora e no caminho pra SP o filho do motorista ficou me bulinando o caminho todo, estava de saco cheio. Quando percebi estava na av. Estados Unidos perto de casa, ele parou o caminhão saí correndo e subi para a rua de casa. Acordei.
Xadrez / Laercio

Estou no alto de uma colina. É uma manhã agradável, o sol acabou de nascer e não tem nenhuma nuvem no céu.

O chão é todo gramado, mas forma uma padrão xadrez com grama verde clara e escura. Cada quadrado de grama tem mais ou menos um metro quadrado.

O terreno se estende em colinas suaves para todas as direções. Dá para ver quilômetros de distância.

Na direção de onde o sol nasce dá para ver um agrupamento de peças de xadrez ao longe, elas estão se movendo rapidamente em minha direção, mas ainda vão demorar um pouco para chegarem.

Sinto que são hostis e preciso fugir dali, mas não há nenhum lugar para se esconder.

Um pouco antes de começar a me dirigir na direção oposta às peças de xadrez, percebo que a Luana está dormindo na direção das peças. A uma meia distância entre mim e as mesmas.

Preciso ir até ela para que fuja junto comigo, ou então as peças de xadrez vão pegá-la!

Começo a correr em direção a ela, gritando seu nome para tentar acordá-la, mas ela parece estar dormindo profundamente. Meu coração acelera de ansiedade, com medo de não alcançá-la antes das peças de xadrez.

Chego até ela um pouco antes das peças de xadrez. Tento acordá-la, mas ela dorme profundamente. Em desespero olho ao redor e vejo as peças se aproximando, devem chegar em menos de um minuto. Nesse momento Luana acorda, um pouco confusa, sem saber o que está acontecendo.

Eu falo que precisamos sair dali imediatamente, depois eu explico. As peças de xadrez estão quase sobre nós.

Percebo que é tarde demais. Não vamos conseguir fugir. Mas nesse instante o chão se abre sob nossos pés e caímos para um mundo alternativo.

É um salão vitoriano, com móveis antigos e quadros nas paredes. Nos quadros estão representadas batalhas com as peças de xadrez que iam nos pegar no mundo acima. Sinto que o lugar não é seguro, mas pelo menos não há ninguém lá além de nós.

As paredes são brancas, menos uma que é amarela. Há uma janela com uma cortina verde e um quadro com a Torre Eiffel e o Arco do Triunfo em uma das paredes.

Também há conchas do mar penduradas em uma parede.

Luana está assustada e me abraça. Ela diz que teve um pesadelo e vejo lágrimas nos seus olhos.

Eu a abraço forte e tento parecer confiante. Digo que nada vai acontecer de ruim e que vou protegê-la.

Ela sorri e me dá um beijo. Quente. Esquecemos de todas as preocupações ao nosso redor. Pelo menos por enquanto...
Visitando a Urca / Hannap

Sonhei que eu estava com o Dimi. Íamos visitar a Mana Bernardes na Barra, mas no caminho passamos na praia da Urca para ele conhecer aquele bairro militar. Apresentei o bairro pro Dimi. Conversamos com alguns militares. Eles nos mostraram um pouco da infraestrutura das instalações militares. Era um local muito agradável. Tínhamos que rastejar em alguns corredores para termos acesso a algumas salas. Os corredores tinham 1 metro de altura de pé direito. Andávamos deitados, puxando o corpo pelos braços. Era fácil andar assim e fazia sentido, pois estávamos fazendo um exercício militar. A Urca era como um clube. Muita gente ia pra lá para tomar sol e ficar numa boa. Eu rastejava com muita facilidade e velocidade. O piso liso favorecia. No meio do caminho encontramos o Paulo Betti, tomando sol numa cadeira de praia. Pensei em conversar com ele, já que iríamos até a barra visitar a Mana, podíamos pegar uma carona. O pai da Joaninha também estava por lá. E a própria Joaninha passou pelo sonho de carro e cumprimentou o Dimi. No final do passeio os militares fizeram uma tradicional saudação de tiros para nós, os visitantes. Consistia numa série de 3 mísseis lançados no ar em sequência e cada um dos mísseis era atingido por um tiro de fuzil, explodindo no ar, sobre a praia, causando um barulho. O primeiro míssel foi lançado e acertado. O segundo nós vimos no céu, subindo, fazendo a parábola e caindo dentro de um quartel. O soldado não conseguiu acertá-lo. O terceiro também, foi lançado e caiu inteiro, sem ser acertado pelo tiro. De qualquer maneira os mísseis faziam barulho quando caiam no chão. Eu e o Dimi achamos engraçado pois eles erraram dois tiros. Vimos que eram dois jovens, um menino que atirava e uma menina que lançava os mísseis. Eu e o Dimi perguntamos onde caiam os mísseis não atingidos. Eles disseram que era numa área segura, dentro do quartel. O menino estava visivelmente decepcionado por ter errrado os tiros, mas nós elogiamos eles e dissemos que estava tudo bem.
Serra do Mar / Laercio

Estou subindo a serra em direção a São Paulo com a Luana. Embora estejamos no meu carro, ela está deitada numa cama, dormindo a meu lado.

É noite, chove bastante e mal dá para ver a estrada. Estou numa velocidade muito alta e não consigo diminuir. Há muitos caminhões grandes subindo a serra na mesma estrada.

Estou consciente do perigo, meu coração está super acelerado. Ao mesmo tempo que me concentro na estrada, procuro não deixar a Luana acordar. Não quero que ela se preocupe com a situação.

Preciso protegê-la a qualquer custo.

Depois de um tempo que parece uma eternidade, trocando de faixas com o maior cuidado, finalmente chego ao topo da serra. O tempo melhora, a chuva passa, os caminhões desaparecem e eu consigo diminuir a velocidade.

O céu está apinhado de estrelas e uma lua cheia linda aparece no horizonte. Nesse momento Luana acorda um pouco confusa e diz "Nossa, já é noite! Acho que cochilei um pouco."

Eu minto que a subida foi tranquila para não deixá-la preocupada. Logo vamos chegar em casa.

Nesse momento a cena muda, a única coisa que se mantém é o céu super estrelado e a lua cheia no horizonte.

Estamos num tribunal, sentados no banco dos réus, mas não sabemos do que estamos sendo acusados.

O juiz, o advogado, o promotor e os jurados são todos anjos. Altos, com expressões austeras e asas enormes. Estão todos de roupa preta e falam numa língua estranha que não entendemos.

Tento falar algo para acalmar a Luana mas nenhuma palavra sai da minha boca. É como se o ar não carregasse as palavras, embora ouçamos os anjos muito bem.

Vejo que a Luana está bem assustada, coloco um braço sobre seus ombros para tentar acalmá-la e a sinto tremendo.

Os anjos fazem o julgamento deles por um longo tempo, mas antes que o juiz dê a sentença eu acordo. (ainda bem!)
pq ele fez isso? / lupino

Eu estava com meus dois companheiros de banda na frente do meu prédio aguardando. Um carro parou e de dentro saiu um homem. Ele pegou um galão de gasolina e derramou nele e no carro. Ele sentou no banco do carona e acendeu um fósforo. O carro começou a pegar fogo com ele dentro. Ele chorava e gritava muito. Fomos chegando perto e conseguimos ouvir o que ele estava dizendo. "ta doendo muito, por favor esfria, por favor esfria". e a voz dele foi sumindo e o corpo dele também e tudo virou uma grande bola de fogo.
Filme / Binário Armada

Letreiro de filme com letras passando, mas não consigo identificar nenhum símbolo que passa na mente...
Casa da vó / Aspros

Estava na antiga casa da minha avó com minha família, meu namorado e o seu melhor amigo. Uma hora era a casa da minha avó, outra era a casa dos meus pais, e em uma terceira parte uma clínica com várias salas. No sonho eu era extremamente certinho e minha vida era chata e infeliz. Dormíamos na casa da minha avó, e todos deviam compartilhar as camas porque não tinha espaço para todos.
Depois fui em uma sala para estudar, e saí, quando voltei a sala não estava mais no mesmo lugar. Fiquei procurando e não achei mais.
Castelo Que Vira Casarão na Guerra / Binário Armada

Dentro de um casarão gigante espaçado que mais parecia um grande museu por conta dos salões, ficavam eu e várias pessoas e de repente estourava uma guerra, praticamente haviam alemães e provavelmente estavam invadindo o país naquele instante, dado que já havia começado a aparecer o exército invasor na rua e o bombardeio aéreo já havia começado. Uma bomba cai perto de mim, mas curiosamente ela explode de uma forma bem estranha.

Enquanto ela ia rachando o chão e quase chegando ao ponto da combustão eu corria para a parte da casa que tinha energia para poder diminuir as luzes da casa para que os invasores não pudessem identificar que tinha gente no lugar. Dado que mais cedo ou mais tarde iriam notar o movimento, pois as laterais que antes eram de pedra maciça viraram de vidro.

A rua era bem ampla e ao longe dava pra ver depois de uma longa avenida casas semelhantes como se fossem palácios feitos com a mesma fonte de inspiração arquitetônica. Começou um tiroteio, mas não sei o que aconteceu, pois estava escuro. Só sei que alguns amigos chegaram e não tinha mais ninguém no lugar, somente alguns corpos dependurados por uma corda e uns X em vermelho marcados no chão debaixo das vítimas. Em um determinado um amigo aparece debaixo de uma tina esmaltada branca com borda azul. Mas o que se achava que seria o fim trágico dele era apenas um boneco destroçado que serviria pra alguma brincadeira nefasta e macabra.

De um lado um jardim com mangueiras e uma área grande que dava para uma outra área aberta e outro salão de vidro semelhante ao meu, quase idêntico e mais algumas árvores ao longe. Um mistério dos corpos desaparecidos dentro do salão meio escuro, mas que algumas luzes em formato de bola do lado de fora na calçada da avenida e que ficaram acesas e iluminavam de fora da rua pra dentro do salão praticamente aberto com colunas grandes que iam até o teto. Eu tentava diminuir essas luzes para diminuir a atenção dos inimigos.
Lady in Red / Laercio

Eu e a Luana éramos crianças... com cinco, seis anos. Vestíamos roupas como as crianças usavam há cem anos atrás. Bem antigas. Estávamos sentados em cadeiras enormes, de frente um para o outro. Eu lia para ela. O livro era gigante também, quase metade do meu tamanho e muito pesado. Eu tinha dificuldade para segurá-lo, e as palavras eram meio borradas e se mexiam um pouco, como costuma acontecer nos sonhos, mas dava para ler.

A história era sobre uma princesa que dançava em um baile no castelo numa linda festa.

De repente a cena muda, estamos dentro da história. Dançando no salão. Estamos adultos agora. A Luana está com um vestido vermelho super curto e um decote enorme. Seu cabelo preto está muito comprido, chegando até a cintura. Ela usa uma tiara elegante, brincos, colar, pulseira e anel de pérolas. Mais linda que na vida real (se é que isso é possível).

Eu estou usando um terno preto elegante, a festa parece ser chique, o salão é imenso e há um lustre de cristal refletindo um milhão de cores no teto e nas paredes brancas. Mas só nós dois estamos dançando lá. Toca a música Lady in Red do Chris de Burgh. Estamos dançando de rosto colado e eu a desejo. Quero dizer algo em seu ouvido, mas nenhuma palavra me ocorre. A música está terminando e eu querendo que ela dure para sempre. Queria que o tempo parasse, mas isso é uma ilusão. Como o sonho. Que termina junto com a música...
Viagem Submarina / Aspros

Resolvi viajar, e fui até a rodoviária ver passagens. Chegando lá havia uma passagem para Assunção no Paraguay, só que ela custava mais caro. A viagem normal custava 30 e esta era 80. A diferença era que a de 80 era submarina, você tinha que prender a respiração e entrar numa corrente de água, levava 30 segundos pra atravessar o Brasil e chegar lá. Comprei e fui. Chegando em Assunção encontrei uns amigos meus que haviam sumido. Fiquei impressionado pois um deles arranjou namorado (?) Fui passear pro Assunção, que tava com cara de Ciudad del Este. Encontrei váááárias estudantes chinesas andando pelos shoppings, era metade de tarde e a maioria das coisas já estavam fechando. Voltei pra onde eu "desembarquei" pra comprar a passagem de volta, quando comprei, acordei.
Umbanda Klux / cauli

Acabei de sonhar que fui naquele terreiro de umbanda que parece ku klux klan, uma loira de olho azul me atendeu meio brava, depois de eu esperar algum tempo na frente do lugar. Eu falei que queria conhecer como era a religião porque parecia bonito, mas que na verdade eu era ateu, fazer o quê. Ela ficou super ofendida que eu era ateu e não deixou eu ver nada por isso.
porta cds do passado / luiza só

tava num sitio bem maior que o que eu moro agora, com todos meus amigos do mundo reunidos, andand por uma casa achei muitos porta cds meus antigos, comecei a abrir e dentro de cada um saía uma memoria,uma foi eu a caxu e a laura com 16 anos num acampamento, com cara de sono esperando uma comida ficar pronta, e outra era uma foto minha vestida com uma saia longa preta, uma camisa e um xale branco por cima, o rosto pintado, feliz com uma cruz de santo daime brilhante na mão. essa foto eu via como foto mas eu tava dentro dela tambem.
festa / lupino

Uns amigos foram pra Europa fazer alguns shows e voltaram com um boa quantidade de heroína pura. Tava rolando uma festa aqui em casa e tinha pra todo mundo. Eu só pensava que era a melhor coisa do mundo e que deveria aproveitar o máximo. Depois de usarmos uma boa quantidade fomos até um bar específico. No caminho encontrei um amigo da minha cidade natal que percebeu as marcas no meu braço/comportamento. Ele me deu uma lição de moral e eu falei que era impossível eu me viciar por conta da quantidade disponível.
Gol do Neymar / Hannap

Sonhei com um drible e gol do Neymar.

Ele recebia a bola livre, na entrada da área, e se aproximava do gol muito lentamente, caminhando.
Ignorava o zagueiro que vinha correndo desesperado atrás dele. Parecia displicente.
O goleiro não entendeu nada. Ninguém entendeu nada.
Ele vinha rindo, malemolente, caminhando devagar, conduzindo a bola com pequenos chutinhos.
Quando chegou em frente à trave ele deu um giro sobre a bola, ficou de costas pro gol e empurrou a bola em direção ao gol. A bola bateu na trave e voltou no pé dele. Aí ele simplesmente chutou a bola pro gol. O zagueiro e o goleiro já estavam deitados no chão, pois não esperavam que a bola fosse bater na trave e voltar pro pé dele.
Foi um lance genial, improvável, irresponsável.
Acordei querendo verificar se esse gol tinha realmente acontecido.
Gol do Neymar / Hannap